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Q4021368 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida. 

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas.

Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4021366 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida. 

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.

De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4021365 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida. 

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto desenvolve uma explicação científica articulando conceitos, hipóteses e evidências por meio de recursos linguísticos que asseguram continuidade referencial e progressão argumentativa.

De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4021364 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida. 

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua.

Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4021363 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida. 

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto apresenta explicações científicas sobre a origem da Lua a partir de diferentes hipóteses construídas ao longo do tempo, com destaque para evidências que relacionam eventos físicos iniciais a efeitos de longa duração sobre a Terra.

De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4021307 Medicina
Os erros inatos do metabolismo devem ser suspeitados em neonatos ou crianças com deterioração neurológica súbita ou sintomas multissistêmicos inexplicados. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e  F, para as falsas:

(__) A fenilcetonúria decorre da deficiência da enzima fenilalanina hidroxilase, resultando no acúmulo de fenilalanina e danos irreversíveis ao sistema nervoso se não tratada precocemente.
(__) O teste do pezinho básico realizado no sistema público de saúde brasileiro permite o diagnóstico de mais de trezentas doenças metabólicas e genéticas de forma simultânea.
(__) As doenças de depósito lisossômico, como a Doença de Gaucher, manifestam-se frequentemente por organomegalia e alterações ósseas progressivas.
(__) A hiperamonemia grave em recém-nascidos sem sinais de infecção sugere distúrbios do ciclo da ureia, exigindo interrupção imediata da oferta proteica na dieta.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4021306 Medicina
A paralisia cerebral compreende um grupo de desordens permanentes do movimento e postura decorrentes de lesão não progressiva no cérebro fetal ou infantil. Analise as afirmativas a seguir:

I. A forma espástica é o tipo clínico mais comum de paralisia cerebral, resultando de lesão no trato corticoespinal e manifestando-se por hipertonia e hiperreflexia.
II. O sistema de classificação da função motora grossa (Gross Motor Function Classification System - GMFCS) é utilizado para quantificar o nível de mobilidade funcional em cinco níveis.
III. O diagnóstico de paralisia cerebral em recém-nascidos prematuros é estabelecido exclusivamente por meio de biópsia muscular profunda realizada na primeira hora de vida pós-natal.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4021305 Medicina
As síndromes epilépticas na infância são classificadas de acordo com a idade de início, o tipo de crise e os achados eletroencefalográficos. Em relação a estas síndromes, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021304 Medicina
A avaliação do tônus e dos reflexos é a etapa fundamental do exame neurológico do lactente para a detecção de síndromes piramidais ou extrapiramidais. Analise as afirmativas a seguir:

I. A manobra do xale (scarf sign) avalia o tônus passivo da cintura escapular, sendo aplicada em recém-nascidos a termo e pré-termo, com maior amplitude de movimento associada à hipotonia.
II. O reflexo de Moro está presente ao nascimento e tende a desaparecer por volta de 4− 6 meses de vida, sendo sua persistência indicativa de possível alteração neurológica.
III. O tônus muscular no lactente é avaliado por meio de mobilização passiva dos segmentos corporais, permitindo identificar padrões de hipotonia ou hipertonia relacionados a disfunções neurológicas centrais ou periféricas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4021303 Medicina
Os defeitos do fechamento do tubo neural resultam em malformações de gravidade variável, afetando a medula espinal e o encéfalo. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A mielomeningocele é a forma mais grave de disrafismo espinal aberto, apresentando protrusão de meninges e tecido neural através do defeito ósseo vertebral.
(__) A malformação de Chiari tipo II está frequentemente associada à mielomeningocele, caracterizando-se pela herniação de tonsilas cerebelares e tronco cerebral pelo forame magno.
(__) A suplementação periconcepcional com ácido fólico não demonstra impacto na redução da incidência de defeitos de fechamento do tubo neural em populações de risco.
(__) A anencefalia decorre da falha de fechamento da porção cefálica do tubo neural, resultando na ausência de calota craniana e desenvolvimento rudimentar do encéfalo.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4021302 Medicina
A avaliação das cefaleias em pacientes pediátricos requer a exclusão de causas secundárias por meio da identificação de sinais de perigo. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A migrânea pediátrica pode apresentar duração mais curta do que no adulto e localização frequentemente bilateral em regiões frontais ou temporais.
(__) O vômito em jato ao acordar, associado a cefaleia que desperta a criança durante a noite, é um sinal de alerta para o aumento da pressão intracraniana.
(__) A cefaleia tensional na infância manifesta-se por dor de caráter pulsátil, acompanhada obrigatoriamente de fotofobia severa e déficits neurológicos focais transitórios.
(__) Os equivalentes migranosos, como a síndrome dos vômitos cíclicos, são manifestações que podem preceder o surgimento das crises típicas de enxaqueca em escolares.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4021301 Medicina
O acompanhamento do desenvolvimento infantil exige a identificação de marcos motores, cognitivos e sociais em idades cronológicas específicas. No que se refere aos sinais de alerta para o atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021300 Psiquiatria
O transtorno do espectro autista caracteriza-se por déficits persistentes na comunicação social e padrões restritos de comportamento. No que se refere ao diagnóstico e clínica, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021299 Medicina
As meningites e encefalites virais ou bacterianas são causas significativas de morbidade neurológica na população pediátrica. Com base exclusivamente na redação atual dos protocolos de infectologia pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021298 Medicina
As crises epilépticas no período neonatal são manifestações inespecíficas de disfunção neurológica aguda. Analise as afirmativas a seguir:

I. No neonato, as crises podem manifestar-se por sinais sutis, como movimentos oculares anormais, automatismos orais (mastigação) e episódios de apneia.
II. A encefalopatia hipóxico-isquêmica constitui uma causa comum de convulsões neonatais, ocorrendo geralmente nas primeiras vinte e quatro horas de vida.
III. O uso de diazepam por via intravenosa é o tratamento de primeira escolha para a manutenção prolongada do controle de crises em prematuros de extremo baixo peso.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4021297 Medicina
O processo de filtração glomerular no néfron é regulado por um equilíbrio entre pressões hidrostáticas e oncóticas nos capilares glomerulares e na cápsula de Bowman. Em relação à dinâmica da taxa de filtração glomerular, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021296 Biologia
A organização tecidual reflete a especialização funcional das células e da matriz extracelular nos diversos órgãos. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O epitélio de transição, encontrado no revestimento da bexiga urinária, possui a capacidade de alterar sua morfologia conforme o grau de distensão do órgão, protegendo o tecido contra a toxicidade da urina.
(__) O tecido conjuntivo denso modelado caracteriza-se pela presença de fibras colágenas dispostas de forma paralela e organizada, conferindo alta resistência à tração em tendões e ligamentos.
(__) Os osteoclastos são células multinucleadas derivadas da linhagem monocito-macrofágica responsáveis pela síntese e mineralização da matriz óssea orgânica durante o crescimento epifisário.
(__) O tecido muscular estriado cardíaco apresenta discos intercalares, que são junções especializadas que permitem a comunicação elétrica e mecânica rápida entre os cardiomiócitos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4021295 Patologia
A adaptação celular frente a estímulos persistentes pode resultar em alterações morfológicas e funcionais que, embora reversíveis, podem predispor a transformações neoplásicas. Com base nos conceitos de adaptação e lesão celular, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4021294 Medicina
A defesa do organismo contra patógenos envolve uma integração orquestrada entre mecanismos inatos de ação rápida e mecanismos adaptativos de alta especificidade. Com base na fisiologia do sistema imune, analise as afirmativas a seguir:

I. A resposta imune inata utiliza receptores de reconhecimento de padrões (PRRs) para identificar padrões moleculares associados a patógenos (PAMPs), não gerando memória imunológica duradoura.
II. Os linfócitos T auxiliares (CD4+) reconhecem antígenos processados e apresentados por moléculas do complexo principal de histocompatibilidade (MHC) de classe II nas células apresentadoras de antígenos.
III. A imunidade humoral é mediada por anticorpos produzidos pelos linfócitos T citotóxicos, que promovem a neutralização direta de toxinas e a opsonização de bactérias extracelulares.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4021293 Medicina
Acerca da anatomia topográfica e das relações anatômicas de relevância clínica, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O nervo radial percorre o sulco do nervo radial no úmero, sendo vulnerável a lesões em fraturas da diáfise umeral. 
(__) A veia safena magna drena diretamente na veia femoral na região do trígono femoral, sendo referência anatômica importante para acesso venoso e procedimentos cirúrgicos.
(__) O ureter cruza anteriormente a artéria ilíaca comum na pelve, sendo esse ponto um local frequente de compressão e impactação de cálculos urinários.
(__) O nervo frênico origina-se exclusivamente do segmento torácico da medula espinhal, sendo responsável pela inervação sensitiva do diafragma.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
3941: D
3942: A
3943: A
3944: D
3945: A
3946: B
3947: D
3948: A
3949: A
3950: C
3951: C
3952: E
3953: B
3954: B
3955: C
3956: D
3957: A
3958: B
3959: E
3960: C