Questões de Concurso
Comentadas para comperve - ufrn
Foram encontradas 8.065 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O chefe do setor explicou que os dois computadores disponíveis apresentam a mesma quantidade de memória RAM e 1TB de HD padrão SATA III. Porém, o computador instalado na primeira mesa possui um processador quad core AMD e placa de rede Wi-Fi. Já o computador novo, na segunda mesa, possui um processador quad core Intel e placa de rede Gigabit Ethernet.
Caso o técnico administrativo desejasse, havia a opção de acrescentar mais 4GB de memória DDR3 ao computador com processador AMD.
Leia as afirmações abaixo, relativas aos termos técnicos apresentados no texto:
I- O termo quad core significa que o processador possui quatro núcleos de processamento.
II- O computador com processador AMD aceita tanto memória DDR2 quanto memória DDR3.
III- O computador com processador Intel, independente da frequência do clock, é mais rápido que o computador com processador AMD.
IV- O computador com placa Gigabit Ethernet transfere arquivos pela rede mais rápido que o computador com placa Wi-Fi.
Estão corretas as afirmativas
Um técnico administrativo, aprovado no concurso da UFRN, se apresentou no setor para o qual foi nomeado para assumir o cargo. O chefe do setor, após apresentá-lo aos demais colegas, pediu para que o técnico escolhesse entre duas mesas, aquela na qual gostaria de trabalhar.
Na primeira mesa – explicou o chefe – o computador está devidamente instalado e configurado com o Windows 8, além do pacote Office da Microsoft. Contudo, não estavam instalados programas de antivírus nem estava imprimindo documentos a partir dele.
Caso escolhesse a segunda mesa, o técnico administrativo teria que tirar da caixa um novo computador que veio com apenas o Linux instalado. Nas caixas desse computador, ele encontraria, além dos manuais, um DVD com o Windows 7 para instalação, caso quisesse instalá-lo por conta própria.
O técnico administrativo olhou rapidamente o computador da primeira mesa, com
Windows 8 instalado, e percebeu que a máquina não imprimia documentos devido à ausência
de um software. Também percebeu que havia um aviso de atualizações pendentes para
instalação.
Um técnico administrativo, aprovado no concurso da UFRN, se apresentou no setor para o qual foi nomeado para assumir o cargo. O chefe do setor, após apresentá-lo aos demais colegas, pediu para que o técnico escolhesse entre duas mesas, aquela na qual gostaria de trabalhar.
Na primeira mesa – explicou o chefe – o computador está devidamente instalado e configurado com o Windows 8, além do pacote Office da Microsoft. Contudo, não estavam instalados programas de antivírus nem estava imprimindo documentos a partir dele.
Caso escolhesse a segunda mesa, o técnico administrativo teria que tirar da caixa um novo computador que veio com apenas o Linux instalado. Nas caixas desse computador, ele encontraria, além dos manuais, um DVD com o Windows 7 para instalação, caso quisesse instalá-lo por conta própria.
O técnico administrativo olhou rapidamente o computador da primeira mesa, com
Windows 8 instalado, e percebeu que a máquina não imprimia documentos devido à ausência
de um software. Também percebeu que havia um aviso de atualizações pendentes para
instalação.
Um técnico administrativo, aprovado no concurso da UFRN, se apresentou no setor para o qual foi nomeado para assumir o cargo. O chefe do setor, após apresentá-lo aos demais colegas, pediu para que o técnico escolhesse entre duas mesas, aquela na qual gostaria de trabalhar.
Na primeira mesa – explicou o chefe – o computador está devidamente instalado e configurado com o Windows 8, além do pacote Office da Microsoft. Contudo, não estavam instalados programas de antivírus nem estava imprimindo documentos a partir dele.
Caso escolhesse a segunda mesa, o técnico administrativo teria que tirar da caixa um novo computador que veio com apenas o Linux instalado. Nas caixas desse computador, ele encontraria, além dos manuais, um DVD com o Windows 7 para instalação, caso quisesse instalá-lo por conta própria.
O técnico administrativo olhou rapidamente o computador da primeira mesa, com
Windows 8 instalado, e percebeu que a máquina não imprimia documentos devido à ausência
de um software. Também percebeu que havia um aviso de atualizações pendentes para
instalação.
Considerando essa situação leia as afirmativas abaixo.
I- O técnico administrativo não pode usar o MS Word no computador com Windows 8, uma vez que o equipamento não possui antivírus instalado.
II- Se o técnico administrativo aceitar a instalação das atualizações do Windows 8, não precisará reinstalar o pacote MS Office.
III- O computador novo, na caixa, não pode ser utilizado pelo técnico administrativo uma vez que o Linux é um software cujo uso destina-se somente a servidores de rede.
IV- Ainda que o pacote MS Office 2013 ofereça outros aplicativos, o técnico administrativo tem a opção de instalar apenas o MS Word e o MS Excel.
Estão corretas as afirmativas
Os códigos de ética são conjuntos de normas que disciplinam a conduta dos servidores no exercício de sua função pública, estabelecendo princípios, deveres e penalidades. O Código de Ética dos Servidores Públicos Civil do Poder Executivo Federal foi insti tuído pelo decreto n° 1.171 de 22 de junho de 1994.
De acordo com esse Código, é vedado ao servidor público:
Segundo Hely Lopes Meirelles, o contrato administrativo “é o ajuste que a Administração Pública, agindo nessa qualidade, firma com particular ou outra entidade administrativa, par a a consecução de objetivos de interesse público, nas condições estabelecidas pela própria Administração”.
De acordo com a Lei 8.666/1993, é considerada prerrogativa da Administração Pública em relação aos contratos administrativos:
O protocolo compreende um conjunto de operações que possibilita o controle do fluxo de documentos dentro da organização.
São consideradas atividades de protocolo:
O arquivo é um conjunto de documentos ordenados que fornecem as informações necessárias para o desenvolvimento das atividades da organização.
Quanto à classificação dos arquivos, o
O Clima Organizacional constitui o meio interno de cada organização, sua atmosfera psicológica e características.
O Clima Organizacional
A estrutura organizacional pode ser entendida como o conjunto de funções, cargos, relações, sistemas de comunicações, autoridade e responsabilidades, que constituem o desenho de uma organização.
O diagrama que representa a estrutura de uma organização formal é
Liderança é definida como uma influência pessoal exercida em específica situação e dirigida pelo processo de comunicação para alcance dos objetivos. A liderança é classificada em três estilos: liberal, autocrática e democrática.
Considerando os estilos de liderança, na
A finalidade do controle é garantir que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem aos objetivos inicialmente estabelecidos. A essência do controle consiste em verificar se a atividade está ou não alcançando os resultados desejados.
O processo de controle prevê quatro etapas, nesta ordem:
O planejamento constitui a primeira função do processo administrativo, caracterizado pela definição dos objetivos organizacionais e dos recursos necessários para atingi-los. Há três tipos de planejamento: o estratégico, o tático e o operacional. O planejamento refere -se sempre à elaboração de um plano.
Considerando os tipos de planejamento, o plano
Uma das mais recentes teorias administrativas enfatiza o princípio de que, na administração, nada é absoluto, tudo é relativo. Explica que existe uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos da organização. Nessa abordagem, as características das organizações sofrem influência das condições do ambiente onde elas estão inseridas.
Esse texto se refere à
Frederick Taylor iniciou o movimento da chamada Escola Científica, que pretendia elevar os níveis de produtividade, instituindo a padronização dos métodos de trabalho. Henry Fayol foi o precursor da Administração Clássica que almejava aumentar a eficiênci a por meio da organização e aplicação de princípios básicos científicos.
Considerando a Teoria da Administração, são aspectos das Escolas Científica e Clássica da Administração, respectivamente:
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a
iberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração
Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Inte rnacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.
Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.
No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.
Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava.
Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.
Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
T * Natalia Suzuki é jornalista, mestre em Ciência Política pela FFLCH-USP e coordenadora do programa “Escravo, nem Pensar!”, programa de educação para prevenção do trabalho escravo da ONG Repórter Brasil.
Disponível em:http://www.cartaeducacao.com.br/aulas /fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/. Acesso em: 15 jul de 2017. [Adaptado]
Leia o trecho a seguir.
[...] recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu.
Considerando o uso do acento grave indicador de crase e a substituição da palavra órgãos
por instituições, a opção que apresenta uma possibilidade de reescrita correta do trecho é
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a
iberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração
Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Inte rnacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.
Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.
No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.
Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava.
Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.
Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
T * Natalia Suzuki é jornalista, mestre em Ciência Política pela FFLCH-USP e coordenadora do programa “Escravo, nem Pensar!”, programa de educação para prevenção do trabalho escravo da ONG Repórter Brasil.
Disponível em:http://www.cartaeducacao.com.br/aulas /fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/. Acesso em: 15 jul de 2017. [Adaptado]
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil.
De acordo com a modalidade formal escrita da língua portuguesa, assinale a opção possível
de colocação da vírgula no trecho:
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a
iberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração
Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Inte rnacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.
Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.
No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.
Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava.
Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.
Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
T * Natalia Suzuki é jornalista, mestre em Ciência Política pela FFLCH-USP e coordenadora do programa “Escravo, nem Pensar!”, programa de educação para prevenção do trabalho escravo da ONG Repórter Brasil.
Disponível em:http://www.cartaeducacao.com.br/aulas /fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/. Acesso em: 15 jul de 2017. [Adaptado]
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil.
No trecho, considerando as classes de palavras da língua portuguesa, há