Questões de Concurso
Comentadas para nce-ufrj
Foram encontradas 2.389 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
PA=120/80 mmHg (deitado) e a FC= 100bpm.
As medidas a serem adotadas são:
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
PA = 140 / 90 mmHg e FC= 90 bpm. A enfermeira lhe entrega o eletrocardiograma que mostra supradesnivelamento de ST de 0,2 mV de V1 a V6 além de D1 e aVL.
A próxima conduta será:
Você está de plantão em uma unidade de emergência e inicia o
atendimento de um homem de cor branca metalúrgico, 47 anos,
que se apresenta andando com dificuldade com o auxílio de
muletas.
Queixa-se de uma dor no terço inferior do esterno e no
braço esquerdo, que se estende do ombro até o punho, opressiva,
que iniciou quando estava sentado assistindo à televisão. A dor
persiste por 4 horas com episódio de vômito e evacuação.
Conta que sofrera um acidente de trabalho há 30 dias,
com fratura de um osso da perna direita, tendo sido inclusive
submetido a uma cirurgia no dia seguinte a fratura para colocação
de um “parafuso”.
Desde que começou a usar muletas, vem sentido dor
no braço esquerdo que atribui a má adaptação à órtese, tendo
sido prescrito anti-inflamatório não-hormonal por seu
ortopedista. Conta que já utilizou dois comprimidos do
medicamento, desde o início da dor, sem nenhuma melhora.
Nega diabetes, tabagismo, desconhece seu perfil
lipídico, nega história familiar de doença coronariana e relata
que foi atendido, no ambulatório da empresa, com “pressão alta”,
mas julga ter ficado bom após a medicação então administrada.
Ao exame :
Paciente pálido com sudorese fria, taquipneico.
O exame dos vasos do pescoço não mostra anormalidades:
PA = 190 X 130 mmHg BE = BD deitado;
FC = 110 bpm;
FR = 28 rpm.
Ausculta pulmonar demonstra murmúrio vesicular universalmente
audível, sem ruídos adventícios.
Ictus cordis impalpável:
RCR 3T (B4), discreta hiperfonese de bulhas A2>P2;
Abdômen indolor, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
com peristalse presente.
MMIIS – Perna direita com cicatriz cirúrgica.
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
As duas ocorrências do vocábulo SE, no trecho acima são vistas como:
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”
(S. Butler)
(O Globo, 12-07-2009).
Nesse texto, muitos vocábulos substituem elementos anteriormente citados, a fim de se evitarem as repetições deselegantes. A alternativa abaixo que indica corretamente o antecedente referido é:
(O Globo, 12-07-2009)
A afirmação correta sobre esse pequeno texto é:
(O Globo, 14-07-2009)
Após a leitura desse pequeno texto pode-se inferir que:
“Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”
Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:
“Uma plateia com devoção impermeável”
Como outras manchetes, essa também tem duplo significado, construído pelo adjetivo “impermeável” que, nesse caso, pode significar:
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?
A alternativa que informa o valor semântico correto do elemento destacado é:
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?
A operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações, é denominada: