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Q3265862 Pedagogia
Para Nogueira, Beise e Silva (2020), atualmente, o ensino religioso no Brasil, vai se consolidando como uma área do conhecimento humano e de componente curricular, “[...] na busca pela autorrealização e pelo amadurecimento de todo o ser humano, na sua subjetividade” (NOGUEIRA; BEISE; SILVA, 2020, p. 39). Ainda de acordo com os autores, ao fazer parte da BNCC, o ensino religioso alcançou tais resultados, entre outros aspectos, pelos avanços
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Q3265861 Pedagogia
Nos estudos de Nogueira, Beise e Silva (2020), tratando sobre o Ensino Religioso Plural na Educação Básica, há a seguinte citação:

     [...] foi o principal fundamento que referendou o seguinte postulado: o direito adquirido pelo cidadão de receber do Estado, educação escolarizada sobre o tema da Religião no contexto de laicidade do Estado. Essa matéria foi tratada na legislação complementar, Lei n.º 9.475, de 1997 (BRASIL/MEC, 1997), que alterou o artigo 33 da LDB de 1996 [...] (NOGUEIRA; BEISE; SILVA, 2020, p. 30).

Nessa citação, o principal fundamento a que os autores se referem é a garantia 
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Q3265859 Pedagogia
Para atuar no 1º ano do Ensino Fundamental, as unidades temáticas e os objetos de conhecimento estabelecidos pela BNCC são, respectivamente:
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Q3265858 Pedagogia
De acordo com a BNCC, os rituais religiosos, geralmente, se realizam coletivamente em espaços e territórios que são estabelecidos como sagrados (montanhas, mares, rios, florestas, templos, santuários, caminhos, entre outros). A apropriação desses espaços para o desenvolvimento e a vivência das respectivas identidades religiosas define-se como apropriação
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Q3265857 Pedagogia
Para a BNCC (2018, p. 438), “[...] o ser humano se constrói a partir de um conjunto de relações tecidas em determinado contexto histórico-social, em um movimento ininterrupto de apropriação e produção cultural”. Nessa acepção, o sujeito é constituído como
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Q3265856 Pedagogia
Conforme estabelece a BNCC, o Ensino Religioso deve tratar os conhecimentos religiosos, tendo, como ponto de partida, os pressupostos éticos e científicos, sem privilégio de nenhuma crença ou convicção, sendo necessário abordar os conhecimentos com base nas diferentes e diversas culturas e tradições religiosas, sem desconsiderar, conforme a Base,
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Q3265855 Pedagogia
De acordo com os marcos normativos e em consonância com as competências gerais previstas pela BNCC, o Ensino Religioso deve atender aos seguintes objetivos: a) Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas percebidas na realidade dos educandos; b) Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos direitos humanos; c) Desenvolver competências e habilidades que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida, exercitando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias, de acordo com a Constituição Federal; e o último objetivo é
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Q3265854 Pedagogia
Historicamente, o Ensino Religioso no Brasil caracterizou-se por diferentes abordagens teóricometodológicas. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, no geral, o viés predominante foi
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Q3265853 Pedagogia
Nos estudos de Costa (2013), constata-se que o Ensino Religioso possui caráter interdisciplinar. Por isso, deve abordar conteúdos e objetivos que são próprios das disciplinas acadêmicas que toma por base. Assim, o Ensino Religioso tem os fundamentos acadêmico-científicos na
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Q3265852 Pedagogia
Considere o trecho a seguir.

    Temos então três pontos chaves a serem lembrados neste documento norteador para o ER: 1) o conteúdo e o objetivo geral da disciplina devem contemplar a visibilidade e respeito da diversidade religiosa brasileira; 2) É proibido qualquer proselitismo, ou seja, propagandas ou indução por parte do docente de quaisquer crenças religiosas; e 3) os dois pontos anteriores norteiam o ER de forma que este contribua para a formação do cidadão de um Estado Democrático de Direito, e não de um religioso (COSTA, 2013, p. 13).

