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Q3353225 Inglês
Read Text I and answer question.

Amazon says more packages are arriving in a day or less

Amazon says it is getting even more packages to customers in one day or sooner – a metric the e-retailer is promoting to customers as it faces heightened competition in online shopping. The company announced that nearly 60% of orders placed through Prime in the top 60 U.S. metro areas in the first quarter arrived the same or next day. That is up from roughly 50% in the second quarter of 2023.

Speedy delivery is a hallmark of Amazon’s Prime subscription offering, which charges members $139 a year for benefits such as two-day shipping and video streaming. The company has said it wants to make same-day and next-day delivery the standard, and it plans to double the number of same-day delivery facilities in the U.S. within the next few years.

“As we get items to customers this fast, customers choose Amazon to fulfill their shopping needs more frequently,” CEO Andy Jassy wrote in his letter to shareholders earlier this month (April, 2024). “And we can see the results in various areas including how fast our everyday essentials business is growing (over 20% y/y in Q4 2023).” And according to RBC Capital Markets data, consumers have been shown to spend and shop more often if they have one-day shipping.

Amazon’s physical footprint swelled between 2020 and 2022 as the pandemic-driven e-commerce boom pushed the company to rapidly add new warehouse and delivery centers to its logistics network. Last year, Amazon retooled that network into eight regions instead of a national model, which the company says has resulted in faster yet cheaper deliveries. Jassy, in his shareholder letter, noted that cost to serve or the cost to get a product to a shopper was down in 2023 by more than 45 cents per unit year over year.

Amazon has already stood up more than 55 same-day delivery sites in the U.S., primarily clustered around major metro areas. The facilities are roughly 100,000 square feet, compared to a typical Amazon warehouse, which can be the size of 26 football fields, and they store a smaller selection of goods that are the topselling items in each city.

Same-day sites also condense the fulfillment process, typically spread across multiple Amazon facilities under one roof. A package makes fewer stops on its route to a shopper’s doorstep, which cuts down on costs per shipment.

Amazon has bolstered investment in fast shipping as traditional retail rivals Walmart and Target have stepped up their delivery game. Walmart says it can deliver items to shoppers in as little as 30 minutes, while Target in March launched a new loyalty program that offers same-day delivery on orders more than $35 in as little as an hour.

Adapted from: https://www.nbcnews.com/business/businessnews/amazon-packages-arriving-quicker-following-heftyinvestment-rcna149840
Based on Text I, choose the correct answer
Alternativas
Q3353224 Inglês
As regards articles and prepositions, analyze the sentences below.
I. Anna bought fifteen books __ August.
II. They usually watch __ stars together.
III. Can I return your call __ six o’clock?
IV. Everyone says we’re __ united group.
In the order presented, the words that fill in the gaps in the sentences are correctly and respectively:
Alternativas
Q3353223 Inglês
Mark the alternative in which all words are plural nouns.
Alternativas
Q3353222 Inglês
Judge the sentences below.
I. Jenny missed hers flight yesterday.
II. They developed a program computer that sets it’s own security routine.
III. Gabriel, is this book yours?
The sentence(s) that indicate(s) the correct use of possessive adjectives or/and possessive pronouns is/are:
Alternativas
Q3353221 Inglês
It is correct to affirm that this sentence “If I won the lottery, I would travel abroad twice a year” describes a situation in the:
Alternativas
Q3353220 Inglês
Analyze the following sentences and choose the correct answer.
I. Where do you go __ Saturdays?
II. Lucy’s laptop is barely working.
III. They live in the countryside, don’t they?
IV. Nobody is paying attention to me.
Alternativas
Q3353219 Português
Qual é o plural do substantivo que nomeia a espécie de morcego apresentada na matéria jornalística abaixo?
Morcego-cabeça-de-martelo: conheça animal que tem cabeça de gárgula Imagem associada para resolução da questão Os [...] vivem na África central e ocidental (Crédito: Divulgação/Wikimedia Commons/Sarah H. Olson)
Da redação 08/05/2024 - 15:07
Os animais conhecidos popularmente como [...] devido ao formato não usual das cabeças de machos da espécie, que são alongadas e quadradas – se assemelham a gárgulas da arquitetura gótica. [...]
MORCEGO-CABEÇA-DE-MARTELO: conheça animal que tem cabeça de gárgula. Planeta, 08 de maio de 2024. Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/morcego-cabeca-de-martelo-conheco-animal-quetem-cabeca-de-gargula/. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Alternativas
Q3353218 Português
Identifique a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o emprego dos pares de pontuação destacados no excerto abaixo.
     “Em uma tarde de domingo na Padaria Shatila na cidade de Dearborn[,]1 no Estado americano de Michigan[,]1 uma fila de clientes se aglomerava em torno das vitrines repletas de baklavas folhadas, pilhas de meshabek (bolos egípcios retorcidos) e macarons dourados à moda libanesa.
    Enquanto os funcionários se apressavam para atender aos pedidos, clientes conversavam animados em uma mistura de árabe e inglês. ["]Lá se vão meus planos de alimentação saudável["]2 , confessou um deles a um amigo.”
HERNANDEZ, Dorothy. Como é a primeira cidade dos EUA com maioria árabe. BBC Brasil, 13 de maio de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckr5d1k70ero. Acesso em: 13 mai. 2024.
Alternativas
Q3353216 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Considerando-se a concordância verbal e nominal padrão, analise as palavras que se encontram entre parênteses nos parágrafos sexto e sétimo do texto. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta as formas que preenchem adequadamente os espaços inseridos nos parágrafos citados.
Alternativas
Q3353215 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual dos porquês abaixo preenche adequadamente a lacuna inserida entre colchetes no quinto parágrafo do artigo?
Alternativas
Q3353214 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual das estratégias abaixo NÃO foi empregada pelos autores para incluir diretamente o leitor no tema discorrido no texto?
Alternativas
Q3353213 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
O conectivo “Contudo”, utilizado no parágrafo introdutório do artigo, pode ser substituído, sem que haja alteração no sentido básico do enunciado em que ele ocorre, por
Alternativas
Q3353212 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual é a relação semântica entre as orações que compõem o período “A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência.”?
Alternativas
Q3353211 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Analise as proposições abaixo, de acordo com a argumentação apresentada no artigo.
I. A subjugação de questões ambientais em vista da atividade econômica é um fator causador de desastres naturais no Brasil.
II. Os mecanismos digitais de propagação de informações colaboram para a conscientização acerca das causas dos desastres naturais no planeta.
III. Há uma deficiência no sistema de comunicação e de prevenção de desastres naturais no Brasil, o que potencializa as consequências das catástrofes ambientais.
IV. Atualmente não há ferramentas de checagem de informações que detectem informações falsas, o que dificulta a conscientização da sociedade acerca das mudanças climáticas.
Estão de acordo com o posicionamento dos autores
Alternativas
Q3353210 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual das ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto deve vir acompanhada do acento grave?
Alternativas
Q3353026 Matemática

Considere a matriz Imagem associada para resolução da questão


Qual é o valor de −3b + 4 considerando que b é metade do determinante de A?

Alternativas
Q2593754 Pedagogia

O currículo do Piauí propõe ações que devem ser adotadas dentro de cada instituição de ensino, como a:


I.flexibilização curricular contemplando a diversidade regional e cultural, considerando as modalidades de ensino.

II.implementação de práticas educacionais unicamente teóricas, sem necessidade de integração de recursos tecnológicos.

III.capacitação de professores e gestores no uso das tecnologias contemporâneas, com destaque para a cultura digital.

IV.priorização das abordagens pedagógicas convencionais em detrimento da cultura digital como componente do currículo.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2593753 História e Geografia de Estados e Municípios

O estado do Piauí, localizado na região Nordeste do Brasil, possui uma história rica e diversificada que remonta aos tempos pré-coloniais. Em relação aos aspectos relevantes da história desse estado, marque (V) nas afirmativas verdadeiras e (F) nas falsas.


( ) O território piauiense foi alvo de disputas entre portugueses, franceses e holandeses.

( ) Os índios Tremembé foram os primeiros habitantes do litoral piauiense.

( ) Sua ocupação aconteceu em decorrência da expansão da criação de gado na região.

( ) Fundado por colonizadores britânicos que buscavam a exploração de minérios preciosos.

( ) Oficialmente reconhecido como uma capitania colonial, com a fundação de Oeiras, a primeira capital.

( ) Durante o período colonial, foi uma das regiões mais ricas do Brasil devido à sua produção agrícola.


A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q2593752 Pedagogia

A função social e política da escola é um tema de grande relevância, suscitando debates que abarcam diversas perspectivas, entre elas a visão crítica e a visão neoliberal. Em relação a essas duas perspectivas que representam diferentes visões, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª coluna.


1ª coluna:

1.Crítica.

2.Neoliberal.


2ª coluna:

( ) Destaca a preparação dos indivíduos para o mercado de trabalho, visando aumentar sua empregabilidade e produtividade.

( ) Defende a intervenção do Estado na educação para garantir o acesso equitativo à educação de qualidade e promover a justiça social.

( ) Reconhece a diversidade cultural, étnica, socioeconômica e de gênero, promovendo políticas inclusivas que respeitam e celebram as diferenças.

( ) Vê a educação como um investimento individual, voltado para o desenvolvimento de habilidades que aumentem a competitividade no mercado de trabalho.

( ) Promove a privatização e a descentralização da educação, reduzindo o papel do Estado e favorecendo políticas que beneficiam o setor privado.

( ) Valoriza habilidades específicas que são consideradas úteis para o mercado de trabalho, como habilidades de comunicação, pensamento analítico e resolução de problemas.


A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q2593751 Pedagogia

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n° 8.069/1990, fornece um arcabouço legal para garantir os direitos e a proteção integral de crianças e adolescentes na escola, como:


I.políticas que limitam a participação ativa da criança ou adolescente nas decisões que influenciam suas experiências educacionais.

II.políticas de prevenção e combate ao bullying, à violência física e psicológica, bem como à exploração sexual e ao trabalho infantil.

III.direito à educação de qualidade para todos, independentemente de raça, gênero, condição social ou deficiência, garantindo a igualdade de acesso e permanência.

IV.implementação de medidas que promovam a inclusão, a diversidade e o respeito às diferenças individuais, bem como a oferta de programas de apoio pedagógico e psicossocial para aqueles que necessitam.

V.diretrizes para a formação de professores e profissionais da educação, a importância da capacitação para lidar com as demandas específicas da infância.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
941: C
942: A
943: B
944: D
945: C
946: B
947: C
948: B
949: C
950: A
951: B
952: D
953: A
954: C
955: D
956: D
957: C
958: D
959: A
960: A