Foram encontradas 8.396 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2527615 Português
UM RAIO-X DAS FORÇAS DE SEGURANÇA PÚBLICA DO BRASIL


O efetivo de profissionais nas forças de segurança pública no país chegou a 796.180 profissionais em 2023. É isso o que aponta o Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil, estudo divulgado nesta semana pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os profissionais do setor estão divididos em 1.595 instituições, que incluem as Polícias Militares, Polícias Civis, Corpos de Bombeiros Militares, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Técnico-Científicas, Polícias Penais estaduais e federal, Polícias Legislativas e Guardas Civis Municipais.


E por que é importante falar em efetivos e carreiras das instituições de segurança pública? Estamos acostumados a destacar a dinâmica do crime e da violência, mas falamos pouco sobre os aspectos relacionados ao modelo de governança do sistema, que passa obrigatoriamente pelo debate sobre efetivos, cargos e salários das forças de segurança. Se não falarmos de gestão pública e de pessoas, não há política de segurança que consiga vencer os desafios atuais postos pelo fortalecimento das organizações criminosas e pelo medo da população ante o crime e a violência. Assim como não há como falar em valorização profissional.


Neste sentido, o FBSP conduziu este estudo que joga luz sobre um conjunto de questões associadas com a gestão e a governança do sistema de segurança pública brasileiro, com o objetivo de qualificar o debate. Foi interessante notar, por exemplo, que o efetivo das PMs foi reduzido em 6,8% ao longo da última década – em 2013, havia 434.524 policiais militares na ativa no país, número que caiu para 404.871 em 2023 -, ao mesmo tempo em que aumentou em 36% o número de cidades com Guardas Municipais, num total de 1.467 corporações do gênero. No caso da Polícia Civil e das Perícias Técnicas, a queda foi de 2%, passando de um efetivo de 116.169 profissionais em 2013 para 113.899 em 2023. Hoje existem no Brasil 95.175 guardas municipais, número inferior apenas ao de policiais militares e policiais civis. O Rio de Janeiro é o estado com a maior incidência de municípios com Guarda Municipal: 90%; o Acre, por outro lado, não tinha uma única Guarda Municipal instituída em 2023.


Tendo em vista essas informações, cabe questionar se os profissionais de segurança pública são remunerados de forma adequada. Para avançar nesta análise, o estudo comparou a remuneração dos profissionais da segurança pública do Brasil com a de outros países, a partir do poder de compra em dólar. O FBSP avaliou os salários em outros sete países: Alemanha, Estados Unidos, Chile, Canadá, França, Inglaterra e Portugal. Em todos os cenários, a remuneração média dos trabalhadores brasileiros foi inferior aos proventos dos profissionais de outras nações. No caso da França, o salário é até 78% maior que a média recebida pelos brasileiros e nos Estados Unidos, 39,7% superior. No caso norte-americano, chama a atenção, ainda, que as forças policiais são compostas por 30,5% de funcionários civis e 69,5% por policiais.


Por outro lado, ao se proceder a uma análise do peso dos servidores da área de segurança pública nos orçamentos públicos dos executivos, encontramos que, na média nacional, os servidores da ativa da área de segurança pública nos estados e Distrito Federal correspondem a 23% do total de servidores públicos, mas seu peso na folha de pagamento é de 31%. Isto é, os policiais ganham mais em média na comparação com os salários percebidos pelos demais servidores públicos dos executivos estaduais: R$ 9.023,79 nas polícias civis, militares, penais, Bombeiros e peritos contra R$ 5.978,31 dos demais servidores de carreiras estaduais e do DF.


E há mais. Esta média salarial oculta significativas discrepâncias de remuneração no interior das corporações, com destaque para os militares estaduais. Em média, um coronel recebe 4,6 vezes mais do que um soldado PM, tendo em vista que a remuneração bruta média dos soldados, menor hierarquia da corporação, é de R$ 6.358,61, enquanto a remuneração bruta média dos coronéis é de R$ 29.033,46. O menor salário bruto médio é de um soldado da PM do Rio Grande do Norte, com R$4.050,88. Ficam evidentes, portanto, os grandes desafios de gestão dos salários no setor.


A partir deste quadro, outra questão se coloca: como saber se esse efetivo de profissionais de segurança pública é suficiente para os desafios do país? Hoje o país não possui balizas legais e institucionais para orientar a reposição de quadros nas corporações de segurança, por meio de concursos públicos, ao mesmo tempo em que possibilita a formação adequada desses policiais.


De modo geral, quando se olha para os efetivos previstos ou fixados pelas polícias civis e militares, o déficit de profissionais alcança o patamar de 236 mil policiais, em números absolutos, sendo 56 mil trabalhadores apenas da Polícia Civil. Esta corporação tem hoje apenas 63% das vagas previstas preenchidas, o que sem dúvida prejudica as investigações criminais, ainda mais se levarmos em conta que parte desse efetivo também é alocado em funções administrativas.


Nas PMs, a lacuna é pouco menor: 69% das vagas encontram-se preenchidas. Em ambos os casos, cabe ressaltar que os critérios para definição dos efetivos não são objetivos o suficiente. Esse é um dos problemas que poderiam ter sido resolvidos em 2023, em meio às discussões sobre as Leis Orgânicas das Polícias Civis e Militares.


É difícil imaginar um cenário no qual tenhamos redução em nossos indicadores de criminalidade e violência sem que qualifiquemos nossas instituições de segurança pública e valorizemos adequadamente os profissionais destas instituições. Neste sentido, dados como os deste Raio-X contribuem ao lançar luz sobre esse conjunto de questões e demonstram a importância de aprofundarmos esse debate que, tradicionalmente, possui pouca visibilidade no país.



(De Renato Sérgio de Lima e David Marques. ADAPTADO. Disponível em https://fontesegura.forumseguranca.org.br/um-raio-x-das-forcas-deseguranca-publica-do-brasil/)
Com base no texto, como a variação no número de Guardas Municipais ao longo da última década reflete a mudança no modelo de governança do sistema de segurança pública no Brasil?
Alternativas
Q2527614 Português
UM RAIO-X DAS FORÇAS DE SEGURANÇA PÚBLICA DO BRASIL


O efetivo de profissionais nas forças de segurança pública no país chegou a 796.180 profissionais em 2023. É isso o que aponta o Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil, estudo divulgado nesta semana pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os profissionais do setor estão divididos em 1.595 instituições, que incluem as Polícias Militares, Polícias Civis, Corpos de Bombeiros Militares, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Técnico-Científicas, Polícias Penais estaduais e federal, Polícias Legislativas e Guardas Civis Municipais.


E por que é importante falar em efetivos e carreiras das instituições de segurança pública? Estamos acostumados a destacar a dinâmica do crime e da violência, mas falamos pouco sobre os aspectos relacionados ao modelo de governança do sistema, que passa obrigatoriamente pelo debate sobre efetivos, cargos e salários das forças de segurança. Se não falarmos de gestão pública e de pessoas, não há política de segurança que consiga vencer os desafios atuais postos pelo fortalecimento das organizações criminosas e pelo medo da população ante o crime e a violência. Assim como não há como falar em valorização profissional.


Neste sentido, o FBSP conduziu este estudo que joga luz sobre um conjunto de questões associadas com a gestão e a governança do sistema de segurança pública brasileiro, com o objetivo de qualificar o debate. Foi interessante notar, por exemplo, que o efetivo das PMs foi reduzido em 6,8% ao longo da última década – em 2013, havia 434.524 policiais militares na ativa no país, número que caiu para 404.871 em 2023 -, ao mesmo tempo em que aumentou em 36% o número de cidades com Guardas Municipais, num total de 1.467 corporações do gênero. No caso da Polícia Civil e das Perícias Técnicas, a queda foi de 2%, passando de um efetivo de 116.169 profissionais em 2013 para 113.899 em 2023. Hoje existem no Brasil 95.175 guardas municipais, número inferior apenas ao de policiais militares e policiais civis. O Rio de Janeiro é o estado com a maior incidência de municípios com Guarda Municipal: 90%; o Acre, por outro lado, não tinha uma única Guarda Municipal instituída em 2023.


Tendo em vista essas informações, cabe questionar se os profissionais de segurança pública são remunerados de forma adequada. Para avançar nesta análise, o estudo comparou a remuneração dos profissionais da segurança pública do Brasil com a de outros países, a partir do poder de compra em dólar. O FBSP avaliou os salários em outros sete países: Alemanha, Estados Unidos, Chile, Canadá, França, Inglaterra e Portugal. Em todos os cenários, a remuneração média dos trabalhadores brasileiros foi inferior aos proventos dos profissionais de outras nações. No caso da França, o salário é até 78% maior que a média recebida pelos brasileiros e nos Estados Unidos, 39,7% superior. No caso norte-americano, chama a atenção, ainda, que as forças policiais são compostas por 30,5% de funcionários civis e 69,5% por policiais.


Por outro lado, ao se proceder a uma análise do peso dos servidores da área de segurança pública nos orçamentos públicos dos executivos, encontramos que, na média nacional, os servidores da ativa da área de segurança pública nos estados e Distrito Federal correspondem a 23% do total de servidores públicos, mas seu peso na folha de pagamento é de 31%. Isto é, os policiais ganham mais em média na comparação com os salários percebidos pelos demais servidores públicos dos executivos estaduais: R$ 9.023,79 nas polícias civis, militares, penais, Bombeiros e peritos contra R$ 5.978,31 dos demais servidores de carreiras estaduais e do DF.


E há mais. Esta média salarial oculta significativas discrepâncias de remuneração no interior das corporações, com destaque para os militares estaduais. Em média, um coronel recebe 4,6 vezes mais do que um soldado PM, tendo em vista que a remuneração bruta média dos soldados, menor hierarquia da corporação, é de R$ 6.358,61, enquanto a remuneração bruta média dos coronéis é de R$ 29.033,46. O menor salário bruto médio é de um soldado da PM do Rio Grande do Norte, com R$4.050,88. Ficam evidentes, portanto, os grandes desafios de gestão dos salários no setor.


A partir deste quadro, outra questão se coloca: como saber se esse efetivo de profissionais de segurança pública é suficiente para os desafios do país? Hoje o país não possui balizas legais e institucionais para orientar a reposição de quadros nas corporações de segurança, por meio de concursos públicos, ao mesmo tempo em que possibilita a formação adequada desses policiais.


De modo geral, quando se olha para os efetivos previstos ou fixados pelas polícias civis e militares, o déficit de profissionais alcança o patamar de 236 mil policiais, em números absolutos, sendo 56 mil trabalhadores apenas da Polícia Civil. Esta corporação tem hoje apenas 63% das vagas previstas preenchidas, o que sem dúvida prejudica as investigações criminais, ainda mais se levarmos em conta que parte desse efetivo também é alocado em funções administrativas.


Nas PMs, a lacuna é pouco menor: 69% das vagas encontram-se preenchidas. Em ambos os casos, cabe ressaltar que os critérios para definição dos efetivos não são objetivos o suficiente. Esse é um dos problemas que poderiam ter sido resolvidos em 2023, em meio às discussões sobre as Leis Orgânicas das Polícias Civis e Militares.


É difícil imaginar um cenário no qual tenhamos redução em nossos indicadores de criminalidade e violência sem que qualifiquemos nossas instituições de segurança pública e valorizemos adequadamente os profissionais destas instituições. Neste sentido, dados como os deste Raio-X contribuem ao lançar luz sobre esse conjunto de questões e demonstram a importância de aprofundarmos esse debate que, tradicionalmente, possui pouca visibilidade no país.



(De Renato Sérgio de Lima e David Marques. ADAPTADO. Disponível em https://fontesegura.forumseguranca.org.br/um-raio-x-das-forcas-deseguranca-publica-do-brasil/)
No estudo realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), quais são os principais desafios apontados para a gestão das forças de segurança pública no Brasil, e como esses desafios impactam a política de segurança?  
Alternativas
Q2527613 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o censo IBGE 2022, qual a população aproximada do Município de Santa Luzia?
Alternativas
Q2527612 História e Geografia de Estados e Municípios
No passado, Santa Luzia tinha suas terras habitadas por índios pertencentes à tribo:
Alternativas
Q2527611 História e Geografia de Estados e Municípios
Em que ano Santa Luzia foi elevada à categoria de Município, por meio da Lei Estadual nº 1908?
Alternativas
Q2527610 Pedagogia
Segundo a LDB, a Educação Escolar é dividida em:  
Alternativas
Q2527609 Pedagogia
Dentre os deveres do Estado há o de garantir Educação digital, que nos termos da LDB deve ter as seguintes características:
Alternativas
Q2527608 Pedagogia
De que maneira a BNCC orienta os professores a trabalhar a competência de compreensão auditiva (listening) em Língua Inglesa?
Alternativas
Q2527607 Pedagogia
Segundo a BNCC, como deve ser abordada a produção textual no ensino de Língua Inglesa?  
Alternativas
Q2527606 Pedagogia
Quais são as estratégias recomendadas pela BNCC para a promoção da autonomia leitora em Língua Inglesa?
Alternativas
Q2527605 Pedagogia
Na BNCC, qual é a relação entre o eixo "Conhecimentos linguísticos" e as demais práticas de linguagem no ensino de Língua Inglesa? 
Alternativas
Q2527604 Pedagogia
Como a BNCC orienta a abordagem da variação linguística no ensino de Língua Inglesa?
Alternativas
Q2527603 Pedagogia
De acordo com a BNCC, como as competências interculturais são desenvolvidas no ensino de Língua Inglesa?
Alternativas
Q2527602 Pedagogia
Qual é o papel das novas tecnologias segundo a BNCC no ensino de Língua Inglesa para o desenvolvimento da leitura e da escrita?  
Alternativas
Q2527601 Pedagogia
De que maneira a BNCC sugere que os professores de Língua Inglesa abordem as práticas de oralidade em sala de aula?
Alternativas
Q2527600 Pedagogia
Na BNCC, como é descrita a integração entre as competências específicas de Língua Inglesa e a formação integral dos estudantes?
Alternativas
Q2527599 Pedagogia
Considerando a abordagem da BNCC para o Ensino Fundamental, qual é a principal função das práticas de linguagem no contexto da Língua Inglesa?
Alternativas
Q2527598 Inglês
The Landscape of the U.S. Elections This Year



The U.S. elections this year have garnered significant attention both domestically and internationally, reflecting the heightened political climate and the diverse issues at stake. As the nation gears up for the presidential, congressional, and local elections, several key themes and dynamics are shaping the electoral landscape. From the primary battles within the major parties to the influence of external factors such as the economy and global events, the 2024 elections promise to be pivotal in determining the future direction of the country.



One of the central narratives of this election cycle is the intense competition within the Republican and Democratic parties. On the Republican side, former President Donald Trump remains a dominant figure, facing both support and opposition from within his party. His primary challengers are attempting to present alternatives that align with conservative values while addressing the controversies surrounding his previous administration. Meanwhile, the Democratic party is witnessing a vigorous debate between progressive and moderate factions, with President Joe Biden seeking reelection amidst calls for new leadership.



Economic issues are at the forefront of voters' minds this year, with inflation, job creation, and tax policies being hotly debated topics. The economic recovery post-pandemic remains uneven, and voters are looking for concrete plans from candidates on how to sustain growth, support small businesses, and ensure job security. The performance of the economy is expected to play a crucial role in shaping voter preferences, especially in key swing states where economic distress is more pronounced.



Social issues, including healthcare, immigration, and climate change, continue to be significant factors influencing the election. The healthcare debate has intensified with discussions on how to improve the AƯordable Care Act or implement new healthcare reforms. Immigration remains a polarizing issue, with candidates proposing various solutions to address border security and the status of undocumented immigrants. Climate change policies are also a critical component, with younger voters particularly advocating for more aggressive actions to combat environmental challenges.



The role of social media and misinformation in the elections cannot be understated. Both major parties are leveraging digital platforms to engage with voters, disseminate their messages, and counteract misinformation. However, the proliferation of fake news and deepfakes poses a significant challenge, potentially influencing public opinion and voter behavior. EƯorts to ensure the integrity of the electoral process are being heightened, with a focus on cybersecurity and the reliability of election infrastructure.



In summary, the U.S. elections this year are characterized by a complex interplay of internal party dynamics, economic concerns, social issues, and the pervasive influence of digital media. As candidates campaign across the country, the electorate is faced with crucial decisions that will shape the nation's trajectory for years to come. The outcome of these elections will not only reflect the current political climate but also set the stage for the future of American democracy.
What challenges related to social media and misinformation are highlighted in the text?
Alternativas
Q2527597 Inglês
The Landscape of the U.S. Elections This Year



The U.S. elections this year have garnered significant attention both domestically and internationally, reflecting the heightened political climate and the diverse issues at stake. As the nation gears up for the presidential, congressional, and local elections, several key themes and dynamics are shaping the electoral landscape. From the primary battles within the major parties to the influence of external factors such as the economy and global events, the 2024 elections promise to be pivotal in determining the future direction of the country.



One of the central narratives of this election cycle is the intense competition within the Republican and Democratic parties. On the Republican side, former President Donald Trump remains a dominant figure, facing both support and opposition from within his party. His primary challengers are attempting to present alternatives that align with conservative values while addressing the controversies surrounding his previous administration. Meanwhile, the Democratic party is witnessing a vigorous debate between progressive and moderate factions, with President Joe Biden seeking reelection amidst calls for new leadership.



