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Q3817855 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico orienta decisões e práticas da escola, incluindo seu processo de planejamento. Assinale a afirmação que caracteriza corretamente o papel do planejamento educacional em relação ao PPP.
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Q3817854 Atualidades
Após nova escalada de violência em Gaza, o ano de 2025 tem sido marcado por tentativas de trégua e grave crise humanitária. Um ponto frequentemente citado nas notícias é que
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Q3817853 Meio Ambiente
Muitos documentos internacionais e políticas públicas adotam a visão de que o desenvolvimento sustentável envolve o equilíbrio entre três dimensões principais. Assinale a proposição que apresenta corretamente essas três dimensões. 
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Q3817852 Meio Ambiente
A decisão de realizar a COP30 em Belém, capital do Pará, foi apresentada em comunicados oficiais e matérias especializadas como um gesto simbólico e estratégico em relação à Amazônia. Assim sendo, assinale a afirmação que expressa um argumento utilizado para justificar a escolha de Belém como sede da conferência. 
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Q3817851 Turismo
A relação entre economia e meio ambiente em Icapuí, segundo estudos socioeconômicos e turismo oficial, é caracterizada por um(a)
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Q3817850 Turismo
Entre as praias listadas a seguir, aquela que integra oficialmente o conjunto turístico de Icapuí, reconhecida por dunas, falésias e mar calmo é 
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Q3817849 Geografia
Icapuí ocupa posição estratégica na costa cearense. Assinale a afirmativa CORRETA sobre sua localização.
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Q3817848 Matemática
Considere a sequência de figuras em um quadro.

I. 1.º quadro: um quadrado.
II. 2.º quadro: dois quadrados alinhados.
III. 3.º quadro: três quadrados alinhados.

Assim, no n-ésimo quadro há n quadrados, todos alinhados em fila. O perímetro, em unidades de comprimento, da figura do 6.º quadro é
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Q3817847 Raciocínio Lógico
Em uma caixa, há 5 tablets carregados, 3 tablets descarregados e 2 tablets com defeito. Um professor retira um tablet ao acaso. Quantos tablets favoráveis existem para que ele possa usá-lo imediatamente em aula (carregados e sem defeito)?
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Q3817846 Raciocínio Lógico
Em uma reunião, precisam ser distribuídas 4 tarefas distintas entre 3 coordenadores, de modo que cada tarefa seja atribuída a apenas um coordenador e nenhum coordenador fique sem tarefa. O número de maneiras diferentes de fazer essa distribuição é
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Q3817845 Raciocínio Lógico
Em uma escola, 40 professores lecionam. Sabe-se que 22 usam projetor com frequência; 18 usam lousa digital e 10 usam os dois recursos. Quantos professores não usam nenhum desses dois recursos?
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Q3817844 Raciocínio Lógico
Considere as proposições: p = “A escola tem laboratório funcionando”; e q = “Os alunos usam computadores nas aulas”. Suponha que, em determinada escola, p é verdadeira e q é falsa. A proposição composta verdadeira, de acordo com esses valores lógicos, é
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Q3817843 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
No trecho “...é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo”, a sequência “precisa se transformar” pode ser reescrita, mantendo-se o sentido e respeitando a sintaxe de colocação pronominal, da seguinte forma:
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Q3817842 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considere o trecho: “Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico...”. Assinale a afirmativa em que a reescrita preserva a correção da concordância verbal e nominal, bem como o sentido original.
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Q3817841 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considere o período: “Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário.” Quanto à estrutura sintática, é CORRETO afirmar que se trata de:
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Q3817840 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Todas as palavras a seguir aparecem no texto. A que apresenta um encontro consonantal é
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Q3817839 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considerando a finalidade comunicativa e os recursos linguísticos utilizados, a função da linguagem predominante no texto é
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Q3817838 Português
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A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
A organização dos parágrafos e a progressão temática do texto podem ser descritas, de modo mais adequado, da seguinte forma:
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Q3817837 Português
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A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
No período “Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção”, o pronome “isso” retoma, no contexto, a ação de
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Q3817836 Português
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A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Em “Em vez de uma educação ‘bancária’, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defendese uma educação libertadora...”, o uso da expressão “educação ‘bancária’”, entre aspas, indica que o autor
Alternativas
Respostas
601: E
602: C
603: D
604: E
605: B
606: A
607: C
608: A
609: C
610: D
611: B
612: C
613: E
614: C
615: B
616: E
617: D
618: C
619: E
620: D