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Q3635209 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a localização geográfica do município de Olho D’ Água Grande e seus municípios vizinhos que limitam suas fronteiras, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3635208 Enfermagem
Qual das seguintes declarações é um exemplo de notícia falsa (fake news)?
Alternativas
Q3635207 Meio Ambiente
Assinale a alternativa correta sobre a principal causa dos problemas ambientais e como isso compromete a qualidade de vida: 
Alternativas
Q3635206 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia abaixo:



Asserção: O município de Olho D'Água Grande foi fundado em uma vasta planície de terras férteis e se desenvolveu em torno de um olho d'água de grande proporção.


Razão: A presença de água abundante e terras férteis atraiu a família de Francisco Cordeiro Dantas para a região, resultando no crescimento do povoado. Esse local ainda abastece o município até os dias atuais, sendo um fator importante para a atração de moradores de regiões vizinhas. A busca pelo progresso local levou a um movimento pela emancipação do distrito, culminando na concessão de autonomia em 1962.


Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3635205 Enfermagem
Como os casos de violência em ambiente escolar podem ser afetados pelo contexto de isolamento social decorrente da pandemia, e qual é o papel das escolas e da sociedade na prevenção desses acontecimentos? 
Alternativas
Q3635204 Português

Leia abaixo:



Asserção: O desenvolvimento tecnológico e as mudanças nos padrões de consumo das sociedades modernas resultaram em uma intensa exploração dos recursos naturais do planeta.


Razão: A transição das sociedades predominantemente agrícolas para sociedades industriais e urbanas trouxe consigo um aumento na demanda por recursos naturais para alimentar o desenvolvimento tecnológico e os novos estilos de vida, o que levanta preocupações sobre a sustentabilidade desse padrão de consumo.



Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3635203 Sociologia
Qual das seguintes situações melhor exemplifica o racismo estrutural? 
Alternativas
Q3635202 Turismo
Cidade para destino turístico mais procurada em Alagoas: 
Alternativas
Q3635201 Português

Considere as seguintes orações:



I. A vida é um milagre que anda.


II. A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão.


III. A vida é travessia em mar aberto.


IV. O desconforto é a alma em processo de mudança.



Nas orações acima encontramos a figura de linguagem denominada de: 

Alternativas
Q3635200 Português

Considere as seguintes orações:



I. Ele votou pela reparação civil por crimes de tortura na ditadura militar e, portanto, a favor do pagamento de indenização à família do jornalista.


II. A atriz assiste à vitória do Brasil.


III. A BR 324 foi interditada para dar segurança à procissão.


O uso da crase, de acordo com a norma culta da língua portuguesa, está correto: 

Alternativas
Q3635199 Português

Considere as seguintes orações:



I. João esqueceu de avisar sobre as avaliações processuais dos estudantes.


II. Lucas Henrique visa o cargo de coordenador da empresa multinacional de petróleo e gás.


III. O candidato aspira ao cargo que pleiteou no concurso público de Alagoas.



Está de acordo com as normas de regência da língua culta o que se afirma: 

Alternativas
Q3635198 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Considere as justificativas para o uso das vírgulas nos itens abaixo:



I. Em “A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos” o uso da vírgula justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado.


II. Em “Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes (...)” o uso das vírgulas entre o vocábulo “também” é facultativo, pois separa o adjunto adverbial, de pouca extensão, antepostos.


III. Em “(...) passam por normais, mas que (...)” o uso da vírgula, antes do vocábulo “mas”, é obrigatório para separar orações coordenadas sindéticas adversativas.


IV. Em ““Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social” o uso da vírgula justifica-se por separar termos com funções semelhantes.



Assinale: 

Alternativas
Q3635197 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Analise as orações abaixo:



1. Se queremos ser respeitados, devemos respeitar.


2. “(...) utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)”.


3. “Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes”.


4. A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador.



Acerca das orações acima, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3635196 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Considere o seguinte período: 



Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. 



Acerca do período acima, analise as assertivas abaixo:



I. O vocábulo em destaque estabelece uma relação adversativa e pode ser substituída, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por: por conseguinte.


II. A forma verbal “utilizamos” indica a indeterminação do sujeito. Desse modo, o sujeito da oração é indeterminado.


III. a forma verbal “utilizamos” expressa uma ação passada que já foi concluída e, portanto, está no pretérito imperfeito do indicativo.



Assinale: 

Alternativas
Q3635195 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Considere as afirmações abaixo:



I. Em “ (...) “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem (...)” o termo em destaque exerce função anafórica.


II. Em “para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes” o termo em destaque classifica-se como pronome relativo.


III. Em “utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)” o termo em destaque é conjunção integrante.



Assinale: 

Alternativas
Q3635194 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 
Assinale a alternativa que apresenta apenas vocábulos proparoxítonos. 
Alternativas
Q3635193 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 
O vocábulo “escamotear” (linha 24) pode ser substituído, sem prejuízo de coerência e correção gramatical do texto, por:
Alternativas
Q3635192 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

POLITICAMENTE CORRETO

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc. 

(CIPRIANO, Perly. 2014.) 

Sobre o texto, considere as afirmações abaixo:



I. A denominação “os preconceitos nossos de cada dia” foi dada pelo historiador Jaime Pinsky para se referir a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos”.


II. Entende-se do texto que as formas condescendentes, para se referir às diferenças do outro, também se configuram ofensas, expressando os preconceitos nossos de cada dia.


III. Depreende-se do texto que o glossário, intitulado de politicamente correto, intenta suscitar debates e reflexões acerca da necessidade de respeitar a existência e interação de diferentes culturas.



Assinale: 

Alternativas
Q3635127 Medicina
Com relação aos principais agentes ocasionalmente associados à Leucopenia, aquele que não se encontra na categoria dos Analgésicos antinflamatórios sedativos, é: 
Alternativas
Q3635126 Medicina
Analise as proposições a seguir a respeito da Anemia Aplástica:

I. Presença de poucos glóbulos vermelhos para levar gás carbônico ao corpo;
II. Tem como sintomas fadiga e falta de ar;
III. Há intensidade da palidez cutânea, sendo algumas vezes o que chama mais atenção para ir ao médico.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
221: C
222: C
223: C
224: A
225: B
226: B
227: D
228: B
229: B
230: E
231: C
232: A
233: D
234: E
235: A
236: C
237: E
238: D
239: D
240: E