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Q3410114 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Texto 2


Os 5 segredos da felicidade segundo a ciência


Ser feliz não é comer sempre o mesmo prato no restaurante que você mais gosta ou gozar de uma vida plena e tranquila; a ciência mostra que a chave para a satisfação pessoal é fazer coisas arriscadas, desconfortáveis e até mesmo desgastantes*


Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz?


O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.


A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.


A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.


A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico.


Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir:


O importante é correr riscos


Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação.


Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto.


Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias. É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.


A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.


Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados. É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas. (...)


Fonte: Revista Galileu. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2015/03/os-5-
segredos-da-felicidade-segundo-ciencia.html. 
Leia o trecho a seguir:

"O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal."

Quanto a sua colocação, o pronome “se” é classificado como:
Alternativas
Q3410113 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Texto 2


Os 5 segredos da felicidade segundo a ciência


Ser feliz não é comer sempre o mesmo prato no restaurante que você mais gosta ou gozar de uma vida plena e tranquila; a ciência mostra que a chave para a satisfação pessoal é fazer coisas arriscadas, desconfortáveis e até mesmo desgastantes*


Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz?


O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.


A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.


A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.


A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico.


Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir:


O importante é correr riscos


Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação.


Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto.


Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias. É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.


A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.


Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados. É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas. (...)


Fonte: Revista Galileu. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2015/03/os-5-
segredos-da-felicidade-segundo-ciencia.html. 
Leia o trecho a seguir, extraído do texto:

“Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias.” (parágrafo 11).

Com base nesse período, analise as afirmativas a seguir:

I. O verbo “monitoraram” está no pretérito perfeito do modo indicativo e indica uma ação concluída no passado.
II. A forma verbal “se sentiam” está no pretérito imperfeito do modo indicativo, expressando uma ação habitual ou contínua no passado.
III. O uso dos tempos verbais nesse período contribui para a construção de um relato objetivo de pesquisa, característico da linguagem científica.
IV. Os dois verbos estão no mesmo tempo e modo verbal.
V. O uso do pretérito imperfeito em “se sentiam” marca uma ação simultânea à ação expressa por “monitoraram”.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410112 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Texto 2


Os 5 segredos da felicidade segundo a ciência


Ser feliz não é comer sempre o mesmo prato no restaurante que você mais gosta ou gozar de uma vida plena e tranquila; a ciência mostra que a chave para a satisfação pessoal é fazer coisas arriscadas, desconfortáveis e até mesmo desgastantes*


Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz?


O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.


A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.


A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.


A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico.


Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir:


O importante é correr riscos


Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação.


Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto.


Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias. É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.


A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.


Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados. É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas. (...)


Fonte: Revista Galileu. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2015/03/os-5-
segredos-da-felicidade-segundo-ciencia.html. 
São ideias defendidas no texto, EXCETO:
Alternativas
Q3410111 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.



Texto 1




Tatiana Santana é diretora do Colégio Externato São José e coordenadora regional da ANEC (Associação Nacional de Educação Católica do Brasil). Fonte: Gazeta da Semana. Disponível em: https://gazetadasemana.com.br/noticia/229113/artigo-de-opiniao-bebes-reborne-a-infancia-em-crise.

Leia o trecho a seguir, extraído do texto:

“São modelos de vínculos que estão se reconfigurando. Com menos filhos, mais autonomia infantil precoce e mais presença digital que física, muitos adultos vivem hoje uma maternidade/paternidade emocional frustrada, silenciosa.” (4º parágrafo)

A relação de sentido estabelecida entre as duas frases se dá, sobretudo, por:
Alternativas
Q3410110 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.



Texto 1




Tatiana Santana é diretora do Colégio Externato São José e coordenadora regional da ANEC (Associação Nacional de Educação Católica do Brasil). Fonte: Gazeta da Semana. Disponível em: https://gazetadasemana.com.br/noticia/229113/artigo-de-opiniao-bebes-reborne-a-infancia-em-crise.

Assinale a alternativa em que a palavra indicada exerça, no texto, papel adjetivo.
Alternativas
Q3410109 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.



Texto 1




Tatiana Santana é diretora do Colégio Externato São José e coordenadora regional da ANEC (Associação Nacional de Educação Católica do Brasil). Fonte: Gazeta da Semana. Disponível em: https://gazetadasemana.com.br/noticia/229113/artigo-de-opiniao-bebes-reborne-a-infancia-em-crise.

