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Q3056274 Farmácia
INSTRUÇÃO: Leia o caso clínico e os resultados dos exames laboratoriais para responder à questão, a seguir.


Dados clínicos:

Paciente M.W.A., homem, 70 anos, hipertenso, tratado com losartana 50 mg (1-0-0), histórico prévio de fratura na coluna há 10 anos, tratado cirurgicamente, reporta existência de esofagite de refluxo diagnosticado pelo gastroenterologista, em uso de pantoprazol 40 mg (1-0-0), suplemento vitamínico junto com as refeições. Sedentário, IMC 24 mm3 (VR: 18,5 e 24,9), nega tabagismo e etilismo. O paciente apresentou prescrição de uso contínuo para todos os medicamentos supracitados.

O paciente relata automedicação de meloxicam, nimesulida, cetoprofeno e outros medicamentos da mesma classe para tratar dores crônicas na coluna.


Dados laboratoriais:

Os resultados dos últimos exames laboratoriais, realizados em agosto de 2024, estão relacionados a seguir: 

Captura_de tela 2024-10-31 092430.png (537×405)
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), M.W.A. foi atendido para acompanhamento farmacoterapêutico da hipertensão e revisão da prescrição. O farmacêutico analisou os resultados dos exames e, com foco nos dados do perfil lipídico e dos exames de VHS e PCR, forneceu, em diálogo, as seguintes orientações clínico-laboratoriais ao paciente. Leia-as atentamente a seguir.

I- Os resultados do colesterol e triglicérides do Senhor M.W.A. estão aumentados, isso favorece o desenvolvimento de doenças nos vasos sanguíneos e no coração, porque as gorduras podem se acumular nesses locais e restringir o fluxo de sangue. Essa situação pode ser perigosa e levar ao infarto cardíaco.
II- O farmacêutico observou que os exames do Senhor M.W.A. apresentam alterações que indicam a presença de processo inflamatório. Não dá para afirmar especificamente em qual órgão ou tecido a inflamação está ocorrendo, porém é necessário um controle dos lipídeos, porque, quando eles acumulam nos vasos, são capazes de produzir inflamação e ser perigoso para a saúde.
III- O Senhor M.W.A. foi encaminhado pelo farmacêutico para o médico clínico e ao nutricionista para que seja avaliada a necessidade de prescrição de medicamentos para tratar o colesterol, da classe das estatinas e para orientar sobre a necessidade de uma dieta balanceada para controle da glicose e dislipidemia. Essa última refere-se ao aumento dos lipídeos no sangue.

Sobre as orientações dadas pelo farmacêutico da UBS ao paciente M.W.A., pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3056273 Farmácia
INSTRUÇÃO: Leia o caso clínico e os resultados dos exames laboratoriais para responder à questão, a seguir.


Dados clínicos:

Paciente M.W.A., homem, 70 anos, hipertenso, tratado com losartana 50 mg (1-0-0), histórico prévio de fratura na coluna há 10 anos, tratado cirurgicamente, reporta existência de esofagite de refluxo diagnosticado pelo gastroenterologista, em uso de pantoprazol 40 mg (1-0-0), suplemento vitamínico junto com as refeições. Sedentário, IMC 24 mm3 (VR: 18,5 e 24,9), nega tabagismo e etilismo. O paciente apresentou prescrição de uso contínuo para todos os medicamentos supracitados.

O paciente relata automedicação de meloxicam, nimesulida, cetoprofeno e outros medicamentos da mesma classe para tratar dores crônicas na coluna.


Dados laboratoriais:

Os resultados dos últimos exames laboratoriais, realizados em agosto de 2024, estão relacionados a seguir: 

Captura_de tela 2024-10-31 092430.png (537×405)
Em conformidade com os dados clínicos e laboratoriais do paciente M.W.A, foram feitas as seguintes afirmativas:

I- O paciente apresenta uma leve hiperglicemia, sugestiva de pré-diabetes, evidenciada pelos exames de hemoglobina glicosilada e glicose em jejum.
II- O uso de pantoprazol 40 mg é justificado pela necessidade de reduzir a acidez estomacal, aliviando os sintomas causados pela volta do conteúdo do estômago para o esôfago do paciente.
III- O paciente não apresenta alteração laboratorial sugestiva de problemas renais, hepáticos, prostáticos e relacionados à produção dos hormônios esteroidais androgênicos.
IV- A esofagite de refluxo existente pode estar associada à automedicação dos anti-inflamatórios esteroidais descritos, sendo os problemas gastrintestinais seus efeitos adversos mais recorrentes.
V- O paciente apresenta uma hipovitaminose que, se não for tratada, pode levar a distúrbios ósseos como osteopenia, favorecendo a perda de massa óssea.

Diante do exposto, está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3056272 Farmácia
O farmacêutico gestor é aquele profissional que valoriza o lado técnico e humano, dividindo seu tempo entre estar à frente do negócio, mantendo-se a par das inovações, atualizando-se constantemente, não obstante, mantendo o foco no cuidado ao paciente/cliente, promovendo saúde através dos serviços farmacêuticos prestados.
Fonte: CRFMG. Gestão farmacêutica: depoimentos. Disponível em: https://crfmg.org.br/facadiferenca/gestao.php. Acesso em: 19 ago. 2024.

Em relação às competências e habilidades do farmacêutico gestor, analise as asserções I e II, a seguir:

I.O farmacêutico gestor deve aplicar os conceitos da economia, dos custos da terapia medicamentosa ao estudo dos medicamentos, otimizando os gastos financeiros sem prejuízo ao tratamento do paciente e para a sociedade em geral.
PORQUE
II.O farmacêutico deve saber identificar, avaliar e monitorar a ocorrência dos eventos adversos ou quaisquer problemas relacionados ao uso de medicamentos comercializados no mercado brasileiro, com o objetivo de garantir que os benefícios do uso desses produtos sejam maiores que os riscos por eles causados.

Acerca das asserções, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3056271 Farmácia
INSTRUÇÃO: Leia os textos a seguir para responder a questão.

Texto 1
Os medicamentos diuréticos, especialmente os tiazídicos, têm sido utilizados há mais de quatro décadas no tratamento da hipertensão arterial e permanecem como uma das cinco classes de medicamentos anti-hipertensivos de primeira linha. Eles continuam sendo utilizados em monoterapia, mas sobretudo em associações fixas ou não, com os demais agentes anti-hipertensivos devido à potencialização de seus efeitos redutores da pressão arterial. São fármacos de baixo custo e boa tolerabilidade. Suas principais reações adversas relacionam-se a distúrbios eletrolíticos e metabólicos.

Fonte: BATLOUNI, Michel. Diuréticos. Rev. bras. hipertens, p. 211-214, 2009. Disponível em: http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/16-4/05- diureticos.pdf. Acesso em: 13 ago. 2024.

Texto 2
Três pacientes hipotéticos (X, Y e Z) foram submetidos à monoterapia com medicamentos diuréticos tiazídicos para controle da pressão arterial. Após três semanas de tratamentos, foi realizado controle laboratorial para avaliação de distúrbios hidroeletrolíticos nos pacientes.
Os resultados do exame de potássio (em mEq/L) no sangue, para os pacientes X, Y e Z, foram, respectivamente: 4.5, 3.1 e 3.8. (Valor de Referência: 3,5 - 5,5 mEq/L).

Considerando os textos 1 e 2, as afirmativas a seguir foram descritas à luz dos conhecimentos sobre o uso de diuréticos e monitorização laboratorial para avaliação de distúrbios eletrolíticos. Leia-as atentamente.

I- A hipocalemia é possível de ser observada no paciente Y, o que pode estar relacionado à perda de íon potássio decorrente da ação do diurético tiazídico antes da porção final do túbulo contorcido distal nos rins.
II- Os pacientes X e Z apresentaram níveis normais de potássio sérico, que, por sua vez, oferece um índice indireto do potássio intracelular, pois, na prática clínica, é difícil determinar a deficiência absoluta de potássio.
III- O paciente Y apresenta hipopotassemia, que está relacionada ao aumento da reabsorção de potássio no túbulo contorcido distal nos néfrons, sendo essa uma alteração eletrolítica dos tiazídicos.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3055605 Noções de Informática
Internet criou uma plataforma de tecnologia “universal” sobre a qual se constroem novos produtos, serviços, estratégias e modelos de negócio. Essa mesma plataforma também tem usos internos, fornecendo conectividade para unir diferentes sistemas e redes dentro de uma empresa.
Fonte: LAUDON, Kenneth; LAUDON, Jane. Sistemas de informação gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010, p. 16.
Uma rede corporativa interna baseada na tecnologia da internet que não permite o acesso de usuários autorizados externos à organização é denominada:
Alternativas
Q3055604 Segurança da Informação
É natural usar o Wi-Fi público para verificar mensagens ou navegar on-line quando se está fora de casa – fazendo compras, viajando ou simplesmente tomando um café. Mas o uso de Wi-Fi público pode trazer riscos, um dos quais é o hacking evil twin.
Disponível em: https://www.kaspersky.com.br/resource-center/preemptive-safety/evil-twin-attacks. Acesso em: 19 jun. 2024. Adaptado.
Considerando o contexto descrito e a importância de possuir conhecimento sobre segurança de dados, analise as assertivas I e II a seguir:
I. Um ataque evil twin ocorre quando um invasor configura um ponto de acesso Wi-Fi falso na esperança de que os usuários se conectem a ele em vez de ao legítimo. Quando os usuários se conectam a esse ponto de acesso, credenciais de login e outras informações privadas, incluindo dados financeiros (se o usuário realizar transações financeiras quando estiver conectado ao Wi-Fi evil twin), podem ser roubadas.
PORQUE
II. Ataques evil twin, que podem ser criados com um smartphone ou outro dispositivo compatível com a Internet e algum software prontamente disponível, quando bem-sucedidos, fazem com que todos os dados compartilhados com a rede pelos usuários passem por um servidor controlado pelo invasor, o qual passa a ter acesso ao dispositivo atacado, podendo, inclusive, o infectar com malware.

A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q3055603 Redes de Computadores
Considere o trecho a seguir para responder a esta questão.
É uma entidade que serve como um gateway especial para uma rede, protegendo-a de acesso inapropriado. Para tanto, filtra o tráfego de rede que chega, verificando a validade das mensagens tanto quanto possível, podendo recusar completamente algumas mensagens.
Fonte: DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010, p. 357. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta o termo a que o trecho se refere.
Alternativas
Q3055602 Redes de Computadores
Internet é a rede eletrônica de comunicação mundial que interliga computadores de todos os tipos e tamanhos, operados em todas as partes do mundo. Na internet, por meio dos recursos utilizados nas telecomunicações, integram-se desde microcomputadores pessoais até serviços comerciais on-line de grandes empresas.
Fonte: VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2022, p. 247. Adaptado.
Sobre a internet e a sua utilização, considere as afirmativas a seguir.
I- A internet é uma coleção de redes que concordam em se comunicar através dos mesmos protocolos e em passar mensagens adiante, de modo que elas possam alcançar os seus destinos.
II- Um provedor de serviço de internet (ISP) é um dispositivo conectado diretamente ao backbone da internet ou a um ISP maior conectado ao backbone, que possibilita a pessoas ou empresas acesso à internet.
III- A internet oculta detalhes de hardware e software, de forma a permitir que dispositivos se comuniquem, independentemente dos tipos das conexões físicas de rede.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3055601 Noções de Informática
Para criar, utilizando o Libre Office Impress ou o Microsoft PowerPoint, uma apresentação com um único slide que contém três figuras, de modo que cada figura apareça após um clique no slide, qual recurso deve ser utilizado?
Alternativas
Q3055600 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 03

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/157766793178776005/. Acesso em: 22 maio 2024.
O adjetivo “mió”, em relação ao adjetivo “bão”, quanto ao grau, estabelece uma relação de
Alternativas
Q3055599 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 03

