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Analise o triângulo retângulo abaixo e calcule quanto vale o valor de x.

I. Professora, corrija a minha prova, por favor! II. Nós corrigimos todas as questões com a professora. III. Espero que ele corrija logo essa prova.
Preencha as lacunas corretamente e marque a alternativa correta, quanto ao uso da crase.
I. Venha após ___ 14h.
II. Chorava de rir ___ medida que falava.
III. Voltei ___ loja e fui bem atendida.
IV.Jorge tem um carro ___ álcool.
A – Os jogadores deixaram o estádio. B – Pablo andava preocupado. C – A moça considerou a atitude inexplicável. D – O poeta é um fingidor.
1. PREDICADO VERBAL
2. PREDICADO VERBO -NOMINAL 3. PREDCADO NOMINAL

Em relação a ela, é CORRETO o que se diz em:
I. Tenho confiança em você. II. Todos confiam em você.
Analisando sintaticamente os termos das frases, a opção que faz uma análise correta é:
SONETO DE FIDELIDADE
São Paulo, 1946
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
SONETO DE FIDELIDADE
São Paulo, 1946
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
SONETO DE FIDELIDADE
São Paulo, 1946
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
SONETO DE FIDELIDADE
São Paulo, 1946
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.