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Queratinócitos, melanócitos e células de Langerhans.
Síndromes genéticas com Prader-Wili, Bardet-Biedl, Cohen e Alstrom, são importantes causas de obesidade mórbida, correspondendo a 30% dos casos de obesidade nas populações estudadas, o que justifica a investigação rotineira dessas patologias em pacientes obesos.
A obesidade de padrão ginecóide apresenta-se mais associada a doenças cardiovasculares e metabólicas, enquanto o padrão androide tem mais associação com doença vascular periférica, problemas ortopédicos e estéticos.
No diagnóstico qualitativo da obesidade, são utilizadas mais frequentemente, na prática clínica, as medidas isoladas da cintura abdominal e a relação cintura-quadril, pois são mais fáceis de se obter e com custo menor do que as avaliações feitas através de aparelhos de tomografia computadorizada, ressonância magnética nuclear ou ultrassonografia.
No diagnóstico quantitativo de obesidade, o índice de massa corporal (IMC) é ainda o mais utilizado na prática clínica, porém não distingue massa gordurosa de massa magra, podendo superestimar o grau de obesidade em indivíduos musculosos.
Pacientes com obesidade mórbida têm risco significativo, com aumento expressivo de mortalidade em torno de 2,5 vezes maior em relação a pacientes não obesos.
Tabagismo
Sedentarismo
Dislipidemias
Cardiopatias, principalmente a fibrilação atrial
Hipertensão arterial
O mesotelioma de pleura normalmente manifesta-se com dor torácica e dispneia.
O período de latência, em geral, entre a exposição e o aparecimento da doença é curto, cerca de dois anos.
A sobrevida dos pacientes acometidos de mesotelioma é longa, sendo o prognóstico muito favorável.
Mais de 80% dos casos estão relacionados à exposição ocupacional ao asbesto.
Afetam pleura, peritônio e pericárdio.
O feocromocitoma faz parte do grupo das neoplasias endócrinas múltiplas tipo I (NEM tipo I) juntamente com carcinoma medular da tireoide.
O tratamento definitivo de escolha do feocromocitoma é feito atualmente com iodo radioativo, através da infusão de MIBG (Meta Iodo Benzil Guanidina) que vai rastrear em todo o corpo lesões primárias e metastáticas, destruindo-as através da radiação.
O medicamento de escolha para tratamento das crises hipertensivas do feocromocitoma são os beta-bloqueadores associados a inibidores da ECA (IECA) como o captopril e enalapril
A ocorrência de paroxismos de hipertensão arterial, associada a sudorese, cefaleia e ou palpitações, sugere bastante feocromocitoma, tendo alto valor preditivo para esse diagnóstico.