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Q3521570 Gestão de Pessoas
Um bom relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho contribui para: 
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Q3521568 Meio Ambiente
Sobre a coleta seletiva de lixo, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3521567 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação à limpeza e higienização dos ambientes de trabalho, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3521566 Geografia
O gentílico de quem nasce em Jenipapo dos Vieiras é: 
Alternativas
Q3521565 História e Geografia de Estados e Municípios
O município foi criado a partir do desmembramento de: 
Alternativas
Q3521564 Geografia
A população estimada em 2024 é de:
Alternativas
Q3521563 Atualidades
O prefeito atual (2021–2024) é:  
Alternativas
Q3521562 Geografia
O município de Jenipapo dos Vieiras pertence ao estado do:
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Q3521556 Português
Sobre o uso da vírgula, marque a alternativa cuja pontuação compromete o sentido do período.  
Alternativas
Q3521555 Português
No trecho “Apesar dos conselhos, ele continuava impassível”, a palavra “impassível” indica uma qualidade do sujeito. Trata-se, portanto, de: 
Alternativas
Q3521554 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro de concordância nominal: 
Alternativas
Q3521553 Português
Observe a frase:

“A repentina mudança de clima preocupou os agricultores locais.”

Quanto à estrutura do predicado, pode-se afirmar que ele é: 
Alternativas
Q3521552 Português
Assinale a opção em que há erro quanto a classificação do sujeito. 
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Q3521551 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Considerando os elementos argumentativos do texto, pode-se afirmar que a proposta central é: 
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Q3521550 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Ao afirmar que “a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva”, o autor indica que: 
Alternativas
Q3521549 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Assinale a alternativa que melhor expressa uma crítica implícita presente no texto:  
Alternativas
Q3521548 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
Quando o autor menciona que os consumidores veem os influencers como “gente como a gente”, a intenção é destacar:  
Alternativas
Q3521547 Português
Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.

O poder dos influencers digitais nas escolhas do consumidor brasileiro

Com o crescimento das redes sociais, uma nova figura passou a exercer forte influência sobre os hábitos de consumo dos brasileiros: os chamados influencers digitais. Pessoas comuns, com grande número de seguidores e alto engajamento, tornaram-se capazes de impactar diretamente o comportamento de seus públicos, recomendando produtos, ditando tendências e, em muitos casos, moldando desejos.

Não se trata apenas de celebridades tradicionais migrando para o mundo digital, mas sim de indivíduos que construíram autoridade e carisma através da constância nas postagens, da linguagem próxima e de uma suposta autenticidade que cativa seus seguidores. Marcas perceberam rapidamente essa força e passaram a investir pesadamente em campanhas de marketing com esses influenciadores, muitas vezes com resultados mais eficazes do que os obtidos por meios tradicionais.

Esse fenômeno é particularmente visível entre os jovens, que frequentemente atribuem mais credibilidade a um vídeo no TikTok ou a uma indicação no Instagram do que a uma propaganda na televisão. Nesse contexto, a relação entre publicidade e consumo tornou-se menos institucional e mais afetiva. O que se vê é uma espécie de “amizade mercadológica”, na qual o consumidor confia porque sente que o influencer “é gente como a gente”.  

Por outro lado, especialistas alertam para os riscos dessa nova dinâmica. Nem sempre há clareza na distinção entre opinião pessoal e conteúdo patrocinado, e muitas vezes o seguidor é exposto a discursos de consumo sem que perceba a intencionalidade comercial por trás. Além disso, a valorização excessiva da estética e da ostentação em perfis digitais pode gerar frustração e compulsividade, levando ao consumo desnecessário ou endividamento.

O desafio, portanto, é equilibrar a liberdade de criação dos influenciadores com a responsabilidade ética de informar o público sobre os limites entre entretenimento e publicidade. Em tempos de algoritmos e curtidas, pensar criticamente sobre o que nos influencia tornou-se não apenas um exercício de cidadania, mas uma necessidade urgente.  
A partir da leitura do texto, é possível inferir que a ascensão dos influencers digitais está diretamente relacionada:  
Alternativas
Q3382203 História e Geografia de Estados e Municípios
No que diz respeito ao número de novas empresas registradas em Humberto de Campos até abril de 2025, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3382202 Administração Pública
Sobre a geração de empregos formais em Humberto de Campos no primeiro trimestre de 2025, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1861: B
1862: C
1863: C
1864: B
1865: C
1866: B
1867: C
1868: B
1869: B
1870: C
1871: B
1872: D
1873: D
1874: A
1875: B
1876: D
1877: C
1878: C
1879: C
1880: D