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Q3233197 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
Considere o excerto abaixo.

Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes.

No contexto em que foram empregados, os termos em destaque funcionam, em conjunto, como elementos linguísticos responsáveis 
Alternativas
Q3233196 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
Analise o termo em destaque no parágrafo abaixo.

O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

A função do termo destacado, no parágrafo, é interligar
Alternativas
Q3233195 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
No sexto parágrafo, a palavra “resiliência” pode ser substituída, sem alteração no sentido, por 
Alternativas
Q3233194 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
A ideia que sintetiza o último parágrafo está localizada no 
Alternativas
Q3233193 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
Considerando a progressão discursiva do texto, 
Alternativas
Q3233192 Português
A urgente necessidade de aumentar a resiliência cibernética do Brasil


        Nos últimos anos, o Brasil e o mundo têm enfrentado desafios significativos no que diz respeito à segurança cibernética, com ataques frequentes que expõem a premente necessidade de construirmos uma cultura de segurança no ambiente digital. A recente violação ao sistema de pagamentos da União (Sistema Integrado de Administração Financeira — Siafi), cujas suspeitas indicam que houve roubo e uso indevido de credenciais de servidores públicos, resultou no desvio de R$ 3,5 milhões em recursos da União, estimativa atual do governo, e é um dos casos que reforçam a importância de acelerar a implementação de uma política nacional de cibersegurança.

        Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes. A resiliência cibernética do Brasil, no cenário digital, depende da capacidade de o país proteger suas infraestruturas críticas e dados sensíveis, como os que foram utilizados nessa violação, contra invasores mal-intencionados.

      Nesse contexto complexo, a atuação da sociedade civil organizada e dos setores produtivos é de extrema relevância, devendo colaborar estreitamente com o Estado em relação às principais demandas deste bem como às preocupações dos cidadãos e dos mais diversos segmentos da economia. A principal colaboração, neste momento, deve se concentrar em garantir insumos ao desenvolvimento da Estratégia Nacional de Cibersegurança. Esse trabalho está sendo realizado pelo Comitê Nacional de Cibersegurança, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

     Essa prática, que países como EUA, Reino Unido e, mais recentemente, Chile já implementaram, visa fornecer um panorama detalhado dos desafios e das necessidades relacionados à segurança cibernética com olhar multissetorial e sistêmico bem como prioridades e medidas para atendê-los. O objetivo é assegurar que esse documento seja um verdadeiro compromisso nacional abrangente e alinhado com as necessidades reais do país, tanto nos aspectos econômicos e de segurança quanto no aspecto social, uma vez que todos esses ataques têm influência direta sobre os cidadãos.

      Além disso, a relevância do GSI e os investimentos realizados para o fortalecimento da ação da Polícia Federal (PF) são inquestionáveis. O GSI desempenha um papel crucial na coordenação das ações de defesa cibernética em nível nacional, enquanto a PF, com o trabalho imprescindível de investigação, necessita de recursos adicionais (e não de cortes) para expandir sua capacidade tecnológica e operacional. Investir na infraestrutura, capacitação e ferramentas necessárias para essas instituições é essencial para que possam, efetivamente, educar, prevenir, identificar e responder a incidentes cibernéticos.

     A proteção no espaço digital não é apenas uma questão tecnológica, mas, sim, de segurança aos ativos nacionais. O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.

    Ao considerar o futuro da cibersegurança no Brasil, é fundamental que todas as medidas sejam tomadas não apenas reativamente, mas, principalmente, proativamente. Se queremos vencer essa batalha, precisamos estar sempre um passo à frente dos criminosos cibernéticos, com políticas e práticas que se adaptam, rapidamente, às novas tecnologias e aos métodos de ataque. Para tanto, devemos atuar na construção de uma cultura nacional nesse tema, com a implementação efetiva de uma política de cibersegurança. Só assim, o Brasil poderá assegurar a integridade de sua infraestrutura crítica e a proteção de seus cidadãos no ambiente digital. 

Disponível em: https ://www.correiobraz iliense.com.br. Aces so em: 07 maio 2024. [Adaptado] 
Em sua centralidade, o texto objetiva
Alternativas
Q3220949 Fisioterapia
Um paciente com amputação transfemoral direita apresenta sintomas relacionados à dor do membro fantasma. Esta dor é caracterizada como uma sensação dolorosa em uma parte do corpo que não mais existe. Nesse caso, as principais abordagens de tratamento são 
Alternativas
Q3220948 Fisioterapia
A dor é um sintoma muito prevalente nos consultórios de Fisioterapia. O entendimento sobre os seus mecanismos e conceito é imprescindível para uma atenção global ao paciente com dor. A Associação Internacional para Estudos da Dor (IASP, 2020) define a dor como “uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial”. Nesse sentido, a dor é
Alternativas
Q3220947 Fisioterapia
O movimento de passar da posição sentada para de pé é muito realizado no dia-a-dia das pessoas. Dificuldades e alterações no padrão de movimento dessa atividade podem causar prejuízo na mobilidade. Esse movimento é composto por 4 fases: 1) flexão de tronco e pelve para deslocar anteriormente o centro de massa, 2) perda de contato dos glúteos até a máxima dorsiflexão de tornozelo, 3) máxima dorsiflexão de tornozelo até a extensão de quadril e 4) estabilidade postural alcançada em bipedestação. Durante a realização dessa atividade, há uma contração muscular excêntrica de
Alternativas
Q3220946 Fisioterapia
O teste Timed Up and Go (TUG) é amplamente utilizado na prática clínica para avaliar a mobilidade, equilíbrio e, indiretamente, o desempenho físico principalmente em idosos. Além disso, pode ser um indicador de risco de quedas nessa população. Considerando os procedimentos a serem realizados durante o teste em questão, analise as afirmativas abaixo.
I Deve ser demarcada uma distância de 4 metros partido do posicionamento de uma cadeira.
II O tempo de contagem se inicia quando o avaliado levanta da cadeira para andar, pivotear e voltar a sentar na cadeira.
III O tempo de contagem termina quando o avaliado se senta e toca as costas no encosto da cadeira.
IV O tempo de realização do teste é o seu escore principal.
Das afirmativas, estão corretas
Alternativas
Q3220945 Fisioterapia
Um paciente, vítima de traumatismo raquimedular há 3 dias, está internado no Hospital com lesão cervical e encontra-se na fase de choque medular. Nesse caso, abaixo do nível de lesão, o paciente apresenta
Alternativas
Q3220944 Fisioterapia
A síndrome da dor patelofemoral é um dos distúrbios mais comuns do joelho. Uma revisão sistemática relatou uma prevalência anual de 22,7% na população total. Essa síndrome tem etiologia multifatorial, abrangendo mecânica anormal da articulação patelofemoral, alterações na cadeia cinética inferior e sobrecarga. A abordagem terapêutica que, de forma isolada, promove melhora da dor e funcionalidade por longo prazo é 
Alternativas
Q3220943 Fisioterapia
A Terapia Orientada à Tarefa é uma abordagem terapêutica respaldada cientificamente na teoria de sistemas de controle motor e teorias contemporâneas de aprendizagem motora. O treinamento orientado à tarefa inclui uma diversidade de intervenções que devem seguir princípios específicos facilitadores da aprendizagem motora. Nesse sentido, considere as abordagens terapêuticas apresentadas abaixo.
I. Exercícios de fortalecimento segmentar de um músculo específico.
II. Movimentos realizados em um contexto específico, relevante para o paciente.
III. Movimentos baseados no desenvolvimento neuroevolutivo.
IV. Exercícios realizados com a prática aleatória.
As abordagens utilizadas no treinamento orientado à tarefa são
Alternativas
Q3220942 Fisioterapia

 Para responder à questão, considere o caso abaixo.


Considere os dispositivos listados abaixo para tratamento do paciente.
I. Órtese tornozelo-pé
II. Órtese quadril-joelho-tornozelo-pé
III. Tipoia de braço
IV. Órtese punho-mão
Os dispositivos indicados para aumentar a velocidade da marcha são
Alternativas
Q3220941 Fisioterapia

 Para responder à questão, considere o caso abaixo.


Partindo da avaliação do membro inferior mais acometido durante a realização da marcha, outra alteração provável de acontecer é
Alternativas
Q3220940 Fisioterapia
M.G.S., 45 anos, sexo feminino, recepcionista de uma clínica médica, tem diagnóstico de fibromialgia. Apresenta dor generalizada, fadiga intensa relacionada à alteração da qualidade do sono. Está com limitação para realização de sua atividade laboral. Relata restrição para tomar o café da tarde com suas amigas, um dos seus lazeres favoritos. Vem tomando medicamento para a dor, porém relata não haver remissão e que teve sonolência diurna como efeito colateral. Refere uma certa melhora nos sintomas e na realização de suas atividades diárias desde que iniciou atividade física de dança (3 vezes por semana). Durante os períodos de aumento da sintomatologia, conta com a compreensão de sua chefe, que altera a dinâmica do serviço para diminuir a carga de trabalho da paciente. De acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde,
Alternativas
Q3220939 Fisioterapia
Um idoso de 80 anos vem apresentando desequilíbrio durante a marcha e em outras atividades com descarga de peso em membros inferiores. Não apresenta comprometimento músculo-esquelético de membros inferiores e superiores. Seu terapeuta prescreve uma bengala e corretamente o orienta a
Alternativas
Q3220938 Fisioterapia
Uma menina de 12 anos tem diagnóstico de escoliose torácica à direita, com ângulo de Cobb de 10 graus à radiografia. Por estar em período de “estirão” de crescimento, o ortopedista solicitou o acompanhamento do Fisioterapeuta. Durante esse período, se o ângulo tiver um aumento considerável, será avaliada a necessidade da utilização de uma órtese. Diante desse quadro, da sua avaliação e do seu tratamento, considere as afirmativas abaixo.

I. Ao ser submetida ao teste de Adams, a paciente apresenta gibosidade torácica à direita.
II. Caso o ângulo de Cobb aumente em 5 graus durante o período de acompanhamento, será indicado o uso da órtese.
III. A concavidade da escoliose da paciente fica à direita.
IV. Os exercícios de estabilização do core podem diminuir o ângulo de Cobb.
Em relação ao caso exposto, estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q3220937 Fisioterapia
Pacientes com lombalgia crônica não-específica podem apresentar instabilidade lombar e movimentos aberrantes quando submetidos a alguns testes específicos. Esses pacientes conseguem alguns benefícios ao realizarem exercícios de estabilização segmentar, visto que aumentam a capacidade dos músculos estabilizadores de manter a zona neutra dentro dos limites fisiológicos, melhorando a habilidade de controlar uma posição ou movimento da parte central do corpo. Nesses casos, a melhora da estabilidade do core, mantendo a zona neutra dentro de limites fisiológicos para a realização de movimentos livres de dor ocorre por
Alternativas
Q3220936 Fisioterapia

  Para responder à questão, considere o excerto abaixo.


Considerando os resultados da avaliação da função muscular realizada na paciente, abaixo do nível de lesão, alguns músculos
Alternativas
Respostas
1381: A
1382: A
1383: A
1384: A
1385: A
1386: A
1387: A
1388: A
1389: A
1390: A
1391: A
1392: A
1393: A
1394: A
1395: A
1396: A
1397: A
1398: A
1399: A
1400: A