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Q999971 Português

               Por que os homens ainda demoram a pensar sobre a velhice?

                                               Dra. Maisa Kairalla


      Embora todos nós, homens e mulheres, tenhamos o potencial de viver a velhice como uma realidade e em sua plenitude, a grande maioria da ala masculina ainda evita pensar sobre “ser idoso” e, com isso, deixa de se preparar para alcançar a maturidade com qualidade de vida.

      Na verdade, existe uma espécie de contradição. Os homens são considerados fisicamente mais fortes, no entanto, em termos de expectativa de vida, vivem menos que as mulheres. Podemos atribuir essa discrepância a fatores biológicos, sociais, psicológicos e comportamentais.

      Estudos apontam que os membros do sexo masculino costumam pensar, de fato, na velhice após os 45 anos de idade e, ainda assim, como algo distante. Há um erro de timing aí se considerarmos que o organismo entra no processo de envelhecimento a partir dos 28 anos.

      Mas por que será que a rapaziada empurra com a barriga esse olhar lá na frente? Podemos atribuir isso a questões como medo de que, com a idade, surjam doenças incapacitantes, que levem à perda de autonomia e independência. Também há o receio da solidão, de se tornar impotente e perder a virilidade, bem como do temor da morte.

      Todos esses pontos tornam a relação entre o homem com a saúde e a sobrevivência um tanto complexa. E ajudam a entender inclusive a resistência de parte da ala masculina a mudar alguns hábitos e a tendência a se esquivar dos cuidados preventivos.

      Diferentemente de nós, mulheres, acostumadas ao acompanhamento médico (ao menos com o ginecologista), boa parcela dos homens não costuma ter o monitoramento e a orientação do profissional de saúde – algo que deveria se estender da infância, passar pela adolescência e continuar na vida adulta. Existe, a meu ver, uma crença de que, enquanto eles estão trabalhando e são produtivos, não há razão ou tempo para se preocupar.

      Ora, não se trata de procurar pelo em ovo, como diz a sabedoria popular, mas de manter um acompanhamento que, aliado a hábitos saudáveis, reduz (e muito!) o risco de doenças. Doenças que, em última instância, vão comprometer o envelhecimento.

      Além disso, há uma questão, digamos, mais cultural e geracional que explica esse comportamento fugitivo do homem em relação à saúde e à velhice. Muitos cidadãos que hoje estão na casa dos 60 anos ou mais aprenderam que “os homens são mais fortes que as mulheres”, no sentido de serem mais ativos e provedores. Essa concepção faz com que construam uma imagem de que não correm riscos, são praticamente indestrutíveis.

      Sabemos, no entanto, que, nas últimas décadas, temos vivido mudanças notórias na sociedade que ajudam a romper esse paradigma das diferenças entre homens e mulheres. É provável que os idosos do futuro superem essa visão e tragam um novo olhar inclusive sobre o envelhecimento. Ao derrubar preconceitos e estigmas (de gênero e de qualquer outra ordem), conseguimos utilizar melhor o conhecimento e as ferramentas de prevenção. E, como consequência, envelhecemos melhor.

Disponível em:<https://saude.abril.com.br> . Acesso em: ago. 2018 [Adaptado]

No último parágrafo, a expressão “no entanto” foi utilizada para interligar
Alternativas
Q999970 Português

               Por que os homens ainda demoram a pensar sobre a velhice?

                                               Dra. Maisa Kairalla


      Embora todos nós, homens e mulheres, tenhamos o potencial de viver a velhice como uma realidade e em sua plenitude, a grande maioria da ala masculina ainda evita pensar sobre “ser idoso” e, com isso, deixa de se preparar para alcançar a maturidade com qualidade de vida.

      Na verdade, existe uma espécie de contradição. Os homens são considerados fisicamente mais fortes, no entanto, em termos de expectativa de vida, vivem menos que as mulheres. Podemos atribuir essa discrepância a fatores biológicos, sociais, psicológicos e comportamentais.

      Estudos apontam que os membros do sexo masculino costumam pensar, de fato, na velhice após os 45 anos de idade e, ainda assim, como algo distante. Há um erro de timing aí se considerarmos que o organismo entra no processo de envelhecimento a partir dos 28 anos.

      Mas por que será que a rapaziada empurra com a barriga esse olhar lá na frente? Podemos atribuir isso a questões como medo de que, com a idade, surjam doenças incapacitantes, que levem à perda de autonomia e independência. Também há o receio da solidão, de se tornar impotente e perder a virilidade, bem como do temor da morte.

      Todos esses pontos tornam a relação entre o homem com a saúde e a sobrevivência um tanto complexa. E ajudam a entender inclusive a resistência de parte da ala masculina a mudar alguns hábitos e a tendência a se esquivar dos cuidados preventivos.

      Diferentemente de nós, mulheres, acostumadas ao acompanhamento médico (ao menos com o ginecologista), boa parcela dos homens não costuma ter o monitoramento e a orientação do profissional de saúde – algo que deveria se estender da infância, passar pela adolescência e continuar na vida adulta. Existe, a meu ver, uma crença de que, enquanto eles estão trabalhando e são produtivos, não há razão ou tempo para se preocupar.

      Ora, não se trata de procurar pelo em ovo, como diz a sabedoria popular, mas de manter um acompanhamento que, aliado a hábitos saudáveis, reduz (e muito!) o risco de doenças. Doenças que, em última instância, vão comprometer o envelhecimento.

      Além disso, há uma questão, digamos, mais cultural e geracional que explica esse comportamento fugitivo do homem em relação à saúde e à velhice. Muitos cidadãos que hoje estão na casa dos 60 anos ou mais aprenderam que “os homens são mais fortes que as mulheres”, no sentido de serem mais ativos e provedores. Essa concepção faz com que construam uma imagem de que não correm riscos, são praticamente indestrutíveis.

      Sabemos, no entanto, que, nas últimas décadas, temos vivido mudanças notórias na sociedade que ajudam a romper esse paradigma das diferenças entre homens e mulheres. É provável que os idosos do futuro superem essa visão e tragam um novo olhar inclusive sobre o envelhecimento. Ao derrubar preconceitos e estigmas (de gênero e de qualquer outra ordem), conseguimos utilizar melhor o conhecimento e as ferramentas de prevenção. E, como consequência, envelhecemos melhor.

Disponível em:<https://saude.abril.com.br> . Acesso em: ago. 2018 [Adaptado]

O propósito comunicativo prioritário do texto é
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Q2950164 Legislação Federal
A ABNT NBR 9575:2010 classifica os tipos de impermeabilização segundo o material constituinte principal da camada impermeável em
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Q2950163 Engenharia Civil
De acordo com a ABNT NBR 7200:1998, quando se fizer uso de argamassas preparadas em obra, as bases de revestimento devem ter
Alternativas
Q2950162 Legislação Federal
Segundo a ABNT NBR 6484:2001, na programação de sondagens à percussão do tipo Standard Penetration Test (SPT), um dos critérios para interrupção da cravação do amostrador-padrão, antes dos 45 cm de penetração, é quando
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Q2950161 Legislação Federal
De acordo com a ABNT NBR 12.721:2006, para a verificação do Custo Unitário Básico por metro quadrado (CUB/m²) de um determinado estado, é necessária a
Alternativas
Q2950160 Engenharia Civil

A figura a seguir demonstra limites de consistência do solo, ou seja, teores de umidades limites entre os vários estados de consistência dos solos argilosos.

Imagem associada para resolução da questão

Nos limites de consistências do solo representados na figura, observa-se que

Alternativas
Q2950159 Legislação Federal
Segundo a ABNT NBR 6502:1995, a propriedade que um solo apresenta, em determinadas condições de umidade, de sofrer grandes deformações permanentes, sem apresentar ruptura, fissuramento ou apreciável variação de volume, é a
Alternativas
Q2950158 Legislação Federal
Segundo a ABNT NBR 9575:2010, o produto industrializado, com características de deformação plástica, para preenchimento, calafetação ou vedação de aberturas, tais como trincas, fendas ou juntas é definido como
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Q2950157 Legislação Federal
A junta utilizada no encontro do piso com obstáculos verticais, como paredes ou pilares de uma edificação, é definida, conforme a ABNT NBR 9817:1987, como sendo uma junta de
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Q2950156 Engenharia Civil
Na execução de piso com revestimento cerâmico, conforme ABNT NBR 9817:1987, o assentamento dos pisos cerâmicos só deve ocorrer após um período mínimo de cura da base ou da camada de regularização. No caso de não se empregar nenhum processo especial de cura, o assentamento deve ocorrer em, no mínimo,
Alternativas
Q2950155 Legislação Federal
Os elementos estruturais básicos são classificados e definidos de acordo com a sua forma geométrica e a sua função estrutural. A ABNT NBR 6118:2014 classifica esses elementos em lineares e de superfície. Conforme a referida norma, são elementos lineares:
Alternativas
Q2950154 Engenharia Civil
É o elemento definido como uma aresta inclinada delimitada pelo encontro de duas águas, formando um diedro convexo e auxiliando na captação de água na cobertura da edificação. Essa descrição refere-se a um
Alternativas
Q2950153 Engenharia Civil
Em relação aos elementos constituintes das estruturas de madeira para telhado em edificações, as peças que são fixadas sobre os caibros, atuando como apoio às telhas, são
Alternativas
Q2950152 Legislação Federal
De acordo com a ABNT NBR 6122:2010, o nível em que deve ser deixado o topo da estaca ou tubulão, de modo a possibilitar que o elemento de fundação e a sua armadura penetrem no bloco de coroamento, é a cota
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Q2950151 Engenharia Civil

Nas figuras a seguir, temos blocos cerâmicos para vedação submetidos à verificação de algumas de suas características.

Imagem associada para resolução da questão

Nas situações A e B, respectivamente, estão sendo verificados, nos blocos cerâmicos,

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Q2950150 Legislação Federal
Segundo a ABNT NBR 8545:1984, o vão máximo para o qual se dispensa o cálculo como viga, de uma verga ou contra verga, em aberturas para a instalação de portas e janelas, é de
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Q2950149 Engenharia Civil
O aditivo que mantém a consistência e reduz a água de amassamento, melhorando a resistência do concreto, é denominado aditivo
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Q2950148 Engenharia Civil
São propriedades básicas do concreto endurecido
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Q2950147 Legislação Federal
Segundo a ABNT NBR 7584:2012, o esclerômetro deve ser aferido antes da sua utilização ou a cada 300 impactos realizados na mesma inspeção, na condição de que
Alternativas
Respostas
10901: A
10902: C
10903: A
10904: B
10905: B
10906: A
10907: B
10908: C
10909: A
10910: A
10911: B
10912: A
10913: A
10914: D
10915: C
10916: D
10917: C
10918: A
10919: C
10920: D