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Q4139384 Redação Oficial
Em relação ao Decreto nº 9.758/2019, as universidades federais: 
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Q4139383 Redação Oficial
Ao produzir uma comunicação oficial, no que se refere ao local e à data do documento, utilizou-se corretamente qual opção? 
Alternativas
Q4139382 Redação Oficial
O Decreto nº 9.758/2019 vedou o uso de algumas formas de tratamento na comunicação com agentes públicos federais, ainda que abreviadas. Está excluída dessa vedação o uso de 
Alternativas
Q4139381 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2018, p. 20), a “impessoalidade decorre de princípio constitucional (Constituição, art. 37) [...]. A redação oficial é elaborada sempre em nome do serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos.”

Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre: 
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Q4139380 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o servidor de uma universidade federal, ao produzir uma comunicação oficial, deve observar que: 
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Q4139379 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
Em qual fragmento houve inadequação quanto ao uso de crase em relação à norma-padrão?
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Q4139378 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A presença de “(rs)” no texto caracteriza: 
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Q4139377 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A coesão e a coerência textuais, no trecho “Aqui vai um exemplo:”, são construídas por meio de: 
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Q4139376 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
No desenvolvimento do texto, a distinção entre “inteligência fluida” e “inteligência cristalizada” cumpre a função de: 
Alternativas
Q4139375 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
No trecho: “Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de: 
Alternativas
Q3602451 Engenharia Mecânica

Um Engenheiro Mecânico, responsável pela otimização energética de sistemas prediais em uma universidade federal, realiza uma avaliação de eficiência conforme norma ABNT NBR ISO 12100 (gestão de riscos e desempenho) e os fundamentos de Cengel & Boles (2015). Durante a análise de um ciclo termodinâmico de potência que converte calor em trabalho mecânico, verifica-se que o ciclo absorve 2.500 J de calor da fonte quente e rejeita 1.000 J para a fonte fria.


Sabendo que a eficiência térmica é dada por Imagem associada para resolução da questão qual é o valor de Imagem associada para resolução da questão?

Alternativas
Q3602450 Engenharia Mecânica
Considere-se o projeto de um olhal (ponto de elevação) para içamento de módulos que sofrerão ciclos repetidos de carga durante operação (fração significativa de cargas cíclicas ao longo da vida útil) e que requerem inspeções periódicas e possibilidade de substituição do componente.
Em termos de melhor solução de ligação entre o olhal e a estrutura principal, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3602449 Engenharia Mecânica
Na escolha entre soldas e parafusos para a fixação de componentes sujeitos a ciclos de carga, como em sistemas de elevação de carga, a solução mais adequada e que possibilita a redução de fadigas é: 
Alternativas
Q3602448 Engenharia Mecânica
Durante a vistoria em uma obra pública, o engenheiro mecânico verifica que as bases de concreto para fixação de equipamentos mecânicos foram executadas antes da instalação dos eletrodutos necessários para o cabeamento elétrico desses equipamentos.
Conforme as boas práticas de fiscalização do Tribunal de Contas da União (2014), qual ação deve ser tomada? 
Alternativas
Q3602447 Engenharia Mecânica
Na fiscalização da montagem de um sistema de transporte vertical (elevador de carga) em uma edificação pública, o engenheiro mecânico observa que a contratada pretende utilizar um modelo de guincho provisório não previsto no projeto para agilizar a instalação.
De acordo com o Tribunal de Contas da União (2014), a postura correta do fiscal é: 
Alternativas
Q3602446 Engenharia Mecânica
Em uma visita de obra, o engenheiro fiscal constata execução divergente do projeto, com paredes deslocadas em relação ao alinhamento previsto.
Conforme o Tribunal de Contas da União (2014), a forma adequada de registrar e tratar essa ocorrência é:
Alternativas
Q3602445 Auditoria de Obras Públicas
Durante a análise do relatório de medição mensal, observa-se que a execução física atingiu 55% do total previsto e que o desembolso financeiro já alcança 70% do valor contratado.
Segundo o Tribunal de Contas da União (2014), essa situação exige que o engenheiro fiscal: 
Alternativas
Q3602444 Engenharia Civil
Durante a fiscalização de uma obra de edificação pública, verifica-se que o empreiteiro está utilizando um lote de materiais que não consta no memorial descritivo aprovado.
Conforme as recomendações do Tribunal de Contas da União (2014), o engenheiro fiscal deve? 
Alternativas
Q3602443 Engenharia Civil
Considere-se que se pretende extrair quantitativos do modelo e integrá-los a um aplicativo de planejamento 4D e a bases de custo externas.
Para tanto, segundo os Guias BIM ABDI-MDIC e a NBR 15965, é necessário que se proceda de qual forma? 
Alternativas
Q3602442 Engenharia Mecânica
Um orçamento de manutenção mecânica prevê custo de mão de obra de R$ 160.000,00 e custo de material de R$ 320.000,00. O Benefício e Despesas Indiretas - BDI definido pelo órgão público é de 27%. Considerando o cálculo do preço de venda conforme as orientações do TCU (2014), qual será o valor final a ser apresentado na proposta? 
Alternativas
Respostas
121: C
122: D
123: A
124: D
125: A
126: A
127: B
128: D
129: A
130: B
131: C
132: B
133: D
134: C
135: B
136: D
137: A
138: C
139: A
140: C