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Q3644611 Português
No período “A empresa informou aos candidatos que as entrevistas ocorreriam amanhã.”, a relação sintática correta é:
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Q3644610 Português
Assinale a figura de linguagem presente em: “Li Machado de Assis ontem.” 
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Q3644609 Português
A frase “A coordenação informou aos professores que seus prazos seriam prorrogados” é ambígua quanto ao referente de “seus”. Assinale a reescrita que elimina a ambiguidade e preserva a correção gramatical, sem recorrer à repetição do termo “professores”.
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Q3644608 Português

Classifique a estrutura do período:


Assim que anoiteceu, os trabalhadores encerraram o expediente e o gerente conferiu os relatórios.”

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Q3644607 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras constituem casos de derivação parassintética stricto sensu (isto é, a retirada de apenas um dos afixos impede a formação de palavra corrente no português atual).
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Q3644606 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas pela regra do hiato com i/u tônicos (i ou u tônicos, sozinhos na sílaba ou seguidos de s, precedidos de vogal).
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Q3644605 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

Assinale a alternativa que melhor traduz a tese final do texto sobre “atenção” na vida pública e no trabalho.
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Q3644604 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

No quarto parágrafo, quando o autor pergunta “o que ficou melhor para o usuário?”, o alvo retórico é:
Alternativas
Q3644603 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

Ao mencionar práticas como “janelas sem notificações”, “recusa de mensagens fora do expediente” e “semana de silêncio”, o texto sugere que os efeitos mais consistentes decorrem principalmente de:
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Q3644602 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

No trecho “...premia volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas”, qual é a crítica central dirigida a esse arranjo de produtividade? 
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Q3628510 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Durante uma reunião de professores, o cuidador de uma estudante com deficiência é questionado, em tom informal, sobre situações delicadas da vida familiar da aluna. Alguns colegas insistem para que ele compartilhe informações “para entender melhor o contexto”. Ao mesmo tempo, a família havia confiado ao cuidador relatos pessoais pedindo discrição. Diante dessa situação, a conduta CORRETA do cuidador é:
Alternativas
Q3628509 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir, considerando o papel do cuidador escolar e os princípios éticos que orientam sua atuação:

I. O cuidador deve contribuir para um ambiente acolhedor, valorizando a singularidade de cada estudante, sem confundir sua função de apoio com a de condução pedagógica, que é de responsabilidade do professor.
II. A confidencialidade sobre informações pessoais e familiares do estudante pode ser compartilhada apenas com a equipe escolar envolvida.
III. A postura profissional diante de situações delicadas implica discrição, empatia e respeito à privacidade, evitando comentários em espaços informais que possam expor estudantes ou suas famílias.
IV. O papel do cuidador restringe-se a garantir apoio físico nas atividades de locomoção, higiene e alimentação, sendo desnecessário participar da construção de um ambiente relacional de acolhimento na escola.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3628508 Pedagogia
De acordo com as diretrizes do AEE e os princípios da educação inclusiva, os cuidados de higiene, alimentação e locomoção de estudantes com deficiência devem:
Alternativas
Q3628507 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre o papel das Tecnologias Assistivas no Atendimento Educacional Especializado e sua articulação com o currículo.

I. As Tecnologias Assistivas, ao serem incorporadas às práticas pedagógicas, favorecem não apenas a compensação de limitações funcionais, mas sobretudo a ampliação da autonomia e da aprendizagem.
II. A utilização das Tecnologias Assistivas deve acontecer em ambientes específicos, como a Sala de Recursos Multifuncionais, uma vez que o uso contínuo em sala comum pode reduzir a dinâmica coletiva.
III. Tecnologias Assistivas compreendem tanto recursos sofisticados de alta tecnologia quanto adaptações de baixo custo e soluções criativas, desde que planejadas de forma integrada ao currículo e ao PEI.
IV. A aplicação das Tecnologias Assistivas é mais efetiva quando circunscrita a situações avaliativas ou momentos pontuais, pois assim assegura condições de equidade sem alterar o percurso curricular coletivo.
V. O uso pedagógico das Tecnologias Assistivas deve estar articulado às estratégias de ensino e não ser tratado como recurso paralelo, para evitar reforçar processos de exclusão escolar.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3628506 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Ana é uma estudante não verbal, público-alvo do AEE, que utiliza um dispositivo de CAA com pranchas de símbolos gráficos. Durante as rodas de leitura, a professora percebe que a estudante mostra interesse, mas sua participação é limitada porque os colegas não sabem como interagir com o recurso e frequentemente falam por ela. Nesse contexto, para apoiar a inclusão de Ana, a intervenção CORRETA alinhada às diretrizes do AEE é: 
Alternativas
Q3628505 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.
Durante uma atividade de produção de texto, a professora regente percebe que Pedro, estudante do 4º ano e público-alvo do AEE, apresenta escrita com omissões de letras, inversões frequentes, dificuldades para organizar ideias e insegurança diante das tarefas. Em paralelo, João, também acompanhado no AEE, apresenta dificuldades significativas na atenção e na autorregulação durante atividades coletivas, interrompendo colegas e mudando de foco constantemente.
Nesse contexto, e com base nas práticas pedagógicas do AEE, a intervenção CORRETA é: 
Alternativas
Q3628504 Pedagogia
No Atendimento Educacional Especializado (AEE), o planejamento pedagógico deve considerar diferentes teorias do desenvolvimento humano para favorecer a aprendizagem e a participação. Assinale a alternativa que apresenta uma prática CORRETA baseada nas teorias. 
Alternativas
Q3628503 Pedagogia
A Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), em conformidade com a legislação vigente, funciona como uma unidade pedagógica:
Alternativas
Q3628502 Pedagogia
Para o cumprimento de direitos educacionais previstos na LDB, LBI e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é necessário: 
Alternativas
Q3628501 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado em articulação com o Plano Educacional Individualizado contempla a: 
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: B
244: C
245: A
246: B
247: A
248: D
249: C
250: B
251: D
252: A
253: D
254: B
255: D
256: A
257: C
258: C
259: D
260: B