Questões de Concurso Comentadas para funcern

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Q1204580 Gestão de Pessoas
Uma das etapas do Treinamento na Gestão de Pessoas é o Levantamento de Necessidades para Treinamento. Segundo CHIAVENATO, (1981,p.507), são eventos que constituem exclusivamente indicadores do tipo “a priori”:
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Q1204579 Administração Geral
O planejamento é uma atividade basilar para uma empresa ou instituição, pública ou privada, não importando se for pequena, média ou grande organização. Em qual das alternativas o texto refere-se ao Planejamento Operacional?
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Q1204578 Administração Geral
As funções administrativas fazem parte da rotina de qualquer empresa ou instituição (pública ou privada) e compreendem um grande universo de ações que o gestor deve tomar para manter a organização na direção pretendida. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da rotina administrativa de uma empresa ou instituição.
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Q1204577 Administração Geral
Quando se fala em liderança, pressupõe-se que pessoas serão coordenadas ou dirigidas por outras, então a questão de estilo do líder e, sobretudo, a distância que o separa do antigo chefe são pontos que precisam estar muito bem esclarecidos e entendidos pelas partes envolvidas. Qual das alternativas contém somente características de um líder?
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Q1204576 Arquivologia
Dentre os documentos oficiais utilizados nas empresas ou instituições, assinale a alternativa que se refere ao documento que é considerado um instrumento utilizado para os mais diferentes tipos de solicitações às autoridades ou órgãos públicos.
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Q1204574 Noções de Informática
Perder arquivos de HD e pendrive é muito comum, nos dias de hoje, para evitar a perda de dados importantes, algumas pessoas utilizarem o serviço de armazenamento na nuvem. São exemplos de armazenamento em nuvem:
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Q1204573 Noções de Informática
Sandra tem uma loja de roupas e deseja aumentar o lucro de suas vendas montando uma conta em uma rede social, na qual possa postar várias fotos dos seus produtos e divulgar bastante sua loja por esse meio online. A melhor alternativa para Sandra abrir sua conta é:
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Q1204571 Noções de Informática

Com base na tabela do Microsoft Excel 2016 mostrada a seguir, informe qual é a fórmula digitada para obter a média dos saldos.


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Q1204570 Noções de Informática

Analise as seguintes afirmações sobre os atalhos de teclado no Microsoft Word 2016:


l   (  ) Ctrl+B é usado para salvar o documento atual.

ll  (  ) Ctrl+Z refaz a última ação do usuário.

lll (  ) Ctrl+N abre um novo documento do Word.

lV(  ) Ctrl+X recorta o conteúdo para a área de transferência.

 

As alternativas CORRETAS são:

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Q1204569 Noções de Informática
O Windows 10 trouxe muitas inovações e novos recursos em seu sistema operacional, sendo um dos novos recursos um antivírus integrado ao Windows. O nome desse antivírus é:
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Q1204568 Noções de Informática

No programa LibreOffice Writer, vamos encontrar o seguinte botão na barra de ferramenta rápida:


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A função desse botão é:

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Q1204567 Noções de Informática

No Windows 10, é muito importante utilizar o Gerenciador de Tarefas para verificar o uso do processador, memórias e o uso do HD. É possível monitorar cada processo que está aberto no computador, conforme ilustra a figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Para abrir de forma rápida o gerenciador, podemos utilizar as seguintes teclas de atalho:

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Q1204566 Noções de Informática
O WannaCry é um ransomware, que, ao infectar um dispositivo, sequestra e criptografa os arquivos e pastas do usuário, prometendo devolver os dados apenas mediante pagamento de um resgate em bitcoins (Moeda Virtual). É correto afirmar que um ransomware é:
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Q1204562 Português

Considere as frases abaixo para atender o comando da questão a seguir.


I ___________ muitas pessoas à espera de um transplante.

II Hoje ______ 04 de setembro de 2018.

III A minha tia estava _________ estressada ontem.

IV Foi decretado que é _________________ a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos.


Marque a opção que completa RESPECTIVA e CORRETAMENTE as lacunas das frases anteriores, considerando a norma padrão da Língua Portuguesa.

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Q1204561 Português

Leia um trecho da música “Comida” para responder à questão proposta.


“[...] A gente não quer só comida,        

A gente quer comida, diversão e arte.

A gente não quer só comida,               

A gente quer saída pra qualquer parte. [...]”

(Arnaldo Antunes)


Todos os termos em destaque correspondem a

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Q1204558 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

Marque a opção em que a justificativa esteja coerente com a estrutura da frase dada como exemplo, em relação à pontuação, sintaxe e coesão.
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Q1204557 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

No trecho: “Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas”, o autor se utilizou de um recurso gramatical que aproxima os interlocutores e favorece a interação. Assinale a opção que elucida o recurso utilizado.
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Q1204556 Português

A mercadoria alucinógena


      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

      É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

      Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]

Considerando o texto apresentado anteriormente, marque a opção que o classifica CORRETA e RESPECTIVAMENTE, quanto à sequência tipológica nele predominante e ao gênero textual que o define.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNCERN Órgão: Prefeitura de Santana do Matos - RN
Q1196667 Enfermagem
O cigarro matou mais no século 20 que todas as guerras somadas: foram 100 milhões de vítimas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Uma das consequências mais frequentes no tabagismo é o enfisema pulmonar, um problema pulmonar crônico que se caracteriza pela destruição da parede dos alvéolos e perda da elasticidade dos pulmões. 
Esses efeitos poderão desencadear 
Alternativas
Q1192667 Direito Administrativo
A licitação destina-se a garantir a observância dos princípios constitucionais da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a administração pública, baseando-se nos princípios da:
Alternativas
Respostas
9001: C
9002: B
9003: A
9004: D
9005: C
9006: C
9007: B
9008: A
9009: C
9010: A
9011: D
9012: B
9013: C
9014: C
9015: D
9016: D
9017: A
9018: C
9019: B
9020: A