Questões de Concurso
Para inep
Foram encontradas 2.494 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
TEXTO 1
O filme Oppenheimer retratou o desenvolvimento do Projeto Manhattan, que culminou na detonação do primeiro protótipo da bomba atômica nuclear em um teste realizado em Trinity (EUA), em julho de 1945. Oitenta anos depois, ainda há vítimas dessa explosão, os chamados Downwinders do Novo México afetados por Trinity, que ainda buscam na justiça reparação pelos problemas de saúde gerados pela exposição aos radioisótopos. O quadro (no Texto 2) apresenta o tempo de meia-vida de alguns radioisótopos que podem ser encontrados em decorrência da explosão do dispositivo nuclear.
Com base no filme Oppenheimer, uma professora desenvolveu uma abordagem didática para trabalhar radioatividade.
TEXTO 2
Tempo de meia-vida de alguns radioisótopos

PAREKH, P. P. et al. Radioactivity in Trinitite Six Decades Later.
Journal of Enviroment Radioactivity, n. 1, 2006.
Utilizando a reportagem, o professor discute com os estudantes o episódio sobre a lama marrom avermelhada que tomou conta da cidade, bem como a lentidão da justiça em punir os responsáveis e ressarcir as vítimas.
Qual alternativa expressa uma postura investigativa e científica dos estudantes, com o objetivo de identificar as substâncias responsáveis pela coloração da lama?
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.

TEXTO 1
Entre 2003 e 2021, o consumo anual de agrotóxicos no Brasil cresceu 392%, colocando o país como o maior consumidor mundial desses insumos. Em 2021, foram utilizadas 720 mil toneladas — quase quatro vezes o volume de 2003 — com consumo médio de 10,9 kg ⋅ ha-1, cerca de 3,5 vezes superior ao de 2003. Esse total supera em 1,57 vezes o consumo dos Estados Unidos, o segundo maior consumidor global.
PAZ, J. V.; REZENDE, V. T. Agrotóxicos no Brasil: entre a produção
e a segurança alimentar. Jornal da USP, 11 dez. 2023.
TEXTO 2
O glifosato (N-(fosfonometil)glicina) é um dos herbicidas mais utilizados mundialmente. Sua estrutura química apresenta um grupo fosfonato (-PO(OH)2), uma amina secundária e um grupo carboxílico. A molécula atua inibindo uma enzima do ciclo do shikimato, crucial na biossíntese de aminoácidos aromáticos em plantas.
C6H10O5 (s) + 6O2 (g) → 6CO2 (g) + 5H2O (g)
No contexto apresentado, a professora explicou que a Educação Ambiental pode promover a sensibilização crítica das pessoas sobre o greenwashing, ao revelar como algumas empresas podem utilizar discursos ecológicos para mascarar tanto práticas insustentáveis quanto a redução dos gases do efeito estufa (GEE).
A professora observou que os estudantes conseguiram integrar os conhecimentos químicos e ambientais apresentados, quando o grupo concluiu que,
Qual alternativa corresponde a uma avaliação formativa que aborde o conteúdo de ligações químicas?
ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2018. Durante a correção das provas, a professora percebe que os estudantes tiveram um entendimento equivocado sobre essa questão, representado pela resposta de um estudante.
“A Figura 1 representa a estrutura de um sólido metálico. Nela, os cátions dos metais (de cargas positivas), representados pelas bolinhas azuis, e os elétrons (bolinhas vermelhas — representam o mar de elétrons) se aproximam após a batida do martelo e, logo em seguida, se repelem. Isso faz com que o metal se quebre (como representado no 3º quadro da Figura 1). Já na Figura 2, temos a representação da estrutura de um sólido iônico, por exemplo, o NaCl — sal de cozinha. Nesse caso, após a batida do martelo, os íons (representados pelas bolinhas vermelhas) se reorganizam no espaço, mas não se alteram, pois já estão em pedaços extremamente pequenos”.
Frente a esse resultado, qual alternativa representa uma postura coerente da professora diante da necessidade de promoção da autonomia discente?
Sobre o instrumento de avaliação utilizado pelo professor, é correto afirmar que
A aula que apresenta aspectos de uma proposta de avaliação formativa e favorece a autonomia discente é a
Visando promover a autonomia discente no estudo da relação entre os conceitos de ligações químicas e interações intermoleculares e os conhecimentos étnico-raciais, os estudantes devem
TEXTO 1
Em uma roda de conversa em sala de aula, cujo objetivo era discutir sobre os fatores que levam à mudança da matriz energética na sociedade, surgiu a pergunta de uma estudante: “O que deve ser levado em conta no desenvolvimento de carros elétricos para substituir os carros a combustão?”. Para ajudar na resposta, a professora sugeriu a análise do gráfico de Ragone.
COUTINHO, H. V.; AZEVEDO, D.; MAIA, T. A. C. Dimensionamento e arranjo
de baterias em um sistema de propulsão aeronáutica e as tendências para
o futuro. Congresso Brasileiro de Automática, n. 1, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Este gráfico compara dois aspectos importantes: a energia específica (Wh/kg), que apresenta quanta energia pode ser armazenada por quilo de material; e a potência específica (W/kg), que está relacionada à rapidez com que essa energia pode ser fornecida. Esses dados são importantes porque, em muitas situações, precisamos armazenar energia para usá-la quando não é possível gerá-la na hora.

TEXTO 1
Grupos de africanos foram trazidos ao Brasil como mão de obra escravizada por seus conhecimentos sobre a mineração, como a fundição do ferro e a metalurgia.
AMAURO, N. Q.; SILVA, G. H. C. Química ancestral africana.
Debates em Educação, v. 13, 2021 (adaptado).
TEXTO 2
Uma professora da Escola Estadual Nicéa Quintino Amauro pretende desenvolver um projeto na perspectiva da Educação para as Relações Étnico-Raciais, associado aos conceitos de estrutura da matéria de ligações químicas. Ela orientou as primeiras etapas, pautando-se no entendimento das concepções de racismo e no estudo dos conceitos científicos.
Uma professora que atua em uma escola situada em uma cidade às margens do Rio Doce (MG) selecionou, para usar em suas aulas, o seguinte trecho de uma reportagem:
Tragédia de Mariana: desastre com barragem acordou “monstro” de poluentes no Rio Doce, diz perito.
O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, decorrente da atividade mineradora, realizada pela Samarco em Mariana (MG), fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce fossem suspensos, piorando as condições da água. O “monstro acordado” pode ser um dos responsáveis pelas concentrações “elevadas de sólidos em suspensão e metais pesados”, como manganês, cobre, alumínio e zinco, o que piorou a qualidade da água dois anos depois do desastre, conforme constatou a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo estudo da entidade, as condições estão ruins ou péssimas em 88,9% dos 18 pontos de coleta analisados. Isso ocorre não somente em função da toxicidade dos rejeitos, mas também da própria característica dos compostos, que ficam suspensos e mantêm a turbidez, com baixa transparência da água, o que também prejudica muito a proliferação da vida aquática ou a utilização do rio.
Disponível em: www.ihu.unisinos.br. Acesso em: 14 maio 2025 (adaptado).
Uma professora que atua em uma escola situada em uma cidade às margens do Rio Doce (MG) selecionou, para usar em suas aulas, o seguinte trecho de uma reportagem:
Tragédia de Mariana: desastre com barragem acordou “monstro” de poluentes no Rio Doce, diz perito.
O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, decorrente da atividade mineradora, realizada pela Samarco em Mariana (MG), fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce fossem suspensos, piorando as condições da água. O “monstro acordado” pode ser um dos responsáveis pelas concentrações “elevadas de sólidos em suspensão e metais pesados”, como manganês, cobre, alumínio e zinco, o que piorou a qualidade da água dois anos depois do desastre, conforme constatou a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo estudo da entidade, as condições estão ruins ou péssimas em 88,9% dos 18 pontos de coleta analisados. Isso ocorre não somente em função da toxicidade dos rejeitos, mas também da própria característica dos compostos, que ficam suspensos e mantêm a turbidez, com baixa transparência da água, o que também prejudica muito a proliferação da vida aquática ou a utilização do rio.
Disponível em: www.ihu.unisinos.br. Acesso em: 14 maio 2025 (adaptado).
Uma professora que atua em uma escola situada em uma cidade às margens do Rio Doce (MG) selecionou, para usar em suas aulas, o seguinte trecho de uma reportagem:
Tragédia de Mariana: desastre com barragem acordou “monstro” de poluentes no Rio Doce, diz perito.
O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, decorrente da atividade mineradora, realizada pela Samarco em Mariana (MG), fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce fossem suspensos, piorando as condições da água. O “monstro acordado” pode ser um dos responsáveis pelas concentrações “elevadas de sólidos em suspensão e metais pesados”, como manganês, cobre, alumínio e zinco, o que piorou a qualidade da água dois anos depois do desastre, conforme constatou a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo estudo da entidade, as condições estão ruins ou péssimas em 88,9% dos 18 pontos de coleta analisados. Isso ocorre não somente em função da toxicidade dos rejeitos, mas também da própria característica dos compostos, que ficam suspensos e mantêm a turbidez, com baixa transparência da água, o que também prejudica muito a proliferação da vida aquática ou a utilização do rio.
Disponível em: www.ihu.unisinos.br. Acesso em: 14 maio 2025 (adaptado).
A proposta de intervenção pedagógica que atende a esse objetivo é
A partir dessa demanda, qual atividade proposta pelo licenciando aborda os conteúdos conceituais corretamente e contempla os princípios da educação inclusiva?