Questões de Concurso
Comentadas para aroeira
Foram encontradas 4.685 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A respeito dos tratamentos formais em comunicações oficiais entre órgãos públicos, avalie as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. Nas comunicações oficiais, é adequado utilizar o tratamento “Prezado Senhor” ou “Prezada Senhora” seguido do cargo ou função do destinatário, como “Prezado Senhor Diretor”.
II. O uso de abreviações e gírias é encorajado em documentos oficiais para tornar a comunicação mais acessível e informal.
III. A formalidade nas comunicações oficiais é importante para transmitir respeito e seriedade, além de estabelecer padrões claros de comunicação.
IV. O tratamento “Caro” seguido do nome do destinatário é uma prática aceitável em comunicações oficiais, desde que seja seguido de uma vírgula, como “Caro João,”.
Marque a opção que contem as afirmativas verdadeiras.
Acerca dos conhecimentos gerais do Município de Nova Aurora de Goiás, segundo dados fornecidos pelo IBGE, analise as afirmativas abaixo:
I. A pessoa nascida no município é denominada nova aurorense
II. Em 2010 não havia nenhuma criança de 6 a 14 fora da escola, ou seja, a taxa de escolarização, nessa faixa etária, era de 100% (cem por cento).
III. Em 2022 a população do município ultrapassava dois milhares de pessoas. IV. No mapa disponível no site do IBGE, o município localiza-se na região centro-oeste do estado.
Estão corretos os itens:
Analise os itens a seguir, considerando as formas de provimento de cargo público, segundo o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Nova Aurora/GO.
I. Aproveitamento.
II. Reversão.
III. Remoção.
IV. Nomeação.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Analise os itens a seguir, considerando os princípios a serem obedecidos pela Administração Pública, direta e indireta, de qualquer dos Poderes do Município, segundo a Lei Orgânica do Município de Nova Aurora/ GO.
I. Moralidade.
II. Publicidade.
III. Pessoalidade.
IV. Legalidade.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
I. Repreensão.
II. Redução de vencimentos.
III. Demissão.
IV. Destituição de função, por encargo de chefia.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Segundo as disposições da Lei Orgânica do Município de Nova Aurora/GO, analise os itens a seguir, considerando as condições de elegibilidade para o mandato de Vereador.
I. ter idade mínima de 35 (trinta e cinco) anos.
II. comprovar domicílio eleitoral na circunscrição.
III. ser alfabetizado.
IV. ter nacionalidade brasileira.
Marque a alternativa que apresenta todos itens corretos.
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)