Questões de Concurso Comentadas para igeduc

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Q4024314 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
O texto organiza acontecimentos de dois mil e vinte e seis em torno de dois planos complementares: a leitura do cenário social mais amplo e a incidência de políticas educacionais sobre a rotina escolar. Ao articular eventos globais, transformações tecnológicas e diretrizes públicas, a exposição sugere que a escola amplia sua função formativa quando integra esses temas ao currículo, promovendo reflexão e participação cidadã.

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024313 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
A organização do texto não se limita à simples justaposição de informações. A progressão das ideias, a articulação entre parágrafos e o modo como os temas se encadeiam revelam um projeto discursivo que mantém unidade ao longo de toda a exposição, mesmo quando trata de acontecimentos distintos.

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024312 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

Analise os termos essenciais da oração e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024311 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à regência do verbo destacado.
Alternativas
Q4024310 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


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Ao "integrar" esses temas ao currículo, a escola "amplia" a capacidade crítica dos estudantes e "reforça" seu compromisso com a formação integral e democrática.

Conjugando os verbos destacados no pretérito imperfeito do subjuntivo e no futuro do pretérito do indicativo, a alternativa CORRETA é: (considere as alterações, caso ache necessário.)
Alternativas
Q4024309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


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O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online.

Analise a classificação gramatical e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024308 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


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Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica.

Analise os termos acessórios presentes na oração e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024307 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década.

Analise a organização sintática do período e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024306 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético.

Analise os termos que compõem a oração e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024305 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação


Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.

A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.

No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.

As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.

Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.

No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.

Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.

A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.

A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.

A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.

Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.

Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.


https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto "à formação" em nível superior e "à estruturação" de carreiras.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do sinal indicativo de crase nos trechos destacados.
Alternativas
Q4024304 Pedagogia
A avaliação psicopedagógica clínica e institucional busca compreender os obstáculos que impedem o sujeito de aprender, analisando o vínculo estabelecido com o objeto de conhecimento. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (EOCA) tem como objetivo observar como o sujeito interage com materiais diversos para identificar seu esquema de aprendizagem.
(__) O diagnóstico psicopedagógico deve ser um processo estático e focado estritamente na mensuração do quociente de inteligência para classificar o nível de deficiência intelectual.
(__) As provas projetivas psicopedagógicas visam investigar a dimensão afetiva do aprender, revelando a percepção do sujeito sobre sua relação com a escola, a família e consigo mesmo.
(__) O erro, na perspectiva psicopedagógica contemporânea, é compreendido como uma evidência de patologia orgânica irreversível que deve ser corrigida através de métodos puramente mecânicos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4024303 Pedagogia
A intervenção psicopedagógica institucional foca na escuta dos sujeitos da escola e na análise dos processos que geram a queixa escolar, visando o fortalecimento das relações de ensino-aprendizagem. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A atuação preventiva do psicopedagogo na escola envolve a assessoria aos professores para a flexibilização do currículo frente às necessidades dos alunos.
(__) O psicopedagogo institucional deve focar sua intervenção no atendimento clínico individualizado dos alunos indisciplinados dentro da biblioteca escolar.
(__) A análise do Projeto Político Pedagógico (PPP) é um instrumento essencial para a compreensão das concepções de aprendizagem que norteiam as práticas docentes da instituição.
(__) A intervenção institucional deve promover espaços de reflexão coletiva que permitam transformar o olhar da equipe escolar sobre o aluno que não aprende.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4024302 Pedagogia
A qualidade das interações estabelecidas na sala de aula atua como um suporte emocional indispensável para a disposição subjetiva do aluno frente aos desafios intelectuais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A relação pedagógica de autoridade deve ser exercida de forma dialógica, baseando-se no respeito mútuo e na competência profissional, sem recorrer ao autoritarismo.
(__) O efeito Pigmalião demonstra que as expectativas positivas ou negativas do professor sobre o desempenho dos alunos tendem a influenciar os resultados alcançados por eles.
(__) O clima escolar é um constructo irrelevante para a aprendizagem, uma vez que o sucesso acadêmico depende unicamente do método didático utilizado pelo docente.
(__) A escuta sensível do professor permite identificar as necessidades afetivas do estudante, favorecendo a criação de um ambiente seguro para a exploração do erro.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4024301 Pedagogia
Henri Wallon propõe uma visão psicogenética integrada do desenvolvimento humano, onde a afetividade, a cognição e a motricidade se alternam em ciclos de predominância funcional. Considerando os estágios de desenvolvimento propostos por Wallon, analise as afirmativas a seguir:

I. O estágio personalista, que ocorre aproximadamente dos 3 aos 6 anos, é caracterizado pela crise de oposição, onde a criança busca afirmar sua individualidade através da negação do outro.
II. O estágio sensório-motor e projetivo é marcado pela predominância da afetividade sobre a razão, resultando em um comportamento voltado quase que para a exploração de símbolos abstratos.
III. A adolescência é descrita como um estágio predominantemente centrípeto, voltado para a reconstrução do eu e para a consolidação de valores morais e existenciais frente às pressões sociais.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4024300 Pedagogia
A distinção diagnóstica entre dificuldades de aprendizagem e transtornos de aprendizagem é vital para a condução do acompanhamento psicopedagógico e para a adequação das práticas docentes em sala de aula. Diante do quadro clínico da Dislexia e dos fatores ambientais envolvidos na escolarização, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024299 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva determina que o sistema escolar deve se adaptar para acolher a diversidade de estudantes. Diante das diretrizes de acessibilidade e do papel do psicopedagogo na inclusão, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024298 Pedagogia
A epistemologia genética de Piaget descreve que o desenvolvimento cognitivo precede a aprendizagem, sendo a equilibração majorante o motor que impulsiona a construção de estruturas mentais. No contexto da transição entre os estágios de desenvolvimento propostos por Jean Piaget, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024297 Pedagogia
A zona de desenvolvimento proximal, conceito introduzido por Vygotsky, destaca a importância da mediação para a evolução das funções psicológicas superiores na criança. Diante da dinâmica entre o desenvolvimento real e o potencial, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024296 Pedagogia
As teorias da aprendizagem oferecem diferentes modelos explicativos sobre como o ser humano adquire e processa informações, orientando a escolha de metodologias de ensino. Considerando as divergências conceituais entre behaviorismo e construtivismo, analise as afirmativas a seguir:

I. O behaviorismo radical de Skinner foca na modificação do comportamento através do controle de contingências de reforçamento e punição.
II. O construtivismo piagetiano defende que o conhecimento é uma cópia fiel da realidade externa, impressa passivamente na mente do aluno pelo professor.
III. O sociointeracionismo vygotskyano postula que a aprendizagem é um processo socialmente mediado, onde a linguagem funciona como o principal instrumento psicológico.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4024295 Pedagogia
A neurociência e a psicologia da educação demonstram que as emoções exercem um papel modulador nos processos de atenção e consolidação da memória durante a atividade escolar. Considerando a influência da afetividade na aprendizagem, analise as afirmativas a seguir:

I. O sistema límbico, responsável pelo processamento emocional, atua em conjunto com o córtex pré-frontal para determinar a relevância dos estímulos de aprendizagem.
II. Estados de estresse crônico elevam os níveis de cortisol, o que favorece a neuroplasticidade hipocampal e acelera a recuperação de informações verbais complexas.
III. A motivação intrínseca, vinculada ao interesse próprio do sujeito pelo objeto de estudo, está associada a uma aprendizagem mais profunda e duradoura.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1121: B
1122: D
1123: C
1124: A
1125: D
1126: A
1127: A
1128: C
1129: A
1130: A
1131: A
1132: C
1133: A
1134: D
1135: A
1136: A
1137: A
1138: C
1139: D
1140: B