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Q3948998 Eletricidade
Em um circuito elétrico de corrente contínua, a relação fundamental entre a tensão (V) aplicada a um resistor, a corrente (I) que o percorre e a resistência (R) é descrita pela Lei de Ohm. Considerando um resistor de 10 Ω submetido a uma tensão de 120 V, qual é o valor da corrente elétrica que flui através dele?
Alternativas
Q3948602 Engenharia Ambiental e Sanitária
Trata-se de um tipo de resíduo gerado pelo descarte de aparelhos no final de sua vida útil. No entanto, esse descarte, por ser composto de múltiplos materiais, apresenta complexidades específicas quanto ao seu manuseio, resultando em efeitos negativos à saúde humana e problemas ambientais. O trecho refere-se ao
Alternativas
Q3948601 História
No século dezenove, o Brasil era uma monarquia e o poder era transmitido hereditariamente. Por volta de 1800, D. Pedro abdicou do trono em favor do seu filho, que tinha apenas 5 anos de idade. Devido à Constituição da época, o Brasil passou a ser governado temporariamente pelos regentes. Analise o seguinte texto sobre esse período:


Nessa província, revoltas esparsas contra o governo central vinham ocorrendo, sendo a intendência, o ponto central da insatisfação dos proprietários de terra e dos comerciantes locais. Além desses, havia o desejo de uma vida melhor da população formada por indígenas, negros e mestiços que moravam à beira do rio e dos igarapés.

Fonte: FERNANDES, Ana Claudia (ed.). Araribá mais: História (manual do professor). São Paulo: Moderna, 2018. Adaptado.

A revolta a que o trecho se refere é a
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Q3948600 Português
O Carnaval é uma das festas populares mais conhecidas no mundo ocidental, sendo a maior festividade do Brasil. A sua origem remonta à Idade Média e tem associação direta com o cristianismo. O Carnaval chegou ao Brasil durante o período colonial, caracterizado por diversas brincadeiras. Essa celebração acontece antes do início da Quaresma, período de quarenta dias que antecede a Páscoa no calendário cristão.
Sobre o Carnaval no Brasil, analise o seguinte fragmento de texto:

No Brasil, o Carnaval é marcado por festividades variadas, o que demonstra a diversidade cultural do ____________. Ao longo do século dezenove, eram os cordões, ___________ e ranchos carnavalescos as formas de celebração mais tradicionais. Já o século vinte ficou marcado pela origem do samba urbano _________, que contribuiu diretamente para o surgimento das escolas de samba. A primeira escola foi a Deixa Falar, fundada Rio de Janeiro. No Nordeste, é o evento popular mais famoso, especialmente em _________, Olinda e Recife, onde milhares de turistas são atraídos para o carnaval, caracterizado pela riqueza musical e alegria dos foliões.


As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
Alternativas
Q3948599 Conhecimentos Gerais
O cinema brasileiro teve a sua primeira sessão, no Rio de Janeiro, em 1896. As primeiras filmagens próprias remontam a 1897 e 1898; e as primeiras produções com histórias fictícias remontam ao começo do século vinte. O Cinema Novo e o Cinema Marginal foram duas importantes correntes do cinema nacional. Assinale a alternativa que está de acordo com a história do cinema brasileiro.
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Q3948598 Sociologia
Em 2013, o Brasil sediou a Copa das Confederações e, nesse mesmo ano, protestos iniciados em São Paulo se transformaram numa onda gigante de manifestações, que se espalharam por todo o país. Com o crescimento dos movimentos, os manifestantes aprofundaram e diversificaram as suas reivindicações. A seguir, apresentamos possíveis características desses protestos. 

I- A ausência de grandes partidos e sindicatos. II- O uso intensivo de redes sociais, na mobilização dos protestos. III- A presença significativa de trabalhadores, em especial os migrantes. IV- A capacidade de reunião de pessoas de diferentes camadas sociais.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3948596 Atualidades
A movimentação de tropas na fronteira entre a Rússia e a Ucrânia pôs o mundo em alerta. É um conflito de dimensões geopolíticas e históricas relacionadas ao confronto que remontam à Guerra Fria. Sobre os possíveis impactos desse conflito para o Brasil, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3948594 Português
A crise na Venezuela é muito grave, pois combina uma profunda recessão econômica com hiperinflação, o que provocou a completa desorganização de sua economia. Isso tem levado milhares de venezuelanos a emigrarem, especialmente, para países vizinhos, como a Colômbia, o Equador e o Brasil.
Alternativas
Q3948579 Português
Texto 01


O vício da aprovação


    Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.
    Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.
     Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.
     Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
     Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
    Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 23 ja
Assinale a alternativa em que todas as palavras do texto foram acentuadas graficamente seguindo a mesma regra. 
Alternativas
Q3948576 Português
Texto 01


O vício da aprovação


    Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.
    Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.
     Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.
     Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
     Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
    Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 23 ja
Analise os trechos a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa como recurso de expressão.

I- “O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida [...]”.
II- “Sem perceber com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros [...]”.
III- “Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo [...]”.
IV- “E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.”
V- “Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar.”


Estão CORRETOS os trechos 
Alternativas
Q3948575 Português
Texto 01


O vício da aprovação


    Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.
    Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.
     Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.
     Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
     Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
    Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 23 ja
De acordo com a autora, na sua criação, seus pais

I- ensinaram-na a enxergar a si mesma com os olhos dos outros. II- fizeram comparações para lhe mostrar como ela deveria ser. III- permitiram que ela fosse sempre espontânea, autêntica e livre. IV- compreenderam que ela esperava deles, principalmente, afeto. V- mostraram-lhe a importância do respeito à própria essência.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3948574 Português
Texto 01


O vício da aprovação


    Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.
    Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.
     Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.
     Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
     Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
    Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 23 ja
Segundo a autora, para vencer o vício em aprovação, é necessário

I- deixar de temer a desaprovação. II- evitar o julgamento alheio. III- ser exigente consigo mesma. IV- viver com liberdade. V- ser fiel a si mesma.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3948573 Português
Texto 01


O vício da aprovação


    Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.
    Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.
     Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.
     Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
     Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
    Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 23 ja
De acordo com o texto, uma criação muito rígida gera, nos filhos,

I- baixa autoestima. II- insegurança. III- negação do eu. IV- disciplina. V- maturidade precoce.

Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Q3948437 Segurança da Informação
O firewall é um mecanismo de segurança utilizado em computadores e redes para auxiliar na proteção contra acessos não autorizados. Considerando a sua finalidade principal, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3948436 Redes de Computadores
No que se refere às redes, um protocolo é um conjunto de regras para a formatação e o processamento de dados, como uma linguagem em comum para computadores. O protocolo que permite que os usuários naveguem pela internet usando nomes de host em vez de endereços IP numéricos, que analogamente funciona como uma lista telefônica da internet simplificando o processo de encontrar sites específicos por meio de navegadores, é conhecido por
Alternativas
Q3948434 Noções de Informática
No Microsoft Excel, as fórmulas são utilizadas para realizar cálculos automáticos a partir de valores contidos nas células. Considerando o uso de fórmulas, assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica essencial das fórmulas no Excel.
Alternativas
Q3948430 Redes de Computadores
Analise as afirmativas a seguir, as quais caracterizam um tipo de rede:
1- É uma rede global acessível a qualquer pessoa conectada à internet, sem necessidade de credenciais específicas. Permite acesso a sites, serviços e conteúdo diversos de forma pública e aberta.
2- Trata-se de uma rede privada usada somente por membros autorizados de uma organização, para compartilhar arquivos, aplicações e informações internas de forma segura.
3- É uma rede que utiliza a infraestrutura pública de comunicação, mas com acesso restrito a usuários autorizados de mais de uma organização, permitindo a troca de informações entre esses grupos com segurança.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos tipos de rede, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3948429 Noções de Informática
As chamadas extensões informam ao computador qual aplicativo criou ou pode abrir o arquivo, e qual ícone deve ser usado para o arquivo. Normalmente, elas costumam ser simbolizadas por um ponto seguido de três ou quatro caracteres após o nome do arquivo. Assinale a alternativa que apresenta a extensão que, por padrão, é responsável por abrir “Arquivo de valores separados por vírgula”.
Alternativas
Q3948411 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da conotação como recurso de expressão.

I- “Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz ‘no olho’. Quatro colheres e água até o pó desaparecer.”

II- “O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães ‘adubam demais’ os filhos?”

III- “Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda.”

IV- “Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir.”

V- “Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido.”


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3948410 Português
Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de argumentação usados na construção do texto.

I- Intertextualidade. II- Subjetividade. III- Coloquialidade. IV- Narratividade. V- Figuratividade.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Respostas
101: C
102: A
103: B
104: E
105: D
106: A
107: B
108: E
109: C
110: B
111: A
112: B
113: A
114: C
115: A
116: E
117: B
118: A
119: B
120: C