Questões de Concurso Para assege

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Q4108371 Não definido
Sabendo que 1 hora é equivalente a 60 minutos, e que 1 minuto tem 60 segundos, qual das alternativas abaixo representa a fração ordinária de 2 horas e 20 minutos? 
Alternativas
Q4108370 Não definido
TEXTO PARA A QUESTÃO

Numa confraternização de final de ano, o gerente financeiro de uma empresa de comunicação visual resolveu repartir parte dos lucros extras da empresa igualmente com todos os seus funcionários. O gerente financeiro verificou que se cada funcionário recebesse um bônus de R$ 600,00 ainda restariam R$ 13.000,00 dos lucros extras obtidos, e se cada funcionário recebesse um bônus de R$ 950,00, além dos lucros extras, a empresa teria que adicionar, aos lucros extras, a quantia de R$ 2.750,00 para que todos funcionários fossem contemplados.
Qual a quantidade total de funcionários da empresa?
Alternativas
Q4108369 Não definido
TEXTO PARA A QUESTÃO

Numa confraternização de final de ano, o gerente financeiro de uma empresa de comunicação visual resolveu repartir parte dos lucros extras da empresa igualmente com todos os seus funcionários. O gerente financeiro verificou que se cada funcionário recebesse um bônus de R$ 600,00 ainda restariam R$ 13.000,00 dos lucros extras obtidos, e se cada funcionário recebesse um bônus de R$ 950,00, além dos lucros extras, a empresa teria que adicionar, aos lucros extras, a quantia de R$ 2.750,00 para que todos funcionários fossem contemplados.
Qual o valor total de lucros extras repartido entre os funcionários da empresa?
Alternativas
Q4108368 Não definido
Um investimento de R$ 350,00 foi feito com taxa de juros simples de 4,0% ao mês, após quanto tempo o montante dessa aplicação será igual ao triplo do valor investido?
Alternativas
Q4108367 Não definido
OS NÚMEROS PRIMOS E OS COMPOSTOS
Os números primos são aqueles que têm exatamente como únicos divisores eles mesmos e o número um, já os números que têm outros divisores além deles mesmos e o número um são chamados de compostos, e podem ser escritos como um produto de números primos. Por exemplo, o número 2 é um número primo, pois só é divisível por um e por ele mesmo, ao passo que o número 6 não é um número primo e sim um número composto, já que tem mais de dois divisores (1, 2 e 3) e é escrito como produto de dois números primos 2 x 3 = 6.
Considerando os números naturais, primos e compostos é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4108366 Não definido
Sobre divisibilidade de números inteiros é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4108365 Não definido
TEXTO PARA A QUESTÃO

As informações a seguir versam acerca da Liodos Travel, empresa do ramo de viagens e turismo em geral, suas qualidades, atribuições, suas funcionárias (atendentes) e seu regime de trabalho num determinado ano bissexto.

I – A Liodos Travel está presente nos destinos mais procurados do mundo;

II – A Liodos Travel possui uma grande variedade de pacotes de viagens visando atender da melhor forma seus clientes e usuários;

III – As três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina trabalham na Liodos Travel e folgam a cada 3, 5 e 8 dias respectivamente independente de finais de semana e/ou feriados;

IV – Em um determinando ano bissexto, as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saíram de folga numa sexta-feira dia 21 de janeiro.

Considerando as informações acima sobre as atribuições da Liodos Travel, suas atendentes e o regime de trabalho no referido ano bissexto responda a questão a seguir.
Qual o dia da semana, imediatamente após a data de 21 de janeiro do referido ano, que as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saíram de folga juntas? 
Alternativas
Q4108364 Não definido
TEXTO PARA A QUESTÃO

As informações a seguir versam acerca da Liodos Travel, empresa do ramo de viagens e turismo em geral, suas qualidades, atribuições, suas funcionárias (atendentes) e seu regime de trabalho num determinado ano bissexto.

