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Q4175072 Arquitetura de Computadores
A numeração binária é amplamente utilizada para representação de dados nos computadores. Ela é composta apenas por dois números (0 e 1). No sistema binário qual a sequência representa o número decimal 3? 
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Q4175071 História
Leia o texto a seguir.
A Guerra da Coreia foi um conflito que aconteceu entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul e iniciou-se quando as tropas norte-coreanas ultrapassaram a fronteira que separa as Coreias, dando início à invasão da Coreia do Sul.
Disponível em: www.brasilescola.uol.com.br/historiag/guerra-coreia.html. Acesso em: 10 nov. 2021.

Em junho de 2021 completaram-se 71 anos do início da Guerra da Coreia, um dos mais importantes conflitos bélicos do século XX, que até hoje ainda ressoa nas relações internacionais. O contexto geopolítico em que ocorreu a Guerra da Coreia foi o 
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Q4175070 Atualidades
Leia o texto a seguir.
Será que o consumidor está mesmo interessado em ter um carro elétrico na garagem?
Disponível em: www.quatrorodas.abril.com.br/noticias/os-pros-e-os-contras-do-carro-eletrico. Acesso em: 10 nov. 2021.

A pergunta feita por uma revista especializada em automóveis no Brasil revela o impacto da mudança tecnológica advinda com os carros elétricos na vida cotidiana das pessoas. Apesar disso, uma das desvantagens do carro elétrico sobre o de combustível fóssil é 
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Q4175069 Atualidades
Leia o texto a seguir.

Criado em 1901 pelo inventor e empresário Alfred Nobel, o Nobel da Paz homenageia homens e mulheres por seu trabalho na busca da fraternidade entre as nações, fim de conflitos e promoção do diálogo.
Disponível em: www.veja.abril.com.br/mundo/os-ultimos-10-ganhadores-do-nobel-da-paz. Acesso em: 7 nov. 2021.

Quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2021?
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Q4175068 Saúde Pública
Leia o texto a seguir.

Gravidez não combina com a adolescência e traz consequências para toda a vida. Informe-se. Reflita. Converse com sua família. Planeje seu futuro e procure orientações em uma unidade de saúde.
Disponível em: http/twitter.com/minsaude/status/1224449325557641217. Acesso em: 10 nov. 2021.

O texto citado faz parte de um cartaz da campanha lançada pelo Governo Federal para prevenir a gravidez na adolescência. A campanha causou polêmica nos meios de comunicação, uma vez que 
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Q4175061 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
Considere o seguinte trecho:
“Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que ‘bullying’ diz”.

A oração “não se encontrou palavra em nossa língua”, quando escrita em voz passiva analítica, assume a seguinte forma, mantendo-se o modo, tempo e pessoa do verbo:
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Q4175060 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).

Em “Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o ‘bullying’ não é monopólio dos meninos”, a palavra “monopólio” pode ser substituída sem prejuízo de sentido por

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Q4175059 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
A frase “A vítima é uma peteca” manifesta um sentido conotativo, construído a partir de uma
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Q4175058 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
No período composto “Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça”, as orações “Se ela fosse forte e soubesse se defender” estabelecem a seguinte relação de sentido com a oração principal:
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Q4175057 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
No enunciado “Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente”, o pronome oblíquo “o” faz referência ao seguinte item:
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783324 Sociologia

Leia os trechos da música a seguir.


Chopis Centis

Mamonas Assassinas


Eu di um beijo nela

E chamei pra passear

A gente fomos no shopping

Pra mode a gente lanchar


Comi uns bicho estranho

Com um tal de gergelim

Até que tava gostoso

Mas eu prefiro aipim


Quanta gente

Quanta alegria

A minha felicidade

É um crediário

Nas Casas Bahia

[...]

Esse tal Chópis Cêntis

É muicho legalzinho

Pra levar as namoradas

E dar uns rolézinhos


Quando eu estou no trabalho

Não vejo a hora de descer dos andaime

Pra pegar um cinema do Schwarzenegger

Tombém o Van Daime

[...]

Composição: Dinho / Júlio Rasec.

Disponível em: https://www.letras.mus.br/mamonas-assassinas/24144/. Acesso em: 04 nov. 2020.


A música do grupo Mamonas Assassinas apresenta uma linguagem coloquial que discorre sobre trabalho na construção civil e passeio no shopping center para ir ao restaurante e ao cinema. Dessa forma, é possível perceber que se trata de um discurso de um trabalhador de classe desprivilegiada.

Os versos “A minha felicidade / É um crediário / Nas Casas Bahia” e “Quando eu estou no trabalho / Não vejo a hora de descer dos andaime / Pra pegar um cinema do Schwarzenegger / Tombém o Van Daime” demonstram uma atitude negativa em relação ao trabalho e a evasão pelo consumo, expressando, desse modo, o seguinte conceito sociológico:

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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783323 Sociologia
Karl Marx (1818-1883), Émile Durkheim (1858-1917) e Max Weber (1864-1920) são considerados os três autores clássicos da Sociologia. Essa ciência foi consolidada no século XIX tendo esses autores desenvolvido ideias e conceitos fundamentais para essa forma de conhecimento. Cada um deles expressou concepções distintas que estabeleceram as bases das principais escolas sociológicas desenvolvidas posteriormente. Segundo Marx, a sociedade
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783322 Filosofia
A filosofia contemporânea é demarcada pelo surgimento de novas correntes de pensamento a partir de meados do século XIX, a exemplo do positivismo, do materialismo histórico-dialético e do existencialismo, as quais têm entre seus representantes, respectivamente:
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783321 Filosofia
A filosofia desenvolve-se na Grécia antiga. Com Pitágoras de Samos (séc. V a.C) passa a ser reconhecida como “amizade, amor pelo conhecimento”. A filosofia provocou uma profunda mudança na forma de pensar os diversos aspectos da vida.
Assim, com a sua emergência:
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783320 Geografia

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.blogs.unicamp.br%2Fcienciapop%2Ffeed%2F&psig=AOvVaw3zroCQgOW4OJBzXEn7Y8a8&ust=1 605276508077000&source=images&cd=vfe&ved=0CAQQtaYDahcKEwi4iP6Vl_3sAhUAAAAAHQAAAAAQaw. Acesso em: 12 nov. 2020.


Em relação à demografia de um país, a população tende a crescer num ritmo desacelerado à medida que as fases demonstradas na figura vão ocorrendo. A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade estão diretamente relacionadas às condições socioeconômicas da população e podem indicar o grau de desenvolvimento da nação, além de indicar as políticas que devem ser adotadas. Sobre essas taxas, verifica-se que:

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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783319 Geografia

Observe a figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/30019680. Acesso em: 12 nov. 2020.


A Terra não é um todo homogêneo, pois é composta por camadas que se diferenciam pela espessura, temperatura, densidade e materiais que as compõem, o que constitui a estrutura geológica do planeta. Sobre essa estrutura do planeta Terra, verifica-se que

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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783318 Geografia
Leia o texto e observe a figura a seguir.
As curvas de nível (ou isoípsas) são linhas que unem os pontos do relevo que têm a mesma altitude. Traçadas num mapa, permitem a visualização tridimensional do relevo. Quanto maior a declividade (inclinação) do relevo, mais próximas as curvas de nível se apresentam no mapa; quanto menor a declividade, maior o afastamento entre elas. [...]
MOREIRA, J. C; SENE, E de. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Ed. atualizada. São Paulo: Scipione, 2007, p. 30.
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: ww2.uefs.br/geotec/topografia/apostilas/topografia(11).html. Acesso em: 16 nov. 2020.
Considerando as informações apresentadas no texto, a leitura da figura e o fato de que os números presentes na representação topográfica são indicativos de altitude, nota-se que a área delimitada na figura com a letra X representa
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783317 Geografia
Leia o texto a seguir.
A jovem Raphaella Gondim, 17 anos, é aluna do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Salvador. Devido à pandemia de Covid-19 e à suspensão das aulas presenciais em toda Bahia no período, a estudante resolveu usar o tempo livre para desenvolver uma ideia que já pairava por sua cabeça há cerca de dois anos: um biocombustível a base de banana. Raphaella está no 3º ano do ensino médio na modalidade Integrada do curso de Química. Ela conta que ao estudar sobre biocombustíveis encontrou em propriedades da polpa da banana da prata um potencial para transformar a biomassa em etanol e criar um combustível sustentável.
Adolescente desenvolve projeto de biocombustível a partir da banana: 'fruta mais desperdiçada do Brasil e do mundo'. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/11/12/adolescente-desenvolve-projeto-de-biocombustivel-a-partir-da-banana-fruta-mais-desperdicada-do-brasil-e-domundo.ghtml. Acesso em: 12 nov. 2020. (Adaptado).
O aumento do consumo de energia na sociedade atual e a demanda crescente por novas fontes de energia são uma realidade constante vivida em vários países. A diversificação da matriz energética, como a ideia citada no texto, é fundamental para assegurar o desenvolvimento dos países. Sobre as fontes de geração de energia, tem-se o seguinte:
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783316 História
Leia o texto a seguir.
Diante do surto de varíola de 1904, o presidente Rodrigues Alves decretou a vacinação obrigatória contra a doença – jornais e panfletos produzidos pela população insatisfeita começaram a circular na cidade, acusando Oswaldo Cruz de despotismo sanitário e de ser um cientista “desligado da realidade do país”. Os opositores do presidente afirmavam que essa era uma forma truculenta de impor a vacinação e que deveria ser uma decisão pessoal vacinar-se ou não. Já descontente com as ações precedentes da campanha sanitária e da reforma urbanística que a prejudicava, a população rebelou-se, agredindo os vacinadores.
TASINAFO, C. R.; FREITAS NETO, J. A. de. História Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2006. p. 578.
O texto descreve o clima político que antecedeu a Revolta da Vacina. Diante da crise, o presidente Rodrigues Alves
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Ano: 2021 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2021 - UEG - Processo Seletivo UEG |
Q1783315 História
Leia o texto a seguir.
Passante, não chores a minha morte. Se eu vivesse, tu estarias morto.
Disponível em: www.wikipedia.org/epitafio. Acesso em: 03 nov. 2020.
O texto citado é um epitáfio que a tradição popular atribuiu a Robespierre. Esse epitáfio, como documento de uma memória coletiva, revela a
Alternativas
Respostas
861: B
862: E
863: A
864: C
865: E
866: D
867: D
868: A
869: E
870: B
871: B
872: B
873: D
874: A
875: D
876: C
877: C
878: E
879: B
880: A