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Q3480006 Português

Texto 2


Na hora do lobo


Quando um homem consome a madrugada

rabiscando umas folhas de papel

e ele sabe que a vida é tonelada

oscilando na ponta de um cordel;

ele sabe que o fim de toda estrada

não desagua no inferno nem no céu,

e ele pensa na feira, na empregada,

água e luz, condomínio e aluguel;


Quando um homem fatiga a voz cansada

com palavras da Torre de Babel

e ele entende que a coisa mais amada

se transmuda na coisa mais cruel;


Quando a taça em que bebe está quebrada,

tanto vidro a boiar em tanto fel

e no peito uma dor desatinada

essa dor que é tão nítida e fiel;


Quando um homem de boca tão calada

sente a mente girar num carrossel,

ele escreve através da madrugada

com cuidados de abelha que faz mel:

sua vida, talvez, foi destinada

a salvar estas folhas de papel.


Braulio Tavares, O homem artificial

Nos dois últimos versos da segunda estrofe temos uma figura de linguagem chamada de:
Alternativas
Q3480005 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025

No trecho:

“De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.” (2º parágrafo)

A oração destacada nesse período é classificada como:

Alternativas
Q3480004 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho:
“Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratá-los como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens.” (5º parágrafo)
A relação semântica predominante entre as orações do trecho é de:
Alternativas
Q3480003 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho do texto: “Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles.” (2º parágrafo), o termo destacado é formado por meio do processo de:
Alternativas
Q3480002 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho “De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos” (2º parágrafo), a expressão destacada tem sua referência estabelecida por meio de um mecanismo de coesão textual denominado:
Alternativas
Q3480001 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
Ao utilizar a expressão “é ridículo” (4° parágrafo), Mariana Kerestezachi revela:
Alternativas
Q3418346 Pedagogia
Com base na BNCC, no ensino da Geografia, é preciso superar a aprendizagem com base apenas na descrição de informações e fatos do dia a dia, cujo significado restringe-se apenas ao contexto imediato da vida dos sujeitos. A ultrapassagem dessa condição meramente descritiva exige o domínio de conceitos e generalizações. Estes permitem novas formas de ver o mundo e de compreender, de maneira ampla e crítica, as múltiplas relações que conformam a realidade, de acordo com o aprendizado do conhecimento da ciência geográfica.
Para dar conta desse desafio, o componente Geografia da BNCC foi dividido em cinco unidades temáticas comuns ao longo do Ensino Fundamental, em uma progressão das habilidades: O sujeito e seu lugar no mundo, Conexões e escalas, Mundo do trabalho, Formas de representação e pensamento espacial, Natureza, ambientes e qualidade de vida.
Em todas essas unidades temáticas, destacam-se aspectos relacionados a(s)(o)(s):

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3418345 Pedagogia
De acordo com a BNCC, no ensino de História, a utilização de objetos materiais pode auxiliar o professor e os alunos a colocar em questão o significado das coisas do mundo, estimulando a produção do conhecimento histórico em âmbito escolar.
São considerados processod no desenvolvimento do pensamento o(a):

I. Identificação.
II. Comparação.
III. Contextualização.
IV. Interpretação e análise de um objeto.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3418344 Pedagogia
Sobre a concepção do ensino de Matemática na BNCC, analise os itens a seguir:

I. O conhecimento matemático é necessário para todos os alunos da Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos críticos, cientes de suas responsabilidades sociais.
II. Apesar de a Matemática ser, por excelência, uma ciência hipotético- -dedutiva, porque suas demonstrações se apoiam sobre um sistema de axiomas e postulados, é de fundamental importância também considerar o papel heurístico das experimentações na aprendizagem da Matemática.
III. O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento matemático, definido como as competências e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e argumentar matematicamente, de modo a favorecer o estabelecimento de conjecturas, a formulação e a resolução de problemas em uma variedade de contextos, utilizando conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas matemáticas.
IV. É também o letramento matemático que assegura aos alunos reconhecer que os conhecimentos matemáticos são fundamentais para a compreensão e a atuação no mundo e perceber o caráter de jogo intelectual da matemática, como aspecto que favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico e crítico, estimula a investigação e pode ser prazeroso (fruição).
V. Os processos matemáticos de resolução de problemas, de investigação, de desenvolvimento de projetos e da modelagem podem ser citados como formas privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3418343 Pedagogia
Com base na BNCC, para os anos iniciais do Ensino Fundamental, associe as práticas de linguagem ao desenvolvimentos das respectivas habilidades:

1. Leitura/escuta.
2. Produção de textos.
3. Oralidade. 
4. Análise linguística/semiótica.

( ) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
( ) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
( ) Identificar e (re)produzir, em cantiga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas e canções, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.
( ) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz.
( ) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3418315 Pedagogia
De acordo com o Art. 29. Da LDB, Lei nº 9.394/96, A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos, EXCETO:
Alternativas
Q3418314 Pedagogia
De acordo com a BNCC, “na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista. Conforme vivem suas primeiras experiências sociais (na família, na instituição escolar, na coletividade), constroem percepções e questionamentos sobre si e sobre os outros, diferenciando-se e, simultaneamente, identificando- se como seres individuais e sociais!!”, está associado ao campo de experiência:
Alternativas
Q3418309 Pedagogia
A Psicologia da Educação, segundo Piaget e Vygotsky, aborda o desenvolvimento e a aprendizagem de crianças de forma complementar, destacando a importância da interação e da construção do conhecimento.
Sobre os pensamentos de Piaget e Vygotsky, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3418308 Pedagogia
Sobre alfabetização na educação infantil, analise os itens a seguir:

I. A palavra alfabetização tem como significado o ato de alfabetizar, de ensinar as primeiras letras, ensinar a ler e a escrever, de propagar o ensino da leitura, levar à aquisição dos códigos da língua escrita. Mas a alfabetização não se resume a isso, existem duas formas segundo as quais comumente se entende a alfabetização: ou como um processo de aquisição individual de habilidades requeridas para a leitura e escrita, ou como um processo de representação de objetos diversos de naturezas diferentes.
II. A alfabetização é um processo individual, mas não tem como ocorrer sem a representação do codificar e decodificar. Nessa sequência de formular e interpretar os códigos, a alfabetização recebe um sentido próprio e real.
III. Na alfabetização, aprender a ler e a escrever “significa adquirir tecnologia, a de codificar em língua escrita, e no letramento apropriar-se da escrita própria, ou seja, é assumi-la como sua ‘propriedade.
IV. O ideal é trabalhar alfabetização e letramento juntos, para que a criança aprenda a fazer o uso da leitura, da escrita e de sua compreensão, considerando seu uso um processo interligado, porém, separados quanto à compreensão no processo de ensino-aprendizagem.
V. Na alfabetização, aprender a ler e a escrever “significa adquirir tecnologia, a de codificar em língua escrita, e no letramento apropriar-se da escrita ‘própria’, ou seja, é assumi-la como sua ‘propriedade.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3418307 Pedagogia
Segunda a teoria construtivista de Jean Piaget, as fases de desenvolvimento não podem ser burladas no processo de aprendizagem. Para isso, vamos entender cada uma das 4 fases descritas em sua teoria compreendendo como tudo isso se inicia na vida das crianças.
A respeito das fases do desenvolvimento das crianças, assinale:

1. Desenvolvimento físico.
2. Desenvolvimento cognitivo.
3. Desenvolvimento afetivo.
4. Desenvolvimento social.

( ) A partir dos 12 anos a criança caminha para a adolescência e completa seu raciocínio lógico. Nessa fase, se inicia também o desenvolvimento afetivo de maneira mais consciente.
( ) Essa fase de desenvolvimento vai dos 7 aos 12 anos de idade. Aqui, a criança desenvolve a capacidade de solucionar problemas concretos, trocar informações com outras crianças e com adultos de maneira mais sólida.
( ) Essa fase pode ser chamada de sensório-motor e ocorre dos 0 aos 2 anos da vida da criança.
( ) Ocorre aproximadamente dos 2 aos 7 anos e essa etapa de desenvolvimento é definida pela capacidade do cérebro de processar informações e obtê-las do mundo. Assim, a criança armazena processos que envolvem aspectos variados como a linguagem, pensamentos, raciocínio, memória, resolução de problemas e um senso de individualidade.

