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Q3196355 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A fome segundo uma mulher privilegiada


Voltei a sentir a minha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina


Giovana Madalosso


Uma mulher privilegiada descobre pela primeira vez a fome por obra do espelho. Foi assim comigo aos 15 anos. Nem gorda eu era – e se fosse, qual o problema? Com 1,70 metro e cinquenta e poucos quilos, me sentia feia e achei que perder peso ajudaria a aliviar a minha dismorfia, aquela condição em que a pessoa não se enxerga como de fato é.

Todas as manhãs, eu acordava, vestia o uniforme do colégio e passava reto por uma geladeira cheia e uma fruteira abundante, esnobando todos aqueles nutrientes. Eu não era a única. Minha melhor amiga também chegava na aula de jejum. Preocupadas em exalar o estômago vazio, virávamos uma para a outra: tô com bafo? E só na hora do recreio tomávamos um iogurte light.

Dali para frente, quase todas as mulheres com quem estudei ou trabalhei passaram propositalmente fome pelo menos uma vez, em algum momento da vida. A maioria muitas vezes, em muitos momentos. E algumas pagando caro para isso, seja com regimes planejados, estadias em spas ou cirurgias de redução de estômago.

Adulta, cansei de ver mulheres cruzando os talheres sobre pratos quase intocados e se vangloriando por essa vitória. Ou saciando a fome e depois vomitando, como às vezes ouvíamos uma colega de trabalho fazer no banheiro da agência, depois do almoço.

Só aos 40 anos fui escutar de perto a outra fome, tão estrangeira a nós, lendo Carolina Maria de Jesus e ouvindo seu estômago roncar nas entrelinhas. Ou mesmo nas linhas, em frases explícitas. Em “Quarto de Despejo”, Carolina conta que juntava restos do chão da feira para dar para os filhos. Ou fazia sopa de ossos. Conta que às vezes a fome era tanta que tinha até materialidade: amarela.

Depois de anos sem me preocupar com a balança, há algumas semanas voltei a pensar em calorias e a passar aquela velha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina, com o intuito de perder o peso que venho ganhando por causa de oscilações hormonais.

Com o estômago recheado por apenas um ovo e um gole de café, parei o carro num farol. Na minha frente uma mulher segurava um cartaz escrito: fome. Suas roupas estavam esfiapadas, certamente não sentia o mesmo tipo de fome que eu.

Revirei a bolsa, procurando um trocado. Enquanto fazia isso, imaginei, ao lado dela, 1,4 milhão de pessoas que estão passando fome em São Paulo. Ou as 5 milhões que vivem com algum tipo de insegurança alimentar na cidade.

Do lado de cá do farol, as outras milhões de pessoas: dentro dos carros, com nossas fomes voluntárias e desejos difusos. Ou compulsões alimentares, a saciedade sempre tão dificilmente equilibrada na ponta do garfo, sob o vento perverso da cobrança estética.

Eles e nós, cidadãos de um país fraturado há séculos entre fomes e fomes, muitas vezes renovando votos em lideranças que parecem ser tão indiferentes à fome mais triste de todas, a que mais ronca e a que menos faz barulho.

Na minha bolsa, achei pastilhas diet mas não achei nenhum trocado. E já era tarde demais para pegar o pix da mulher. Como tantos outros motoristas, em tantos outros faróis, em tantas outras cidades, desviei os olhos do estômago vazio à minha frente e segui caminho, atenta apenas ao meu próprio umbigo. Como pode? Até quando?


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/10/a-fome-segundo-uma-mulher-privilegiada.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa. Acesso em: 30 nov. 2024.

