Questões de Concurso Para makiyama

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Q470381 Legislação de Trânsito
O Anexo II do CTB normatiza que à sinalização de advertência estão associadas as cores:
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Q470380 Legislação de Trânsito
Tem por finalidade informar aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso das vias. Suas mensagens são imperativas e o desrespeito a elas constitui infração.”

De acordo com o Anexo II do CTB, a descrição acima diz respeito à sinalização de:
Alternativas
Q470379 Legislação de Trânsito
De acordo com o CTB, as vias abertas à circulação, de acordo com sua utilização, classificam-se em: vias urbanas e vias rurais. São classificadas como vias urbanas:
Alternativas
Q470378 Legislação de Trânsito
De acordo com o CTB, o condutor utilizará o pisca-alerta quando a regulamentação da via assim o determinar e:
Alternativas
Q470377 Legislação de Trânsito
De acordo com o CTB, o trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá, dentre outras, à seguinte norma:
Alternativas
Q470376 Legislação de Trânsito
Assinale a única alternativa que NÃO se configura como um dever do usuário terrestre, de acordo com o CTB.
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Q470375 Legislação de Trânsito
De acordo com o CTB, os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à
Alternativas
Q470374 Português
Nesse caso, a frequência cardíaca se eleva tanto que o coração treme em vez de bater.

Na período acima, observa-se nas orações, respectivamente, uma relação de:
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Q470373 Português
Ele tende a acertar e manter seu compasso ideal.

Como ficam os verbos grifados no trecho acima conjugados na terceira pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo, respectivamente?
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Q470372 Português
Em qual das alternativas abaixo o emprego da vírgula está CORRETO?
Alternativas
Q470371 Português
Assinale a única alternativa em que a concordância verbal esteja CORRETA.
Alternativas
Q470370 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à concordância verbal:
Alternativas
Q470369 Português
 O mito de Narciso 


Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.

Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.

Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.

Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013


Logo após a morte de Narciso, as ninfas:
Alternativas
Q470368 Português
 O mito de Narciso 


Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.

Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.

Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.

Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013


De acordo com o texto acima, Narciso morreu
Alternativas
Q470367 Português
 O mito de Narciso 


Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.

Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.

Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.

Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013


Quem resolveu castigar Narciso com um triste fim?
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Q470366 Português
 O mito de Narciso 


Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.

Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.

Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.

Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013


De acordo com o texto, Narciso:
Alternativas
Q470365 Português
 O mito de Narciso 


Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.

Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.

Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.

Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013


A palavra repelida, no texto, tem o mesmo sentido de:
Alternativas
Q376943 Espanhol
A hora toca aumento de la velocidad en autopista
Interior estudia elevar los límites en autovías. La decisión depende del impacto en medio
ambiente, por el “dineral” que paga España en derechos de emisión

        Después de haber escuchado durante gran parte de 2011 a científicos, ecologistas y expertos en seguridad vial y en consumo argumentar los beneficios de conducir más despacio, el ministro del Interior, Jorge Fernández Díaz, acaba de mostrarse “abierto” a un posible incremento de la velocidad en autovías y autopistas, por encima del máximo actual permitido de 120 kilómetros por hora. Y basta mencionar la velocidad para abrir la caja de Pandora, porque la alteración de los límites, ya sea al alza o a la baja, es siempre polémica y alimenta la esperanza de los fabricantes y los clubes de automovilistas, a favor de circular más rápido por las buenas carreteras, mientras que dispara las alarmas de las asociaciones de víctimas, los ecologistas y los consumidores, contrarios a cualquier tipo de aumento.       
       (...) es cierto que la decisión generó un intenso debate en torno a la velocidad y los expertos coincidieron en que circular más despacio no solo era más barato sino que contaminaba menos y reducía las posibilidades de sufrir un accidente mortal de tráfico.(...) ¿Cuáles son entonces los razonamientos para elevar ahora el límite de velocidad?
       El ministro no los ha explicado. Es en realidad una propuesta del portavoz de Convergéncia i Unió [CiU] en la Comisión de Seguridad Vial del Congreso, Jordi Jané. Pero Jorge Fernández aseguró estar dispuesto a considerarla, sin dar plazos ni cifras sobre el nuevo límite, aunque supeditó la decisión a un análisis sobre los efectos en el medio ambiente por el posible incremento de las emisiones de gases de efecto invernadero, porque, según explicó, España ya paga un “dineral” en derechos de emisión de estos gases. En cambio, no estimó necesario un estudio sobre la repercusión en el aumento de víctimas mortales en accidente de tráfico. No tendrá “tanta incidencia” en la siniestralidad vial, consideró Fernández, ya que, según razonó, el 75% de las muertes al volante se producen en carreteras convencionales, no en autopistas y autovías.(...)

Acesso em 08/07/2013 - http://sociedad.elpais.com
Os gases de efecto invernadero nada mais são do que:

Alternativas
Q376942 Espanhol
A hora toca aumento de la velocidad en autopista
Interior estudia elevar los límites en autovías. La decisión depende del impacto en medio
ambiente, por el “dineral” que paga España en derechos de emisión

        Después de haber escuchado durante gran parte de 2011 a científicos, ecologistas y expertos en seguridad vial y en consumo argumentar los beneficios de conducir más despacio, el ministro del Interior, Jorge Fernández Díaz, acaba de mostrarse “abierto” a un posible incremento de la velocidad en autovías y autopistas, por encima del máximo actual permitido de 120 kilómetros por hora. Y basta mencionar la velocidad para abrir la caja de Pandora, porque la alteración de los límites, ya sea al alza o a la baja, es siempre polémica y alimenta la esperanza de los fabricantes y los clubes de automovilistas, a favor de circular más rápido por las buenas carreteras, mientras que dispara las alarmas de las asociaciones de víctimas, los ecologistas y los consumidores, contrarios a cualquier tipo de aumento.       
       (...) es cierto que la decisión generó un intenso debate en torno a la velocidad y los expertos coincidieron en que circular más despacio no solo era más barato sino que contaminaba menos y reducía las posibilidades de sufrir un accidente mortal de tráfico.(...) ¿Cuáles son entonces los razonamientos para elevar ahora el límite de velocidad?
       El ministro no los ha explicado. Es en realidad una propuesta del portavoz de Convergéncia i Unió [CiU] en la Comisión de Seguridad Vial del Congreso, Jordi Jané. Pero Jorge Fernández aseguró estar dispuesto a considerarla, sin dar plazos ni cifras sobre el nuevo límite, aunque supeditó la decisión a un análisis sobre los efectos en el medio ambiente por el posible incremento de las emisiones de gases de efecto invernadero, porque, según explicó, España ya paga un “dineral” en derechos de emisión de estos gases. En cambio, no estimó necesario un estudio sobre la repercusión en el aumento de víctimas mortales en accidente de tráfico. No tendrá “tanta incidencia” en la siniestralidad vial, consideró Fernández, ya que, según razonó, el 75% de las muertes al volante se producen en carreteras convencionales, no en autopistas y autovías.(...)

Acesso em 08/07/2013 - http://sociedad.elpais.com
Em uma cantina, um turista espanhol pede ao garçom: “El almuerzo del día, sin el postre, por favor.” Qual a tradução correta da fala do turista?

Alternativas
Q376941 Espanhol
A hora toca aumento de la velocidad en autopista
Interior estudia elevar los límites en autovías. La decisión depende del impacto en medio
ambiente, por el “dineral” que paga España en derechos de emisión

        Después de haber escuchado durante gran parte de 2011 a científicos, ecologistas y expertos en seguridad vial y en consumo argumentar los beneficios de conducir más despacio, el ministro del Interior, Jorge Fernández Díaz, acaba de mostrarse “abierto” a un posible incremento de la velocidad en autovías y autopistas, por encima del máximo actual permitido de 120 kilómetros por hora. Y basta mencionar la velocidad para abrir la caja de Pandora, porque la alteración de los límites, ya sea al alza o a la baja, es siempre polémica y alimenta la esperanza de los fabricantes y los clubes de automovilistas, a favor de circular más rápido por las buenas carreteras, mientras que dispara las alarmas de las asociaciones de víctimas, los ecologistas y los consumidores, contrarios a cualquier tipo de aumento.       
       (...) es cierto que la decisión generó un intenso debate en torno a la velocidad y los expertos coincidieron en que circular más despacio no solo era más barato sino que contaminaba menos y reducía las posibilidades de sufrir un accidente mortal de tráfico.(...) ¿Cuáles son entonces los razonamientos para elevar ahora el límite de velocidad?
       El ministro no los ha explicado. Es en realidad una propuesta del portavoz de Convergéncia i Unió [CiU] en la Comisión de Seguridad Vial del Congreso, Jordi Jané. Pero Jorge Fernández aseguró estar dispuesto a considerarla, sin dar plazos ni cifras sobre el nuevo límite, aunque supeditó la decisión a un análisis sobre los efectos en el medio ambiente por el posible incremento de las emisiones de gases de efecto invernadero, porque, según explicó, España ya paga un “dineral” en derechos de emisión de estos gases. En cambio, no estimó necesario un estudio sobre la repercusión en el aumento de víctimas mortales en accidente de tráfico. No tendrá “tanta incidencia” en la siniestralidad vial, consideró Fernández, ya que, según razonó, el 75% de las muertes al volante se producen en carreteras convencionales, no en autopistas y autovías.(...)

Acesso em 08/07/2013 - http://sociedad.elpais.com
Semanticamente, a expressão siniestralidad vial tem o mesmo sentido de outra expressão encontrada no texto, indicada na alternativa:

Alternativas
Respostas
681: B
682: A
683: E
684: A
685: C
686: D
687: E
688: C
689: A
690: B
691: C
692: D
693: A
694: C
695: E
696: D
697: B
698: C
699: B
700: A