I – A Liodos Travel está presente nos destinos mais procurados do mundo;

II – A Liodos Travel possui uma grande variedade de pacotes de viagens visando atender da melhor forma seus clientes e usuários;

III – As três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina trabalham na Liodos Travel e folgam a cada 3, 5 e 8 dias respectivamente independente de finais de semana e/ou feriados;

IV – Em um determinando ano bissexto, as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saíram de folga numa sexta-feira dia 21 de janeiro.

Considerando as informações acima sobre as atribuições da Liodos Travel, suas atendentes e o regime de trabalho no referido ano bissexto responda a questão a seguir.
Em qual data, imediatamente após 21 de janeiro do referido ano, as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saíram de folga juntas? 
Alternativas
Q4108363 Não definido
TEXTO PARA A QUESTÃO

As informações a seguir versam acerca da Liodos Travel, empresa do ramo de viagens e turismo em geral, suas qualidades, atribuições, suas funcionárias (atendentes) e seu regime de trabalho num determinado ano bissexto.

I – A Liodos Travel está presente nos destinos mais procurados do mundo;

II – A Liodos Travel possui uma grande variedade de pacotes de viagens visando atender da melhor forma seus clientes e usuários;

III – As três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina trabalham na Liodos Travel e folgam a cada 3, 5 e 8 dias respectivamente independente de finais de semana e/ou feriados;

IV – Em um determinando ano bissexto, as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saíram de folga numa sexta-feira dia 21 de janeiro.

Considerando as informações acima sobre as atribuições da Liodos Travel, suas atendentes e o regime de trabalho no referido ano bissexto responda a questão a seguir.
A cada quantos dias, as três atendentes Ágata, Bárbara e Catarina saem de folga juntas? 
Alternativas
Q4108362 Não definido
Texto para questão 

No último quadrinho, as palavras ESSE, QUE, SE e FALA são classificadas morfologicamente e respectivamente como: 
Alternativas
Q4108361 Não definido
Texto para questão 

Observe o segundo quadrinho e analise as proposições abaixo:
I – No segundo quadrinho há dois sujeitos simples.
II- No segundo quadrinho há uma oração coordenada sindética aditiva.
III-A palavra indicador é classificada morfologicamente como verbo.
Está(ão) correta(s).
Alternativas
Q4108360 Não definido
Texto para questão 

A palavra DESEMPREGO
Alternativas
Q4108359 Não definido
Texto para questão 

No primeiro quadrinho, o verbo SER está conjugado:
Alternativas
Q4108358 Não definido
Observe o período retirado do texto “Um mito zoológico, muito difundido.” Assinale a alternativa em que todas palavras devem ser acentuadas pelo mesmo motivo de zoológico.
Alternativas
Q4108357 Não definido
Texto para questão

Ao assistir a desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.
Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.
Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.
Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda.
No período “Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de...” o termo destacado é: 
Alternativas
Q4108356 Não definido
Texto para questão

Ao assistir a desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.
Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.
Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.
Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda.
Na oração “Integrantes de um circo resolveram colocar à prova...”, a forma verbal destacada está conjugada no:
Alternativas
Q4108355 Não definido
Texto para questão

Ao assistir a desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.
Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.
Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.
Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda.
Leia o período abaixo:
Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles.
A ideia expressa pela conjunção “Como”, na primeira oração do período é de: 
Alternativas
Q4108354 Não definido
Texto para questão