Considere as seguintes afirmações sobre o texto de Giovana Madalosso:
I. Madalosso emprega um recurso intertextual ao citar o livro Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, para endossar a materialidade da fome – amarela – que também sentia.
II. É possível afirmar que a mulher que segurava um cartaz próxima a um farol em uma das tantas vias de São Paulo apresenta a mesma fome amarela de Carolina Maria de Jesus.
III. Em “[...] a saciedade sempre tão dificilmente equilibrada na ponta do garfo [...]”, o advérbio “dificilmente” modifica o substantivo “saciedade”.
IV. Na expressão “Eles e nós, cidadãos de um país fraturado há séculos entre fomes e fomes, [...]”, o pronome “eles” refere-se aos cidadãos que possuem compulsões alimentares e são influenciados pela cobrança estética.
V. As perguntas que fecham o texto de Giovana Madalosso são retóricas e instigam uma reflexão no leitor para o individualismo exacerbado que marca a sociedade contemporânea.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3196354 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A fome segundo uma mulher privilegiada


Voltei a sentir a minha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina


Giovana Madalosso


Uma mulher privilegiada descobre pela primeira vez a fome por obra do espelho. Foi assim comigo aos 15 anos. Nem gorda eu era – e se fosse, qual o problema? Com 1,70 metro e cinquenta e poucos quilos, me sentia feia e achei que perder peso ajudaria a aliviar a minha dismorfia, aquela condição em que a pessoa não se enxerga como de fato é.

Todas as manhãs, eu acordava, vestia o uniforme do colégio e passava reto por uma geladeira cheia e uma fruteira abundante, esnobando todos aqueles nutrientes. Eu não era a única. Minha melhor amiga também chegava na aula de jejum. Preocupadas em exalar o estômago vazio, virávamos uma para a outra: tô com bafo? E só na hora do recreio tomávamos um iogurte light.

Dali para frente, quase todas as mulheres com quem estudei ou trabalhei passaram propositalmente fome pelo menos uma vez, em algum momento da vida. A maioria muitas vezes, em muitos momentos. E algumas pagando caro para isso, seja com regimes planejados, estadias em spas ou cirurgias de redução de estômago.

Adulta, cansei de ver mulheres cruzando os talheres sobre pratos quase intocados e se vangloriando por essa vitória. Ou saciando a fome e depois vomitando, como às vezes ouvíamos uma colega de trabalho fazer no banheiro da agência, depois do almoço.

Só aos 40 anos fui escutar de perto a outra fome, tão estrangeira a nós, lendo Carolina Maria de Jesus e ouvindo seu estômago roncar nas entrelinhas. Ou mesmo nas linhas, em frases explícitas. Em “Quarto de Despejo”, Carolina conta que juntava restos do chão da feira para dar para os filhos. Ou fazia sopa de ossos. Conta que às vezes a fome era tanta que tinha até materialidade: amarela.

Depois de anos sem me preocupar com a balança, há algumas semanas voltei a pensar em calorias e a passar aquela velha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina, com o intuito de perder o peso que venho ganhando por causa de oscilações hormonais.

Com o estômago recheado por apenas um ovo e um gole de café, parei o carro num farol. Na minha frente uma mulher segurava um cartaz escrito: fome. Suas roupas estavam esfiapadas, certamente não sentia o mesmo tipo de fome que eu.

Revirei a bolsa, procurando um trocado. Enquanto fazia isso, imaginei, ao lado dela, 1,4 milhão de pessoas que estão passando fome em São Paulo. Ou as 5 milhões que vivem com algum tipo de insegurança alimentar na cidade.

Do lado de cá do farol, as outras milhões de pessoas: dentro dos carros, com nossas fomes voluntárias e desejos difusos. Ou compulsões alimentares, a saciedade sempre tão dificilmente equilibrada na ponta do garfo, sob o vento perverso da cobrança estética.

Eles e nós, cidadãos de um país fraturado há séculos entre fomes e fomes, muitas vezes renovando votos em lideranças que parecem ser tão indiferentes à fome mais triste de todas, a que mais ronca e a que menos faz barulho.

Na minha bolsa, achei pastilhas diet mas não achei nenhum trocado. E já era tarde demais para pegar o pix da mulher. Como tantos outros motoristas, em tantos outros faróis, em tantas outras cidades, desviei os olhos do estômago vazio à minha frente e segui caminho, atenta apenas ao meu próprio umbigo. Como pode? Até quando?


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/10/a-fome-segundo-uma-mulher-privilegiada.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa. Acesso em: 30 nov. 2024.

“Com 1,70 metro e cinquenta e poucos quilos, me sentia feia e achei que perder peso ajudaria a aliviar a minha dismorfia [...].”
O termo destacado acima apresenta sentido sintático equivalente à sua ocorrência no trecho
Alternativas
Q3196353 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A fome segundo uma mulher privilegiada


Voltei a sentir a minha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina


Giovana Madalosso


Uma mulher privilegiada descobre pela primeira vez a fome por obra do espelho. Foi assim comigo aos 15 anos. Nem gorda eu era – e se fosse, qual o problema? Com 1,70 metro e cinquenta e poucos quilos, me sentia feia e achei que perder peso ajudaria a aliviar a minha dismorfia, aquela condição em que a pessoa não se enxerga como de fato é.

Todas as manhãs, eu acordava, vestia o uniforme do colégio e passava reto por uma geladeira cheia e uma fruteira abundante, esnobando todos aqueles nutrientes. Eu não era a única. Minha melhor amiga também chegava na aula de jejum. Preocupadas em exalar o estômago vazio, virávamos uma para a outra: tô com bafo? E só na hora do recreio tomávamos um iogurte light.

Dali para frente, quase todas as mulheres com quem estudei ou trabalhei passaram propositalmente fome pelo menos uma vez, em algum momento da vida. A maioria muitas vezes, em muitos momentos. E algumas pagando caro para isso, seja com regimes planejados, estadias em spas ou cirurgias de redução de estômago.

Adulta, cansei de ver mulheres cruzando os talheres sobre pratos quase intocados e se vangloriando por essa vitória. Ou saciando a fome e depois vomitando, como às vezes ouvíamos uma colega de trabalho fazer no banheiro da agência, depois do almoço.

Só aos 40 anos fui escutar de perto a outra fome, tão estrangeira a nós, lendo Carolina Maria de Jesus e ouvindo seu estômago roncar nas entrelinhas. Ou mesmo nas linhas, em frases explícitas. Em “Quarto de Despejo”, Carolina conta que juntava restos do chão da feira para dar para os filhos. Ou fazia sopa de ossos. Conta que às vezes a fome era tanta que tinha até materialidade: amarela.

Depois de anos sem me preocupar com a balança, há algumas semanas voltei a pensar em calorias e a passar aquela velha fome, tão diferente da fome amarela da Carolina, com o intuito de perder o peso que venho ganhando por causa de oscilações hormonais.

Com o estômago recheado por apenas um ovo e um gole de café, parei o carro num farol. Na minha frente uma mulher segurava um cartaz escrito: fome. Suas roupas estavam esfiapadas, certamente não sentia o mesmo tipo de fome que eu.

Revirei a bolsa, procurando um trocado. Enquanto fazia isso, imaginei, ao lado dela, 1,4 milhão de pessoas que estão passando fome em São Paulo. Ou as 5 milhões que vivem com algum tipo de insegurança alimentar na cidade.

Do lado de cá do farol, as outras milhões de pessoas: dentro dos carros, com nossas fomes voluntárias e desejos difusos. Ou compulsões alimentares, a saciedade sempre tão dificilmente equilibrada na ponta do garfo, sob o vento perverso da cobrança estética.

Eles e nós, cidadãos de um país fraturado há séculos entre fomes e fomes, muitas vezes renovando votos em lideranças que parecem ser tão indiferentes à fome mais triste de todas, a que mais ronca e a que menos faz barulho.

Na minha bolsa, achei pastilhas diet mas não achei nenhum trocado. E já era tarde demais para pegar o pix da mulher. Como tantos outros motoristas, em tantos outros faróis, em tantas outras cidades, desviei os olhos do estômago vazio à minha frente e segui caminho, atenta apenas ao meu próprio umbigo. Como pode? Até quando?


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/10/a-fome-segundo-uma-mulher-privilegiada.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa. Acesso em: 30 nov. 2024.

Giovana Madalosso, para atingir propósitos comunicativos específicos, emprega
Alternativas
Q3196352 Design Gráfico
O Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) é um software desenvolvido para a construção e gestão de uma publicação periódica eletrônica. Esta ferramenta contempla ações essenciais à automação das atividades de editoração de periódicos científicos. Recomendado pela CAPES, o processo editorial no SEER permite uma melhoria na avaliação da qualidade dos periódicos e uma maior rapidez no fluxo das informações. A aceitação do SEER pela comunidade brasileira de editores científicos vem do desempenho do sistema e de sua fácil adaptação aos processos de editoração em uso. Também o SEER permite que a disseminação, divulgação e preservação dos conteúdos das revistas brasileiras apresentem uma melhoria na adoção dos padrões editoriais internacionais para periódicos on-line 100% eletrônicos.
Disponível em: http://sitehistorico.ibict.br/pesquisa-desenvolvimento-tecnologico-e-inovacao/sistema-eletronico-de-editoracao-derevistas-seer/apresentacao . Acesso em 8 dez. 2024.

Enumere o fluxo do processo editorial no SEER.
( ) Editor atribui itens editados a um exemplar e organiza as suas seções.
( ) Equipe editorial promove a leitura preliminar, a avaliação por pares e a avaliação do editor.
( ) Autores respondem as perguntas sobre a revisão do texto e galés de impressão.
( ) Autores submetem itens juntamente com metadados.
( ) Equipe editorial trabalha com texto, layout e galés, avaliação, revisão de provas.


A sequência correta é
Alternativas
Q3196351 Legislação Federal
Analise se as afirmativas referentes à Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998) são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Publicação corresponde ao conhecimento público de obra literária, artística ou científica, com o consentimento do autor ou de qualquer outro titular de direito de autor.

( ) Obra anônima não apresenta o nome do autor, que se oculta sob nome suposto, por sua vontade ou por ser conhecido.

( ) Editor diz respeito à pessoa física a quem se atribui o direito de criação da obra literária, artística ou científica e o dever de divulgá-la conforme contrato de edição.

( ) Titular de direitos de autor é quem adapta, traduz, arranja ou orquestra obra cada no domnio pblico, no podendo opor-se a outra adaptação, arranjo, orquestração ou tradução, salvo se for cópia da sua.

( ) Direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados do primeiro dia subsequente ao dia do seu falecimento, obedecida a ordem sucessória da lei civil.

A sequência correta é
Alternativas
Q3196350 Design Gráfico
As publicações podem ter identificadores únicos. O ISSN (International Standard Serial Number) é o identificador de publicações seriadas aceito internacionalmente, seu uso é definido pela norma técnica ISO 3297. O ISBN (International Standard Book Number) é um sistema identificador único para livros e publicações não periódicas, definido pela norma ISO 2108. O DOI (Digital Object Identifier) é um padrão para identificação de documentos em redes de computadores, especialmente publicações em periódicos e obras protegidas por copyright, muitas das quais localizadas em bibliotecas virtuais, e é operado sob o padro definido pela norma ISO 26324.
Disponível em: https://letras.biblioteca.ufrj.br/servicos/issn-isbn-e-doi/ . Acesso em: 8 dez. 2024. Adaptado.

Considerando os processos de editoração científica, atribuem-se os identificadores
Alternativas
Q3196349 Design Gráfico
O apetite mundial não só pelas revistas, mas também por sua criação, parece ser insaciável e em nenhum lugar isso é mais aparente do que no aumento dos zines (“fanzines” de baixa tiragem para público minoritário) publicados de forma independente e publicações de interesse especial, que atendam nichos de público no mundo inteiro. Essas publicações esperam oferecer aos leitores algo que os títulos tradicionais, com sua busca por um grande volume de circulação, não oferecem.

CALDEWEEL, Cath; ZAPPATERRA, Yolanda. Design editorial. Trad. Edson Furmankiewicz. São Paulo: Gustavo Gilli, 2014. p. 30.

Diferentemente do zine, NÃO se trata de uma publicação artesanal independente o
Alternativas
Q3196348 Design Gráfico
Estou usando o termo “design do livro” para me referir ao que acontece dentro do livro e não na sua capa. Embora muitos presumam que um designer de livro faz apenas a sobrecapa, geralmente acontece o contrário. Os designers de livro frequentemente não desenham capas de seus livros. O projeto de capa é um problema tão diferente do design de miolo que se precisaria de um livro exclusivo para analisá-lo.
HEDEL, Richard. O design do livro. Trad. Geraldo Gerson de Souza e Lúcio Manfredi. São Paulo: Ateliê Editorial, 2022. p. 5.

Em um projeto editorial, os seguintes elementos do miolo que devem ser considerados pelo designer como matérias pré-textual, textual e pós-textual de um livro, respectivamente, são:
Alternativas
Q3196347 Design Gráfico
No menu do Adobe InDesign 2024 no sistema operacional Windows 10, o caminho para localizar e alterar texto (seja simples ou formatado) dentro de um documento é
Alternativas
Q3196346 Design Gráfico
O atalho para ajustar o quadro de conteúdo ao tamanho do texto no Adobe InDesign 2024 no sistema operacional Windows 10 é
Alternativas
Q3196345 Design Gráfico
No Adobe InDesign 2024 utilizando o sistema operacional Windows 10, ao trabalhar com textos que excedem o espaço de um único quadro (como em livros, revistas ou documentos longos), o recurso que cria um fluxo contínuo, vinculando os textos automaticamente entre diferentes quadros é a(o):
Alternativas
Q3196344 Design Gráfico
O e-book, também chamado de livro eletrônico, é a versão digital de um livro que pode ser lida em diversos dispositivos compatíveis com arquivos de diferentes formatos.
NÃO é uma extensão comum de arquivo para formato e-book:
Alternativas
Q3196343 Design Gráfico
No processo de impressão, é essencial selecionar o equipamento adequado para cada tipo de trabalho, evitando desperdícios econômicos, como utilizar uma impressora de grande porte para produzir uma pequena quantidade de blocos de anotação.
BANN, David. Novo Manual de Produção Gráfica. ed. rev. e atual. trad. Aline Grodt. Porto Alegre: Bookman, 2012. p. 84. Adaptado.

O processo de impressão mais indicado para trabalhos de pequena tiragem em preto e branco é a(o)
Alternativas
Q3196342 Design Gráfico
Para compreender melhor o processo de impressão em quadricromia, é importante entender as diferenças entre a síntese aditiva e a síntese subtrativa.

As cores primárias na síntese aditiva são
Alternativas
Q3196341 Design Gráfico
A maioria dos livros é produzida em formatos que se ajustam aos tamanhos de papel padrão e às máquinas de impressão. Os formatos de papel da série A iniciam no tamanho A0. Cada formato subsequente é obtido ao dividir o anterior ao meio, mantendo a proporção.

Com base nesses padrões, o formato que apresenta as dimensões de 105 x 148 mm é o
Alternativas
Q3196340 Design Gráfico
Associe as fontes às suas respectivas classificações de estilo.

Estilos 
1- Serif  2- Sans Serif  3- Script  4- Display 
Fontes
( ) Lobster ( ) Helvetica ( ) Comic Sans MS ( ) Times New Roman
A sequência correta é
Alternativas
Q3196339 Design Gráfico
Com o painel Mesclagem de dados do aplicativo Adobe InDesign 2024 no sistema operacional Windows 10, pode-se facilmente criar múltiplas variações de um documento, mesclando um arquivo de origem de dados de outras extensões com um documento do InDesign. Essa funcionalidade pode ser usada como uma mala direta para gerar centenas de versões personalizadas de cartas, envelopes ou etiquetas de correspondência, com rapidez e precisão.

Disponível em: https://helpx.adobe.com/br/indesign/using/data-merge.htm Acesso em: 04 dez. 2024. Adaptado.

Sobre a Mesclagem de dados no Adobe InDesign, analise as afirmativas:

I- O painel Mesclagem de dados pode ser acessado através do menu superior por Janela > Interativo > Mesclagem de dados.

II- Um arquivo de origem de dados pode ser um arquivo delimitado por vírgula (.csv), ponto e vírgula ou tabulação (.txt), no qual os dados são separados por uma vírgula ou uma tabulação respectivamente.

III- A inserção de quebra de linha em um campo do arquivo de origem de dados não pode ser feita.

VI- A adição de campos de imagem ao arquivo de origem de dados, permite que cada registro mesclado tenha uma imagem diferente.

Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q3196338 Design Gráfico
Considerando o pacote Adobe Creative Cloud 2024 no sistema operacional Windows 10, relacione os aplicativos às suas respectivas ferramentas.

Aplicativo 
1. Adobe Photoshop 2. Adobe Illustrator 3. Adobe Indesign
Ferramenta
( ) Corte Demarcado: para aparar imagens. ( ) Página: para criar vários tamanhos de página em um documento. ( ) Vincar: para adicionar estruturas vincadas no contorno de um objeto. ( ) Malha: para mesclar cores e criar contornos na superfície de objetos. ( ) Borrar: para espalhar os dados de cores em uma imagem.
 A associação correta é
Alternativas
Q3196337 Design Gráfico
A arte-finalização é a etapa de encerramento de um arquivo. Nesse estágio de produção, não vamos, então, mais editar o texto, nem editar ou criar as imagens, nem diagramar o conteúdo. Vamos apenas organizar e finalizar a arte para que ela fique de forma segura, pronta para ser enviada à gráfica nas especificações necessárias.
PERUYERA, Matias Sebastião. Processos de diagramação e editoração. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020. p.262. Adaptado.

Sobre a arte-final e o fechamento de arquivo para impressão, analise se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) As marcas de corte não devem fazer parte da arte, elas direcionam o refile (corte) e devem ter uma distância, de no mínimo, 3mm, entre si.

( ) A resolução de um arquivo de imagem para uma impressão de qualidade é de, no máximo, 150 dpi.

( ) As fontes de texto de uma arte-final, para que saiam exatamente como enviadas, devem ser convertidas em curvas antes do fechamento do arquivo.

( ) A configuração de cor do documento deve ser ajustada conforme o sistema de impressão utilizado, caso as cores do documento estejam em RGB, essa alteração não será necessária.

( ) O arquivo final de livros impressos devem conter um número total de páginas que seja múltiplo de três.


A sequência correta é
Alternativas
Q3196336 Design Gráfico
As ferramentas de texto do Adobe Illustrator 2024 no sistema operacional Windows 10 ajudam a adicionar e editar texto (tipo) no trabalho artístico. Além do texto simples, é possível adicionar texto em um caminho ou em uma área e aplicar os efeitos de texto desejados.
Disponível em: https://helpx.adobe.com/br/illustrator/using/tools-in-illustrator.html. Acesso em: 04 dez. 2024. Adaptado.

A ferramenta que permite mover, dimensionar e girar caracteres individuais de uma palavra é a
Alternativas
Respostas
141: B
142: A
143: E
144: C
145: C
146: D
147: C
148: E
149: B
150: C
151: E
152: B
153: A
154: A
155: E
156: C
157: B
158: D
159: A
160: B