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Q3829075 Noções de Informática
 O Microsoft Word é um editor de textos amplamente utilizado para elaboração de documentos acadêmicos, profissionais e pessoais. Considerando seus recursos mais usuais, analise as afirmativas a seguir:

I. O Word permite a formatação de textos com diferentes tipos e tamanhos de fonte, bem como a aplicação de negrito, itálico e sublinhado.

II. A inserção de cabeçalho e rodapé possibilita incluir elementos como numeração de páginas, data e informações fixas em todo o documento.

III. É possível inserir tabelas no documento para organizar informações em linhas e colunas.

IV. O Word não oferece recursos para revisão ortográfica e gramatical, sendo necessária a utilização de programas externos para essa finalidade.

V. Após ser salvo, um documento do Microsoft Word torna-se automaticamente não editável, garantindo assim a integridade do arquivo.


Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3829073 Noções de Informática
Durante o uso do computador em atividades escolares ou profissionais, diferentes programas e cuidados são necessários para produzir documentos, organizar dados e navegar com segurança. Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3829071 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe.
Em relação à sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3829067 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de "uma" hora da manhã.
Em relação ao emprego das classes de palavras, a palavra destacada exerce a função de:
Alternativas
Q3829066 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3828877 Direito Sanitário
A gestão financeira do Sistema Único de Saúde envolve mecanismos de organização, controle social e fiscalização, de modo a assegurar a correta aplicação dos recursos públicos. Considerando o disposto no Art. 33 da Lei nº 8.080/1990, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3828874 Farmácia
A incompatibilidade físico-química em Nutrição Parenteral Total (NPT) é um risco crítico, especialmente a precipitação de sais insolúveis que podem causar embolia pulmonar fatal. Assinale a alternativa correta sobre os fatores que favorecem a precipitação de fosfato de cálcio em misturas de NPT.
Alternativas
Q3828873 Farmácia
A estabilidade física de suspensões farmacêuticas é regida por leis físico-químicas. Analise as afirmativas a seguir sobre o fenômeno de "Ostwald Ripening" (Amadurecimento de Ostwald) em suspensões:

I. O Amadurecimento de Ostwald é um processo de instabilidade onde as partículas menores da suspensão se dissolvem e se redepositam sobre as partículas maiores, causando o crescimento dos cristais ao longo do tempo e alterando a biodisponibilidade e a taxa de dissolução.
II. Esse fenômeno ocorre devido à maior solubilidade de saturação das partículas pequenas (alta energia de superfície/curvatura) em comparação com as grandes, criando um gradiente de concentração que impulsiona a difusão através do meio dispersante.
III. A adição de tensoativos poliméricos ou o aumento da viscosidade do meio são estratégias ineficazes para retardar o Amadurecimento de Ostwald, pois o processo é termodinamicamente irreversível e independente da difusão.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3828872 Farmácia
O mecanismo de ação dos fármacos anti-helmínticos varia conforme o alvo biológico no parasita. Assinale a alternativa correta que descreve o mecanismo específico do Praziquantel, utilizado no tratamento de esquistossomose e teníase. 
Alternativas
Q3828871 Farmácia
A Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) é uma técnica térmica fundamental na pré-formulação para caracterizar o estado sólido de fármacos. Assinale a alternativa correta sobre a aplicação da DSC na detecção de polimorfismo e interações fármaco-excipiente.
Alternativas
Q3828870 Farmácia
O Ganciclovir é o antiviral de escolha para tratamento de infecções por Citomegalovírus (CMV), mas exige ativação intracelular. Assinale a alternativa correta sobre a enzima viral específica responsável pela primeira fosforilação do Ganciclovir, que confere seletividade ao fármaco nas células infectadas.
Alternativas
Q3828869 Farmácia
O Paracetamol (Acetaminofeno) é amplamente utilizado, mas sua sobredosagem causa necrose hepática centrolobular grave. Assinale a alternativa correta que descreve o mecanismo bioquímico da hepatotoxicidade e o papel do antídoto N-acetilcisteína (NAC).
Alternativas
Q3828868 Farmácia
A teoria receptor-ocupação evoluiu para modelos de dois estados que explicam comportamentos complexos de ligantes. Sobre os conceitos de atividade constitutiva e agonismo inverso, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Os agonistas inversos ligam-se preferencialmente à forma inativa do receptor, estabilizando-a e reduzindo a atividade constitutiva (basal) do sistema para níveis abaixo do basal, diferindo dos antagonistas neutros que não alteram a atividade basal.
(__) A atividade constitutiva refere-se à capacidade de um receptor gerar resposta biológica apenas na presença de um agonista total, permanecendo em estado de repouso absoluto na ausência de ligantes endógenos ou exógenos.
(__) Os antagonistas competitivos neutros bloqueiam o acesso dos agonistas ao sítio de ligação, mas não alteram o equilíbrio entre os estados ativo e inativo do receptor, mantendo a atividade basal inalterada.
(__) Um agonista parcial atua como antagonista na presença de um agonista total, pois compete pelo mesmo sítio de ligação e induz uma resposta submaior, reduzindo a eficácia máxima observada no sistema.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3828867 Farmácia
O Nitroprussiato de Sódio é um vasodilatador potente usado em emergências hipertensivas, mas possui toxicidade relacionada aos seus metabólitos. Assinale a alternativa correta sobre a toxicidade por cianeto e o tratamento profilático em infusões prolongadas.
Alternativas
Q3828866 Farmácia
Os transportadores de ânions orgânicos (OATPs) são alvos importantes de interações medicamentosas, especialmente com estatinas. Assinale a alternativa correta sobre o mecanismo da interação entre a Ciclosporina e a Sinvastatina/Rosuvastatina.
Alternativas
Q3828865 Administração de Recursos Materiais
A gestão de estoques farmacêuticos utiliza ferramentas de classificação para priorizar o controle. Assinale a alternativa correta que descreve a "Classificação XYZ" e sua aplicação combinada com a Curva ABC na gestão de aquisições.
Alternativas
Q3828864 Farmácia
A Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) é uma reação adversa rara, mas potencialmente fatal, associada ao uso de antipsicóticos. Sobre a fisiopatologia, quadro clínico e manejo da SNM, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A SNM é caracterizada por rigidez muscular severa ("cano de chumbo"), hipertermia, instabilidade autonômica (taquicardia, oscilação da PA) e alteração do nível de consciência, decorrente do bloqueio dopaminérgico central abrupto no hipotálamo e corpo estriado.
(__) O tratamento farmacológico da SNM inclui a administração de agonistas dopaminérgicos, como a bromocriptina, e de relaxantes musculares de ação direta, como o dantroleno, além de medidas de suporte intensivo e suspensão imediata do antipsicótico.
(__) A SNM ocorre exclusivamente com antipsicóticos típicos de alta potência (haloperidol), não havendo risco de desenvolvimento da síndrome com o uso de antipsicóticos atípicos como clozapina ou risperidona.
(__) A elevação da Creatinoquinase (CPK) sérica e a leucocitose são achados laboratoriais frequentes na SNM, refletindo a rabdomiólise secundária à contração muscular intensa e a resposta inflamatória sistêmica.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3828863 Farmácia
A cinética de absorção pode apresentar fenômenos particulares em formulações de liberação prolongada. Sobre a "Cinética Flip-Flop", registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A Cinética Flip-Flop ocorre quando a constante de velocidade de absorção (ka) é muito menor que a constante de velocidade de eliminação (ke), fazendo com que a fase terminal da curva de concentração plasmática seja governada pela taxa de absorção e não pela eliminação.
(__) Na cinética Flip-Flop, a meia-vida aparente calculada a partir da fase de declínio da curva plasmática reflete a meia-vida de absorção da formulação, sendo muito mais longa que a meia-vida de eliminação real do fármaco intravenoso.
(__) Esse fenômeno é indesejável em formulações de liberação controlada, pois impede que o fármaco atinja concentrações terapêuticas estáveis, devendo a absorção ser sempre mais rápida que a eliminação.
(__) Para confirmar a ocorrência de Flip-Flop, deve-se comparar a meia-vida da formulação oral/transdérmica com a meia-vida da administração intravenosa (IV); se a da formulação for significativamente maior, confirma-se o fenômeno.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3828862 Farmácia
A distribuição de fármacos no organismo é influenciada por proteínas transportadoras de efluxo, como a Glicoproteína-P (P-gp), presentes em barreiras teciduais. Considerando o impacto da inibição ou indução desses transportadores na farmacocinética clínica, assinale a alternativa correta sobre o fenômeno de "trapping" ou aprisionamento iônico em compartimentos específicos.
Alternativas
Q3828861 Farmácia
A escolha do antisséptico adequado depende do tecido alvo e do espectro de ação. Analise as afirmativas a seguir sobre as propriedades e toxicidade da Clorexidina e do Iodopovidona (PVPI):

I. A Clorexidina possui efeito residual (substantividade) superior ao do PVPI, ligando-se ao estrato córneo e mantendo atividade antimicrobiana por horas, mas é ototóxica e neurotóxica se entrar em contato com ouvido médio ou meninges (em procedimentos de punção lombar, por exemplo).
II. O Iodopovidona é inativado rapidamente na presença de matéria orgânica (sangue, pus), diferentemente da clorexidina que mantém boa atividade nessas condições, sendo o PVPI contraindicado para neonatos prematuros devido ao risco de absorção de iodo e hipotireoidismo.
III. A Clorexidina atua por oxidação de grupos sulfidrila livres e iodação de proteínas, enquanto o PVPI atua por ruptura da membrana citoplasmática bacteriana e precipitação do conteúdo celular.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
7061: B
7062: C
7063: C
7064: D
7065: C
7066: A
7067: D
7068: A
7069: B
7070: C
7071: A
7072: D
7073: B
7074: D
7075: D
7076: D
7077: C
7078: C
7079: C
7080: A