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A página chrome://history/ permite visualizar o histórico de navegação organizado por data. Sobre essa funcionalidade do navegador Google Chrome, analise as assertivas, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
(_) É possível acessar, a partir da página de histórico, a funcionalidade de limpeza de dados do navegador.
(_) É possível pesquisar, dentro da própria página, termos específicos acessados anteriormente.
(_) A listagem do histórico apresenta o título da página visitada e o respectivo endereço eletrônico.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Ao acionar o comando Salvar como (atalho Ctrl + S) durante a leitura de um PDF no Google Chrome, é exibida a janela padrão para salvamento de arquivos. Com base nesse cenário, analise as partes que seguem:
(1ª parte): O campo Nome surge preenchido com o nome original do documento, podendo ser alterado pelo usuário.
(2ª parte): O usuário pode escolher a pasta de destino antes de concluir o salvamento do arquivo.
(3ª parte): Caso já exista um arquivo com o mesmo nome na pasta escolhida, o sistema poderá solicitar confirmação para substituição.
Pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Considerando a relação entre letras e sons na pronúncia-padrão do português brasileiro, analise as assertivas quanto ao número de fonemas e à presença de dígrafos consonantais e vocálicos em palavras do texto:
I. A palavra ferramenta apresenta 8 fonemas e 1 dígrafo.
II. A palavra semelhante apresenta 8 fonemas e 2 dígrafos.
III. A palavra sozinhos apresenta 7 fonemas e 1 dígrafo.
Está(ão) CORRETA(S):
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
O autor reconhece que, em muitas rotinas familiares, o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Considerando o sentido de entreter nesse contexto, assinale a alternativa em que a palavra proposta pode substituí-la sem alterar a ideia central do período.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O combinado que nunca fizemos
No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no
celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no
meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de
competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?
Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você,
provavelmente, também.
Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que
aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não
está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação
médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a
criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais
precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora,
sem esforço.
Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o
padrão vence. O padrão, hoje, é tela.
E o Brasil já tem números para provar que essa não é
uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a
pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e
adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas.
Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social.
Aos 15, são 99%.
Mas o dado que mais me assusta não é esse.
É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão
dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto
dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.
A maioria das famílias brasileiras não tem um
combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.
Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir,
não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos
tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco
admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa
do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.
Esses não são adultos com anos de hábito acumulado.
São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não
conseguem sair sozinhos.
A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma
pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em
2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a
telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa
faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.
Estamos tão longe da recomendação que ela virou
ficção.
E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que
os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães
nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem
orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães
aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais
estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe
daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos
em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.
Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de
celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a
escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola.
Quando a criança chega em casa, quem decide?
Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me
colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que
transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a
única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se
trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.
Mas também não podemos fingir que não há
consequências.
O combinado que falta não precisa seguir manual.
Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é
razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é
permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve
ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto
até ____ escola.
São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E
decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.
Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).
A decadência do Império Otomano foi um processo longo, marcado por fatores internos e externos que se intensificaram a partir do século XVII. Sobre esse processo histórico, analise as afirmativas a seguir:
I. A corrupção administrativa e a má gestão contribuíram para o enfraquecimento do poder central otomano.
II. A perda de importância das rotas terrestres prejudicou a economia otomana diante da expansão do comércio marítimo europeu.
lII. A economia otomana se fortaleceu no século XVIII graças à ampliação das rotas controladas pelo Império.
Estão CORRETAS:
A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo ______ níveis e aprendizado ao longo ______, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas
Tem-se que os cursos de primeiros socorros devem ser ministrados por entidades municipais ou estaduais especializadas em práticas de auxílio imediato e emergencial à população, no caso dos estabelecimentos públicos, e por profissionais habilitados, no caso dos estabelecimentos privados, e têm por objetivo capacitar os professores e funcionários para identificar e agir preventivamente em situações de emergência e urgência médicas, até que o suporte médico especializado, local ou remoto, se torne possível. A partir disso, analise as assertivas:
I. O conteúdo dos cursos de primeiros socorros básicos ministrados deverá ser condizente com a natureza e a faixa etária do público atendido nos estabelecimentos de ensino ou de recreação.
II. Os estabelecimentos de ensino ou de recreação das redes pública e particular deverão dispor de kits de primeiros socorros, conforme orientação das entidades especializadas em atendimento emergencial à população.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Considerando as concepções de Paulo Freire a respeito do processo educativo, analise as partes que seguem:
A concepção de "conscientização", refere-se ao processo pelo qual os sujeitos desenvolvem uma compreensão crítica da realidade através da reflexão sobre sua prátic4 culminando em ações transformadoras desta mesma realidade (1ª parte) A concepção de que "ninguém educa ninguém", refere-se ao entendimento de que o educador não é o detentor absoluto do conhecimento e o educando não é um mero receptor passivo de informações (2ª parte). A concepção de que "ninguém educa a si mesmo", refere-se ao entendimento de que a educação não é um processo individual e solitário, mas acontece necessariamente na relação dialógica entre os sujeitos envolvidos. (3ª parte).
Estão CORRETAS: