🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas para comperve - ufrn

Questões Discursivas

Foram encontradas 8.082 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q613761 Português
                                    ANALFABETISMO FUNCIONAL

Alarmante! A dificuldade para interpretar textos e contextos, articular ideias e escrever está presente em seletos ambientes do mundo corporativo e da academia.


                                                                                                        por Thomaz Wood Jr.

A condição de analfabeto funcional aplica-se a indivíduos que, mesmo capazes de identificar letras e números, não conseguem interpretar textos e realizar operações matemáticas mais elaboradas. Tal condição limita severamente o desenvolvimento pessoal e pro fissional. O quadro brasileiro é preocupante, embora alguns indicadores mostrem uma evolução positiva nos últimos anos.

Uma variação do analfabetismo funcional parece estar presente no topo da pirâmide corporativa e na academia. Em uma longa série de entrevistas realizadas por este escriba, nos últimos cinco anos, com diretores de grandes empresas locais, uma queixa revelou-se rotineira: falta a muitos profissionais da média gerência a capacidade de interpretar de forma sistemática situações de trabalho, relacionar devidamente causas e efeitos, encontrar soluções e comunicá-las de forma estruturada. Não se trata apenas de usar corretamente o vernáculo, mas de saber tratar informações e dados de maneira lógica e expressar ideias e proposições de forma inteligível, com começo, meio e fim.

Na academia, o cenário não é menos preocupante. Colegas professores, com atuação em administração de empresas, frequentemente reclamam de pupilos incapazes de criar parágrafos coerentes e expressar suas ideias com clareza. A dificuldade afeta alunos de MBAs, mestrandos e mesmo doutorandos. Editores de periódicos científicos da mesma área frequentemente deploram a enorme quantidade de manuscritos vazios, herméticos e incoerentes recebidos para publicação. E frequentemente seus autores são pós-doutores!

O problema não é exclusivamente tropical. Michael Skapinker registrou recentemente em sua coluna no jornal inglês Financial Times a história de um professor de uma renomada universidade norte-americana. O tal mestre acreditava que escrever com clareza constitui habilidade relevante para seus alunos, futuros administradores e advogados. Passava -lhes, semanalmente, a tarefa de escrever um texto curto, o qual corrigia, avaliando a capacidade analítica dos autores. Pois a atividade causou tal revolta que o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa. Os alunos parecem acreditar que, em um mundo no qual a comunicação se dá por mensagens eletrônicas e tuítes, escrever com clareza não é mais importante.

O mesmo Skapinker lembra uma emblemática matéria de capa da revista norte-americana Newsweek, intitulada “Why Johnny can't write". Merrill Sheils, autora do texto, revelou à época um quadro preocupante do declínio da linguagem escrita nos Estados Unidos. Para Sheils, o sistema educacional, da escola fundamental à faculdade, desovava na sociedade uma geração de semianalfabetos. Com o tempo, explicou a autora, as habilidades de leitura pioraram, as habilidades verbais se deterioraram e os norte-americanos tornaram-se capazes de usar apenas as mais simples estruturas e o mais rudimentar vocabulário ao escrever, próprios da tevê.

Entre as diversas faixas etárias, os adolescentes eram os que mais sofriam para produzir um texto minimamente coerente e organizado. E o mundo corporativo também acusou o golpe, pois parte de sua comunicação formal exige precisão e clareza, características cada vez mais difíceis de encontrar. Educadores mencionados no artigo observaram: um estudante que não consegue ler e compreender textos jamais será capaz de escrever bem. Importante: a matéria da Newsweek é de 1975!

Quase 40 anos depois, os iletrados trópicos parecem sofrer do mesmo flagelo. Por aqui, vivemos uma situação curiosa: de um lado, cresce a demanda por análises e raciocínios sofisticados e complexos. E, de outro, faltam competências básicas relacionadas ao pensamento analítico e à articulação de ideias. O resultado é ora constrangedor, ora cômico. Nas empresas, muitos profissionais parecem tentar tapar o sol com uma peneira de powerpoints, abarrotados de informação e vazios de sentido.

Na academia, multiplicam-se textos caudalosos, impenetráveis e ocos. Se aprender a escrever é aprender a pensar, e escrever for mesmo uma atividade em declínio, então talvez estejamos rumando céleres à condição de invertebrados intelectuais.

Disponível em:  <http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em 25 ago. 2014.

GLOSSÁRIO

MBAs: Master in Business Administration (Mestrado em Administração de Negócios). É um grau acadêmico de pós-graduação destinado a administradores e executores na área de gestão de empresas.
Why Johnny can't write: Por que Johnny não pode escrever.
Depreende-se do texto que o analfabetismo funcional
Alternativas
Q613760 Português
                                    ANALFABETISMO FUNCIONAL

Alarmante! A dificuldade para interpretar textos e contextos, articular ideias e escrever está presente em seletos ambientes do mundo corporativo e da academia.


                                                                                                        por Thomaz Wood Jr.

A condição de analfabeto funcional aplica-se a indivíduos que, mesmo capazes de identificar letras e números, não conseguem interpretar textos e realizar operações matemáticas mais elaboradas. Tal condição limita severamente o desenvolvimento pessoal e pro fissional. O quadro brasileiro é preocupante, embora alguns indicadores mostrem uma evolução positiva nos últimos anos.

Uma variação do analfabetismo funcional parece estar presente no topo da pirâmide corporativa e na academia. Em uma longa série de entrevistas realizadas por este escriba, nos últimos cinco anos, com diretores de grandes empresas locais, uma queixa revelou-se rotineira: falta a muitos profissionais da média gerência a capacidade de interpretar de forma sistemática situações de trabalho, relacionar devidamente causas e efeitos, encontrar soluções e comunicá-las de forma estruturada. Não se trata apenas de usar corretamente o vernáculo, mas de saber tratar informações e dados de maneira lógica e expressar ideias e proposições de forma inteligível, com começo, meio e fim.

Na academia, o cenário não é menos preocupante. Colegas professores, com atuação em administração de empresas, frequentemente reclamam de pupilos incapazes de criar parágrafos coerentes e expressar suas ideias com clareza. A dificuldade afeta alunos de MBAs, mestrandos e mesmo doutorandos. Editores de periódicos científicos da mesma área frequentemente deploram a enorme quantidade de manuscritos vazios, herméticos e incoerentes recebidos para publicação. E frequentemente seus autores são pós-doutores!

O problema não é exclusivamente tropical. Michael Skapinker registrou recentemente em sua coluna no jornal inglês Financial Times a história de um professor de uma renomada universidade norte-americana. O tal mestre acreditava que escrever com clareza constitui habilidade relevante para seus alunos, futuros administradores e advogados. Passava -lhes, semanalmente, a tarefa de escrever um texto curto, o qual corrigia, avaliando a capacidade analítica dos autores. Pois a atividade causou tal revolta que o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa. Os alunos parecem acreditar que, em um mundo no qual a comunicação se dá por mensagens eletrônicas e tuítes, escrever com clareza não é mais importante.

O mesmo Skapinker lembra uma emblemática matéria de capa da revista norte-americana Newsweek, intitulada “Why Johnny can't write". Merrill Sheils, autora do texto, revelou à época um quadro preocupante do declínio da linguagem escrita nos Estados Unidos. Para Sheils, o sistema educacional, da escola fundamental à faculdade, desovava na sociedade uma geração de semianalfabetos. Com o tempo, explicou a autora, as habilidades de leitura pioraram, as habilidades verbais se deterioraram e os norte-americanos tornaram-se capazes de usar apenas as mais simples estruturas e o mais rudimentar vocabulário ao escrever, próprios da tevê.

Entre as diversas faixas etárias, os adolescentes eram os que mais sofriam para produzir um texto minimamente coerente e organizado. E o mundo corporativo também acusou o golpe, pois parte de sua comunicação formal exige precisão e clareza, características cada vez mais difíceis de encontrar. Educadores mencionados no artigo observaram: um estudante que não consegue ler e compreender textos jamais será capaz de escrever bem. Importante: a matéria da Newsweek é de 1975!

Quase 40 anos depois, os iletrados trópicos parecem sofrer do mesmo flagelo. Por aqui, vivemos uma situação curiosa: de um lado, cresce a demanda por análises e raciocínios sofisticados e complexos. E, de outro, faltam competências básicas relacionadas ao pensamento analítico e à articulação de ideias. O resultado é ora constrangedor, ora cômico. Nas empresas, muitos profissionais parecem tentar tapar o sol com uma peneira de powerpoints, abarrotados de informação e vazios de sentido.

Na academia, multiplicam-se textos caudalosos, impenetráveis e ocos. Se aprender a escrever é aprender a pensar, e escrever for mesmo uma atividade em declínio, então talvez estejamos rumando céleres à condição de invertebrados intelectuais.

Disponível em:  <http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em 25 ago. 2014.

GLOSSÁRIO

MBAs: Master in Business Administration (Mestrado em Administração de Negócios). É um grau acadêmico de pós-graduação destinado a administradores e executores na área de gestão de empresas.
Why Johnny can't write: Por que Johnny não pode escrever.
O problema abordado, no texto, centra-se, prioritariamente,
Alternativas
Q613759 Português
                                    ANALFABETISMO FUNCIONAL

Alarmante! A dificuldade para interpretar textos e contextos, articular ideias e escrever está presente em seletos ambientes do mundo corporativo e da academia.


                                                                                                        por Thomaz Wood Jr.

A condição de analfabeto funcional aplica-se a indivíduos que, mesmo capazes de identificar letras e números, não conseguem interpretar textos e realizar operações matemáticas mais elaboradas. Tal condição limita severamente o desenvolvimento pessoal e pro fissional. O quadro brasileiro é preocupante, embora alguns indicadores mostrem uma evolução positiva nos últimos anos.

Uma variação do analfabetismo funcional parece estar presente no topo da pirâmide corporativa e na academia. Em uma longa série de entrevistas realizadas por este escriba, nos últimos cinco anos, com diretores de grandes empresas locais, uma queixa revelou-se rotineira: falta a muitos profissionais da média gerência a capacidade de interpretar de forma sistemática situações de trabalho, relacionar devidamente causas e efeitos, encontrar soluções e comunicá-las de forma estruturada. Não se trata apenas de usar corretamente o vernáculo, mas de saber tratar informações e dados de maneira lógica e expressar ideias e proposições de forma inteligível, com começo, meio e fim.

Na academia, o cenário não é menos preocupante. Colegas professores, com atuação em administração de empresas, frequentemente reclamam de pupilos incapazes de criar parágrafos coerentes e expressar suas ideias com clareza. A dificuldade afeta alunos de MBAs, mestrandos e mesmo doutorandos. Editores de periódicos científicos da mesma área frequentemente deploram a enorme quantidade de manuscritos vazios, herméticos e incoerentes recebidos para publicação. E frequentemente seus autores são pós-doutores!

O problema não é exclusivamente tropical. Michael Skapinker registrou recentemente em sua coluna no jornal inglês Financial Times a história de um professor de uma renomada universidade norte-americana. O tal mestre acreditava que escrever com clareza constitui habilidade relevante para seus alunos, futuros administradores e advogados. Passava -lhes, semanalmente, a tarefa de escrever um texto curto, o qual corrigia, avaliando a capacidade analítica dos autores. Pois a atividade causou tal revolta que o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa. Os alunos parecem acreditar que, em um mundo no qual a comunicação se dá por mensagens eletrônicas e tuítes, escrever com clareza não é mais importante.

O mesmo Skapinker lembra uma emblemática matéria de capa da revista norte-americana Newsweek, intitulada “Why Johnny can't write". Merrill Sheils, autora do texto, revelou à época um quadro preocupante do declínio da linguagem escrita nos Estados Unidos. Para Sheils, o sistema educacional, da escola fundamental à faculdade, desovava na sociedade uma geração de semianalfabetos. Com o tempo, explicou a autora, as habilidades de leitura pioraram, as habilidades verbais se deterioraram e os norte-americanos tornaram-se capazes de usar apenas as mais simples estruturas e o mais rudimentar vocabulário ao escrever, próprios da tevê.