Assinale a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3418266 História
Em seu mais recente relatório Perspectiva Econômica Mundial (World Economic Outlook – WEO), o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou os países que devem dominar a economia global em 2024. Os dados revelam um cenário interessante, destacando os Estados Unidos, a China e a Alemanha como as três principais potências econômicas deste ano. O Brasil também aparece no ranking, consolidando-se entre as 10 maiores economias mundiais, com um Produto Interno Bruto (PIB) projetado em US$ 2,19 trilhões para 2024.
O fator foi apontado como um dos principais responsáveis por essa colocação:
Alternativas
Q3418265 História
A Segunda Guerra Mundial está relacionada com a expansão do totalitarismo na Europa e teve como causa direta o expansionismo germânico naquele período. Além disso, a derrota na Primeira Guerra tornou-se fonte de humilhação e causa de uma grave crise econômica que atingiu a Alemanha na década de 1920.
Esse cenário permitiu a ascensão do radicalismo da extrema-direita, cujo expoente máximo foi o nazismo. Os nazistas criticavam os termos do Tratado de Versalhes, defendiam a militarização da Alemanha e tinham opiniões abertamente antissemitas. O crescimento dos nazistas durante a República de Weimar (1919-1933) foi exponencial, muito por conta de Adolf Hitler.
Qual papel o Brasil fez na Segunda Guerra Mundial:
Alternativas
Q3418264 História
O Tratado de Tordesilhas foi um dos desdobramentos das Grandes Navegações, as expedições de exploração do oceano Atlântico realizadas a partir do século XV. O país pioneiro desse processo, que realizou uma série de expedições ao longo desse século.
O que foi o Tratado de Tordesilhas:
Alternativas
Q3418263 História
Em sua história contemporânea o Brasil vivenciou mais de 20 anos do regime ditatorial militar, quando a participação popular na vida pública era limitada e desestimulada. Parte das forças políticas e sociais que estimularam o processo de redemocratização do país, nos anos de 1980, estava impregnada de uma compreensão democrática expandida, que não se reduzia apenas ao restabelecimento do aparelho representativo eleitoral. Pensava em mudar a estrutura do Estado autoritário, não por meio de uma quebra institucional ou através de uma revolução, mas sim por modificação gradual das estruturas de poder. Pretendiase abrir a participação dos cidadãos nas decisões políticas que afetavam suas vidas.
Qual foi o marco inicial do processo de redemocratização no Brasil após o regime militar:
Alternativas
Q3418262 História
É também amplamente apontado por diversos autores a existência de uma clara divisão da história do Mercosul em duas fases distintas. Inicialmente temos os primeiros anos da existência do bloco, os considerados “anos dourados” da integração. Durante esse período, as trocas comerciais entre os países do bloco multiplicaram de maneira impressionante. No entanto, essa mudança se alterou quando as consequências da crise asiática de 1997 começaram a atingir a América Latina. A decisão unilateral do Brasil de realizar uma política macroeconômica tão significativa como a super desvalorização do seu câmbio representou para muitos a saturação do modelo do Mercosul. A subsequente crise argentina de 2001, na qual o governo argentino passou a adotar medidas protecionistas contra países do próprio Mercosul visando evitar déficit em conta corrente, dificultou ainda mais a já comprometida integração regional. A segunda fase se estende desde as crises econômicas da virada do milênio aos dias de hoje. Essa fase, como aponta a literatura, pode ser caracterizada pelo retrocesso nos objetivos comerciais primordiais do bloco em razão de uma integração mais no caráter político e social.
Os países fundadores do Mercosul foram:
Alternativas
Respostas
2401: B
2402: E
2403: D
2404: B
2405: E
2406: C
2407: B
2408: C
2409: C
2410: B
2411: D
2412: D
2413: E
2414: E
2415: A
2416: B
2417: C
2418: A
2419: B
2420: A