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/157766793178776005/. Acesso em: 22 maio 2024.
O fenômeno linguístico que se pode constatar na citação de Guimarães Rosa, considerando os usos de “bão e “mió”, é o da variação
Alternativas
Q3055597 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 02

Influencer
Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/influencer/. Acesso em: 22 maio de 2024.  
Tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 02, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3055596 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da passagem “Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.”
I - O termo “me” insere, na passagem, uma ideia de reflexividade.
II - O termo “se” foi utilizado, na passagem, com ideia de condição. 
III - O elemento “-inho”, no termo “baixinho”, indica o grau diminutivo.
IV - O elemento “-o” contraído ao “de” corresponde ao pronome “aquilo.”
V - O termo “mais”, advérbio, modifica “perto”, um outro advérbio.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3055595 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise as passagens a seguir, tendo em vista a presença de marcas de coloquialidade em relação aos usos do pronome oblíquo átono “me”.
I - “Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza [...].”
II - “Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos.”
III - “[...] sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar.”
IV - “Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco) [...].”
V - “O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.”

Estão CORRETAS as passagens
Alternativas
Q3055594 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos usados na construção do texto.
I - Citação direta. II - Discurso indireto. III - Exemplificação. IV - Conotatividade. V - Subjetividade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3055593 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise as passagens do texto a seguir, tendo em vista o uso da linguagem metafórica como recurso de expressão.
I - “Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão [...].”
II - “Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado.”
III - “Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos.”
IV - “[...] assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme.”
V - “[...] um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.”

Estão CORRETAS as passagens
Alternativas
Q3055592 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.
I - O que é ordinário para alguns pode ser extraordinário para outros.
II - Os voos baixos podem ser mais salutares que os voos acrobáticos.
III - A espiritualidade pode ser melhor alcançada na simplicidade da vida.
IV - O equilíbrio alcançado por muitos reside na escolha pelo anonimato.
V - A busca por voos ornamentais é um empecilho para uma vida plena.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3055591 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.

Texto 01

Qual a altura do céu?
Bruna Lauer

        Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido.
      Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite.
         Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração.
        Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas.
        Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu.
        Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos.
        Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos.
        Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que pareçam desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar.
        Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 22 maio 2024. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I - O sucesso normalmente é admirado sem que se percebam os sacrifícios que se tem de fazer para alcançá-lo.
II - A busca pelo sucesso ilimitado traz como consequências não só doenças físicas como também emocionais.
III - O sucesso sempre compensa, mesmo com todos os sofrimentos que se passa para obtê-lo.
IV - A vida simples e tranquila pode ser boa, mas somente é plena e extraordinária se se obtém o sucesso desejado.
V - O contentamento com a mediocridade de uma vida simples representa a acomodação e o medo dos desafios que uma vida de sucesso impõe.

Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q3055590 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O servidor goza, por ano, obrigatoriamente, 30 (trinta) dias consecutivos de férias, sem prejuízo da remuneração. Analise as afirmativas a seguir sobre as férias dos servidores do município de Montes Claros (MG).
I- O servidor que gozar de licença sem vencimento, ao retornar ao serviço, não compromete o período das suas férias.
II- O servidor estudante tem o direito de solicitar que as suas férias coincidam com as férias escolares.
III- As férias podem ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos, de acordo com o artigo 85 da Lei n.º 3.175/2003, ressalvado o disposto no artigo 87 e nas hipóteses de legislação específica.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3055589 Direito Constitucional
Analise as afirmativas a seguir, considerando os princípios a que a Administração Pública deve obedecer.
I- A moralidade da Administração Pública limita-se à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum.
II- Os fatos e os atos verificados na conduta do dia a dia da vida privada do servidor podem acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
III- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Respostas
3721: C
3722: A
3723: D
3724: B
3725: D
3726: A
3727: E
3728: C
3729: B
3730: B
3731: D
3732: D
3733: B
3734: C
3735: E
3736: A
3737: E
3738: A
3739: C
3740: E