Entre as diversas faixas etárias, os adolescentes eram os que mais sofriam para produzir um texto minimamente coerente e organizado. E o mundo corporativo também acusou o golpe, pois parte de sua comunicação formal exige precisão e clareza, características cada vez mais difíceis de encontrar. Educadores mencionados no artigo observaram: um estudante que não consegue ler e compreender textos jamais será capaz de escrever bem. Importante: a matéria da Newsweek é de 1975!

Quase 40 anos depois, os iletrados trópicos parecem sofrer do mesmo flagelo. Por aqui, vivemos uma situação curiosa: de um lado, cresce a demanda por análises e raciocínios sofisticados e complexos. E, de outro, faltam competências básicas relacionadas ao pensamento analítico e à articulação de ideias. O resultado é ora constrangedor, ora cômico. Nas empresas, muitos profissionais parecem tentar tapar o sol com uma peneira de powerpoints, abarrotados de informação e vazios de sentido.

Na academia, multiplicam-se textos caudalosos, impenetráveis e ocos. Se aprender a escrever é aprender a pensar, e escrever for mesmo uma atividade em declínio, então talvez estejamos rumando céleres à condição de invertebrados intelectuais.

Disponível em:  <http://www.cartacapital.com.br>. Acesso em 25 ago. 2014.

GLOSSÁRIO

MBAs: Master in Business Administration (Mestrado em Administração de Negócios). É um grau acadêmico de pós-graduação destinado a administradores e executores na área de gestão de empresas.
Why Johnny can't write: Por que Johnny não pode escrever.
Na discussão articulada no texto, depreende-se, como foco principal,
Alternativas
Q2942362 Segurança e Saúde no Trabalho

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é, segundo a legislação brasileira, uma comissão constituída por representantes indicados pelo empregador e membros eleitos pelos trabalhadores, de forma paritária, que tem a finalidade de prevenir acidentes do trabalho. Os candidatos interessados em participar da CIPA devem conhecer a Norma regulamentadora (NR-5) que determina

Alternativas
Q2942359 Farmácia

O Controle de Qualidade surgiu a partir do conceito de qualidade em que era avaliado apenas o produto acabado. O conceito de qualidade estendeu-se para o atendimento das necessidades dos clientes. Para atender o conceito de qualidade em um laboratório de análises clínicas, é correto afirmar que a qualidade total tem como objetivos

Alternativas
Q2942355 Farmácia

Os controles interno e externo da qualidade são importantes para a garantia dos resultados laboratoriais obtidos, transmitindo ao médico e ao paciente confiabilidade no serviço prestado. Com relação aos diferentes níveis do controle de qualidade, é correto afirmar que

Alternativas
Q2942347 Direito Sanitário

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PMCSO) deve contemplar uma série de ações de proteção da saúde do trabalhador dentre elas, o programa de vacinação. Com base nessa informação, é correto afirmar que cabe ao empregador

Alternativas
Q2942345 Farmácia

Os laboratórios de ensino e pesquisa que tenham intenção de desenvolver projetos com Organismos Geneticamente Modificados (OGM) ou animais geneticamente modificados (AnGM) precisam de autorização da Comissão Interna de Biossegurança local (CIBio) para trabalharem com OGMs CR-1 (classe de risco 1) ou da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para OGMS CR-2, CR-3 e CR-4. Para concessão da autorização, é obrigatório

Alternativas
Q2942343 Farmácia

Dentre os requisitos para o funcionamento dos laboratórios clínicos e postos de coleta, definidos na Resolução da Diretoria Colegiada - RDC 302 - 2005 é fundamental

Alternativas
Q2942340 Farmácia

Os resíduos sólidos qualificados como resíduos químicos gerados pelos serviços de saúde e de laboratórios de ensino e pesquisa para serem dispostos no meio ambiente

Alternativas
Q2942333 Farmácia

Resíduos infectantes gerados em laboratórios de serviços de saúde, de ensino e de pesquisa são os que contém patógenos em quantidade e virulência que a exposição possa resultar em doença infecciosa. Para a disposição no meio ambiente desses resíduos, é necessário autoclavar na unidade geradora,

Alternativas
Q2942330 Farmácia

Todo trabalhador tem direito a um ambiente de trabalho saudável. Um dos direitos fundamentais do trabalhador é a vida e a saúde. Dentre as normas de segurança a implantação e utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Coletiva (EPC) são itens importantes. Tendo como base o exposto anteriormente, considere as afirmativas a seguir.

I A aquisição dos EPIs é de responsabilidade do trabalhador, uma vez que lhe é repassado o adicional insalubridade.

II A implementação de medidas que reduzam a insalubridade do ambiente de trabalho é de responsabilidade do empregador, assim como a adequada orientação aos trabalhadores.

III A guarda e o correto uso dos EPIs é de responsabilidade do empregado, sendo considerada infração de trabalho quando uma dessas condições for negligenciada.

IV A aquisição de equipamentos de proteção coletiva são de responsabilidade do empregador e a manutenção e a correta utilização são de responsabilidade do empregado.

Das afirmativas, estão corretas

Alternativas
Q2942328 Farmácia

Um dos setores farmacêuticos, em maior evidência atualmente, é o desenvolvimento de sistemas de liberação controlada de fármacos. O sistema que apresenta estruturas vesiculares e microscópicas formadas, basicamente, por fosfolipídios organizados em bicamadas concêntricas que circundam compartimentos aquosos são denominados

Alternativas
Q2942321 Farmácia

Determinado lote de comprimidos não apresenta conformidade no que diz respeito à homogeneidade de conteúdo. O teste utilizado para analisar esse parâmetro denomina-se

Alternativas
Q2942317 Farmácia

Com relação às cápsulas duras de gelatina, é correto afirmar que

Alternativas
Q2942312 Farmácia

A água é o solvente farmacêutico mais importante na produção de medicamentos. Para ser utilizada com essa finalidade, podem ser adotados diferentes métodos de purificação e produção, a partir dos quais se obtém água com diferentes graus de pureza. Sobre os tipos de água, afirma-se:

I A água deionizada é obtida por troca iônica, não sendo estéril, e, portanto, não devendo ser utilizada na preparação de injetáveis.

II A água potável que passou pelo processo de destilação (água destilada) é estéril e pode ser utilizada na manipulação de medicamentos injetáveis.

III A água estéril para injeção é isenta de pirogênios e não pode conter nenhum agente antimicrobiano.

IV A água purificada é obtida a partir da água potável pelos processos de filtração, deionização, destilação, filtração ou troca iônica.

Das afirmações, estão corretas

Alternativas
Q2942309 Farmácia

A filtração é um processo de separação sólido-líquido amplamente utilizado na produção de medicamentos pela indústria farmacêutica. No intuito de aumentar a razão de filtração, uma das estratégias que pode ser utilizada é

Alternativas
Q2942304 Farmácia

O fármaco que NÃO é recomendado na amamentação denomina-se

Alternativas
Q2942301 Farmácia

Uma mulher, 25 anos, no primeiro trimestre de gestação, apresenta infecção de trato urinário (ITU) não complicada. Para tratamento da infecção em gestante, seria adequado o uso de fármacos seguros na gestação classificados pelo FDA como risco A ou B. A alternativa terapêutica para o tratamento da ITU que seja segura na gestação (risco A ou B) é o uso de

Alternativas
Q2942295 Farmácia

O preparo de Anfotericina em solução fisiológica não é recomendada devido à

Alternativas
Respostas
7401: B
7402: A
7403: C
7404: C
7405: D
7406: A
7407: C
7408: D
7409: B
7410: C
7411: A
7412: B
7413: C
7414: C
7415: A
7416: D
7417: B
7418: A
7419: B
7420: A