Questões de Concurso
Para cetro
Foram encontradas 6.888 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Um Apólogo
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
– Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
– Deixe-me, senhora.
– Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
– Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
– Mas você é orgulhosa.
– Decerto que sou.
– Mas por quê?
– É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
– Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
– Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
– Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
– Também os batedores vão adiante do imperador.
– Você é imperador?
– Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
– Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
– Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
– Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro “Para Gostar de Ler – Volume 9 – Contos”, Editora Ática: São Paulo, 1984, p. 59.
Observe o trecho transcrito do texto e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a que se refere o pronome destacado.
“– Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?”
Solar System’s Water is Older Than the Sun
Next time you’re swimming in the ocean, consider this: part of the water is older than the sun.
So concludes a team of scientists who ran computer models comparing the ratios of hydrogen isotopes over time. Taking into account new insights that the solar nebula had less ionizing radiation than previously thought, the models show that at least some of the water found in the ocean, as well as in comets, meteorites and on the moon, predate the sun’s birth.
The only other option, the scientists conclude, is that it formed in the cold, intersteller cloud from which the sun itself originated.
The discovery, reported in this week’s Science, stems from the insight of lead author Lauren Ilsedore Cleeves, a doctoral student at the University of Michigan, who realized that planetforming disks around young stars should be shielded from galactic rays by the strong solar winds, dramatically altering the chemistry occurring inside the disks, said Conel Alexander, with the Carnegie Institution of Washington.
“The finding... makes it quite hard for these regions in the disk to synthesize any new molecules. This was an ‘aha’ moment for us – without any new water creation the only place these ices could have come from was the chemically rich interstellar gas out of which the solar system formed originally,” Cleeves wrote in an email to Discovery News.
“It’s remarkable that these ices survived the entire process of stellar birth,” she added.
The finding has implications for the search for life beyond Earth, as water is believed to be necessary for life.
“If the sun’s formation was typical, interstellar ices – including water – are likely common ingredients present during the formation of all planetary systems, which puts a wonderful outlook on the possibility of other life in the universe,” Cleeves said.
In addition, it’s not just water that likely survived the solar system’s birth.
“The same must be true for the organic matter that we know is present in molecular cloud ices. So I think this strengthens the case that we have interstellar organic matter in meteorites and comets too,” Alexander wrote in an email to Discovery News.
Available in: http://news.discovery.com
Read the sentence taken from the text.
“The finding has implications for the search for life beyond Earth, as water is believed to be necessary for life.”
Choose the alternative in which the underlined word is conjugated in the same verb tense as the one above.
As crianças são alvo de muitas de nossas contradições. Não consideramos inadequado que elas se manifestem como consumidoras e que façam escolhas dos mais variados tipos; queremos que sejam autônomas com rapidez e isso faz com que se metam em encrencas que não lhes fazem bem e que ainda não têm condições de resolver; insistimos para que sejam precoces na aquisição de conhecimentos especializados e que busquem o processo hoje e sempre.
Ao mesmo tempo, consideramos que alguns temas da vida não lhes dizem respeito. Em período eleitoral, dá para perceber que política é um assunto que poucos adultos consideram pertinentes a elas. Mas as crianças não compartilham dessa opinião: elas estão envolvidas com as eleições e com a política. Entretanto, são poucas as que conseguem ter a boa companhia de seus educadores para que comecem a decifrar a complexidade e a importância do assunto. Você se lembra, caro leitor, que anos atrás as escolas começaram a declarar a importância da educação para a cidadania? Pois é: a maioria colocou essa expressão em seu projeto pedagógico. E o que vemos agora, em tempo de eleição? São poucas as escolas que têm trabalhado o tema em seu cotidiano com os alunos. Muitas até trabalham, mas de um modo tão fragmentado que não colaboram para que o aluno compreenda sobre as eleições como parte de um processo do regime democrático.
Diversas escolas têm realizado a simulação de eleições para que os alunos entendam os cargos disputados e suas funções, e aprendam a argumentar e a observar os candidatos em seu empenho para convencer os eleitores de que são merecedores de seu voto. Boa parte realiza esse trabalho com alunos dos ciclos mais adiantados. Quantas escolas fazem isso com os alunos da educação infantil e dos primeiros anos do fundamental?
Enquanto isso, as crianças, desde a mais tenra idade, declaram sua preferência por este ou aquele candidato de acordo com o que lhes importa – tom de voz, tipo de roupa, cabelo –, xingam sem pudor outros, afirmam com convicção que todo político rouba, pratica corrupção, mente etc.. Muitas crianças testemunham brigas de adultos por causa de suas diferentes preferências políticas, observam a violência da argumentação utilizada neste período, entram de gaiato em farsas inventadas contra este ou aquele candidato. Assim, qual criança vai se interessar por política? E nós devemos querer que elas se interessem!
Parece que as famílias têm feito mais por seus filhos do que as escolas por seus alunos nessa questão: ouvem o que os filhos têm a dizer sobre os candidatos e explicam, sempre que conseguem, os equívocos de sua opinião, tentam conter o palavreado que eles usam, ensinam o sentido de tantas pesquisas etc.. Mas os pais têm o direito de tentar levar o filho para junto de sua posição ideológica, não é verdade?
Por isso faz tanta falta o trabalho da escola em política e cidadania: ela poderia incentivar os alunos a ter visão crítica, a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas. Esse trabalho poderia incentivar as novas gerações a querer dar continuidade ao estado democrático e a ter interesse real por política. Não é?
Observe a oração abaixo e, em seguida, assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabeleça o mesmo sentido e tenha a mesma classificação que a conjunção destacada na oração abaixo.
“(...) a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas.”
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios.
Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
À primeira vista, pode parecer estranho que um livro escrito por um cientista sobre a evolução do pensamento cosmológico comece com um capítulo sobre mitos de criação de culturas pré-científicas. Existem duas justificativas para minha escolha.
Primeira, esses mitos encerram todas as respostas lógicas que podem ser dadas à questão da origem do Universo, incluindo as que encontramos em teorias cosmológicas modernas. Com isso não estou absolutamente dizendo que a ciência moderna está meramente redescobrindo a antiga sabedoria, mas que, quando nos deparamos com a questão da origem de todas as coisas, podemos discernir uma clara universalidade do pensamento humano.
A segunda razão para começar este livro com mitos de criação é mais sutil. Esses mitos são essencialmente religiosos, uma expressão do fascínio com que as mais variadas culturas encaram o mistério da Criação. Como discutirei em detalhe, é precisamente esse mesmo fascínio que funciona como uma das motivações principais do processo criativo científico.
GLEISER, M. “Prefácio”. Texto com adaptações. In: A dança do universo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
De acordo com as ideias do texto, analise as assertivas abaixo.
I. O estranhamento sugerido pelo autor no trecho deriva da aparente incompatibilidade entre a temática a ser desenvolvida pelo autor e o modo como ele escolheu começar a discorrer sobre ela.
II. O respeito ao passado figura como um dos elementos utilizados pelo autor como um dos motivos para que o leitor não estranhe tanto a aproximação que ele sugere entre a temática do livro e o modo como ele escolheu começar a discorrer sobre ela.
III. O estereótipo de ciência criticado pelo autor desconsidera algumas facetas importantes do fazer científico, como sua busca em ir além do ordinário.
É correto o que se afirma em
Building a Practical College Degree for the New Economy
This is not a great time to be a recent college graduate.
Average student-loan debt is $29,400. The underemployment rate is 44 percent for graduates ages 22 to 27, meaning they are holding jobs that don’t require bachelor’s degrees. And the average age of financial independence for college graduate these days is 30.
Such statistics have given rise to the narrative that a college degree is no longer worth it, although volumes of economic studies on lifetime earnings prove otherwise. Even so, given the number of college graduates struggling to launch their careers, a wide gap has emerged between what the workforce needs in employees and what colleges are producing in graduates.
Part of the problem is that we have high expectations for the bachelor’s degree today. Thirty years ago, when fewer people required a higher education to get ahead in life, the bachelor’s degree was seen as a vehicle for broad learning. The training part came later by going to graduate school or getting a job where the new employer trained you.
Now we demand that skills training move in tandem with broad learning, and expect both to be completed in the four years of an undergraduate education. For too many students, however, the bachelor’s degree is not providing that dual experience – high-impact, in-classroom learning and out-of-theclassroom, experiential, and hands-on learning necessary for success in today’s economy.
Because of student loan debt, graduate or professional school is no longer an option for many recent college graduates. They’re searching for quick and cheap addon boot camps that give them what they’re missing. And a whole new set of providers are emerging outside of the traditional higher-education ecosystem to provide that lift.
Last year, General Assembly, which offers courses of a few hours to a few weeks in everything from digital marketing to web development, expanded to Washington, DC, where it is selling out of nearly all of its offerings. Its average student is in his mid-20s and just a few years out of college.
According to the text,
I. colleges are not producing in graduates what the workforce needs in employees.
II. nowadays, the bachelor’s degree is seen only as a vehicle for broad learning.
III. nearly 44% of graduates ages 22 to 27 hold jobs that require bachelor’s degree.
IV. colleges are expected to give students not only skills training, but also broad learning.
V. economic studies on lifetime earnings prove a college degree is no longer worth it.
The correct assumption(s) is(are)
O Balanço Financeiro é um fluxo de disponibilidades. Analise as informações abaixo, referentes ao encerramento do exercício de 2013, fornecidas pelo Departamento de Contabilidade de um Município e apure o valor do resultado financeiro obtido e, em seguida, assinale a alternativa correta.
Saldo em Espécie do Exercício Anterior R$500,00
Inscrição de Restos a Pagar não Processados R$700,00
Despesa Orçamentária Ordinária R$5.500,00
Receita Orçamentária Ordinária R$7.500,00
Pagamento de Restos a Pagar Processados R$800,00
Despesa Orçamentária Vinculada R$2.000,00
Receita Orçamentária Vinculada R$1.500,00
Transferências Financeiras Recebidas R$200,00
Recebimento em dinheiro de
Consignações
R$2.000,00
Considere as afirmações abaixo em relação aos atributos da informação de custos aplicada ao setor público.
1. Deve permitir o detalhamento das informações em razão das diferentes expectativas e necessidades informacionais das diversas unidades organizacionais e seus respectivos usuários.
2. Sistema que deve ser capaz de produzir informações em diferentes níveis de detalhamento, mediante a geração de diferentes relatórios, sem perder o atributo da comparabilidade.
Os conceitos apresentados referem-se aos seguintes atributos da informação de custos aplicada ao setor público:
Determinado Município, aplicando as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, apresentou, em 2013, as seguintes informações:

A Demonstração de Fluxo de Caixa, elaborada pelo
método direto, apresentou, em suas atividades das
operações, o seguinte saldo de caixa líquido:
Quanto aos quocientes apresentados na primeira coluna, que são utilizados como instrumento de análise do Balanço Orçamentário, correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. O Quociente do Resultado Orçamentário.
2. O Quociente Financeiro Real da Execução Orçamentária.
3. O Quociente de Desempenho da Arrecadação.
4. O Quociente de Execução da Despesa.
5. O Quociente de Execução da Receita.
6. O Quociente do Equilíbrio Orçamentário.
( ) É resultante da relação entre a Receita Realizada e a Previsão Atualizada da Receita, indicando a existência de excesso ou a falta de arrecadação para a cobertura de despesas.
( ) É resultante da relação entre a Receita Realizada e a Previsão Inicial da Receita, indicando a existência de excesso ou a falta de arrecadação para a administração dos indicadores fiscais.
( ) É resultante da relação entre a Previsão Inicial da Receita e a Dotação Inicial da Despesa, indicando se há equilíbrio entre a previsão e a fixação constante na LOA.
( ) É resultante da relação entre a Receita Realizada e a Despesa Empenhada, indicando a existência de superávit ou déficit.
( ) É resultante da relação entre a Despesa Executada e a Dotação Atualizada, cuja discrepância pode ser ocasionada por ineficiência no processo planejamentoexecução ou a uma economia de despesa orçamentária.
( ) É resultante da relação
entre a Receita Realizada e
a Despesa Paga, indicando
o quanto a receita
orçamentária arrecadada
representa em relação à
despesa orçamentária
paga.
A Contabilidade Aplicada ao Setor Público constitui um ramo da ciência contábil e deve observar os Princípios de Contabilidade. Segundo a Resolução CFC nº 750/1993, atualizada pela Resolução CFC nº 1.282/2010, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, o reconhecimento e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta essa circunstância.
( ) O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional.
( ) O Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de reconhecimento e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.
Determinado Município, aplicando as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, apresentou, em 2013, as seguintes informações de seu Balanço Orçamentário:

Determinado Município, aplicando as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, apresentou, em 2013, as seguintes informações de seu Balanço Orçamentário:

Quanto às condições necessárias para o reconhecimento de uma receita de vendas de produtos, analise as assertivas abaixo.
I. A entidade deve transferir ao comprador todos os riscos e benefícios significativos da propriedade dos produtos.
II. A entidade deve manter envolvimento gerencial contínuo em um nível gerencialmente associado à titularidade e controle efetivo sobre os produtos vendidos.
III. O valor da receita pode ser mensurado com confiabilidade.
IV. É provável que os benefícios fluirão para a entidade.
V. Os custos incorridos ou que vierem a ser podem ser mensurados.
É correto o que se afirma em
Uma sociedade empresária apresentou, em seu Balanço Patrimonial, um saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa de R$350.000,00 em 31/12/2012 e de R$310.000,00 em 31/12/2013. Observando os dados da sua Demonstração dos Fluxos de Caixa de 2013, verificou-se que as suas atividades operacionais geraram caixa no valor de R$43.000,00. Observou-se, também, que a única operação em suas atividades de financiamento foi um aumento de Capital Social em dinheiro no valor de R$20.000,00.
Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta as Atividades de Investimentos na Demonstração dos Fluxos de Caixa dessa empresa em 2013.