Nesse trecho, o autor sugere três pontos que devem ser contemplados no Ensino Religioso no Brasil:
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Q3265851 Pedagogia
De acordo com Costa (2013), para os estudantes da faixa-etária entre 12 e 13 anos, alguns conceitos de cultura e de religião ainda não estão bem definidos ou compreendidos, necessitando de exemplos práticos e que se aproximem da sua realidade, como explorar a tradição religiosa vivenciada no contexto sociocultural dos respectivos estudantes. Desse modo, o planejamento de ensino para essa situação específica deve levar em conta
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Q3265850 Pedagogia
Para a definição dos conteúdos do ensino religioso, conforme dispões o § 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9.394/1996, deve-se ouvir
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Q3265849 Pedagogia
De acordo com a LDB (Lei nº 9.394/1996), a regulamentação, os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e o estabelecimento de normas para a habilitação e admissão dos professores será de responsabilidade, conforme o § 1º,
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Q3265848 Pedagogia
De acordo com o Art. 33 a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9.394/1996, o Ensino Religioso integra a formação básica do cidadão, constituindo-se como disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. Desse modo, é de matrícula
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Q3265817 História

Considere o trecho abaixo.



    Embora sendo um tema pouco explorado ou totalmente ausente no Ensino Básico, a eugenia foi incentivada no Brasil entre os primeiros anos do século XX e os anos de 1950, chegando a ter formuladores teóricos e entusiastas bem conhecidos na nossa história, como, entre outros, Roquete Pinto e Monteiro Lobato. Aqui o principal expoente e pensador foi o médico Renato Kehl que chegou a publicar um livro, cujo título era “A Cura da Fealdade” em 1923, no qual afirmava que a palavra fealdade, aqui empregada, tem a significação mais ampla do que a do entendimento corrente. Não corresponde à falta de predicados físicos (...) emprestei-lhe o sentido galtoniano [de Francis Galton, pai da eugenia [sic] de disgenesia, ou cacogenia. Em outros termos ela equivale a anormalidade, a morbidez assim como a beleza equivale a normalidade, a saúde integral”. (Kehl, 1923 apud Pietra, 2007, p.139).



A partir das informações expressas no texto, avalie as proposições a seguir.



I. Considerando que, neste período em que se desenvolveram as ideias da eugenia, cerca de 50% da população brasileira era de ex-escravizados, negros e pobres, a defesa da perfeição biológica ajudou na superação do preconceito de raça/etnia do qual eram vítimas essa parcela da população.


II. O fato de ter o engajamento de grandes figuras da literatura, da medicina e de outros setores da elite da sociedade mostra que o pensamento eugênico no Brasil tem íntima ligação com o racismo estrutural e foi, aqui, um de seus operadores.


III. No Brasil, a pouca ou nenhuma visibilidade conferida a eugenia nos livros didáticos e manuais de história do ensino básico deve-se ao fato de que aqui a eugenia não se relacionava com o racismo.


IV. Além dos negros, os alvos dos defensores da eugenia no Brasil eram também imigrantes asiáticos, judeus e latino-americanos.


V. Os únicos brasileiros na mira dos eugenistas eram aqueles que apresentavam algum distúrbio mental ou defeitos físicos congênitos, fadados ao isolamento em relação ao restante da sociedade, como meio de purificação da raça.



Estão corretas as proposições

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Q3265816 História

Considere os dois textos abaixo.



Texto I


    Lé Sénéchal-Machado e Todorov descrevem ações de campanhas pela paz no trânsito e pelo respeito à faixa de pedestre, realizadas entre 1996 e 1997 em Brasília. Parte do sucesso das referidas campanhas, que contribuíram para a mudança de práticas da população de Brasília no trânsito, é atribuída ao papel da mídia em estimular mudanças. A contribuição da mídia deu-se, segundo Lé SénéchalMachado e Todorov, pela publicação de matérias, artigos e reportagens relacionados direta ou indiretamente com problemas no trânsito em Brasília, nos quais se enfatizavam ações das referidas campanhas e a necessidade de mudança de comportamento dos motoristas brasilienses no trânsito.


Adaptado de WANG, Maria de Lima; PEREIRA, Maria Eliza Mazzilli; ANDERY, Maria Amália. Mídia, comportamento e cultura. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/pac/v7n2/v7n2a01.pdf. Acesso em: 20 set. 2022.



Texto II


É fato que a mídia representa uma forma de poder que, nas sociedades de massa, possui papéis extremamente significativos, tais como: influir na formação das agendas públicas e governamentais; intermediar relações sociais entre grupos distintos; influenciar a opinião de inúmeras pessoas sobre temas específicos e atuar como aparelhos ideológicos capazes de organizar interesses. Esses papéis são ocultados sob o lema do dever da informação, que seria neutra, independente, apartidária e a-ideológica, características invariavelmente alegadas pelos órgãos da mídia ao retratar, de forma cabotina, sua atuação.


Adaptado de FONSECA, Francisco. Mídia, poder e democracia: teoria e práxis dos meios de comunicação. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/6bCYRSVtShSg6wqwhQq6vQQ/?lang=pt. Acesso em: 20 set. 2022.



Comparando os dois textos, conclui-se que o estudo da mídia, em diferentes períodos históricos, revela a

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Q3265813 História

Considere o trecho abaixo.



    “Se um grande povo não acredita que a verdade deva ser encontrada em si mesma... se não acredita que ele sozinho se complete a si mesmo e esteja destinado a levantar-se e salvar a todo o resto pela sua verdade, imediatamente transforma-se em material etnográfico, e não mais em grande povo... uma nação que perde essa fé deixa de ser uma nação”.


DOSTOIEWISKY, Fiodor (apud) HOBSBAWN, E. A era do capital (1848 – 1875) Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977, p.101.



O texto revela um momento da história europeia na segunda metade do Século XIX. Nesse sentido, a reflexão de Dostoiewisky relaciona-se com 

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Q3265812 História

Considere o trecho abaixo.



    Na capitania do Rio Grande, ao se iniciarem os anos de 1680, oficiais de ordenanças passaram a ser permanentemente designados para frentes de conquista, oriundas de Pernambuco e da Paraíba. Esses homens realizavam na prática o objetivo último da colonização portuguesa e a eles caberia não apenas guerrear, mas também estabelecer as bases de núcleos de povoamento europeu, pois se tratava de combater os indígenas e se fixar em suas terras.


Adaptado de MONTEIRO, Denise Mattos. Terra e trabalho na história: estudos sobre o Rio Grande do Norte. Natal: EDUFRN, 2007.



O trecho expõe, de forma sucinta, os primórdios do processo histórico que proporcionou a 

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Q3265811 História

Considere o trecho abaixo.



    Muito cedo, no Brasil, as Câmaras Municipais tiveram consciência de suas funções e principalmente do papel relevante que deviam desempenhar no processo de colonização que aqui se iniciava. Organização dotada de aptidões variadas e provida de uma capacidade de adaptação admirável, logo relacionou-se com o meio, pondo-se em contato íntimo com as necessidades locais.


Adaptado de ZENHA, Edmundo. O município no Brasil (1532-1700). São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1948.



No Brasil colonial, a instituição a que o texto se refere, no exercício de suas funções, privilegiou interesses  

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Q3265810 História
A Europa passou por profundas mudanças entre os séculos XV e XVI. Reinos dessa região lançaram-se em busca de riquezas bem como, em nome da fé cristã, empreenderam navegações e explorações que resultaram na abertura de novas rotas comerciais e no estabelecimento de intercâmbios com outros povos, marcando o início da chamada Época Moderna. Entre outros resultados desse processo de expansão marítima, 
Alternativas
Respostas
7401: D
7402: C
7403: D
7404: A
7405: A
7406: C
7407: B
7408: D
7409: C
7410: A
7411: D
7412: C
7413: A
7414: C
7415: C
7416: A
7417: A
7418: A
7419: B
7420: C