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Q1312826 Enfermagem
Na administração de medicamentos, verificar a unidade de medida utilizada na prescrição, em caso de dúvida ou medidas imprecisas (colher de chá, colher de sopa, ampola), consultar o prescritor e solicitar a prescrição de uma unidade de medida do sistema métrico. A descrição acima refere-se a:
Alternativas
Q1312823 Enfermagem

Em relação ao paciente há diferentes posições com a finalidade de proporcionar conforto, realizar exames, tratamentos e cirurgias, a enfermagem deve conhecê-las para ajudar o paciente a adotar posições específicas. Relacione as colunas abaixo sobre algumas posições específicas:


(1) Posição de Fowler:
(2) Decúbito ventral ou de prona:
(3) Decúbito lateral ou Sims:


( ) É a posição em que o paciente fica deitado sobre o abdome, com a cabeça lateralizada . É indicada para exames da coluna vertebral e região cervical. 
( ) O paciente assume posição lateral esquerda ou direita. O membro inferior que está sob o corpo deve permanecer esticado e o membro inferior acima deve permanecer flexionado. Essa posição é utilizada para enemas, repouso.
( ) Posição em que o paciente fica semi sentado, com apoio sob os joelhos. É indicada para descanso, para pacientes com dificuldades respiratórias.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q1312820 História
Leia o trecho abaixo e complete a lacuna: O Brasil República é o período da História do Brasil, que teve início com a Proclamação da República. A República foi proclamada em 15 de novembro de _________e vigora até os dias atuais.
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Q1312819 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que representa a bandeira do Estado de Santa Catarina:
Alternativas
Q1312815 História e Geografia de Estados e Municípios

Sobre a o município de Catanduvas – SC analise as afirmativas abaixo:

I- O nome Catanduvas tem origem tupi: kaá (mato), atã (duro) e nduva (variação fonética de tyba = reunião, ajuntamento), ou seja ajuntamento de mata dura. Esse nome dado à cidade derivou-se de um mato rasteiro ou campo cerrado que havia, quando a cidade foi fundada. II- Os moradores mais antigos contam que essa vegetação era abundante na região e que com a passagem das tropas por aqui, a localidade começou a ser chamada de Catanduva devido a esse vegetal.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q1312812 Português
A respeito do processo de formação das palavras grifadas assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1312811 Português
Quanto a regência verbal assinale a alternativa INCORRRETA.
Alternativas
Q1312810 Português
“Naquele dia, a manhã estava tão fria que a água congelou. ” A oração apresenta sentido de:
Alternativas
Q1312809 Português
“ Calmamente, o homem caminhava pelo jardim e relembrava seu passado muito pensativo.” Em relação a frase acima assinale a alternativa CORRETA quanto a estrutura sintática.
Alternativas
Q1312807 Português
A respeito do acento indicativo de crase assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1312806 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão:

A dor do mundo

    Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.
    A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.
    Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.
    Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?
    Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.    

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

“Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele.” Assinale a alternativa CORRETA referente a qual figura de sintaxe o trecho apresenta:
Alternativas
Q1312804 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão:

A dor do mundo

    Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.
    A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.
    Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.
    Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?
    Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.    

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

“Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos os mesmos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético.” Analisando a expressão sublinhada do trecho acima é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1312803 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão:

A dor do mundo

    Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.
    A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.
    Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.
    Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?
    Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.    

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

“Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados.” Nesse trecho do texto, a autora faz uso de três figuras de linguagem, que são respectivamente :
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Q1311893 Atualidades

O ano de 2018 foi marcado por uma série de tragédias naturais, como incêndios, tsunamis, erupções vulcânicas, inundações, terremotos e tempestades de areia que deixaram mortos, feridos, desalojados e tristeza generalizada em todos os continentes.

(Disponível em : http://agenciabrasil.ebc.com.br)

Com base nessa informação analise as afirmativas abaixo:

I- O caso mais recentes foram registrados na Indonésia, um tsunami que matou mais de 400 pessoas, e o terremoto na Itália que desalojou 600 pessoas.

II- Na Califórnia, em novembro, o maior incêndio da história do estado mobilizou equipes de resgate e de combate ao fogo por dias. Pelo menos 76 pessoas morreram e foram devastados 59,9 mil hectares.

III- Nas Américas, o vulcão Fuego, na Guatemala, matou mais de cem pessoas e deixou vilas inteiras sob cinzas e lama vulcânica. Os paraísos turísticos da Grécia foram atingidos por incêndios que destruíram florestas e tiraram a vida de 79 pessoas. Houve ainda inundações no Japão, furacões na Carolina do Norte e Carolina do Sul, nos Estados Unidos, deixando um rastro de mortes e feridos.

Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q1311892 História

Leia o trecho abaixo e complete a lacuna:

O ______________ , assinado em sete de junho de 1494, foi um acordo entre o monarca de Portugal, D. João II, e os reis do que hoje é a Espanha moderna, Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão. Apesar de o documento ter sido o resultado das recentes descobertas das viagens do navegador genovês Cristóvão Colombo, para entender por completo sua relevância histórica é necessário ter em mente acordos prévios feitos entre as potências ibéricas

Alternativas
Q1311891 História

O plano Cruzado foi um plano econômico lançado durante o governo de José Sarney. O plano foi criado em 1986 pelo ministro da Fazenda (Dilson Funaro), o Brasil vivia um grande estado de euforia (grandes inflações, eleições, escassez de alguns produtos...). Foi um ano conturbado, pois em 1985 havia morrido o presidente eleito Tancredo Neves. As principais medidas tomadas pelo plano Cruzado foram: Analise as afirmativas abaixo:

I- A moeda corrente brasileira que era o Cruzeiro foi transformada em Cruzado, seguido de sua valorização (O cruzado valia 1000 vezes mais).

II- Congelamento dos preços em todo o varejo, os quais eram fiscalizados por cidadãos comuns (fiscais do Sarney).

III- Antecipação do salário minimo (O governo garantia a antecipação de parte do salário minimo visando assim estimular o consumo).

Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q1311890 Conhecimentos Gerais
Leia o trecho abaixo e complete a lacuna abaixo: O Dia do Combate à Poluição é comemorado em __________e tem por objetivo alertar todas as esferas da população sobre o grave problema ambiental que enfrentamos e buscar medidas para conter a degradação do nosso planeta. A poluição é geralmente definida como a degradação física e química do meio ambiente.
Alternativas
Q1311889 Atualidades

Leia a manchete abaixo: Aquecimento dos oceanos bateu recorde em 2018, dizem cientistas

Em estudo publicado no dia (16/01/2018), pesquisadores chineses e americanos afirmam que as águas do planeta atingiram as temperaturas mais altas nos últimos 60 anos.

(Disponível:https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/01/16 (Redação adaptada)

Sobre a manchete acima é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q1311888 Pedagogia

Considerando que a(o) secretaria(o) escolar é o primeiro contato com a comunidade escolar e com o público em geral, a(o) secretária(o) deve deter os conhecimentos pertinentes para bem atender a clientela que procura os serviços prestados pelo estabelecimento. Associe as duas colunas, relacionando os tipos de documentos oficiais preparados por este profissional. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

1- Convite e Convocação

2- Declaração

3- Edital

4- Ata

( ) É o documento em que se registram, de forma exata e metódica, as ocorrências, decisões em assembleias, reuniões ou sessões realizadas por comissões, conselhos, congregações, corporações ou outras.

( ) É o instrumento pelo qual se faz uma convocação, pede-se o comparecimento de alguém ou solicita-se sua presença no Estabelecimento de Ensino.

( ) Significa a afirmação da existência de um fato, existência ou não de um direito. Tem valor documental e pode ser de vários tipos: para atestar comparecimento, frequência, realização de cursos; para atestar recebimentos, pagamentos, doação; para atestar que profissional atuou no Estabelecimento.

( ) É o ato escrito oficial, contendo aviso, determinação, ou citação, mandado publicar por autoridade competente, no Órgão Oficial ou outros Órgãos de Imprensa, ou ainda, afixado em lugares públicos, como murais dos Estabelecimentos de Ensino onde pode facilmente ser lido por todos.

Alternativas
Q1311887 Pedagogia
A(o) secretaria(o) escolar é um braço executivo da equipe administrativa e pedagógica e dela depende o bom funcionamento da organização escolar. Ela é o órgão responsável pelos serviços de escrituração, documentação, correspondência e processos referentes à vida do estabelecimento de ensino e à vida escolar dos alunos, trabalhando coletivamente para a gestão administrativa e pedagógica do estabelecimento de ensino. Juntamente com o seu diretor, responde administrativamente e legalmente pela documentação escolar. São considerados algumas características do perfil deste profissional:
Alternativas
Respostas
2941: B
2942: B
2943: A
2944: B
2945: C
2946: A
2947: C
2948: C
2949: B
2950: C
2951: B
2952: C
2953: B
2954: A
2955: C
2956: C
2957: B
2958: A
2959: A
2960: A