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O período de incubação é em média 2 a 3 meses para pacientes com co-infecção pelo HIV, e as manifestações clínicas podem ocorrer vários anos após a ocorrência da transmissão.
A forma mais comum de apresentação da nefropatia associada à endocardite infecciosa é a síndrome nefrótica.
A nefropatia pelo HIV, frequentemente, manifesta-se clinicamente com déficit da função renal e síndrome nefrótica já instalada.
A lesão renal mais comum na infecção por HIV é a glomeruloesclerose segmentar focal (GESF).
A nefropatia por esquistossomose manifesta-se clinicamente como uma glomerulonefrite rapidamente progressiva, com hematúria, hipertensão arterial sistêmica, hipervolemia e sinais de insuficiência cardíaca.
A glomerulonefrite membrano-proliferativa é a principal forma de acometimento renal na esquistossomose na fase hepato-esplênica.
O clearance de creatinina e a creatinina sérica predizem em meses o aparecimento de lesões renais, sendo exames com boa sensibilidade para rastreamento precoce de acometimento renal em pacientes com LES.
O exame com maior valor preditivo de atividade lúpica são níveis de complemento sérico total e fração C3, além de títulos de anti-DNA.
A deposição de imunocomplexos é uma das principais formas de lesão renal, com consequente lesão glomerular.
A característica da nefropatia por LES é existirem vários tipos de lesões, podendo ocorrer mudança de uma classe histológica para outra.
A presença de proteinúria superior a 500 mg/dL e/ou cilindrúria, desde que sejam afastadas outras patologias urinárias, sugere acometimento renal em pacientes com LES
Esses pacientes têm grande risco de desenvolver infecção e sepsis, sendo as infecções bacterianas as mais frequentes, causadas por estafilococos, estreptococos e enterobactérias. Ocasionalmente, encontra-se também Candida e Aspergilus.
Os distúrbios eletrolíticos mais encontrados são hiperpotassemia, hipocalcemia e hipomagnesiemia, devendo ser corrigidos prontamente quando diagnosticados.
Existe indicação formal de administração profilática de plasma fresco para essa patologia, visando prevenir uma hemorragia, o que melhora a mortalidade e diminui o edema cerebral.
A complicação com insuficiência renal aguda, de maneira geral, ocorre em 30 a 50% dos pacientes com insuficiência hepática aguda grave, podendo este percentual aumentar para mais de 70% dos casos, quando o fator causal é uma substância potencialmente nefrotóxica, como na intoxicação pelo paracetamol.
Medidas como uso de corticosteroides, hemoperfusão com carvão ativado, prostaglandina E, e insulina associada ao glucagon para produzir regeneração hepática, estão indicadas como tratamento nos casos mais graves.
O exame endoscópico, nas infecções esofageanas pelo Citomegalovírus caracteriza-se por presença de úlceras de tamanhos variados, podendo ser grandes e circunscritas, poupando a mucosa adjacente.
A maior frequência de infecção aguda esofageana pelo Citomegalovírus ocorre em pacientes transplantados de órgãos sólidos e medula óssea, neoplasias hematológicas e portadores de AIDS.
O principal sintoma de infecção esofagiana pelo vírus do herpes simples é a disfagia causada pela estenose secundária a um forte componente edematoso ao nível da mucosa, o que ocorre em 90% dos pacientes imunossuprimidos pelo HIV.
Esofagite cáustica, esclerose sistêmica progressiva, acalásia, megaesôfago chagásico e tumores estenosantes benignos ou malignos são fatores predisponentes a candidíase esofagiana.