Questões de Concurso
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Acerca do arquivamento de documentos de comunicações oficiais entre órgãos públicos, avalie as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. Os documentos oficiais devem ser arquivados de acordo com o critério da acessibilidade, priorizando a facilidade de acesso e consulta.
II. A eliminação de documentos oficiais é uma prática comum para liberar espaço de armazenamento, mesmo que a legislação exija a manutenção de registros por um determinado período.
III. O arquivamento de documentos oficiais deve seguir as diretrizes e regulamentações estabelecidas, incluindo prazos de retenção específicos para cada tipo de documento.
IV. A digitalização de documentos físicos não é uma prática recomendada para o arquivamento de documentos oficiais, pois pode comprometer a autenticidade e integridade dos registros.
Marque a opção que contem as afirmativas verdadeiras.
Acerca do endereçamento em comunicações oficiais entre órgãos públicos, avalie as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. O endereçamento correto em comunicações oficiais deve incluir o nome do destinatário, o cargo ou função, o nome do órgão e o endereço completo, incluindo o CEP.
II. Em comunicações oficiais, é aceitável usar apenas o nome do destinatário, sem mencionar seu cargo ou função, para tornar a mensagem mais pessoal.
III. Quando se comunica com órgãos públicos, é importante utilizar abreviações e siglas para economizar espaço no endereçamento.
IV. A inclusão do CEP no endereçamento é dispensável, pois as comunicações oficiais são feitas somente por meio eletrônico.
Marque a opção que contem as afirmativas verdadeiras
A respeito dos tratamentos formais em comunicações oficiais entre órgãos públicos, avalie as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. Nas comunicações oficiais, é adequado utilizar o tratamento “Prezado Senhor” ou “Prezada Senhora” seguido do cargo ou função do destinatário, como “Prezado Senhor Diretor”.
II. O uso de abreviações e gírias é encorajado em documentos oficiais para tornar a comunicação mais acessível e informal.
III. A formalidade nas comunicações oficiais é importante para transmitir respeito e seriedade, além de estabelecer padrões claros de comunicação.
IV. O tratamento “Caro” seguido do nome do destinatário é uma prática aceitável em comunicações oficiais, desde que seja seguido de uma vírgula, como “Caro João,”.
Marque a opção que contem as afirmativas verdadeiras.
Acerca dos conhecimentos gerais do Município de Nova Aurora de Goiás, segundo dados fornecidos pelo IBGE, analise as afirmativas abaixo:
I. A pessoa nascida no município é denominada nova aurorense
II. Em 2010 não havia nenhuma criança de 6 a 14 fora da escola, ou seja, a taxa de escolarização, nessa faixa etária, era de 100% (cem por cento).
III. Em 2022 a população do município ultrapassava dois milhares de pessoas. IV. No mapa disponível no site do IBGE, o município localiza-se na região centro-oeste do estado.
Estão corretos os itens:
Analise os itens a seguir, considerando as formas de provimento de cargo público, segundo o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Nova Aurora/GO.
I. Aproveitamento.
II. Reversão.
III. Remoção.
IV. Nomeação.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Analise os itens a seguir, considerando os princípios a serem obedecidos pela Administração Pública, direta e indireta, de qualquer dos Poderes do Município, segundo a Lei Orgânica do Município de Nova Aurora/ GO.
I. Moralidade.
II. Publicidade.
III. Pessoalidade.
IV. Legalidade.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
I. Repreensão.
II. Redução de vencimentos.
III. Demissão.
IV. Destituição de função, por encargo de chefia.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Segundo as disposições da Lei Orgânica do Município de Nova Aurora/GO, analise os itens a seguir, considerando as condições de elegibilidade para o mandato de Vereador.
I. ter idade mínima de 35 (trinta e cinco) anos.
II. comprovar domicílio eleitoral na circunscrição.
III. ser alfabetizado.
IV. ter nacionalidade brasileira.
Marque a alternativa que apresenta todos itens corretos.
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)