Economic issues are at the forefront of voters' minds this year, with inflation, job creation, and tax policies being hotly debated topics. The economic recovery post-pandemic remains uneven, and voters are looking for concrete plans from candidates on how to sustain growth, support small businesses, and ensure job security. The performance of the economy is expected to play a crucial role in shaping voter preferences, especially in key swing states where economic distress is more pronounced.



Social issues, including healthcare, immigration, and climate change, continue to be significant factors influencing the election. The healthcare debate has intensified with discussions on how to improve the AƯordable Care Act or implement new healthcare reforms. Immigration remains a polarizing issue, with candidates proposing various solutions to address border security and the status of undocumented immigrants. Climate change policies are also a critical component, with younger voters particularly advocating for more aggressive actions to combat environmental challenges.



The role of social media and misinformation in the elections cannot be understated. Both major parties are leveraging digital platforms to engage with voters, disseminate their messages, and counteract misinformation. However, the proliferation of fake news and deepfakes poses a significant challenge, potentially influencing public opinion and voter behavior. EƯorts to ensure the integrity of the electoral process are being heightened, with a focus on cybersecurity and the reliability of election infrastructure.



In summary, the U.S. elections this year are characterized by a complex interplay of internal party dynamics, economic concerns, social issues, and the pervasive influence of digital media. As candidates campaign across the country, the electorate is faced with crucial decisions that will shape the nation's trajectory for years to come. The outcome of these elections will not only reflect the current political climate but also set the stage for the future of American democracy.
How are social issues influencing the U.S. elections this year, according to the text?  
Alternativas
Q2527596 Inglês
The Landscape of the U.S. Elections This Year



The U.S. elections this year have garnered significant attention both domestically and internationally, reflecting the heightened political climate and the diverse issues at stake. As the nation gears up for the presidential, congressional, and local elections, several key themes and dynamics are shaping the electoral landscape. From the primary battles within the major parties to the influence of external factors such as the economy and global events, the 2024 elections promise to be pivotal in determining the future direction of the country.



One of the central narratives of this election cycle is the intense competition within the Republican and Democratic parties. On the Republican side, former President Donald Trump remains a dominant figure, facing both support and opposition from within his party. His primary challengers are attempting to present alternatives that align with conservative values while addressing the controversies surrounding his previous administration. Meanwhile, the Democratic party is witnessing a vigorous debate between progressive and moderate factions, with President Joe Biden seeking reelection amidst calls for new leadership.



Economic issues are at the forefront of voters' minds this year, with inflation, job creation, and tax policies being hotly debated topics. The economic recovery post-pandemic remains uneven, and voters are looking for concrete plans from candidates on how to sustain growth, support small businesses, and ensure job security. The performance of the economy is expected to play a crucial role in shaping voter preferences, especially in key swing states where economic distress is more pronounced.



Social issues, including healthcare, immigration, and climate change, continue to be significant factors influencing the election. The healthcare debate has intensified with discussions on how to improve the AƯordable Care Act or implement new healthcare reforms. Immigration remains a polarizing issue, with candidates proposing various solutions to address border security and the status of undocumented immigrants. Climate change policies are also a critical component, with younger voters particularly advocating for more aggressive actions to combat environmental challenges.



The role of social media and misinformation in the elections cannot be understated. Both major parties are leveraging digital platforms to engage with voters, disseminate their messages, and counteract misinformation. However, the proliferation of fake news and deepfakes poses a significant challenge, potentially influencing public opinion and voter behavior. EƯorts to ensure the integrity of the electoral process are being heightened, with a focus on cybersecurity and the reliability of election infrastructure.



In summary, the U.S. elections this year are characterized by a complex interplay of internal party dynamics, economic concerns, social issues, and the pervasive influence of digital media. As candidates campaign across the country, the electorate is faced with crucial decisions that will shape the nation's trajectory for years to come. The outcome of these elections will not only reflect the current political climate but also set the stage for the future of American democracy.
What economic issues are at the forefront of voters' minds in this election cycle?
Alternativas
Respostas
4401: B
4402: D
4403: C
4404: A
4405: B
4406: A
4407: A
4408: B
4409: B
4410: A
4411: D
4412: A
4413: C
4414: B
4415: C
4416: D
4417: C
4418: B
4419: B
4420: D