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Analise as afirmativas abaixo sobre Máquina de Turing e linguagens:
I. Toda linguagem recursivamente enumerável é também uma linguagem regular, pois pode ser aceita por uma máquina de Turing não-determinística.
II. A união de duas linguagens recursivas é uma linguagem recursiva.
III. III O problema da parada pode ser resolvido por uma máquina de Turing determinística, desde que tenha uma quantidade de fita infinita disponível.
IV. Toda linguagem recursiva também é recursivamente enumerável.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
I. L é uma linguagem regular.
II. É possível construir um autômato finito determinístico (DFA) que reconhece a linguagem L.
III. A linguagem L não pode ser denotada por uma expressão regular.
IV. A linguagem L pertence à classe de linguagens livres de contexto, mas não à classe de linguagens regulares.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Considere um autômato finito determinístico (AFD) A=(Q,Σ,δ,q0,F), onde:
• Q={q0,q1,q2} é o conjunto de estados.
• Σ={a,b} é o alfabeto.
• A função de transição δ é definida da seguinte maneira:
• δ(q0,a)=q1
• δ(q0,b)=q0
• δ(q1,a)=q1
• δ(q1,b)=q2
• δ(q2,a)=q1
• δ(q2,b)=q0
• O estado inicial é q0.
• O conjunto de estados de aceitação é F={q1}.
Qual das seguintes expressões descreve corretamente a linguagem reconhecida pelo autômato A?
No contexto de arquiteturas de computadores, a técnica de pipeline é frequentemente utilizada para aumentar o desempenho da CPU. No entanto, o uso dessa técnica envolve uma série de desafios relacionados ao controle do fluxo de dados e da execução de instruções.
Considerando isso, qual das alternativas a seguir melhor descreve um dos principais problemas associados ao uso de pipeline e uma possível solução para esse problema?
Uma das características fundamentais na arquitetura de computadores é o uso de diferentes níveis de memória, otimizando o tempo de acesso aos dados e a eficiência do sistema. Em relação à hierarquia de memória, usada em computadores, considere as seguintes afirmações:
I. Memórias cache são projetadas para serem mais rápidas que a memória principal (RAM).
II. Memórias secundárias, como discos rígidos (HDDs) e unidades de estado sólido (SSDs), possuem maior capacidade de armazenamento, mas seu tempo de acesso é mais lento que o tempo de acesso da memória cache e da memória principal.
III. A capacidade de armazenamento de memórias caches é inferior à capacidade de armazenamento da memória principal (RAM).
IV. O tempo exigido para a falta na cache depende tanto da latência quanto da largura de banda da memória. A latência determina o tempo para apanhar a primeira palavra do bloco e a largura de banda determina o tempo para apanhar o restante desse bloco.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Ao longo dos anos novas possibilidades de interação entre música e dança surgiram em medida que novos dispositivos tecnológicos foram se desenvolvendo, como câmeras infravermelhas, sensores ópticos, unidades de medição inercial, sensores de presença (infravermelho e ultrasom), microcontroladores, etc. (SOUZA, 2018, p. 71). Segundo o autor, essas possibilidades fizeram com que as questões fundamentais acerca do processo de interação entre as diferentes artes permanecessem e novas nuances fossem adquiridas.
Diante disso, é incorreto afirmar que:
Nas últimas décadas do século XIX, o Brasil experenciou significativas transformações, resultantes, em grande parte, da Guerra do Paraguai (1865-1870), da abolição da escravidão (1888), da queda do Império e do advento da República (1889). Segundo Souza (2023) a passagem do Brasil Império ao Brasil República foi amplamente marcada pelas contradições das relações sociais que se " harmonizavam" a partir dos diferentes interesses de classe e ocorrências sociais, envolvendo movimentos de ruptura e de continuidade com o passado.
Em relação ao conhecimento estético-artístico, enquanto saber escolar, no âmbito da Educação Profissional no Brasil República, marque V para as sentenças verdadeiras abaixo e F para as falsas.
( ) No que se refere ao ensino dos conhecimentos estéticos-artísticos, as Escolas de Aprendizes e Artífices ao mesmo tempo que aprofundaram a ideia de uma educação funcional ao mercado (artesania), como havia sido nos Liceus, também promoveram o seu esvaziamento à medida que as dimensões mais técnicas, especificas de cada trabalho e oficio, ganham destaque enquanto conhecimento " útil " ao desenvolvimento da indústria e da economia.
( ) O conhecimento estético-artístico encontrava-se em escalada crescente de esvaziamento e ainda, quando presente, inserido a partir de um planejamento mecânico e funcional, embora houvesse no país um significativo movimento artístico expresso, a Semana Nacional de Arte Moderna que, de certo modo, impactou a sociedade nas primeiras décadas do século XX, incluindo o campo educacional.
( ) Apesar de o conhecimento estético-artístico ganhar espaço nas escolas de ensino básico, o que se tem na Educação Profissional é um crescente esvaziamento desse conteúdo e uma, também crescente, defesa ideológica de construção da pecha de que esse tipo de conhecimento é " útil " para esse tipo de formação.
( ) Constata-se que a formação profissional do trabalhador brasileiro se pautou, em detrimento da dignidade do conhecimento estético-artístico, majoritariamente, no desenvolvimento dos saberes relacionados a artesania que, em síntese, representou os saberes ligados aos diversos ofícios da época.
( ) O conhecimento estético-artístico e todo seu potencial formativo foi praticamente expulso e/ou esvaziado da formação do trabalhador brasileiro. Disso decorre o estreitamento da sua formação, uma vez que o conhecimento estético-artístico, objetivação demasiadamente humana, tensiona os limites de uma formação utilitarista no âmbito da Educação Profissional;
Era 1993, e eu, educadora musical, recém chegava de mudança a Uberlândia. Esse estranhamento estava diretamente vinculado à minha história de vida em outro contexto urbano (São Paulo) e em outro mundo musical, o mundo escolar e acadêmico ao qual o Conservatório se vincula. O mais impressionante para mim naquela primeira experiência de uma Festa de Congado foi um grupo de cerca de oito meninos posicionados em círculo, vestidos com seus uniformes coloridos, com ripiliques à mão, dançando no pátio da igreja emmeio aos batidos dos outros congadeiros homens. Ampla audiência circundava todos e tomava conta do adro e seus arredores, na manhã ensolarada do domingo de Festa. Os meninos tocavam e dançavam ao mesmo tempo. Os batidos nas caixas eram fortes e seguros, e mesmo pequenos para o tamanho dos instrumentos, os meninos movimentavam para cima e para baixo os ripiliques, acompanhando os movimentos de pernas que igualmente subiam e desciam em grandes saltos. O envolvimento intenso, o corpo solto e a expressão de prazer impressionaram-me e, de imediato, lembrei-me das relações de crianças com o fazer musical em outra situação já conhecida: as aulas de música em escolas. E o que me veio à mente foi ausência comum de envolvimento, corpos retraídos e expressões de tédio. (ARROYO, 1999, p.19).
Com relação à narrativa acima, podemos considerar incorreta a seguinte alternativa: