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Q2033128 Psicologia
Lemgruber (1995, p. 51) afirma que a psicoterapia de grupo “propicia um espaço comum aos pacientes no qual as diversidades socioculturais podem encontrar expressão sem que sejam necessariamente contaminadas, tal como pode ocorrer na relação dual profissional e paciente”. Com base na referida consideração acerca da psicoterapia de grupos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A criação e manutenção do grupo, a utilização de técnicas de aquecimento e relaxamento e a moderação de conflitos.
( ) A construção de uma cultura grupal, a interpretação dos processos de transferência e o esclarecimento de informações e comportamentos. ( ) As tarefas básicas do terapeuta de grupo consistem na criação e manutenção do grupo, a construção de uma cultura grupal e a ativação e esclarecimento do aqui-e-agora. ( ) Assim como nas demais modalidades de psicoterapia, independentemente da abordagem teórica, a postura básica do terapeuta grupal com os membros do grupo deve ser de interesse, aceitação, genuinidade e empatia.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2033127 Psicologia
A atuação do psicólogo no âmbito da saúde tem sido evidenciada pelas modalidades de intervenção em grupo. Entre estas, tem se destacado a Psicoterapia Cognitiva Comportamental, a qual tem sido evidenciada como uma proposta de tratamento bastante eficaz, seja no âmbito primário ou secundário. Porém, para o emprego adequado, são exigidas algumas ponderações relativas ao setting clínico para pacientes ambulatoriais e atenção primária, sobretudo quando evidenciarem ansiedade generalizada e transtornos do pânico. A respeito do setting clínico na terapia cognitiva comportamental, seja individual ou em grupo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2033126 Psicologia
Bion propôs que o entendimento dos grupos seja pautado em hipóteses de base. Considerando o exposto, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2033125 Psicologia
“Os grupos podem ser definidos de pontos de vistas distintos, tais como clínico, social, educacional, da saúde e organizacional. Guardadas as particularidades de cada contexto, um fator comum pode ser identificado no entendimento de que o grupo consiste em uma entidade que media a relação entre indivíduo e sociedade ou entre indivíduo ou instituição, pública ou privada. Essa função revela, por exemplo, relações interpessoais e papéis expressos. Quanto à inter-relação de papéis, em diferentes instituições e organizações, destacam-se quatro papéis em diferentes grupos: o papel de porta voz; o papel do bode expiatório; o papel do líder; e, o papel do sabotador.”
(Amado, 2014.)

Considerando a explanação, relacione adequadamente as inter-relações de papéis com as suas proposições.
1. Papel de porta-voz.
2. Papel de bode expiatório.
3. Papel de líder.
4. Papel do sabotador.

( ) Faz-se depositário de aspectos positivos do grupo. ( ) Dará origem a mecanismos de exclusão e segregação. ( ) Enuncia um acontecimento de si mesmo e das fantasias inconscientes do grupo. ( ) Não fala por si, mas por todos. Nele se conjugam o que se chama verticalidade e horizontalidade do grupo. ( ) Faz-se depositário dos aspectos negativos e atemorizantes do mesmo ou da tarefa, onde ele se compromete tanto quanto os outros membros.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q2033124 Psicologia
O termo absenteísmo refere-se à ausência do indivíduo no seu trabalho. Os fatores que motivam o problema são diversos, dentre eles: doença, atrasos involuntários, faltas voluntárias por motivos pessoais, dificuldades e problemas financeiros, problemas de transporte, baixa motivação, supervisão precária, políticas inadequadas da organização, dentre outros. Três variáveis são imprescindíveis para compreender esse fenômeno; assinale-as.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1237979 Português
Texto para responder a seguinte questão.
Bye Bye, Brasil
Oi, coração Não dá pra falar muito não, Espera passar o avião. Assim que o inverno passar, Eu acho que vou te buscar, Aqui tá fazendo calor, Deu pane no ventilador, Já tem fliperama em Macau, Tomei a costeira em Belém do Pará, Puseram uma usina no mar, Talvez fique ruim pra pescar, Meu amor. No Tocantins, O chefe dos parintintins Vidrou na minha calça Lee, Eu vi uns patins pra você Eu vi um Brasil na TV, Capaz de cair um toró, Estou me sentindo tão só, Oh, tenha dó de mim. Pintou uma chance legal, Um lance lá na capital, Nem tem que ter ginasial, Meu amor. No Tabariz, O som é que nem os Bee Gees, Dancei com uma dona infeliz, Que tem um tufão nos quadris, Tem um japonês trás de mim, Eu vou dar um pulo em Manaus, Aqui tá quarenta e dois graus, O sol nunca mais vai se pôr, Eu tenho saudades da nossa canção, Saudades de roça e sertão, Bom mesmo é ter um caminhão, Meu amor.
(BUARQUE, Chico & MENESCAL, Roberto. Fragmento.)
Em “Dancei com uma dona infeliz, / Que tem um tufão nos quadris, / Tem um japonês trás de mim,” pode-se afirmar que a informação apresentada na oração adjetiva explicativa
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1237879 Português
Texto para responder a seguinte questão.
Bye Bye, Brasil
Oi, coração Não dá pra falar muito não, Espera passar o avião. Assim que o inverno passar, Eu acho que vou te buscar, Aqui tá fazendo calor, Deu pane no ventilador, Já tem fliperama em Macau, Tomei a costeira em Belém do Pará, Puseram uma usina no mar, Talvez fique ruim pra pescar, Meu amor. No Tocantins, O chefe dos parintintins Vidrou na minha calça Lee, Eu vi uns patins pra você Eu vi um Brasil na TV, Capaz de cair um toró, Estou me sentindo tão só, Oh, tenha dó de mim. Pintou uma chance legal, Um lance lá na capital, Nem tem que ter ginasial, Meu amor. No Tabariz, O som é que nem os Bee Gees, Dancei com uma dona infeliz, Que tem um tufão nos quadris, Tem um japonês trás de mim, Eu vou dar um pulo em Manaus, Aqui tá quarenta e dois graus, O sol nunca mais vai se pôr, Eu tenho saudades da nossa canção, Saudades de roça e sertão, Bom mesmo é ter um caminhão, Meu amor.
(BUARQUE, Chico & MENESCAL, Roberto. Fragmento.)
De acordo com as regras de acentuação vigentes, obedecem à mesma regra de acentuação os vocábulos grifados a seguir, com EXCEÇÃO de:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1236873 Enfermagem
Historicamente, o atendimento de urgência era realizado pelos municípios. Apenas em 2003 foi instituída a política de atenção as urgências em nível nacional. Alguns exemplos de como se desenvolvia essa parte de atenção à saúde pode ser visto por exemplo no período de 1983 a 1998, em São Paulo, onde foi implantada a Comissão de Recursos Assistenciais de Pronto Socorros (CRAPS), que objetivava constituir um sistema inter- hospitalar de integração do atendimento médico. Em julho de 1992 foi criado o PAMU (Programa Integrado de Atendimento Médico de Urgência), fundamentado no Acordo Básico Interinstitucional entre governo federal, estadual e municipal. Diante do exposto, assinale a opção CORRETA:
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Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEAD-PA
Q1236129 Inglês
Analyse the dialogues to answer.
Marsha: What did that character want? Cindy: Beats me!
What are the girls talking about?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1235880 Português
Assinale a opção que apresenta ERRO quando à divisão silábica:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1235723 Português
A comunicação se estabelece de várias formas, como por meio de gestos, cores, símbolos e sinais. Portanto, não ocorre apenas por palavras faladas ou escritas. Para que aconteça a comunicação é necessário:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Quadra - SP
Q1235614 Pedagogia
Dentre as tendências pedagógicas, a educação montessoriana está baseada em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1225135 Português
“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas. Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...] Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação. “Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear). Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)
Em “O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto ‘sol’, ‘cunilingus’, ‘schadenfreud’ e ‘Argamassa Cimentcola Quartzolite’, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.” (1º§), pode-se afirmar que o trecho sublinhado
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1225106 Português
“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas. Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...] Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação. “Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear). Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)
Acerca dos termos grifados no 2º§ do texto, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1225072 Português
“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas. Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...] Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação. “Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear). Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)
De acordo com o texto:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1221707 Inglês
Read the text to answer the following question.
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
“Which” (line 16) refers back to
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1221673 Inglês
Read the text to answer the following question.
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
“Enables” (line 5) means
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEAD-PA
Q1221569 Português
Texto para responder à questão.
                                                                                                           Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!”. Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos, um vulto junto à minha cama, senti-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno…   E eis que, por milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do sereno noturno em pessoa. [...]                                                                                                                                      (Mário Quintana. Caderno H. 5. ed. São Paulo: Globo, 1989, p. 153-154.)

A partir dos elementos estruturais, do conteúdo apresentado no texto e seu propósito comunicativo, é correto afirmar que “Coisas & Pessoas” pode ser classificado como:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1220786 Inglês
Read the text to answer the following question.
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
Gerund use does NOT follow the same pattern of “spreading” (L04) in
Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: SEDUC-PA
Q1213205 Inglês
Review the dialogs to answer the next question.
Fay: I guess that’s it, Tony. I’m leaving for good. Tony: Let me get it straight, how come you’ve made that decision?
What will Fay do?
Alternativas
Respostas
3721: B
3722: A
3723: D
3724: B
3725: B
3726: B
3727: B
3728: D
3729: B
3730: D
3731: D
3732: B
3733: D
3734: B
3735: A
3736: A
3737: A
3738: A
3739: B
3740: D