Questões de Concurso Para ufpr

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Q2702792 Pedagogia

Em relação ao PNE 13005, aprovado em 2014, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702791 Pedagogia

A universidade organiza seu projeto institucional a partir da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702790 Pedagogia

Sobre a fragmentação do conhecimento versus a interdisciplinaridade, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702776 Português

O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.


Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?


Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho


Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?

A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.

Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.

Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.

Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.

O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)

No trecho “[...] até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho”, a palavra destacada pode ser substituída por:

Alternativas
Q2702775 Português

O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.


Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?


Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho


Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?

A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.

Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.

Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.

Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.

O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)

No trecho “Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?”, a oração grifada indica:

Alternativas
Q2702772 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 03.


O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.

Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.

Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.

Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.

Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.

Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.

Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.

Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.


(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)

Na frase “Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída”, estabelece-se uma relação de:

Alternativas
Q2702591 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 03.


O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.

Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.

Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.

Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.

Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.

Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.

Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.

Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.


(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)

De acordo com o texto, a bactéria Veillonela atypica:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634993 Medicina
A respeito do tratamento da obesidade, considere as seguintes afirmativas:

1. O liraglutide apresenta efeito de perda de peso, independentemente da via de ativação neural hipotalâmica.

2. A naltrexona é um inibidor da recaptação da dopamina e da norepinefrina.

3. O orlistate é um agente adrenérgico que age nas regiões hipotalâmicas laterais.

4. A lorcaserina é um inibidor do receptor 5-HT2C.


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634992 Medicina
A respeito do sarampo, considere as seguintes afirmativas:

1. O vírus do sarampo é RNA não segmentado, de fita simples e sentido negativo e esférico.
2. O vírus do sarampo é considerado antigenicamente monotípico.
3. A resposta TH2 inicial, caracterizada pela presença de interleucina-4, é essencial para a eliminação viral.
4. O vírus do sarampo é transmitido por perdigotos respiratórios, a curta distância.


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634991 Medicina
Para o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST, na ausência de bloqueio do ramo esquerdo do feixe de His, é necessária nova elevação do segmento ST em duas derivações contíguas. É correto afirmar que essa nova elevação necessária é de:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634990 Medicina
A intervenção medicamentosa para o tratamento da migrânea, na sala de emergência, é:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634989 Medicina
A respeito das manifestações clínicas da anemia megaloblástica, considere as seguintes afirmativas:

1. Os sintomas gerais são anorexia, glossite, queilose angular, diarreia ou obstipação e hiperpigmentação da pele.
2. São acometidas as células epiteliais da superfície da boca, do estômago e do intestino delgado.
3. A base bioquímica da neuropatia causada por deficiência de cobalamina continua obscura.
4. Suplementos de ácido fólico na época da concepção e nas primeiras 12 semanas de gravidez diminuem a incidência de defeitos do tubo neural.


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634988 Medicina
Mulher, 53 anos, relata diagnóstico clínico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (32%), sem tratamento no momento. Apresenta ritmo cardíaco regular e frequência cardíaca de 62 batimentos no minuto. É portadora de insuficiência renal, com creatinina atual de 2,8 mg/dl (aumento de 20% em relação ao valor basal e com taxa de filtração glomerular de 36 mL/min/m2 ) e doença pulmonar obstrutiva crônica com necessidade de oxigênio domiciliar. Sobre o tratamento inicial da insuficiência cardíaca para essa mulher, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634987 Medicina
Os linfócitos T desempenham papel na coordenação da resposta inflamatória da asma. A respeito desse assunto, considere as seguintes afirmativas:

1. O sistema imunológico dos pacientes asmáticos tende a expressar o fenótipo TH1.
2. As células TH1, em razão da liberação de IL-5, estão associadas à inflamação eosinofílica.
3. Através de biópsia brônquica, foi demonstrado predomínio dos linfócitos T CD4+ natural killer.
4. Recentemente, foram identificadas células T inatas (ILC2) sem receptores de células T que são reguladas por citocinas epiteliais.


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634986 Medicina
É um inibidor da bomba de próton que apresenta um sistema de liberação prolongada:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634985 Medicina
A respeito da base fisiopatológica da doença ulcerosa péptica, considere as seguintes afirmativas:

1. Na úlcera duodenal, a secreção de bicarbonato está reduzida.
2. Na úlcera gástrica, a produção ácido-gástrica, basal e estimulada está normal ou reduzida.
3. O Helicobacter pylori participa do desenvolvimento do linfoma de tecido linfoide associado à mucosa (MALT).
4. A transmissão de Helicobacter pylori de uma pessoa para outra ocorre via oral-oral ou orofecal.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634984 Medicina
As causas de tireotoxicose são divididas em três grupos: hipertireoidismo primário, tireotoxicose sem hipertireoidismo e hipertireoidismo secundário. Qual patologia causa tireotoxicose sem hipertireoidismo?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634983 Medicina
As etiologias de hipoglicemia se dividem em de jejum (acima de 5 a 8 horas) e pós-prandiais (até 5 horas após a refeição). É causa de hipoglicemia pós-prandial:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634982 Medicina
As estatinas, cuja capacidade de redução é classificada em baixa, moderada e alta, de acordo com a sua intensidade de redução, são capazes de reduzir o LDL colesterol. Qual estatina e sua respectiva dosagem reduz o LDL colesterol com intensidade moderada?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Médico - Clínica Médica |
Q1634981 Medicina
A lipoproteína (a) – Lp(a) – é uma partícula de LDL com uma Apo adicional, a Apo (a), ligada à Apo B. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:

1. Existem evidências de associação independente entre elevações de Lp(a) e risco de doença cardiovascular na população geral.

2. Para quantificação de suas concentrações plasmáticas, utiliza-se a dosagem de Apo (a) massa por turbidimetria, nefelometria ou quimiluminescência, utilizando-se ensaios isoforma-insensitivos, que são pouco afetados pela heterogeneidade nas isoformas da Apo (a).

3. Essa lipoproteína deve ser medida com o paciente em jejum de 12 horas, e o valor considerado normal é até 125 mg/dl.

4. A determinação da proteína deve ser considerada na estratificação de risco em indivíduos com história familiar de doença aterosclerótica de caráter prematuro.


Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1321: A
1322: E
1323: E
1324: A
1325: E
1326: B
1327: C
1328: B
1329: D
1330: C
1331: A
1332: E
1333: B
1334: C
1335: E
1336: E
1337: A
1338: B
1339: B
1340: D