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FRANÇA, C. A interdisciplinaridade da vida e a multidimensionalidade da música. Música na Educação Básica, n. 7-8, 2016 (adaptado).
Com base nesse texto, assinale a alternativa que apresenta uma ação pedagógica interdisciplinar.
SANTOS, R. M. S.; KATER, C. O projeto A música da gente: entrevista com Carlos Kater. Revista da FAEEBA, n. 48, jan.-abr. 2017 (adaptado).
Considerando esse texto, o planejamento das práticas musicais deve ter como foco
TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
Com base nas abordagens teóricas sobre diferentes perspectivas acerca da inteligência musical e seu desenvolvimento, estas perspectivas são referentes aos seguintes pesquisadores:
TEXTO 1
Em uma escola de Ensino Fundamental, uma professora de Música propôs um projeto com um grupo de crianças dos Anos Iniciais, com o objetivo de realizar uma apresentação vocal coletiva ao final do semestre. A proposta teve início com uma pesquisa de repertório, em que as crianças foram convidadas a escutar diferentes músicas, discutir significados, negociar preferências e selecionar as músicas que iriam para sua apresentação. A cantiga Canto da formiga foi escolhida para esse projeto de performance vocal coletiva.
TEXTO 2
Canto da formiga

Pronúncia
andê teti ni (4x
eixa un tentê, on tendnio betkã cata in mã rrê tin cata in mã rrê tin
eixa un tentê tiia tindimbru co tin cata in mã rrê tin
andê tetini (4x)
Tradução
O que carregas? (4x)
Quando vejo a mulher socando algo (no pilão) eu fico feliz
Quando como as migalhas do socado da mulher eu fico feliz
O que carregas? (4x)
PUCCI, M.; ALMEIDA, B. Cantos da floresta: iniciação ao universo musical indígena. São Paulo: Peirópolis, 2017.
Considerando essa partitura, qual ação se alinha aos princípios da Educação Musical com foco no protagonismo infantil?
TEXTO 1
Uma professora do 5º ano do Ensino Fundamental propôs para a turma uma atividade musical com a canção Nagô, de Lia de Itamaracá. Após aprenderem a canção, a professora contextualizou essa manifestação cultural de tradição afro-brasileira, por meio da apreciação de material audiovisual, seguida de vivência corporal e de prática instrumental.
TEXTO 2
Nagô

BEINEKE, V.; FREITAS, P. Lenga la lenga: jogos de mãos
e de copos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2006.
TEXTO 1
Uma professora do 5º ano do Ensino Fundamental propôs para a turma uma atividade musical com a canção Nagô, de Lia de Itamaracá. Após aprenderem a canção, a professora contextualizou essa manifestação cultural de tradição afro-brasileira, por meio da apreciação de material audiovisual, seguida de vivência corporal e de prática instrumental.
TEXTO 2
Nagô

BEINEKE, V.; FREITAS, P. Lenga la lenga: jogos de mãos
e de copos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2006.
TEXTO 1
Uma professora do 5º ano do Ensino Fundamental propôs para a turma uma atividade musical com a canção Nagô, de Lia de Itamaracá. Após aprenderem a canção, a professora contextualizou essa manifestação cultural de tradição afro-brasileira, por meio da apreciação de material audiovisual, seguida de vivência corporal e de prática instrumental.
TEXTO 2
Nagô

BEINEKE, V.; FREITAS, P. Lenga la lenga: jogos de mãos
e de copos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2006.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
HIKIJI, R. S. G. A etnografia da performance instrumental. Horizontes Antropológicos, n. 24, jul.-dez. 2005.
A performance pode ser um locus de apresentação do que foi aprendido, ensaiado, assimilado ao longo do processo pedagógico do ensino de música, seja ele na Educação Básica ou em outros espaços de aprendizagem musical. Qual alternativa apresenta aspectos da formação humana que podem ser trabalhados em um projeto de prática instrumental coletiva?