Questões de Concurso Comentadas para instituto seletiva

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Q3861712 Português
TEXTO 1


Cidades inteligentes e inteligência artificial: como a inovação tem transformado serviços públicos


Publicado em 22/11/2025 – Por Régis de Oliveira Júnior*


O uso da inteligência artificial (IA) já se consolidou nas cidades brasileiras. O objetivo é claro: qualificar os serviços públicos e entregar uma experiência melhor para o cidadão. Num país com tanta burocracia barrando o acesso a direitos, qualquer avanço tecnológico impacta demais o nosso dia a dia. A pergunta principal mudou. Já não se discute quando a IA vai chegar, mas, sim, como vamos usá-la. A chave é garantir que essa aplicação seja feita com responsabilidade, eficácia e, o mais importante, focada na população.


Desde 2023, a digitalização das prefeituras acelerou bastante. Isso rolou por causa da internet que melhorou, das políticas de smart cities que ganharam força e porque os municípios agora têm mais capacidade de analisar um volume enorme de dados. A IA está em tudo: saúde, mobilidade urbana, segurança, educação e zeladoria. O cidadão, que vivia em longas filas, se deslocando muito ou preso em processos chatos, agora consegue respostas bem mais rápidas e vê menos obstáculos no caminho.


Curitiba é a prova viva dessa inovação. A Muralha Digital tem cerca de 1.600 câmeras e usa visão computacional para ajudar no trânsito e na segurança. O 156 também mudou graças à IA: o sistema consegue reconhecer fotos que os moradores mandam (tipo uma árvore que caiu ou lixo acumulado) e encaminha o pedido certo na hora. A capital paranaense mostra uma integração clara entre tecnologia, planejamento e governança.


Paralelamente, cidades de todos os portes estão testando soluções preditivas para problemas graves. No Recife, o Conecta Recife já tem mais de 650 serviços digitais. Lá, a IA analisa exames e dados de pacientes para avisar sobre riscos, diminuir as faltas e organizar melhor as consultas. Em Rio do Sul, Santa Catarina, um sistema de previsão acertou quase 100% dos casos de evasão escolar, dando tempo para a prefeitura agir antes.


Pessoas que entendem de governança digital dizem que os modelos de machine learning (até os mais básicos) analisam padrões em prontuários, frequência, infraestrutura e mobilidade. Quando operados com a devida supervisão humana, esses algoritmos têm a capacidade de antecipar riscos, organizar melhor as filas, cortar desperdícios e aprimorar significativamente a gestão pública. No entanto, o desafio crucial reside na transparência sobre o funcionamento desses sistemas, exigindo uma prestação de contas contínua à população.


Para ilustrar a amplitude dessas aplicações, listamos dez municípios que já colocam a IA em prática: Curitiba, com a Muralha Digital e o 156 inteligente; Recife, usando o Conecta Recife e a análise de exames; São Paulo, com o SP156 e reconhecimento de imagem; Rio Grande do Sul, com o sistema preditivo contra evasão escolar; Cascavel, que automatiza a triagem de documentos; Porto Alegre, com IA para identificar buracos nas ruas; Belo Horizonte, monitorando pontes com sensores inteligentes; São Caetano do Sul, oferecendo assistentes virtuais 24 horas; Vitória, otimizando o trabalho e cortando custos; e Mogi das Cruzes, que aplica a análise preditiva em segurança e mobilidade.


O avanço das cidades inteligentes impõe, por consequência, novas responsabilidades. A inclusão digital segue como um obstáculo imenso para milhões de brasileiros, especialmente em regiões periféricas ou rurais. Para que a IA seja uma ferramenta democrática, é imperativo ampliar o acesso à internet, promover a alfabetização digital e esclarecer, de forma simples e acessível, como os dados do cidadão serão de fato utilizados.


A privacidade se configura como um dos pontos mais sensíveis da discussão. Sistemas que mexem com dados sensíveis, como histórico de saúde ou de onde a pessoa se desloca, precisam seguir protocolos de proteção e auditoria muito rigorosos. O viés algorítmico também é motivo de preocupação: se os dados usados para alimentar os modelos tiverem falhas ou virem de um histórico de desigualdades, a IA corre o risco de reforçar injustiças sociais ou raciais. Além disso, a regulação da IA ainda está crua no Brasil. Isso cria lacunas que a gente precisa debater: não tem legislação específica, não dá para prever direito os custos a longo prazo e a dependência de empresas privadas é uma dor de cabeça. É importantíssimo que universidades, gestores públicos, gente da ética e a sociedade civil se envolvam na construção de políticas públicas para a IA.


Olhar para fora só mostra o quanto precisamos disso. Países como Estônia, Coreia do Sul e Reino Unido avançaram muito porque juntaram tecnologia com leis fortes. Por lá, as cidades inteligentes não são só sobre inovar; elas também exigem governança aberta e participação das pessoas. O Brasil pode ir por um caminho parecido, desde que a aplicação da IA no setor público seja guiada por dados concretos, tenha metas claras e, claro, um forte compromisso humano.


A IA está transformando o serviço público no Brasil. Se for usada com responsabilidade, ela diminui a burocracia, melhora o acesso, aumenta a eficiência e, no fim das contas, devolve tempo para o cidadão. O que vai definir o jogo não é só a tecnologia. É a governança de como ela é aplicada. Prefeituras têm que digitalizar mais rápido, treinar o pessoal, serem transparentes e abraçar a responsabilidade ética que vem com essa inovação.


A inteligência artificial pode virar o jogo na relação entre o povo e o governo. Para que essa promessa saia do papel, a inovação precisa ser guiada por dados confiáveis, ética e pelas necessidades reais de quem mora na cidade. O futuro urbano do Brasil não será determinado pelo código dos algoritmos, mas sim pela qualidade do compromisso ético e prático de quem administra o setor público.


* Jornalista e especialista em Inteligência Artificial pela ESPM Tech

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/cidades-inteligentes-e-inteligencia-artificial-como-a-inovac-o-tem-transformado-servicos-publicos-1.1093671. Acessado em 09.12.2025.
Assinale a alternativa correta cujo período pode ser corretamente convertido para voz passiva analítica sem alteração de sentido. 
Alternativas
Q3861711 Português
TEXTO 1


Cidades inteligentes e inteligência artificial: como a inovação tem transformado serviços públicos


Publicado em 22/11/2025 – Por Régis de Oliveira Júnior*


O uso da inteligência artificial (IA) já se consolidou nas cidades brasileiras. O objetivo é claro: qualificar os serviços públicos e entregar uma experiência melhor para o cidadão. Num país com tanta burocracia barrando o acesso a direitos, qualquer avanço tecnológico impacta demais o nosso dia a dia. A pergunta principal mudou. Já não se discute quando a IA vai chegar, mas, sim, como vamos usá-la. A chave é garantir que essa aplicação seja feita com responsabilidade, eficácia e, o mais importante, focada na população.


Desde 2023, a digitalização das prefeituras acelerou bastante. Isso rolou por causa da internet que melhorou, das políticas de smart cities que ganharam força e porque os municípios agora têm mais capacidade de analisar um volume enorme de dados. A IA está em tudo: saúde, mobilidade urbana, segurança, educação e zeladoria. O cidadão, que vivia em longas filas, se deslocando muito ou preso em processos chatos, agora consegue respostas bem mais rápidas e vê menos obstáculos no caminho.


Curitiba é a prova viva dessa inovação. A Muralha Digital tem cerca de 1.600 câmeras e usa visão computacional para ajudar no trânsito e na segurança. O 156 também mudou graças à IA: o sistema consegue reconhecer fotos que os moradores mandam (tipo uma árvore que caiu ou lixo acumulado) e encaminha o pedido certo na hora. A capital paranaense mostra uma integração clara entre tecnologia, planejamento e governança.


Paralelamente, cidades de todos os portes estão testando soluções preditivas para problemas graves. No Recife, o Conecta Recife já tem mais de 650 serviços digitais. Lá, a IA analisa exames e dados de pacientes para avisar sobre riscos, diminuir as faltas e organizar melhor as consultas. Em Rio do Sul, Santa Catarina, um sistema de previsão acertou quase 100% dos casos de evasão escolar, dando tempo para a prefeitura agir antes.


Pessoas que entendem de governança digital dizem que os modelos de machine learning (até os mais básicos) analisam padrões em prontuários, frequência, infraestrutura e mobilidade. Quando operados com a devida supervisão humana, esses algoritmos têm a capacidade de antecipar riscos, organizar melhor as filas, cortar desperdícios e aprimorar significativamente a gestão pública. No entanto, o desafio crucial reside na transparência sobre o funcionamento desses sistemas, exigindo uma prestação de contas contínua à população.


Para ilustrar a amplitude dessas aplicações, listamos dez municípios que já colocam a IA em prática: Curitiba, com a Muralha Digital e o 156 inteligente; Recife, usando o Conecta Recife e a análise de exames; São Paulo, com o SP156 e reconhecimento de imagem; Rio Grande do Sul, com o sistema preditivo contra evasão escolar; Cascavel, que automatiza a triagem de documentos; Porto Alegre, com IA para identificar buracos nas ruas; Belo Horizonte, monitorando pontes com sensores inteligentes; São Caetano do Sul, oferecendo assistentes virtuais 24 horas; Vitória, otimizando o trabalho e cortando custos; e Mogi das Cruzes, que aplica a análise preditiva em segurança e mobilidade.


O avanço das cidades inteligentes impõe, por consequência, novas responsabilidades. A inclusão digital segue como um obstáculo imenso para milhões de brasileiros, especialmente em regiões periféricas ou rurais. Para que a IA seja uma ferramenta democrática, é imperativo ampliar o acesso à internet, promover a alfabetização digital e esclarecer, de forma simples e acessível, como os dados do cidadão serão de fato utilizados.


A privacidade se configura como um dos pontos mais sensíveis da discussão. Sistemas que mexem com dados sensíveis, como histórico de saúde ou de onde a pessoa se desloca, precisam seguir protocolos de proteção e auditoria muito rigorosos. O viés algorítmico também é motivo de preocupação: se os dados usados para alimentar os modelos tiverem falhas ou virem de um histórico de desigualdades, a IA corre o risco de reforçar injustiças sociais ou raciais. Além disso, a regulação da IA ainda está crua no Brasil. Isso cria lacunas que a gente precisa debater: não tem legislação específica, não dá para prever direito os custos a longo prazo e a dependência de empresas privadas é uma dor de cabeça. É importantíssimo que universidades, gestores públicos, gente da ética e a sociedade civil se envolvam na construção de políticas públicas para a IA.


Olhar para fora só mostra o quanto precisamos disso. Países como Estônia, Coreia do Sul e Reino Unido avançaram muito porque juntaram tecnologia com leis fortes. Por lá, as cidades inteligentes não são só sobre inovar; elas também exigem governança aberta e participação das pessoas. O Brasil pode ir por um caminho parecido, desde que a aplicação da IA no setor público seja guiada por dados concretos, tenha metas claras e, claro, um forte compromisso humano.


A IA está transformando o serviço público no Brasil. Se for usada com responsabilidade, ela diminui a burocracia, melhora o acesso, aumenta a eficiência e, no fim das contas, devolve tempo para o cidadão. O que vai definir o jogo não é só a tecnologia. É a governança de como ela é aplicada. Prefeituras têm que digitalizar mais rápido, treinar o pessoal, serem transparentes e abraçar a responsabilidade ética que vem com essa inovação.


A inteligência artificial pode virar o jogo na relação entre o povo e o governo. Para que essa promessa saia do papel, a inovação precisa ser guiada por dados confiáveis, ética e pelas necessidades reais de quem mora na cidade. O futuro urbano do Brasil não será determinado pelo código dos algoritmos, mas sim pela qualidade do compromisso ético e prático de quem administra o setor público.


* Jornalista e especialista em Inteligência Artificial pela ESPM Tech

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/cidades-inteligentes-e-inteligencia-artificial-como-a-inovac-o-tem-transformado-servicos-publicos-1.1093671. Acessado em 09.12.2025.
Em relação às regras de colocação pronominal, assinale a alternativa que está corretamente justificada quanto à posição dos pronomes oblíquos. 
Alternativas
Q3861710 Administração Pública
TEXTO 1


Cidades inteligentes e inteligência artificial: como a inovação tem transformado serviços públicos


Publicado em 22/11/2025 – Por Régis de Oliveira Júnior*


O uso da inteligência artificial (IA) já se consolidou nas cidades brasileiras. O objetivo é claro: qualificar os serviços públicos e entregar uma experiência melhor para o cidadão. Num país com tanta burocracia barrando o acesso a direitos, qualquer avanço tecnológico impacta demais o nosso dia a dia. A pergunta principal mudou. Já não se discute quando a IA vai chegar, mas, sim, como vamos usá-la. A chave é garantir que essa aplicação seja feita com responsabilidade, eficácia e, o mais importante, focada na população.


Desde 2023, a digitalização das prefeituras acelerou bastante. Isso rolou por causa da internet que melhorou, das políticas de smart cities que ganharam força e porque os municípios agora têm mais capacidade de analisar um volume enorme de dados. A IA está em tudo: saúde, mobilidade urbana, segurança, educação e zeladoria. O cidadão, que vivia em longas filas, se deslocando muito ou preso em processos chatos, agora consegue respostas bem mais rápidas e vê menos obstáculos no caminho.


Curitiba é a prova viva dessa inovação. A Muralha Digital tem cerca de 1.600 câmeras e usa visão computacional para ajudar no trânsito e na segurança. O 156 também mudou graças à IA: o sistema consegue reconhecer fotos que os moradores mandam (tipo uma árvore que caiu ou lixo acumulado) e encaminha o pedido certo na hora. A capital paranaense mostra uma integração clara entre tecnologia, planejamento e governança.


Paralelamente, cidades de todos os portes estão testando soluções preditivas para problemas graves. No Recife, o Conecta Recife já tem mais de 650 serviços digitais. Lá, a IA analisa exames e dados de pacientes para avisar sobre riscos, diminuir as faltas e organizar melhor as consultas. Em Rio do Sul, Santa Catarina, um sistema de previsão acertou quase 100% dos casos de evasão escolar, dando tempo para a prefeitura agir antes.


Pessoas que entendem de governança digital dizem que os modelos de machine learning (até os mais básicos) analisam padrões em prontuários, frequência, infraestrutura e mobilidade. Quando operados com a devida supervisão humana, esses algoritmos têm a capacidade de antecipar riscos, organizar melhor as filas, cortar desperdícios e aprimorar significativamente a gestão pública. No entanto, o desafio crucial reside na transparência sobre o funcionamento desses sistemas, exigindo uma prestação de contas contínua à população.


Para ilustrar a amplitude dessas aplicações, listamos dez municípios que já colocam a IA em prática: Curitiba, com a Muralha Digital e o 156 inteligente; Recife, usando o Conecta Recife e a análise de exames; São Paulo, com o SP156 e reconhecimento de imagem; Rio Grande do Sul, com o sistema preditivo contra evasão escolar; Cascavel, que automatiza a triagem de documentos; Porto Alegre, com IA para identificar buracos nas ruas; Belo Horizonte, monitorando pontes com sensores inteligentes; São Caetano do Sul, oferecendo assistentes virtuais 24 horas; Vitória, otimizando o trabalho e cortando custos; e Mogi das Cruzes, que aplica a análise preditiva em segurança e mobilidade.


O avanço das cidades inteligentes impõe, por consequência, novas responsabilidades. A inclusão digital segue como um obstáculo imenso para milhões de brasileiros, especialmente em regiões periféricas ou rurais. Para que a IA seja uma ferramenta democrática, é imperativo ampliar o acesso à internet, promover a alfabetização digital e esclarecer, de forma simples e acessível, como os dados do cidadão serão de fato utilizados.


A privacidade se configura como um dos pontos mais sensíveis da discussão. Sistemas que mexem com dados sensíveis, como histórico de saúde ou de onde a pessoa se desloca, precisam seguir protocolos de proteção e auditoria muito rigorosos. O viés algorítmico também é motivo de preocupação: se os dados usados para alimentar os modelos tiverem falhas ou virem de um histórico de desigualdades, a IA corre o risco de reforçar injustiças sociais ou raciais. Além disso, a regulação da IA ainda está crua no Brasil. Isso cria lacunas que a gente precisa debater: não tem legislação específica, não dá para prever direito os custos a longo prazo e a dependência de empresas privadas é uma dor de cabeça. É importantíssimo que universidades, gestores públicos, gente da ética e a sociedade civil se envolvam na construção de políticas públicas para a IA.


Olhar para fora só mostra o quanto precisamos disso. Países como Estônia, Coreia do Sul e Reino Unido avançaram muito porque juntaram tecnologia com leis fortes. Por lá, as cidades inteligentes não são só sobre inovar; elas também exigem governança aberta e participação das pessoas. O Brasil pode ir por um caminho parecido, desde que a aplicação da IA no setor público seja guiada por dados concretos, tenha metas claras e, claro, um forte compromisso humano.


A IA está transformando o serviço público no Brasil. Se for usada com responsabilidade, ela diminui a burocracia, melhora o acesso, aumenta a eficiência e, no fim das contas, devolve tempo para o cidadão. O que vai definir o jogo não é só a tecnologia. É a governança de como ela é aplicada. Prefeituras têm que digitalizar mais rápido, treinar o pessoal, serem transparentes e abraçar a responsabilidade ética que vem com essa inovação.


A inteligência artificial pode virar o jogo na relação entre o povo e o governo. Para que essa promessa saia do papel, a inovação precisa ser guiada por dados confiáveis, ética e pelas necessidades reais de quem mora na cidade. O futuro urbano do Brasil não será determinado pelo código dos algoritmos, mas sim pela qualidade do compromisso ético e prático de quem administra o setor público.


* Jornalista e especialista em Inteligência Artificial pela ESPM Tech

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/cidades-inteligentes-e-inteligencia-artificial-como-a-inovac-o-tem-transformado-servicos-publicos-1.1093671. Acessado em 09.12.2025.
De acordo com o Texto 1, a adoção de sistemas baseados em IA nas prefeituras brasileiras demanda uma governança ampliada. Entre as alternativas abaixo, assinale a que, corretamente, sintetiza, de forma mais aderente ao conteúdo, o risco estrutural associado à falta de regulação nacional específica. 
Alternativas
Q3858738 Gestão de Pessoas
Uma corporação global enfrenta o desafio de otimizar sua estrutura de pessoal, processos de RH e o uso de tecnologia para suportar sua expansão em novos mercados. O Departamento de Planejamento de RH e O&M propõe as seguintes ações interligadas:

I. realizar a análise de workforce (força de trabalho) para identificar o gap quantitativo e qualitativo de pessoal, utilizando a técnica de relação variável (como o número de funcionários por volume de vendas) para projetar as necessidades futuras de forma preditiva;
II. aplicar a metodologia de O&M para mapear os fluxos de trabalho do processo de onboarding e identificar os gargalos na aprovação de documentos e na inserção de dados no Sistema de Informação de RH (SIRH), buscando a eliminação de redundâncias e a simplificação de formulários;
III. implementar um planejamento sucessório baseado exclusivamente na taxa de rotatividade histórica por setor, desconsiderando a análise das competências críticas futuras para a sustentação do novo modelo de negócio;
IV. adotar um SIRH Integrado (ERP de RH) com foco na centralização do self-service do empregado (acesso a contracheques, férias, etc.), mas mantendo a dispersão das bases de dados de treinamento e avaliação de desempenho em planilhas departamentais, alegando maior flexibilidade.

Analisando as proposições à luz dos princípios de Planejamento Estratégico de RH (PERH), Organização e Métodos (O&M) em RH e o uso eficiente de sistemas de informação, assinale a alternativa correta que contém os itens que representam uma prática eficaz e alinhada às melhores estratégias de gestão de pessoas.
Alternativas
Q3858737 Gestão de Pessoas
A confidencialidade e o sigilo funcional são pilares da atuação do profissional de Recursos Humanos (RH), especialmente com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.709/2018). Analise as seguintes situações hipotéticas e as ações do profissional de RH:

I. o Coordenador de RH, ao receber uma denúncia anônima sobre assédio, compartilha o nome do denunciante com o Comitê de Ética e com o superior direto do denunciado, alegando ser necessário para a instrução probatória da investigação interna, mesmo sem o consentimento formal;
II. a analista de people analytics está desenvolvendo um modelo de predição de turnover e, para isso, ela anonimiza e pseudoanonimiza os dados de saúde e desempenho dos colaboradores e usa essa base para correlacionar fatores de risco, respeitando o princípio da finalidade e a minimização de dados da LGPD;
III. o setor de Administração de Pessoal armazena os exames admissionais (dados sensíveis) em um servidor de rede restrito, mas permite que o Gerente de Contratação acesse a informação sobre a gravidez de uma candidata aprovada, sob o argumento de que é necessário para o planejamento da licença-maternidade e substituição futura;
IV. um funcionário do setor de Recrutamento e Seleção utiliza dados de contato profissional (telefone e e-mail corporativo) de candidatos não aprovados para enviar marketing pessoal sobre serviços de consultoria de carreira que ele oferece paralelamente, desrespeitando o sigilo funcional e o princípio da não-reutilização dos dados.

Considerando as normas de ética profissional, o sigilo funcional e as exigências da LGPD sobre o tratamento de dados pessoais sensíveis, assinale a alternativa correta que contém os itens que apresentam as ações representam uma grave violação da confidencialidade e do compliance.
Alternativas
Q3858735 Direito Administrativo
Assinale a alternativa que apresenta a correta distinção entre a classificação e as características dos órgãos públicos.
Alternativas
Q3858733 Gestão de Pessoas
Uma empresa de manufatura tradicional decide adotar uma estratégia de inovação e diferenciação, migrando de uma produção de baixo custo para produtos de alta tecnologia e customização. O desafio do RH é alinhar as práticas de Gestão Estratégica de Pessoas (GEP) com essa nova orientação de negócio. O setor de RH propõe o seguinte conjunto de mudanças nas suas práticas:

I. substituir o sistema de recrutamento com foco em experiência e estabilidade (modelo fazer/comprar) por um foco em potencial de aprendizado, flexibilidade e adaptabilidade (modelo desenvolver), essenciais para uma cultura de inovação;
II. alterar o sistema de remuneração para reduzir o peso do salário fixo e aumentar o peso da recompensa variável, atrelada a indicadores de inovação (como patentes registradas ou novos produtos lançados) e de desempenho coletivo (equipe de projeto);
III. descentralizar o processo de tomada de decisão sobre alocação de recursos e projetos para os níveis operacionais e táticos (empoderamento), mas manter centralizada a responsabilidade pelo desenvolvimento de talentos, garantindo a padronização e o controle de custos;
IV. adotar uma cultura de alto desempenho (high-performance culture), que tolere o fracasso em tentativas inovadoras como parte do processo de aprendizado, mas mantenha a baixa tolerância a erros operacionais em tarefas de rotina (produção padronizada), refletindo a dualidade da nova estratégia.

Analisando as propostas à luz da gestão estratégica de pessoas e do modelo de adequação estratégica (strategic fit), assinale a alternativa correta que contém os itens que apresentam as iniciativas que representam um alinhamento estratégico efetivo e necessário para a nova estratégia de inovação e diferenciação.
Alternativas
Q3858731 Direito Constitucional
A Lei Orgânica do Município, instituída pela Lei nº 003, de 10 de março de 1993, é considerada a “Constituição Municipal”, estabelecendo a estrutura política, administrativa e organizacional do município. Sobre esse instrumento normativo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3858729 Direito Constitucional
A separação dos Poderes no Brasil confere a cada um deles características próprias, regime jurídico específico e competências definidas pela Constituição. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3858727 Direito do Trabalho
Um colaborador possui um período aquisitivo de férias que venceu em 01/05/2024. A empresa decidiu conceder 30 dias de férias a este colaborador a partir de 26/12/2025. Com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e nas alterações recentes relativas ao período e fracionamento de férias, assinale a alternativa correta que apresenta a principal irregularidade cometida pela empresa nesta concessão e a consequência legal para o empregador.
Alternativas
Q3858726 Direito Administrativo
A estrutura administrativa do Estado brasileiro é composta pela administração direta e pela administração indireta. Nesse contexto, assinale a alternativa que corretamente descreve a diferença entre essas duas formas de organização administrativa.
Alternativas
Q3858725 Direito Administrativo
Os princípios constitucionais da administração pública, previstos no art. 37 da Constituição Federal de 1988, orientam a atuação dos agentes públicos. Entre esses princípios, aquele que estabelece que a administração deve atuar de forma impessoal, sem favorecimentos ou perseguições pessoais, é denominado de princípio da
Alternativas
Q3858724 Gestão de Pessoas
Uma empresa de tecnologia adotou o modelo de Gestão Contínua do Desempenho (GCD), abandonando o ciclo anual de avaliação tradicional. A transição busca alinhar a performance individual com a cultura organizacional focada em agilidade, aprendizado e feedback aberto. O novo sistema de GCD inclui:

1. Check-ins semanais e mensais: diálogos informais e estruturados entre líder e colaborador, focados no progresso de OKRs (Objectives and Key Results) e no coaching;
2. Mapeamento de clima contínuo: uso de pulse surveys (pesquisas curtas e frequentes) para medir o clima organizacional em tempo real. O Coordenador de RH percebe, após seis meses, que, apesar da alta frequência dos check-ins, os dados do pulse survey indicaram:

• aumento na percepção de pressão por resultados imediatos;
• baixa nota na confiança interpessoal entre pares e líderes;
• que os colaboradores relatam que o feedback frequente parece ser mais uma ferramenta de controle do que de desenvolvimento.

Considerando o desalinhamento entre o modelo de GCD adotado, a cultura almejada e o clima organizacional medido, assinale a alternativa correta que apresenta a falha na implementação e propõe a correção estratégica necessária.
Alternativas
Q3858722 Gerência de Projetos
Um líder de projeto precisa transmitir uma instrução técnica simples e direta sobre a alteração de um procedimento de registro de dados para toda a sua equipe. A principal preocupação do líder é garantir que a informação chegue de forma rápida e com baixo custo de tempo. Considerando o objetivo de rapidez, simplicidade e baixo custo, assinale a alternativa que apresenta o canal de comunicação mais eficiente para essa mensagem, priorizando a comunicação formal e escrita.
Alternativas
Q3858721 Gestão de Pessoas
Assinale a alternativa correta que apresenta o principal documento de rotina da Administração de Pessoal que registra formalmente o histórico profissional do empregado, incluindo admissão, férias, alterações salariais, afastamentos e desligamentos, servindo como principal fonte de dados para o compliance legal e a fiscalização.
Alternativas
Q3858720 Gestão de Pessoas
Em uma pesquisa de clima organizacional, a área de Recursos Humanos aplica um questionário para coletar a percepção dos colaboradores sobre a liderança, o ambiente de trabalho e as políticas da empresa. O objetivo é tirar uma fotografia da situação atual. Assinale a alternativa correta que apresenta o método de pesquisa mais adequado e comumente utilizado para esse tipo de coleta de dados em grande escala e em um único momento no tempo.
Alternativas
Q3858719 Gestão de Pessoas
Sobre o principal objetivo de se utilizar um sistema de Avaliação de Cargos na Gestão de Remuneração Estratégica, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3858637 Direito Constitucional
A separação dos Poderes no Brasil confere a cada um deles características próprias, regime jurídico específico e competências definidas pela Constituição. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3858635 Direito Administrativo
Assinale a alternativa que apresenta a correta distinção entre a classificação e as características dos órgãos públicos:
Alternativas
Q3858634 Direito Administrativo
A estrutura administrativa do Estado brasileiro é composta pela administração direta e pela administração indireta. Nesse contexto, assinale a alternativa que corretamente descreve a diferença entre essas duas formas de organização administrativa.
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: C
144: A
145: D
146: D
147: B
148: B
149: C
150: A
151: B
152: C
153: C
154: C
155: C
156: B
157: D
158: A
159: D
160: D