Ao assistir a desenhos animados, filmes para crianças ou lendo histórias infantis, você já deve ter se deparado com a imagem de um elefante que tem medo de um rato. Provavelmente você já se perguntou se existe realidade nessa história ou se não passa de um mito. Pois bem, a resposta é: mais ou menos. Os elefantes de fato podem se assustar com a presença de ratos por perto, mas não tem a ver propriamente com o fato de serem ratos ou de algum mal que só eles possam fazer aos elefantes.
Um mito zoológico, muito difundido, é que os elefantes temem que o rato possa subir pela tromba do animal. Segundo o especialista em elefantes Richard Lair, isso não tem fundamento: se um rato tentasse escalar a tromba do elefante, seria facilmente expelido com qualquer movimento.
Seria correto dizer, como explica Lair, que eles se assustam com o movimento brusco de animais pequenos. Como estes gigantes da selva têm uma visão fraca, raramente conseguem enxergar com exatidão um animal de pequeno porte que estiver perto deles. Não precisam ser necessariamente ratos. Em uma reserva natural que abriga elefantes, na Tailândia, foi observado que um cachorro passou correndo e latindo em volta de um elefante e o bicho entrou em pânico devido aos movimentos rápidos e barulhentos aos seus pés.
Integrantes de um circo resolveram colocar à prova, em 2006, se os ratos por si próprios exerciam alguma mudança nos elefantes. Colocaram o pequeno animal, parado, às vistas do elefante, que não demonstrou nenhuma reação. Um observador dessa cena notou que os elefantes “pareciam apenas entediados” ao ver o rato, ou seja; a história do medo é mesmo só uma lenda.
Considerando o texto, analise as proposições abaixo:
1- No primeiro parágrafo do texto, há duas orações reduzidas.
2- O texto afirma que os elefantes têm medo de ratos.
3- No terceiro parágrafo do texto, relata-se o fato de um cachorro que se encontra próximo a um elefante para sustentar a afirmação de que os elefantes se assustam com movimentos bruscos feitos por qualquer animal pequeno, e não apenas por ratos.
4- No trecho “O elefante teme que o rato suba por sua tromba.”, há duas orações.
São verdadeiras:
Alternativas
Q4108353 Não definido
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O SELVAGEM

Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço. Um desenho que não parecia fazer sentido.
— O que é, meu filho? gemeu a mãe.
— Tribal.
Logo a mãe descobriu que há “escolas ” de tatuagem tribais, étnicas, new age...
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio, com três velhos colchões jogados. O porteiro dedou:
— Ficam lá, a noite toda, ouvindo música. Isso é consequência de uma sociedade que não apela para a moral do jovem.
Foram expulsos. A tia comentou:
— Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu com um a candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas. A mãe tentou se conformar.
— Até que é bonitinho!
Ela abriu a boca para agradecer. Também tinha piercing na língua!
De noite, a mãe quis aconselhar:
— Meu filho, e se sua língua ficar presa?
O rapaz olhou- a como se fosse marciana.
—Tá me tirando, mãe? Outra surpresa:
— Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos.
— Comprei assim. É lançamento. Viu a etiqueta da grife italiana. Adquirida em dez prestações no cartão!
— Você pagou tanto por uma camiseta furada!
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
— O que vai ser desse rapaz? Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Faculdade em uma cidade próxima. Dali a alguns meses, anunciou:
— Arrumei trabalho! Alívio.
— Qual o salário?
— É voluntário. Em uma ONG para proteger os meninos de rua!
O casal fugiu para o cinema. Durante a pizza, o pai vociferava:
— Pode se dar ao luxo de ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo eu só pensava em comprar um carro novo!
A mãe refletiu. Anos a fio, trocando de carro. De casa. Seria tão bom não ter esse tipo de preocupação!
O marido insistiu. Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta.
— Para quê? Não preciso de terapia!
—Você precisa conversar, tem de tomar rumo na vida! — explicou o pai.
A custo, foi convencido. Não sem alguma chantagem financeira.
O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante, com poltronas.
— Por que veio aqui? 
— Meu pai mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade.
Péssimo começo.
— Não costumo receber ninguém porque o pai mandou. Estudei com a sua mãe. Estou aqui como amigo. Não considere que é uma consulta.
— Meus pais não me entendem.
— Quem sabe você possa me dizer por quê.
— Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando par a ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia. . . e trabalhar com alguma coisa de que eu goste. Sei lá, entrei numa ONG.. .
— O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta. Cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconhece seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal. ..a juventude continuava sendo. .. a juventude.
— O que você mais quer? — perguntou.
— Dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado, tanta doença.... Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Sorriu:
— Quem sabe ter um filho, mais tarde. Despediu-se do terapeuta com um abraço. O profissional ligou.
— Qual o problema do meu filho? — quis saber o pai.
— O problema é nosso, que esquecemos como fomos. E, parafraseando a música, nos tornamos como nossos pais.
— Ahn?
Quando o pai desligou, sorria. Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?

Walcyr CARRASCO. Histórias para sala de aula: crônicas do cotidiano. SP: Moderna,2010. p.107 - 110.
Analise as proposições abaixo:
I- Na frase “O terapeuta observou as tatuagens”, a palavra destacada é substantivo, paroxítona e polissílaba.
II- No período “ O mundo anda complicado, tanta doença..., o sujeito é simples e o verbo é transitivo indireto.
III- No período “O terapeuta observou as tatuagens (agoraeram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta.”, as palavras destacadas são classificadas morfologicamente e respectivamente como substantivo, advérbio, verbo, adjetivo, substantivo e adjetivo.
IV-No período “Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! O sujeito é simples e o termo destacado é uma conjunção coordenativa adversativa.
São verdadeiras:
Alternativas
Q4108352 Não definido
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O SELVAGEM

Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço. Um desenho que não parecia fazer sentido.
— O que é, meu filho? gemeu a mãe.
— Tribal.
Logo a mãe descobriu que há “escolas ” de tatuagem tribais, étnicas, new age...
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio, com três velhos colchões jogados. O porteiro dedou:
— Ficam lá, a noite toda, ouvindo música. Isso é consequência de uma sociedade que não apela para a moral do jovem.
Foram expulsos. A tia comentou:
— Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu com um a candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas. A mãe tentou se conformar.
— Até que é bonitinho!
Ela abriu a boca para agradecer. Também tinha piercing na língua!
De noite, a mãe quis aconselhar:
— Meu filho, e se sua língua ficar presa?
O rapaz olhou- a como se fosse marciana.
—Tá me tirando, mãe? Outra surpresa:
— Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos.
— Comprei assim. É lançamento. Viu a etiqueta da grife italiana. Adquirida em dez prestações no cartão!
— Você pagou tanto por uma camiseta furada!
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
— O que vai ser desse rapaz? Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Faculdade em uma cidade próxima. Dali a alguns meses, anunciou:
— Arrumei trabalho! Alívio.
— Qual o salário?
— É voluntário. Em uma ONG para proteger os meninos de rua!
O casal fugiu para o cinema. Durante a pizza, o pai vociferava:
— Pode se dar ao luxo de ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo eu só pensava em comprar um carro novo!
A mãe refletiu. Anos a fio, trocando de carro. De casa. Seria tão bom não ter esse tipo de preocupação!
O marido insistiu. Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta.
— Para quê? Não preciso de terapia!
—Você precisa conversar, tem de tomar rumo na vida! — explicou o pai.
A custo, foi convencido. Não sem alguma chantagem financeira.
O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante, com poltronas.
— Por que veio aqui? 
— Meu pai mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade.
Péssimo começo.
— Não costumo receber ninguém porque o pai mandou. Estudei com a sua mãe. Estou aqui como amigo. Não considere que é uma consulta.
— Meus pais não me entendem.
— Quem sabe você possa me dizer por quê.
— Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando par a ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia. . . e trabalhar com alguma coisa de que eu goste. Sei lá, entrei numa ONG.. .
— O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta. Cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconhece seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal. ..a juventude continuava sendo. .. a juventude.
— O que você mais quer? — perguntou.
— Dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado, tanta doença.... Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Sorriu:
— Quem sabe ter um filho, mais tarde. Despediu-se do terapeuta com um abraço. O profissional ligou.
— Qual o problema do meu filho? — quis saber o pai.
— O problema é nosso, que esquecemos como fomos. E, parafraseando a música, nos tornamos como nossos pais.
— Ahn?
Quando o pai desligou, sorria. Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?

Walcyr CARRASCO. Histórias para sala de aula: crônicas do cotidiano. SP: Moderna,2010. p.107 - 110.
No período “Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos” o termo destacado classifica-se sintaticamente como: 
Alternativas
Respostas
661: C
662: D
663: E
664: D
665: B
666: A
667: D
668: C
669: C
670: E
671: D
672: C
673: B
674: A
675: D
676: C
677: B
678: C
679: D
680: C