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Ondas f com uma frequência em torno de 150 a 300 são encontradas na fibrilação atrial, decorrentes da atividade atrial, em substituição às ondas P, que estão ausentes.
As principais consequências clínicas de fibrilação atrial são perda da contribuição do débito cardíaco, irregularidade do ritmo ventricular, frequência cardíaca inapropriada, tromboembolismo e sintomas da arritmia.
A fibrilação atrial, se houver comprometimento hemodinâmico grave, deve ser revertida, em ambiente de UTI, sendo usadas preferencialmente a amiodarona ou a propafenona em bolus ou em infusão venosa contínua, estando o paciente todo monitorado.
Fibrilação atrial permanente necessita de intervenção do médico para a reversão (química ou elétrica), ou dura mais de 7 dias.
Fibrilação atrial persistente não responde à cardioversão elétrica ou farmacológica, ou recidiva facilmente, ocorrendo curtos intervalos sem fibrilação atrial.
A Púrpura de Henoch-Schonlein é uma vasculite associada ao ANCA, que se apresenta em adultos jovens, comprometendo pele e articulações, poupando rins e trato gastrointestinal.
Lupus Eritematoso Sistêmico, Endocardite Bacteriana e Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide são exemplos de doenças que podem apresentar manifestações clínicas simulando uma vasculite sistêmica primária.
A pesquisa de ANCA é útil para caracterizar a Granulomatose de Wegener e a poliangiíte microscópica; entretanto pode estar presente em patologias infecciosas ou mesmo reações a drogas.
O comprometimento de vias aéreas superiores existe na Granulomatose de Wegener; e asma associada a grandes eosinofilias existe na Síndrome de Churg Strauss.
A Granulomatose de Wegener e a Síndrome de Churg Strauss são exemplos de vasculites primárias de vasos de grande calibre.
No bloqueio atrioventricular de 2º grau tipo Mobitz II, evidencia-se um aumento progressivo do segmento PR, até que uma onda P falha em conduzir e não é seguida de um complexo QRS, e começa um novo ciclo.
O bloqueio divisional Antero-superior é diagnosticado quando o eixo do QRS está entre + 90 e + 120 graus.
Os critérios de Brugada servem para diferenciar uma fibrilação ventricular de um fluter ventricular.
Onda P apiculada, maior que 2,5 milivolts na derivação D2, indica provável sobrecarga de átrio direito.
A maior onda R de V5 ou V6 somada à maior onda S de V1 ou V2 constitui um dos critérios para diagnóstico de sobrecarga de ventrículo esquerdo.
O principal exame para o diagnóstico é a tomografia computadorizada do encéfalo, que vai evidenciar áreas de desmielinização em nível de córtex cerebral e gânglios da base.
Aproximadamente 65% dos pacientes vão apresentar disautonomias em algum momento da evolução, manifestada por episódios de hipotensão, hipertensão, bradicardia e sudorese.
O diagnóstico diferencial inclui porfíria aguda intermitente, intoxicação por chumbo, botulismo e paralisias periódicas (hipo ou hipercalêmicas).
A sensibilidade táctil e proprioceptiva está muito comprometida em 90% dos casos, existindo delimitação de acometimento de nível sensitivo entre as vértebras C5 e T10.
A patologia caracteriza-se inicialmente por quadro agudo-subagudo de fraqueza muscular nas partes distais, com progressão ascendente.