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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1201362 Pedagogia
No plano de aula, é revelada uma relação entre concepções de ensino e concepções de aprendizagem do professor. Ele é um instrumento destinado a orientar as decisões didáticas para facilitar a aprendizagem dos estudantes. Considere as afirmações a seguir relativas a esse plano. 
I - Os conteúdos, a adequação do ritmo e o feedback aos estudantes são decisões a serem tomadas, respectivamente, antes das aulas, durante as aulas e depois delas.  II - Numa perspectiva da Didática Sócio-Crítica, cada aula deve ser planejada de forma independente das outras.  III - As tarefas (atividades) de aprendizagem a serem desenvolvidas representam o núcleo estratégico e metodológico do planejamento.  IV - Cada aula deve ser planejada para garantir, nela, a aprendizagem e o domínio de um conceito definido nos objetivos. 
Das afirmações, estão corretas
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1201355 Pedagogia
Uma professora planeja uma atividade para ensinar um conceito científico. No plano didático de uma disciplina do ensino fundamental, estão explicitados o conteúdo e o objetivo. A estratégia didática a ser utilizada inclui as estratégias I e II reproduzidas a seguir. 
Estratégia I - Diagnosticar as ideias prévias dos estudantes sobre o novo conceito e, se as ideias são coerentes com esse conceito a ser formado, estabelecer relações não arbitrárias e significativas entre as ideias prévias e o novo conceito.  Estratégia II - Diagnosticar as ideias prévias dos estudantes sobre o novo conceito e, se as ideias não são coerentes com esse conceito a ser formado, promover a mudança das ideia prévias pela via de conflito cognitivo. 
As estratégias didáticas I e II dizem respeito, respectivamente, à teoria
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1197858 Ciências
Segundo Libâneo, a Didática é uma disciplina que estuda o processo de ensino em conjunto, no qual objetivos, conteúdos, métodos e formas organizativas das aulas se relacionam entre si para que seja possível garantir aos alunos uma aprendizagem de conteúdos significativos. Em relação à Didática e suas categorias, é correto afirmar:
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1194519 Português
Língua Portuguesa: alteridade e Ética      
Por Rodrigo Franklin Sousa     A leitura, do ponto de vista do professor, deve ser concebida como espaço de formação e constituição da identidade do sujeito. Isso quer dizer que trabalhar com o texto de língua portuguesa, e trabalhar com o reconhecimento de gêneros discursivos, é trabalhar com a linguagem em seu sentido mais amplo e pleno. Primordial é a noção de que a linguagem em uso não pode nem deve ser considerada como simples “acidente” ou apreensão localizada de um sistema abstrato, mas como lugar de interação social e construção de relações, de valores e de significados. Enfim, como lugar de construção de identidade e crescimento humanos.      Uma das formas pela qual o texto promove essa construção e esse crescimento é por meio das interações que fomenta. Engajar-se com um texto, qualquer que seja ele, é interagir de uma forma ou de outra com outros sujeitos, em contextos sociais e históricos reais. Essas interações podem ser abordadas e visualizadas por múltiplos ângulos. Um deles é o da interlocução entre um sujeito e um outro.     Trata-se de visualizar mais do que simplesmente a “intenção do autor” como um elemento passivo a ser “encontrado” pelas marcas deixadas no texto; trata-se de ficar face a face com um outro, com um ente que o leitor imagina, com o qual tenta engajar-se e ao qual tenta responder.      A relação de alteridade é o eixo fundamental da linguagem. O diálogo com o texto é um diálogo com o outro. Ainda que, no caso do texto escrito, esse outro seja uma reconstrução do leitor, essa própria reconstrução já é um exercício. Um exercício, aliás, que desenvolverá habilidades indispensáveis, já que buscar entender o outro é não apenas uma forma de forjarmos nossa própria identidade como também algo que traz consequências concretas e reais para nossas vidas.       No formidável livro A Conquista da América, Tzvetan Todorov explora o que ele chama de o discurso da diferença. Em seu estudo, Todorov demonstra como muito das tragédias que marcaram os anos iniciais do descobrimento, e cujas marcas se fazem sentir até hoje, foi fruto de leituras erradas que tanto espanhóis quanto os ameríndios fizeram uns dos outros. Assim, consideramos que desenvolver habilidades de entendimento do outro é fundamental para a formação de atores sociais responsáveis. Em alguns casos, como no estudado por Todorov, pode ser o caminho para que se evitem tragédias de proporções inimagináveis.      Entendida como um exercício de contato com o outro, a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta. A leitura de mensagens pessoais ou de um memorando no trabalho requer a detecção de subtextos, ironias, sinalizações de conflitos. A boa leitura de matérias jornalísticas ou de programas e propostas de governo requer que detectemos tendências ideológicas, parcialidade nas informações e boa ou má vontade na apresentação dos fatos.      Habilidades de leitura também podem ser aplicadas aos mais diversos tipos de texto. Mesmo com suas especificidades, todos envolvem tipos semelhantes de questionamentos, de pressuposições de sentimentos e de raciocínios. Desenvolver boas habilidades de leitura é algo que impacta nossa vida em todas as suas dimensões.       Aprender a ler bem (e, consequentemente, ensinar a ler bem) vai muito além de cumprir um currículo acadêmico, ou de reproduzir um discurso vazio que não terá qualquer impacto real. Aprender e ensinar a ler são atividades éticas no sentido mais profundo do termo.      Ao trazer o termo “ética” para a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa e para o trabalho com textos e gêneros discursivos, não quero de maneira nenhuma remeter a um discurso vazio, ou a uma série de regras que dizem respeito a como ser “bonzinhos”. Pensar sobre ética é refletir sobre como viver melhor. A reflexão ética busca soluções sobre como podemos ter uma vida com mais qualidade, uma vida mais plena e com realização humana real.      Não podemos esquecer que todas as questões éticas, embora digam respeito a nossa responsabilidade pessoal como indivíduos, afetam nós mesmos e os nossos relacionamentos. As questões éticas sempre são interpessoais. Sempre envolvem um indivíduo e um outro. Sempre envolvem um indivíduo e a sociedade que o cerca. Sendo assim, por definição, elas também sempre envolvem a interação desses indivíduos entre si e com a sociedade que os cerca. O que eu penso, falo e escrevo afeta a vida dos outros. O que os outros pensam, falam e escrevem necessariamente afeta também a minha vida.       Trabalhar a leitura é capacitar para a interação com o outro, para a vivência na sociedade.      É ensinar a viver.      SOUSA, Rodrigo Franklin. Língua Portuguesa: alteridade e Ética. Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Escala, Ed. 52, mar./abr./2015, p. 33-35. [Excerto adaptado]     No excerto: “[...] a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta”, o uso da locução verbal expressa
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1194422 Português
Língua Portuguesa: alteridade e Ética       
Por Rodrigo Franklin Sousa      A leitura, do ponto de vista do professor, deve ser concebida como espaço de formação e constituição da identidade do sujeito. Isso quer dizer que trabalhar com o texto de língua portuguesa, e trabalhar com o reconhecimento de gêneros discursivos, é trabalhar com a linguagem em seu sentido mais amplo e pleno. Primordial é a noção de que a linguagem em uso não pode nem deve ser considerada como simples “acidente” ou apreensão localizada de um sistema abstrato, mas como lugar de interação social e construção de relações, de valores e de significados. Enfim, como lugar de construção de identidade e crescimento humanos.       Uma das formas pela qual o texto promove essa construção e esse crescimento é por meio das interações que fomenta. Engajar-se com um texto, qualquer que seja ele, é interagir de uma forma ou de outra com outros sujeitos, em contextos sociais e históricos reais. Essas interações podem ser abordadas e visualizadas por múltiplos ângulos. Um deles é o da interlocução entre um sujeito e um outro.         Trata-se de visualizar mais do que simplesmente a “intenção do autor” como um elemento passivo a ser “encontrado” pelas marcas deixadas no texto; trata-se de ficar face a face com um outro, com um ente que o leitor imagina, com o qual tenta engajar-se e ao qual tenta responder.            A relação de alteridade é o eixo fundamental da linguagem. O diálogo com o texto é um diálogo com o outro. Ainda que, no caso do texto escrito, esse outro seja uma reconstrução do leitor, essa própria reconstrução já é um exercício. Um exercício, aliás, que desenvolverá habilidades indispensáveis, já que buscar entender o outro é não apenas uma forma de forjarmos nossa própria identidade como também algo que traz consequências concretas e reais para nossas vidas.           No formidável livro A Conquista da América, Tzvetan Todorov explora o que ele chama de o discurso da diferença. Em seu estudo, Todorov demonstra como muito das tragédias que marcaram os anos iniciais do descobrimento, e cujas marcas se fazem sentir até hoje, foi fruto de leituras erradas que tanto espanhóis quanto os ameríndios fizeram uns dos outros. Assim, consideramos que desenvolver habilidades de entendimento do outro é fundamental para a formação de atores sociais responsáveis. Em alguns casos, como no estudado por Todorov, pode ser o caminho para que se evitem tragédias de proporções inimagináveis.               Entendida como um exercício de contato com o outro, a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta. A leitura de mensagens pessoais ou de um memorando no trabalho requer a detecção de subtextos, ironias, sinalizações de conflitos. A boa leitura de matérias jornalísticas ou de programas e propostas de governo requer que detectemos tendências ideológicas, parcialidade nas informações e boa ou má vontade na apresentação dos fatos.             Habilidades de leitura também podem ser aplicadas aos mais diversos tipos de texto. Mesmo com suas especificidades, todos envolvem tipos semelhantes de questionamentos, de pressuposições de sentimentos e de raciocínios. Desenvolver boas habilidades de leitura é algo que impacta nossa vida em todas as suas dimensões.              Aprender a ler bem (e, consequentemente, ensinar a ler bem) vai muito além de cumprir um currículo acadêmico, ou de reproduzir um discurso vazio que não terá qualquer impacto real. Aprender e ensinar a ler são atividades éticas no sentido mais profundo do termo.                  Ao trazer o termo “ética” para a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa e para o trabalho com textos e gêneros discursivos, não quero de maneira nenhuma remeter a um discurso vazio, ou a uma série de regras que dizem respeito a como ser “bonzinhos”. Pensar sobre ética é refletir sobre como viver melhor. A reflexão ética busca soluções sobre como podemos ter uma vida com mais qualidade, uma vida mais plena e com realização humana real.                 Não podemos esquecer que todas as questões éticas, embora digam respeito a nossa responsabilidade pessoal como indivíduos, afetam nós mesmos e os nossos relacionamentos. As questões éticas sempre são interpessoais. Sempre envolvem um indivíduo e um outro. Sempre envolvem um indivíduo e a sociedade que o cerca. Sendo assim, por definição, elas também sempre envolvem a interação desses indivíduos entre si e com a sociedade que os cerca. O que eu penso, falo e escrevo afeta a vida dos outros. O que os outros pensam, falam e escrevem necessariamente afeta também a minha vida.                 Trabalhar a leitura é capacitar para a interação com o outro, para a vivência na sociedade.                  É ensinar a viver.               SOUSA, Rodrigo Franklin. Língua Portuguesa: alteridade e Ética. Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Escala, Ed. 52, mar./abr./2015, p. 33-35. [Excerto adaptado]                No que concerne ao uso das aspas no texto, considere as seguintes afirmações.      I - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas para demarcar uma crítica a um possível discurso sobre o trabalho com o texto.  II - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para marcar um destaque a um termo e para fazer referência, criticamente, a uma concepção com a qual o autor não concorda.  III - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para demarcar uma voz alheia citada literalmente e para dar ênfase a um termo.  IV - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, nas duas ocorrências, para dar destaque a termos e conseguir a adesão do leitor.        Das afirmações, estão corretas  
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1187271 Biologia
Nos invertebrados, o sistema nervoso é ganglionar e se localiza, principalmente, na região ventral. Eles não apresentam um órgão neurológico central e muito menos fendas branquiais na região da faringe. Dessa forma, a ausência da coluna vertebral é apenas um detalhe visível para a classificação desses animais. Os invertebrados são classificados em vários filos. Nos itens a seguir, estão descritas características de dois filos dos invertebrados denominados I e II:      
I - Animais com corpo protegido por exoesquleto de quitina, segmentado em cabeça, tórax e abdome. Têm também apêndices articuladores (patas, anteras, quelíceras e  asas). II - Vermes de corpo achatado. Os que são parasitas conjugam sua circulação com a do organismo hospedeiro. Apresentam gânglios nervosos e, às vezes, ocelos que acusam a presença de luz.        As descrições I e II correspondem, respectivamente, a
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Ano: 2015 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Natal - RN
Q1186032 Geografia
Na definição de fusos horários, a hora real ou solar é um aspecto a ser considerado. Essa hora é determinada pela passagem do Sol sobre o meridiano de um dado território. O movimento que fundamenta essa passagem é
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Q888513 Engenharia de Produção

O problema de sequenciar n tarefas em uma máquina quando o tempo de preparação é dependente da sequência pode ser resolvido usando-se o modelo do caixeiro viajante com as seguintes variáveis:


Xij é igual a 1 se a tarefa j sucede a tarefa i; caso contrário, é igual a 0.

sij representa o tempo de preparar a máquina para produzir a tarefa j , quando a última tarefa realizada foi a tarefa i.

sii é um valor bem grande em relação aos demais sij para forçar Xii = 0, tendo em vista que a tarefa i não pode suceder a si própria.

X0 representa o tempo total de preparação.


Para obter a sequência que garanta o maior tempo de execução, a função objetivo deve ser:

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Q888512 Engenharia de Produção

No desenvolvimento de produto, a geração do conceito é uma etapa fundamental, mas nem todos os conceitos gerados serão desenvolvidos em produtos e serviços. Na etapa de triagem, os diversos conceitos passam por três crivos: da função de marketing, da função produção e de finanças.


O crivo do marketing eliminará conceitos que

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Q888511 Engenharia de Produção

O projeto de produtos envolve a avaliação das opções, de forma que uma delas possa ser escolhida. Para tanto, é necessário considerar um conjunto de critérios. Embora os critérios usados dependam da natureza e das circunstâncias específicas, é possível elencar 3 categorias de critérios: a viabilidade, a aceitabilidade e a vulnerabilidade.


A aceitabilidade de uma opção de projeto avalia

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Q888510 Matemática Financeira

Uma aplicação financeira tem prazo de 6 meses e é remunerada com taxa de juros simples de 3%. Os ganhos são tributados pelo imposto de renda pago no final da aplicação (25%).


O montante líquido recebido e o imposto de renda pago por um cliente que aplicou R$ 3.000,00 são, respectivamente,

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Q888509 Engenharia de Produção

Uma empresa A tem R$ 40 milhões em estoque, suficiente para atender 3 meses de vendas. No mesmo ramo de atuação, a empresa B tem R$ 20 milhões em estoque e o giro de estoque é igual a 4. Com base no exposto, considere as seguintes afirmativas:


I O giro de estoque da empresa A é igual a 13,3.

II A cobertura de estoque da empresa B é igual a 5.

III O giro de estoque de ambas empresas é igual a 4.

IV A cobertura de estoque de ambas empresas é igual a 3.


Estão corretas as afirmativas

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Q888508 Engenharia de Produção

Os produtos se classificam em bens industriais e de consumo. Estes se subdividem em bens de conveniência, bens de concorrência e bens de especialidades. Considere o quadro a seguir, que apresenta as características da demanda por tipo de produto e as alternativas de estratégias de distribuição.


Características da demanda por tipo de produto

1 Os clientes de produtos industriais não costumam manifestar preferências por níveis de serviços diferenciados; os bens adquiridos são usados na produção de outros produtos.

2 Os bens e serviços de conveniência são adquiridos rotineiramente e sem grandes comparações.

3 Os consumidores de produtos de concorrência preferem pesquisar em diferentes lojas e fazer comparações.

4 Os clientes de produtos de especialidades se dispõem a esperar o tempo que for necessário para realizarem a compra.


Estratégia de distribuição

a A distribuição é descentralizada e intensiva, os níveis de serviço logísticos são exigentes e devem garantir disponibilidade para o consumidor final.

b A distribuição é seletiva e não envolve um grande número de pontos de venda, nem lojas exclusivas. Privilegiam-se as lojas especializadas multimarcas.

c A distribuição é exclusiva, em lojas próprias ou franqueadas que atendem uma determinada região.

d O sistema logístico prioriza a resposta rápida e/ou confiabilidade na entrega.


A alternativa que relaciona de forma correta as características da demanda por tipo de produto com a estratégia de distribuição adequada é

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Q888507 Engenharia de Produção
Um fabricante de brinquedos se diferencia por ter modificado o projeto do produto , um pequeno avião. O brinquedo chega semidesmontado em três partes que se encaixam; a hélice e as asas são colocados soltos dentro da caixa. O produto foi desenvolvido de forma que o cliente possa montá-lo sem precisar recorrer a nenhuma ferramenta. A caixa do produto também recebeu linhas pontilhadas, de modo que a criança possa recortá-la e usá-la como hangar para o avião.
A situação descrita corresponde a
Alternativas
Q888506 Engenharia de Produção

Na logística, uma forma de diminuir o tempo de movimentação, carrego e descarrego é por meio da unitização. Um dos dispositivos mais utilizados para acondicionamento coletivo é o palete.


Sobre as características e/ou uso dos paletes em um sistema logístico, é correto afirmar:

Alternativas
Q888505 Engenharia de Produção

A armazenagem é uma das atividades principais na logística. No projeto de uma rede logística, é necessário escolher entre diversas alternativas de armazenagem quanto à propriedade. Existem quatro alternativas básicas: propriedade privada dos armazéns, armazenagem pública, espaço contratado e estocagem em trânsito. Embora as combinações dessas alternativas criem uma grande variedade de opções, é importante entender as vantagens e desvantagens inerentes a cada uma delas.


Sobre as vantagens e desvantagens das alternativas básicas de armazenagem é correto afirmar:

Alternativas
Q888504 Engenharia de Produção

O Método do Caminho Crítico (CPM - Critical Path Method) é usado no gerenciamento de sistemas produtivos do tipo por projetos, tal como o setor da construção civil. Nesse método, a sequência das atividades e a duração de cada uma delas são usadas para construir uma rede que serve de base para a programação da produção. Para cada atividade são calculadas a DCI (Data mais Cedo de Início), a DCT (Data mais Cedo de Término), a DTI (Data mais Tarde de Início) e a DTT (Data mais Tarde de Término) com o objetivo de determinar o caminho crítico.


O diagrama a seguir representa uma rede, em que as letras designam as atividades e os números que figuram entre parêntesis, ao lado dessas letras, representam a duração em semanas da respectiva atividade.


Imagem associada para resolução da questão


Dadas essas condições, o caminho crítico é

Alternativas
Q888503 Engenharia de Produção

O Programa Mestre da Produção (MPS – Master Production Schedule) é obtido utilizando-se o registro básico em forma de tabela, na qual as colunas são as unidades de tempo (semanas), conforme modelo a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando o modelo apresentado, é correto afirmar:

Alternativas
Q888502 Engenharia de Produção

Existem diversas estratégias de resposta à demanda que podem ser implementadas em um sistema de produção com o intuito de isolar uma parte do sistema das oscilações da demanda e/ou diminuir o tempo de resposta ao cliente. Cada uma das estratégias possui uma posição do estoque isolador dos processos. Essa posição é chamada de ponto de desacoplamento.


Qualquer sistema de produção compreende, genericamente as seguintes etapas: engenharia, suprimentos, fabricação, montagem, empacotamento e distribuição.


Com base nessas informações, é correto afirmar:

Alternativas
Q888501 Engenharia de Produção

Para fabricar o produto A são necessárias 6 operações sequenciais dispostas em uma linha de montagem temporizada que opera com um tempo de ciclo médio de 30 segundos. Entre as operações, existem duas posições de buffer conforme mostra a figura.


Imagem associada para resolução da questão


Dadas essas condições simplificadas e considerando que todas as posições sempre estão ocupadas, é correto afirmar que

Alternativas
Respostas
8721: D
8722: A
8723: C
8724: A
8725: B
8726: D
8727: B
8728: D
8729: C
8730: D
8731: C
8732: D
8733: A
8734: B
8735: B
8736: C
8737: C
8738: D
8739: B
8740: B