No 3º parágrafo do texto, é utilizado o termo “essa realidade” como elemento de referenciação. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3410108 Educação Artística
Dentre as várias teorias presentes neste campo da especulação filosófica, destacam-se as ideias do filósofo alemão Immanuel Kant que muito contribuiu para os estudos no âmbito da estética. Nesse sentido, o escrito em pauta tem por finalidade esboçar o percurso realizado por este pensador sobre a Estética, abordando as relações existentes entre sua teoria da arte e a questão do esclarecimento, eixo central de seu projeto filosófico.
Os princípios fundamentais da estética kantiana, são:
Alternativas
Q3410107 Educação Artística
O ensino de Arte foi incluído no currículo escolar pela LDB de 1971, com o nome de Educação Artística, ainda como “atividade educativa” e não como disciplina. Em 1988, ano da nossa atual Constituição Federal, em meio a discussões sobre educação, sofreu ainda riscos de ser excluída do currículo escolar, fato que levou educadores da área a organizarem manifestações a fim de garantir a permanência do estudo das artes nas escolas.Finalmente, com a atual Lei de Diretrizes e Bases, foram revogadas disposições anteriores e a matéria “Artes” foi reconhecida como disciplina, tendo seu ensino se tornado obrigatório na educação básica, conforme dispõe o parágrafo 2º do artigo 26: O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.
O principal objetivo do ensino da Arte, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é:
Alternativas
Q3410106 Educação Artística
Para um bom aproveitamento do conteúdo, a BNCC recomenda que o conhecimento de artes seja interativa, Ou seja, envolvendo criação, leitura, produção, construção, exteriorização e reflexão sobre o material apresentado, entendendo a arte como um processo de conhecimento dos alunos da complexidade do mundo, favorecendo o respeito e promovendo a cidadania. Além das linguagens, o BNCC propõe as seis dimensões do conhecimento, cujo objetivo é superar o conhecimento conteudista necessário das linguagens e inserir o aluno no contexto social e cultural. Essas dimensões não se trata dos “eixos temáticos ou categorias, mas de linhas maleáveis que se interpretam, constituindo a especificidade da construção do conhecimento em Arte na escola.”
De acordo com a BNCC, quais as linguagens artísticas abordadas no ensino da Arte:
Alternativas
Q3410105 Artes Plásticas
"As novas tendências que floresciam com as vanguardas, grande período de experimentação do início do século XX, deram aos artistas brasileiros a possibilidade de trabalhar com novas linguagens, novos materiais e novas propostas, a fim de renovar a arte nacional. Mas, diferente do Parnasianismo, não houve uma incorporação completa dessas estéticas – não se importou para o Brasil o cubismo ou o expressionismo em busca de se desenvolver aqui uma escola análoga."
Dos artistas abaixo relacionados, qual não participou da Semana de Arte Moderna:
Alternativas
Q3410104 Educação Artística
A Semana de Arte Moderna se insere nos movimentos políticos e sociais da década de 1920 no Brasil, como o tenentismo e a organização dos trabalhadores. Seus antecedentes estão nas duas décadas anteriores, quando artistas e intelectuais brasileiros egressos da burguesia ou ligados à elite paulista passaram temporadas na Europa e aí travaram contato com as ideias resultantes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Sob a designação de modernismo, tendências vanguardistas como dadaísmo, futurismo, cubismo, expressionismo e outras pretendiam romper com a arte tradicional e introduzir padrões mais livres para a criação artística.
O principal objetivo da Semana de Arte Moderna foi:
Alternativas
Q3410103 Literatura
O romance “Tardes d'estiu” também alude à preocupação social do jovem artista (ou pelo menos do personagem chamado o Exaltado): […] “O capitalismo nos explora miseravelmente, dizia levantando os braços e gritando com toda a força de seus pulmões -. A burguesia nos tem como escravos, tiranizados como bestas, como seres inferiores. Porém todas estas baixezas, humilhações e injustiças sociais, se acabarão logo. Em todas as partes do mundo o proletariado, consciente de seus direitos, cansado de tantas vergonhas e baixezas, se arma e se organiza sob a bandeira vermelha dos Soviets, dispostos a todo o momento a conquistar pela força, pela violência, o que de bom grado, o que por justiça lhes corresponde e não lhes querem dar”.
A obra supra citada é de autoria de:
Alternativas
Q3410102 Artes Plásticas
O Homem que Caminha (1961), é uma das esculturas mais icônicas do modernismo e um símbolo universal da condição humana. A peça apresenta uma figura masculina esguia e alongada, em pleno movimento, como se estivesse caminhando sem destino. O corpo é reduzido ao essencial, sem detalhes realistas, mas carregado de expressividade.
O artista conhecido por suas esculturas de formas alongadas, como 'O Homem que Caminha, e: 
Alternativas
Q3410101 Artes Plásticas
A rejeição ao efeito ilusionista na pintura, bem como a insistência na natureza física do plano pictórico expressavam, para Greenberg, uma característica marcante da pintura francesa desde meados do XIX, mas Picasso teria sido um artista incomparavelmente sensível para perceber sua época e seu meio e, por isso, teria chegado a um movimento que efetivamente teria rompido com a aparência da natureza. Este estilo de pintura foi a primeira a ilustrar, se não a incorporar, a nova concepção da matéria como algo que deve ser reduzido, para a finalidade das artes plásticas, às duas dimensões; ela nos deu a nossa primeira visão de um objeto aberto, permeado pelo espaço e permeando o espaço.
O texto faz referência ao movimento artístico denominado, de:
Alternativas
Q3410100 Artes Plásticas
Surgido na França na década de 1860, valorizava a sensação de luminosidade e movimento na natureza. Os referidos artistas utilizavam pinceladas soltas e vivas cores para capturar a luz e o movimento dos objetos em sua obra, dando particular ênfase às variações de luz e sombra. Os principais representantes do Impressionismo incluem Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir e Edgar Degas.
Que movimento artístico conhecido por suas pinceladas rápidas e ênfase na luz e cor, surgiu na França no século XIX:
Alternativas
Q3410099 Artes Visuais
A trajetória artística de Anita Malfatti (1889-1964) foi desenhada a partir de dicotomias que fizeram dela uma das mais complexas e interessantes da história da arte brasileira. Entre questões práticas e espirituais, vivendo momentos de conflito e de superação, com dificuldades financeiras e inquietudes sobre sua arte, transitando entre a vanguarda e a tradição e tensionada entre o nacional e o universal, Anita sofreu duros questionamentos no ambiente artístico paulista da primeira metade do século XX.
Das obras abaixo, é de autoria da Anita Malfatti:
Alternativas
Q3409947 Segurança e Transporte

Analise as Placa de Sinalização, atribua a sua função e assinale a alternativa CORRETA:



Q39.png (309×68)

Alternativas
Q3409946 Noções de Primeiros Socorros
O Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, prevê:

I. O Serviço de atendimento pré-hospitalar móvel deve ser entendido como uma atribuição da área da saúde, sendo vinculado a uma Central de Regulação, com equipe e frota de veículos compatíveis com as necessidades de saúde da população de um município ou uma região, podendo, portanto, extrapolar os limites municipais.
II. Para um adequado atendimento pré-hospitalar móvel o mesmo deve estar vinculado a uma Central de Regulação de Urgências e Emergências.
III. A central de atendimento deve ser de fácil acesso ao público, por via telefônica, em sistema gratuito (192 como número nacional de urgências médicas ou outro número exclusivo da saúde, se o 192 não for tecnicamente possível), onde o médico regulador, após julgar cada caso, define a resposta mais adequada, seja um conselho médico, o envio de uma equipe de atendimento ao local da ocorrência ou ainda o acionamento de múltiplos meios.
IV. O atendimento no local é monitorado via rádio pelo médico regulador que orienta a equipe de intervenção quanto aos procedimentos necessários à condução do caso. Deve existir uma rede de comunicação entre a Central, as ambulâncias e todos os serviços que recebem os pacientes.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3409945 Saúde Pública
Sobre as Rede de Atenção às Urgências e Emergências, analise os itens a seguir:

I. A Rede de Atenção às Urgências tem como objetivo reordenar a atenção à saúde em situações de urgência e emergência de forma coordenada entre os diferentes pontos de atenção que a compõe, de forma a melhor organizar a assistência, definindo fluxos e as referências adequadas.
II. É constituída pela Promoção, Prevenção e Vigilância em Saúde; Atenção Básica; SAMU 192; Sala de Estabilização; Força Nacional do SUS; UPA 24h; Unidades Hospitalares e Atenção Domiciliar.
III. Sua complexidade se dá pela necessidade do atendimento 24 horas às diferentes condições de saúde: agudas ou crônicas agudizadas; sendo elas de natureza clínica, cirúrgica, traumatológica entre outras.
IV. Para que a Rede oferte assistência qualificada aos usuários, é necessário que seus componentes atuem de forma integrada, articulada e sinérgica. Sendo indispensável a implementação da qualificação profissional, da informação, do processo de acolhimento e da regulação de acesso a todos os componentes que a constitui.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3409944 Segurança e Transporte
De acordo com a Portaria Nº 2.048/2002, a conduta do Condutor de Veículos de Urgência do Tipo A, é:

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
2841: B
2842: E
2843: C
2844: D
2845: A
2846: C
2847: D
2848: A
2849: A
2850: D
2851: B
2852: A
2853: B
2854: B
2855: A
2856: A
2857: B
2858: E
2859: C
2860: B