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I – Na varicela, pápulas, vesículas e crostas em áreas contíguas devem ser lidas como sinal de impetiginização, mudando o diagnóstico principal.
II – Na escarlatina, o exantema costuma ser centrífugo e acompanhado de tosse, coriza e conjuntivite, com manchas de Koplik como sinal de suporte.
III – No sarampo, febre, tosse, coriza, conjuntivite e exantema de progressão típica exigem atenção à transmissibilidade e às medidas de bloqueio.
IV – No exantema súbito, a erupção surge durante a febre alta persistente, com piora do estado geral após o aparecimento das lesões.
V – Na síndrome mão-pé-boca, lesões orais, acometimento de mãos e pés, febre e dor para alimentar-se podem compor o quadro clínico.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – Na avaliação do crescimento, uma única medida em percentil baixo define risco nutricional, ainda que a trajetória anterior e o exame clínico sejam favoráveis.
II – No desenvolvimento, atraso motor leve deve ser acompanhado fora da consulta de puericultura, pois linguagem, interação social e tônus interferem pouco na hipótese clínica.
III – No aleitamento materno, pega, transferência de leite, diurese, ganho ponderal e conforto materno ajudam a diferenciar adaptação inicial de dificuldade persistente.
IV – Na alimentação complementar, o uso de peneiras finas e líquidos calóricos favorece autonomia alimentar e reduz seletividade quando a criança tem recusa inicial.
V – No sono infantil, rotina previsível, ambiente seguro, regularidade e leitura do contexto familiar orientam a abordagem sem reduzir o cuidado a um único hábito.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – A TC de crânio tem papel inicial na diferenciação entre hemorragia, efeito de massa e algumas urgências que exigem decisão imediata.
II – A RM com difusão e mapa de coeficiente de difusão aparente pode revelar isquemia aguda antes de alterações estruturais convencionais.
III – A ENMG normal nas primeiras horas após dor radicular exclui lesão axonal, pois a desnervação aparece no exame de forma imediata.
IV – Na radiculopatia, potenciais sensitivos preservados ajudam a distinguir lesão pré-ganglionar de plexopatia ou neuropatia sensitiva.
V – O padrão miopático típico apresenta unidades motoras de alta amplitude e longa duração, com recrutamento reduzido por perda axonal.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – Na esclerose múltipla, mielite longitudinal extensa e vômitos persistentes por área postrema sustentam apresentação típica, principalmente com anticorpo contra aquaporina 4 (AQP4-IgG).
II – Na neuromielite óptica, neurite óptica unilateral leve e lesões periventriculares em dedos de Dawson formam o padrão central do diagnóstico em adultos.
III – Na neuromielite óptica, AQP4-IgG em soro com neurite óptica, mielite ou síndrome de área postrema muda o risco de recaídas e a estratégia imunoterápica.
IV – Na encefalite autoimune anti-receptor N-metil-Daspartato, o quadro típico é neuropatia periférica sensitivo-motora, com líquor normal e neuroimagem medular como exame central.
V – Na esclerose múltipla, disseminação no espaço e no tempo deve ser sustentada por clínica, ressonância magnética e exclusão de mimetizadores relevantes.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – A crise focal pode iniciar com fenômenos motores, sensitivos, autonômicos, cognitivos ou emocionais, conforme a rede cortical envolvida.
II – A crise focal pode evoluir para manifestação tônicoclônica bilateral, com perda de responsividade ao longo do evento.
III – A ausência típica é uma crise generalizada de início bilateral, com interrupção breve da atividade e padrão eletroencefalográfico compatível.
IV – No estado de mal epiléptico, o EEG é útil quando o rebaixamento persiste após atividade motora, por risco de atividade epiléptica subclínica.
V – O EEG interictal normal pode ocorrer em pessoa com epilepsia, pois o diagnóstico depende da integração entre evento clínico e exames.
Estão CORRETAS as afirmativas: