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Considere que em 31/12/T0 a Companhia Alfa adquiriu no mercado financeiro um título público federal com as seguintes características:
• Valor de aquisição do título: $10.000;
• Vencimento em 31/12/T4;
• Taxa de juros: 10% ao ano;
• Resgate do montante total, composto pelo valor de aquisição do título mais os rendimentos financeiros à taxa de juros de 10% ao ano, em 31/12/T4;
• O título tem liquidez de mercado;
• Por se tratar de ativo financeiro com liquidez de mercado, a Companhia Alfa o mensura ao valor justo por meio do resultado.
Os saldos da aplicação financeira ao final de cada ano, considerando o custo amortizado e o valor justo mensurado pela cotação do título público federal no mercado financeiro são os seguintes:

Com base nas informações acima, assinale a alternativa correta.
A Companhia Alfa apresentou em 31/12/T0 estoque no valor de $ 480, composto por 20 unidades da mercadoria Beta, cujo custo unitário de aquisição, líquido dos créditos tributários sobre compras, é $ 24. Em 31/01/T1 ocorreu a aquisição de 30 unidades da mercadoria Beta, pelo preço unitário de aquisição de $ 35. Em 28/02/T1, a empresa adquiriu 50 unidades da mercadoria Beta, pelo preço unitário de aquisição de $ 40. Por fim, em 31/03/T1, a empresa vendeu 60 unidades da mercadoria Beta pelo preço unitário de venda de $ 60. A alíquota dos tributos incidentes sobre compras, para fins de aproveitamento de créditos tributários, é 20%, e a alíquota dos tributos incidentes sobre vendas de mercadorias é 25%. Com base nessas informações, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O lucro bruto apurado pela Companhia Alfa em 31/03/T1 com a utilização do critério da Média Ponderada Móvel para o controle de estoques é $ 948.
( ) O lucro bruto apurado pela Companhia Alfa em 31/03/T1 com a utilização do critério PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) para o controle de estoques é $ 650.
( ) O valor do estoque da Companhia Alfa em 31/03/T1, apurado com a utilização do critério da Média Ponderada Móvel para o controle de estoques, é $ 1.460.
( ) O valor do estoque da Companhia Alfa em 31/03/T1, apurado com a utilização do critério PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) para o controle de estoques, é $ 1.280.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas acerca dos critérios de reconhecimento e mensuração dos componentes patrimoniais:
( ) Investimentos societários em empresas coligadas devem ser mensurados com base em seu valor justo nas demonstrações contábeis da entidade investidora.
( ) Gastos com pesquisa devem ser reconhecidos como despesa quando incorridos.
( ) Obrigações com fornecedores devem ser ajustadas ao seu valor presente na data das demonstrações contábeis sempre que o prazo de pagamento for superior a 90 dias a partir dessa data.
( ) Bens objeto de contratos de arrendamento mercantil financeiro devem ser reconhecidos como ativos pela entidade arrendatária.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Considere os seguintes crimes contra a Administração Pública:
1. Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
2. Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a Administração Pública, valendo-se da qualidade de funcionário.
3. Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
Assinale a alternativa que relaciona corretamente as condutas descritas e os respectivos tipos penais.
A não menos nobre vírgula
[...] Jacob mandou esta questão: “Sempre aprendi que o advérbio deveria vir entre vírgulas, mesmo que, às vezes, a frase fique truncada.
Quando vi que não colocou os advérbios entre vírgulas, senti que há uma esperança de me libertar dessas verdadeiras amarras dos tempos escolares. Como pontuar, afinal, nesses casos?”.
O leitor acertou na mosca quando se referiu a “essas verdadeiras amarras escolares”. Tomemos como exemplo o próprio texto do leitor, que na passagem “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” optou por pôr entre vírgulas a expressão adverbial “às vezes”, que vem entre a locução conjuntiva “mesmo que” e “a frase”, sujeito da oração introduzida por “mesmo que”.
Vamos lá. Teria sido perfeitamente possível deixar “livre” a expressão adverbial “às vezes”, ou seja, teria sido possível não empregar as duas vírgulas (“...mesmo que às vezes a frase fique truncada”). É bom que se diga que, com as duas vírgulas, a expressão “às vezes” ganha ênfase, o que não ocorreria se não fossem empregadas as vírgulas.
O que não se pode fazer de jeito nenhum nesses casos é empregar a chamada “vírgula solteira”, que é aquela que perde o par no meio do caminho. Tradução: ou se escreve “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” ou se escreve “...mesmo que às vezes a frase fique truncada”. [...]
(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/11/1831039-a-nao-menos-nobre-virgula.shtml>
As aspas ao longo texto são usadas para:
1. Indicar a escrita de outra pessoa que não o autor do texto.
2. Exemplificar o emprego incorreto da norma gramatical.
3. Marcar o uso de termos em sentido figurado.
4. Enfatizar a gravidade do problema de mau uso da vírgula.
5. Indicar o uso metalinguístico (em que a língua aponta para si mesma).
Estão corretos os itens:
A não menos nobre vírgula
[...] Jacob mandou esta questão: “Sempre aprendi que o advérbio deveria vir entre vírgulas, mesmo que, às vezes, a frase fique truncada.
Quando vi que não colocou os advérbios entre vírgulas, senti que há uma esperança de me libertar dessas verdadeiras amarras dos tempos escolares. Como pontuar, afinal, nesses casos?”.
O leitor acertou na mosca quando se referiu a “essas verdadeiras amarras escolares”. Tomemos como exemplo o próprio texto do leitor, que na passagem “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” optou por pôr entre vírgulas a expressão adverbial “às vezes”, que vem entre a locução conjuntiva “mesmo que” e “a frase”, sujeito da oração introduzida por “mesmo que”.
Vamos lá. Teria sido perfeitamente possível deixar “livre” a expressão adverbial “às vezes”, ou seja, teria sido possível não empregar as duas vírgulas (“...mesmo que às vezes a frase fique truncada”). É bom que se diga que, com as duas vírgulas, a expressão “às vezes” ganha ênfase, o que não ocorreria se não fossem empregadas as vírgulas.
O que não se pode fazer de jeito nenhum nesses casos é empregar a chamada “vírgula solteira”, que é aquela que perde o par no meio do caminho. Tradução: ou se escreve “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” ou se escreve “...mesmo que às vezes a frase fique truncada”. [...]
(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/11/1831039-a-nao-menos-nobre-virgula.shtml>
A partir da explicação dada pelo autor, considere o uso da vírgula nas seguintes afirmativas:
1. O presidente eleito disse, durante a campanha que construirá um muro entre o México e os EUA.
2. O presidente eleito disse, durante a campanha, que construirá um muro entre o México e os EUA.
3. O presidente eleito disse durante a campanha que construirá um muro entre o México e os EUA.
4. O presidente eleito disse durante a campanha, que construirá um muro entre o México e os EUA.
Está correto o uso da vírgula em:
A não menos nobre vírgula
[...] Jacob mandou esta questão: “Sempre aprendi que o advérbio deveria vir entre vírgulas, mesmo que, às vezes, a frase fique truncada.
Quando vi que não colocou os advérbios entre vírgulas, senti que há uma esperança de me libertar dessas verdadeiras amarras dos tempos escolares. Como pontuar, afinal, nesses casos?”.
O leitor acertou na mosca quando se referiu a “essas verdadeiras amarras escolares”. Tomemos como exemplo o próprio texto do leitor, que na passagem “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” optou por pôr entre vírgulas a expressão adverbial “às vezes”, que vem entre a locução conjuntiva “mesmo que” e “a frase”, sujeito da oração introduzida por “mesmo que”.
Vamos lá. Teria sido perfeitamente possível deixar “livre” a expressão adverbial “às vezes”, ou seja, teria sido possível não empregar as duas vírgulas (“...mesmo que às vezes a frase fique truncada”). É bom que se diga que, com as duas vírgulas, a expressão “às vezes” ganha ênfase, o que não ocorreria se não fossem empregadas as vírgulas.
O que não se pode fazer de jeito nenhum nesses casos é empregar a chamada “vírgula solteira”, que é aquela que perde o par no meio do caminho. Tradução: ou se escreve “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” ou se escreve “...mesmo que às vezes a frase fique truncada”. [...]
(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/11/1831039-a-nao-menos-nobre-virgula.shtml>
Leia o texto:
Beija eu!
Beija eu!
Beija eu, me beija
Deixa
O que seja ser...
Com base no texto “Beija eu”, de Arnaldo Antunes, e considerando a norma padrão da língua portuguesa, considere as seguintes afirmativas:
1. No 3º verso, a construção “Me beija” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, seria “Beije-me”.
2. No 4º verso “Deixa...” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, seria “Deixe”.
3. No 1º verso “Beija eu...” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, seria “Beija a mim”.
Assinale a alternativa correta.
Considere o seguinte texto:
Ministro da Educação erra no português e internet não perdoa
Em entrevista à Globo News na semana passada, o ministro da Educação, Mendonça Filho, errou no português e a internet não perdoou o deslize do político. “Haverão mudanças, mas essas mudanças não ocorrerão em um curto prazo”, disse ele, ao responder sobre as propostas para o novo Enem.
O plural do verbo haver, de acordo com a regra da língua portuguesa, é considerado impessoal, ou seja, não tem sujeito. Sendo assim, usa-se haver (no sentido de ocorrer) sempre no singular. O correto então seria: “haverá mudanças”.
(https://catracalivre.com.br/geral/educacao-3/indicacao/ministro-da-educacao-erra-no-portugues-e-internet-nao-perdoa/)
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa em que o verbo “haver” foi usado corretamente.
Considere o seguinte trecho inicial de um parágrafo:
Sem dúvida, a maior contribuição de Blade Runner 2049 é a sua assustadora atualidade – mesmo vislumbrando como seria o mundo daqui a 32 anos.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto.
( ) Durante 35 anos, a mínima menção a essa possibilidade já era motivo para as mais acaloradas reações por parte de um peculiar público cinéfilo, sempre refratário.
( ) As suas propostas constituem, a meu ver, um dos pontos principais do filme.
( ) Essa função caberia ao canadense Dennis Villeneuve, que vinha, até então, com um currículo respeitável na bagagem. A Scott caberia a produção executiva do novo filme.
( ) O culto em torno de Blade Runner, O Caçador de Androides tornou o filme, ao longo de pouco mais de três décadas, um clássico da ficção científica, daqueles que não se imagina tendo uma continuação ou uma refilmagem, tal o processo de sacralização que se operou em seu entorno.
( ) Eis que, há uns dois anos, mais ou menos, se anunciou que estava em curso a produção de uma continuação de Blade Runner. A principal informação era a de que o novo filme iria contar com Harrison Ford, que deu vida eterna ao policial Rick Deckard, mas não com Ridley Scott na direção.
(Adaptado de: <https://diplomatique.org.br/assustadora-atualidade-de-blade-runner-2049-2/>.)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
Leia a tirinha a seguir:

O efeito de humor dessa tirinha é causado: