Foram encontradas 508 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A foto, a seguir, traz Jânio Quadros, eleito presidente do Brasil, em 1960, segurando uma vassoura.

O uso da vassoura como símbolo tinha como finalidade aliar
a campanha eleitoral de Jânio
Texto I Na verdade, a escravidão no Brasil agrário-patriarcal pouco teve de cruel. O escravo brasileiro levava, nos meados do século XIX, quase vida de anjo, se compararmos sua sorte com a dos operários ingleses do mesmo período.
(Gilberto Freyre, 1964[1922]:98. Em: Flávio R. Versiani. Escravidão “suave no Brasil: Gilberto Freyre tinha razão? P. 167. Adaptado. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid =S0101-31572007000200001. Acesso em 02.10.2016)
Texto II Uma constante durante a vigência da escravidão no Brasil foi a equiparação do corpo do cativo ao dos animais. Em face disso, era usada constantemente a mutilação, algumas vezes por castigo, com o ferro em brasa, ou pelo corte da orelha do fujão, outras vezes como símbolo de propriedade. Além disso, não se pode esquecer as marcas de instrumentos de tortura, como o tronco, os açoites, os sinais de queimaduras. Raramente um escravo não apresentava uma das marcas de violação no seu corpo. (Clovis Moura. Dicionário da Escravidão. Adaptado)
Analisando-se os dois textos, pode-se concluir corretamente que
(Gersem Baniwa. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje.
Brasília: MEC/Museu Nacional, 2006. Adaptado)
O texto tem como finalidade demonstrar
A “haitinização”, mencionada no texto, é uma referência
Brasil: Taxa de mortalidade infantil - 2011
A leitura do mapa e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica brasileira permitem afirmar que as taxas de mortalidade infantil
Assinale a alternativa que apresenta uma conclusão obtida após a leitura do gráfico.
(http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/07/mudancas-climaticas impactarao-ainda-mais-area-da-saude-diz-oms.html. Adaptado)
Algumas dessas consequências das mudanças climáticas podem ser evitadas se, nas próximas décadas, a humanidade
A respeito dos países destacados no gráfico, é correto afirmar que
(http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/10/1822802-brics-tentamsuperar -momentos-desiguais-em-cupula-na-india.shtml. Adaptado)
A respeito do grupo dos Brics, é correto afirmar que
No ponto mais alto dessa trajetória, a velocidade vetorial do objeto está corretamente representada em:
(Biologia, Linhares, S. e Gewandsznajder, F. Volume Único. 2011 Editora Ática. Adaptado)
Os resultados observados nesse experimento reforçaram a
amassar o barro
dar tempo ao tempo
curar1 a panela
beber do pote
a água da chuva
e repartir
o que vem da fonte
o que vem da terra
e as oferendas do mar
amassar o barro
dar tempo ao tempo
curar1 a panela
beber do pote
a água da chuva
e repartir
o que vem da fonte
o que vem da terra
e as oferendas do mar
Considere o cartaz.

O objetivo principal do cartaz é
Declarações de Daniel Munduruku
Frequentei a escola durante a ditadura militar, na década
de 1970. Naquela época, as informações que eu tinha em
sala de aula sugeriam que índio era atrasado, que índio era
selvagem. Isso chegava até mim com um impacto muito violento. Passei a ter vergonha da minha cara, do meu cabelo,
da minha origem. Eu não queria mais ser índio.
Quem mudou a visão negativa que eu fazia de mim mesmo foi meu avô Apolinário. É claro que não foi da noite para o
dia, mas o avô foi mostrando, às vezes com sábias palavras,
às vezes apenas com o silêncio, que aquela era a minha
família e que longe dela eu seria infeliz. Com meu avô aprendi
o valor da ancestralidade.
(Bruno Ribeiro. Daniel Munduruku: entrevista.
http://consciencia.net. Adaptado)
Declarações de Daniel Munduruku
Frequentei a escola durante a ditadura militar, na década
de 1970. Naquela época, as informações que eu tinha em
sala de aula sugeriam que índio era atrasado, que índio era
selvagem. Isso chegava até mim com um impacto muito violento. Passei a ter vergonha da minha cara, do meu cabelo,
da minha origem. Eu não queria mais ser índio.
Quem mudou a visão negativa que eu fazia de mim mesmo foi meu avô Apolinário. É claro que não foi da noite para o
dia, mas o avô foi mostrando, às vezes com sábias palavras,
às vezes apenas com o silêncio, que aquela era a minha
família e que longe dela eu seria infeliz. Com meu avô aprendi
o valor da ancestralidade.
(Bruno Ribeiro. Daniel Munduruku: entrevista.
http://consciencia.net. Adaptado)