Questões de Concurso
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public class Pessoa { String nome; }
public class Main { public void teste() { Pessoa p1 = new Pessoa(); p1.nome = “Fulano”; Pessoa p2 = p1; p2.nome=”Ciclano”; } }
Qual o valor do atributo “nome” da referência “p1”?
Nas escolas particulares de SP, internet substitui livros
Muitos jovens passaram a fazer todas as pesquisas da escola na web
Educadores tentam coibir prática e aproximar adolescentes de livro
Luciana Bonadio Do G1, em São Paulo
Abrir um livro, procurar um tema no índice, ler algumas páginas sobre um assunto e fazer um trabalho para a escola. A internet fez os estudantes das escolas mais caras de São Paulo se afastarem das bibliotecas. Com a facilidade da pesquisa na web, os adolescentes admitem que, na maioria das vezes, passam longe dos livros para fazer as pesquisas pedidas pelos professores. (...)
“A maioria, ou quase todos, usa a internet para fazer pesquisas porque é mais prático. Você digita a palavra-chave e acha o que está procurando”, afirma a estudante A.C.C., de 15 anos (...).
Para o aluno R.B., de 15 anos, (...) a internet pode ser uma boa ferramenta para o estudo, desde que o jovem saiba onde procurar. “Eu uso o Google quando quero algo mais geral. Para uma pesquisa escolar, eu uso sites de jornais e revistas”, explica. O jovem defende que a internet deve ser usada como “algo a mais” e não como única fonte de informação.
Muitos alunos, entretanto, usam exclusivamente os sites para o estudo. “É mais fácil, mais rápido, você precisa procurar menos e não tem que ir até a biblioteca para pegar um livro”, diz K.H., de 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio (...).
Por conta disto, a escola procura criar projetos para aproximar os jovens dos livros. “Na disciplina de português, existe um projeto para incentivar os alunos a usarem a biblioteca”, explica o professor Mário A., de 53 anos (...).
O professor defende que a internet pode ser uma boa fonte para os estudos, desde que bem usada. “Não pode ser a única fonte de informação. Mas temos um trabalho para que, quando os alunos usarem, utilizarem bem. Não simplesmente copiar e colar”, conta.
A prática de apenas copiar o conteúdo da internet é difundida entre os estudantes. “Eu faço pesquisa para o colégio, costumo copiar e colar. Também pego resumo dos livros”, admite C. H., de 17 anos, estudante do 2º ano do Ensino Médio (...). Mas ele sabe que a prática prejudica o aprendizado. “Nem dá para aprender muito”, afirma.
Por outro lado, há jovens que não confiam nas informações encontradas em sites de busca na web. “Eu pego a informação e, como não sei se está certo, confirmo em um livro”, diz o estudante P.L., de 15 anos (...)
Texto adaptado. Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,M UL13533-9356,00- NAS+ESCOLAS+PARTICULARES+DE+SP+INTERNET+ SUBSTITUI+LIVROS.html
De acordo com o Texto 01, por que jovens de escolas caras de São Paulo não têm procurado bibliotecas e livros para realizarem seus trabalhos de escola?
É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado. Dizem que, com a “simplificação”, se resolve o problema do analfabetismo. Iludem os desavisados com números cabalísticos. Afirmam que hoje se gastam 400 horas com o ensino de ortografia e que, com sua poção mágica, tudo se reduziria a 150 horas, com uma economia de R$ 2 bilhões/ano! De que cartola tiraram estes números, ninguém sabe. Não apresentam nem sequer um estudo objetivo. Ninguém em sã consciência pode levá-los a sério.
Não se conhecem os detalhes da proposta. Aqui e ali se lê que pretendem eliminar o h inicial, abolir o hífen, substituir todo ch por x, reduzir a um simples s as sequências ss, ç, sc, sç, xc. Falam em tornar lógica a ortografia. É difícil, porém, captar o seu conceito de “lógica”. Algumas vezes, parece que “lógico” seria fazer corresponder a cada som uma só letra. Outras vezes, parece que não é som, mas fonema. Uma balbúrdia conceitual: só se pode concluir que o forte desses “simplificadores” não é a fonologia elementar.
Esses “simplificadores” parecem desconhecer também o saber técnico de como se constroem as ortografias. Referem-se a uma “ortografia fonética”. Mas não se pode adotar um critério fônico para organizar uma ortografia em razão da grande diversidade de pronúncias que caracteriza a língua. Um critério fônico produziria o caos ortográfico, com a multiplicação desordenada de grafias para cada palavra, perdendo-se a utilidade e a funcionalidade da ortografia.
Fazem também uma mixórdia, criticando como antipedagógicas (“decoreba”, dizem eles) as normas de organização da ortografia. Não sabem que normas técnicas existem para balizar a construção do sistema ortográfico, e não para ensinar a ortografia?
Uma proposta, portanto, com achismo demais e conhecimento de menos. A prevalecer o bom senso, seu destino será a lata de lixo. Foi assim no século 19, com proposta quase idêntica em Portugal. Esses “simplificadores” se apresentam com ares de alta modernidade, mas apenas requentam o projeto de Barbóza Leão, de 1878!
Que consequências haveria se fosse em frente uma tal reforma, alterando a grafia de um enorme contingente de palavras? A primeira: em pouco tempo, nossas bibliotecas estariam obsoletas. O resultado do vandalismo ortográfico é, sem mais nem menos, um ato de lesa-cultura. Precisa dizer mais? Ou pior: para ler um livro qualquer anterior a essa tresloucada reforma, as nossas crianças teriam de aprender não uma, mas duas ortografias! Teriam de saber que “eseso” (ou seria “esesu”?) é o mesmo que “excesso”; que “ezato” (ou seria “izatu”, ou “ezatu”?) é o mesmo que “exato”; que “jeso” (ou seria “jesu”?) é o mesmo que “gesso”. E vá o leitor multiplicando a lista para sentir o drama.
E a consequência para nós, que já somos alfabetizados? Amanheceríamos semialfabetizados: perderíamos o saber acumulado e teríamos de voltar à leitura silabada.
Os “simplificadores” parecem ignorar como se dá o processo de leitura. Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente. Este mesmo léxico ortográfico mental é ativado quando grafamos as palavras. É para sua consolidação cognitiva que a pedagogia da alfabetização deve encaminhar os alfabetizandos, ajudando-os a superar a hipótese cognitiva ingênua de que a ortografia representa a fala.
Por fim, tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.
É uma proposta recoberta por um discurso populista que abertamente desqualifica o saber técnico. Vale lembrar, então, que uma das pessoas que mais batalhou contra o analfabetismo e pela inclusão social via educação, Paulo Freire, nunca apontou a ortografia como problema. Entendia do riscado.
FARACO, Carlos Alberto. Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/
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1 - Setor de gestação. 2 - Setor de maternidade. 3 - Setor de creche. 4 - Setor de crescimento e término. ( ) Os suínos são alojados até a época de sua comercialização. ( ) Aloja confortavelmente a fêmea, permitindo um ambiente higiênico e agradável, deve proteger os leitões contra esmagamento, frio e umidade. ( ) São alojadas as fêmeas com gestação confirmada, pode ser em boxes ou baias coletivas. ( ) São alojados os leitões desde a desmama até os 70 dias de idade, aproximadamente.