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Leia as orações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
1. O rapaz ____ sabia ler e escrever.
2. ____ cerca de mil servidores públicos nas ruas reivindicando melhores condições de trabalho.
3. Não sabia ____ motivo a namorada estava zangada.
Leia a oração abaixo.
Joana foi à Prefeitura Municipal para resolver algumas pendências.
Assinale a alternativa que apresenta o mesmo vício de
linguagem da oração acima.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Encerrada a Olimpíada, revelo a você, dileto leitor, o segredo do alto rendimento nos esportes: o atleta não pode pensar.
A razão para isso, como explica John Coates em The Hour Between Dog and Wolf, é que, operando no nível da consciência, o cérebro é uma tartaruga. Levamos pelo menos 200 (duzentos) milissegundos para dirigir os olhos para um ponto de interesse, mais 300 (trezentos) ou 400 (quatrocentos) milissegundos para fazer uma inferência cognitiva e outros 50 (cinquenta) milissegundos para iniciar o comando motor. Assim, um sujeito excepcionalmente rápido gasta, no mínimo, meio segundo pensando.
E meio segundo é uma eternidade no alto rendimento. Um saque no tênis dá ao rebatedor 400 (quatrocentos) milissegundos para reagir. Um pênalti chega ao gol em 290 (duzentos e noventa) milissegundos. No pingue-pongue, que nem sempre é levado muito a sério pelo torcedor olímpico, o tempo de reação cai para 160 (cento e sessenta) milissegundos, só um pouco mais que os 120 (cento e vinte) milissegundos usados por velocistas para reagir ao tiro de largada e que fazem a diferença na hora de estabelecer recordes.
O cérebro resolve essa dificuldade mandando a consciência às favas e atuando no que se chama de nível pré-atencional. É o mesmo mecanismo que faz com que você se esquive de uma bolada muito antes de “ver” o projétil se aproximando. Nesses casos, não recorremos ao córtex, mas a estruturas muito mais primitivas, como o colículo superior. Com ele, não distinguimos formas e cores nem podemos identificar o objeto, mas o tempo para iniciar uma reação pode cair para 15 (quinze) milissegundos.
Para vencer, portanto, o atleta precisa esforçar-se para não deixar a consciência interferir nos processos automáticos, que, se ele treinou direito, estão armazenados em seu cerebelo. Essa estrutura, envolvida com a coordenação motora e o equilíbrio, foi, ao lado do córtex, uma das que mais aumentaram de tamanho ao longo da evolução humana.
Hélio Schwartsman. Reação
Olímpico.http://www1.folha.uol.com.br. Adaptado
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Encerrada a Olimpíada, revelo a você, dileto leitor, o segredo do alto rendimento nos esportes: o atleta não pode pensar.
A razão para isso, como explica John Coates em The Hour Between Dog and Wolf, é que, operando no nível da consciência, o cérebro é uma tartaruga. Levamos pelo menos 200 (duzentos) milissegundos para dirigir os olhos para um ponto de interesse, mais 300 (trezentos) ou 400 (quatrocentos) milissegundos para fazer uma inferência cognitiva e outros 50 (cinquenta) milissegundos para iniciar o comando motor. Assim, um sujeito excepcionalmente rápido gasta, no mínimo, meio segundo pensando.
E meio segundo é uma eternidade no alto rendimento. Um saque no tênis dá ao rebatedor 400 (quatrocentos) milissegundos para reagir. Um pênalti chega ao gol em 290 (duzentos e noventa) milissegundos. No pingue-pongue, que nem sempre é levado muito a sério pelo torcedor olímpico, o tempo de reação cai para 160 (cento e sessenta) milissegundos, só um pouco mais que os 120 (cento e vinte) milissegundos usados por velocistas para reagir ao tiro de largada e que fazem a diferença na hora de estabelecer recordes.
O cérebro resolve essa dificuldade mandando a consciência às favas e atuando no que se chama de nível pré-atencional. É o mesmo mecanismo que faz com que você se esquive de uma bolada muito antes de “ver” o projétil se aproximando. Nesses casos, não recorremos ao córtex, mas a estruturas muito mais primitivas, como o colículo superior. Com ele, não distinguimos formas e cores nem podemos identificar o objeto, mas o tempo para iniciar uma reação pode cair para 15 (quinze) milissegundos.
Para vencer, portanto, o atleta precisa esforçar-se para não deixar a consciência interferir nos processos automáticos, que, se ele treinou direito, estão armazenados em seu cerebelo. Essa estrutura, envolvida com a coordenação motora e o equilíbrio, foi, ao lado do córtex, uma das que mais aumentaram de tamanho ao longo da evolução humana.
Hélio Schwartsman. Reação
Olímpico.http://www1.folha.uol.com.br. Adaptado
I. As permissões de compartilhamento sempre são as mesmas para todos os usuários que se conectam ao computador.
II. É possível determinar que os usuários tenham controle total sobre os arquivos que foram compartilhados.
III. É possível diferenciar entre as permissões de leitura dos arquivos das permissões de alteração dos arquivos.
É correto o que se afirma em
I. Quando um arquivo ou pasta é excluído do disco rígido (por intermédio de um comando DELETE) ele é excluído permanentemente do disco rígido.
II. Para excluir um arquivo permanentemente, sem enviá-lo para a Lixeira, basta clicar no arquivo e pressionar SHIFT + DELETE.
III. Qualquer arquivo excluído de uma unidade flash USB (por exemplo, um Pen Drive), utilizando o comando DELETE, é enviado para a Lixeira.
É correto o que se afirma em
I. Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigência até que outra a modifique ou revogue.
II. Lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.
III. A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, revoga e modifica a anterior.
IV. Salvo disposição contrária, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.
É correto o que se afirma em
( ) No contrato de prestação de serviço, quando qualquer das partes não souber ler nem escrever, o instrumento poderá ser assinado a rogo e subscrito por duas testemunhas.
( ) Conta-se no prazo do contrato o tempo em que o prestador de serviços, por culpa sua, deixou de servir.
( ) Não havendo prazo estipulado, nem se podendo inferir da natureza do contrato ou do costume do lugar, qualquer das partes, a seu arbítrio, mediante prévio aviso, pode resolver o contrato.
( ) Findo o contrato, o prestador de serviço tem direito a exigir da outra parte a declaração de que o contrato está findo.
1. Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo.
2. Desviar o funcionário público dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem posse em razão do cargo.
3. Subtrair o funcionário público, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.
4. Concorrer o funcionário público, embora não tendo a posse do dinheiro, para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valor ou bem valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.