Questões de Concurso Comentadas para ipefae

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Q1201499 Educação Física
DIA INTERNACIONAL DO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO E A PAZ
Em agosto de 2013, a Assembleia Geral das Nações Unidas tomou a decisão de proclamar o dia 6 de abril como o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e a Paz. A UNESCO é a agência líder das Nações Unidas na área de Educação Física e Esporte (EFE). Historicamente, o esporte tem exercido um papel importante em todas as sociedades, seja na forma de esporte competitivo, atividade física ou lazer. Contudo, pode-se perguntar: o que o esporte tem a ver com as Nações Unidas? De fato, o esporte é uma parceria natural para o Sistema das Nações Unidas (ONU), inclusive para a UNESCO:     • o esporte e o lazer são direitos humanos que devem ser respeitados e postos em prática em todo o mundo;     • o esporte é cada vez mais reconhecido e utilizado como uma ferramenta de baixo custo e de alto impacto nos esforços humanitários, de desenvolvimento e de construção da paz, não apenas pelo Sistema das Nações Unidas como também por organizações não governamentais (ONGs), governos, agências de desenvolvimento, federações esportivas, forças armadas e meios de comunicação. Atualmente, em nenhuma sociedade o esporte pode ser considerado um luxo – pelo contrário, ele deve ser visto como um investimento importante no presente e no futuro, sobretudo em países em desenvolvimento. FONTE: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/social-and-human-sciences/sports-and- physical-education/
Em “Historicamente, o esporte tem exercido um papel importante em todas as sociedades, seja na forma de esporte competitivo, atividade física ou lazer”, o termo em destaque significa que:
Alternativas
Q1187525 Geologia
Analise o trecho e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna: Os ____________ são rochas ígneas, formadas de três minerais: mica, quartzo e feldspato. Possuem alta durabilidade, resistência e porosidade, podendo receber fortes impactos ou substâncias químicas sem sofrer grandes danos. Os especialistas o elegem como a melhor escolha para construir túmulos, pois possuem características importantes para se manterem expostos ao tempo, como no caso dos cemitérios.
Alternativas
Q1187393 Saúde Pública
A retirada dos restos mortais de alguém do local onde foi sepultado para transferi-lo para outro espaço, para outra cidade ou ainda devido a questões judiciais, é denominada:
Alternativas
Q1185263 Português
Câmara Municipal (Brasil), extraído e adaptado da enciclopédia eletrônica colaborativa Wikipédia.
Assinale a alternativa correta quanto à regência:
Alternativas
Q1185104 Português
Câmara Municipal (Brasil), extraído e adaptado da enciclopédia eletrônica colaborativa Wikipédia.
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação:
Alternativas
Q1359190 Enfermagem
A destruição de todas as formas de vida microbiana (vírus, bactérias, esporos, fungos, protozoários e helmintos) por um processo que utiliza agentes químicos ou físicos é chamada de:
Alternativas
Q1359189 Enfermagem
O paciente A. F. H., 43 anos, sexo masculino, está hospitalizado no setor de Clínica Médica. O urologista de plantão solicitou para o paciente a coleta de urina de 24 horas, para investigar algumas possíveis alterações urinárias. Considerando os cuidados de enfermagem para esta coleta, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1359188 Enfermagem
A nebulização é uma forma de tratamento das várias afecções pulmonares, que tem por finalidade:
Alternativas
Q1359187 Enfermagem
De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, qual entre as seguintes alternativas apresenta uma violação das Responsabilidades e Deveres profissionais?
Alternativas
Q1359186 Enfermagem
Todas as informações a respeito da cirurgia e das possíveis consequências no pós-operatório devem ser transmitidas ao paciente de forma clara e objetiva. Entre essas informações, deve ser ressaltado o risco de cefaleia em pacientes que recebem raquianestesia, sintoma ocasionado por:
Alternativas
Q1359185 Enfermagem
A Úlcera por Pressão pode ser classificada em quatro estágios. O estágio III caracteriza-se por:
Alternativas
Q1359184 Enfermagem
Ainda sobre a questão anterior (23), em 1.000ml de soro glicosado a 5%, tem-se:
Alternativas
Q1359183 Enfermagem
Para administrar 1.000ml de soro glicosado a 5% em 12 horas, o cálculo do gotejamento deverá ser de:
Alternativas
Q1359182 Enfermagem
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) continuam sendo um problema de saúde pública e de difícil abordagem entre adolescentes, adultos e idosos. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1359181 Enfermagem
O paciente L. M. C, 72 anos, sexo masculino, procurou o serviço de saúde queixando-se de tremores, tontura, sudorese e cefaleia. O técnico de Enfermagem, ao realizar o teste de glicemia capilar, observou o resultado de 55mg/dl. Assim, o técnico de enfermagem concluiu que o paciente apresenta:
Alternativas
Q1359180 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
A Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) versa sobre uma série de direitos garantidos pelo Estado às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No que diz respeito aos transportes coletivos públicos urbanos e semiurbanos, é assegurado aos idosos a gratuidade do transporte desde que:
Alternativas
Q1359172 Português

Texto para a questão 


PROCON FAZ LISTA DE SITES NÃO CONFIÁVEIS PARA A

BLACK FRIDAY


SÃO PAULO – A Black Friday está aí. Nesta sexta-feira (27), boa parte das lojas físicas e eletrônicas oferecem descontos aos consumidores, como já é tradição em diversos países. Mas nem todas essas lojas são confiáveis – no ano passado, a data teve mais de 12 mil queixas no site Reclameaqui.


In: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2015/11/26/procon-faz-lista-de-sites-

nao-confiaveis-para-a-black-friday.htm 


Segundo o texto:
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Q1359171 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Sobre o texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1359170 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Segundo o texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1359169 Português

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Na passagem “Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou”, se o termo em destaque fosse substituído por “nós”, o trecho ficaria assim redigido:
Alternativas
Respostas
3561: B
3562: A
3563: D
3564: A
3565: B
3566: A
3567: D
3568: C
3569: A
3570: B
3571: D
3572: C
3573: A
3574: B
3575: D
3576: B
3577: D
3578: B
3579: D
3580: C