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Q3649163 Matemática
Calcule: 3 / 4 + 2 / 4 - 1 / 2 . O resultado será
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Q3649162 Matemática
O saldo de uma conta era R$ –150,00. Após um depósito de R$ 200,00, o saldo ficou em
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Q3649161 Português
Marque a opção que apresenta o verbo para completar a frase corretamente: “Ontem eu _____ cedo na escola.” 
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Q3649160 Português
Assinale a opção que apresenta a forma que completa a frase corretamente: “_____ fazer a tarefa, preciso de silêncio.”
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Q3649159 Português
Marque a alternativa que indica o plural CORRETO da seguinte frase: “O cidadão comprou pão e levou a mão ao bolso.”
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Q3649158 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
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Q3649157 Português
Marque a alternativa em que a pontuação está CORRETA.
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Q3649156 Português
A frase “Como você terminou tão cedo!” é
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Q3649155 Português
Analise a afirmativa a seguir.

“Ontem ele _____ sair; hoje ele não ______.”

Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
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Q3649154 Português
Assinale a alternativa em que o primeiro termo é sinônimo de “rápido” e o segundo é antônimo de “triste”:
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Q3649153 Português
A palavra “saúde” está corretamente separada e classificada na opção
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Q3649152 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o último parágrafo, qual a consequência para quem “prefere alimentos frescos” e “reduz ultraprocessados”?
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Q3649151 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No contexto em que aparece, o adjetivo “palatáveis” sugere que ultraprocessados são produtos
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Q3649150 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Qual prática a seguir contraria as orientações do texto?
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Q3649149 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Segundo o texto, variar as preparações ao longo da semana serve para
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Q3649148 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos”, o pronome “Eles” refere-se a qual elemento citado antes?
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Q3649147 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No trecho “Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes”, qual o argumento dessa frase no texto?
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Q3649146 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Em termos de organização, o segundo parágrafo cumpre a função de
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Q3649145 Português
Leia o texto e responda à questão.


Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e saudável


   Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes, legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas, fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa, ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas todos os dias, fazem diferença para a saúde.

  Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados, como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.

   Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma fruta madura, que já vem doce por natureza.

   Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso. Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular, fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.

  Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição, protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa de ser um desafio e vira parte natural da vida.


Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
No texto, argumentos do autor pretendem
Alternativas
Q3595000 Noções de Primeiros Socorros
Ao prestar primeiros socorros em acidentes de trânsito com suspeita de fratura, qual prática deve ser adotada?
Alternativas
Respostas
1521: C
1522: C
1523: E
1524: A
1525: B
1526: C
1527: D
1528: B
1529: E
1530: C
1531: A
1532: C
1533: E
1534: D
1535: B
1536: A
1537: B
1538: C
1539: E
1540: D