Questões Discursivas

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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148892 Português
Frequentadores que caminharam pelo Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, se depararam com a frase “Exu te ama” em uma das paredes do local, conforme a imagem a seguir.

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A intervenção era parte da exposição “Festa, Baia, Gira, Cura”, lançada pelo Museu da Cultura Cearense (MCC) no dia 30 de setembro de 2023, em homenagem à cultura de terreiros de Umbanda e Candomblé na história religiosa do estado. Em 11 de outubro, uma deputada da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará solicitou a remoção imediata da frase ou a inclusão de inscrições de todas as igrejas cristãs no espaço. No requerimento, a deputada alegou:
A título de exercício democrático do direito religioso, a inscrição, paradoxalmente, configura uma iniciativa agressiva aos valores de uma maioria cristã que tolera a existência de minorias defensoras de credos notoriamente pautados por devoções a entidades esdrúxulas.

Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/. Acesso em: 19 ago. 2024 (adaptado).

Partindo-se da análise da situação apresentada, verifica-se que a expressão da intolerância religiosa
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148891 Filosofia
Todos bem sabem que o céu já caiu sobre os antigos, há muito tempo. Conheço um pouco dessas palavras a respeito da queda do céu. Escutei-as da boca dos homens mais velhos, quando era criança. Foi assim. No início, o céu ainda era novo e frágil.

Não é mentira! Eles viram espíritos mesmo e sabem conter a queda do céu!. Nossos ancestrais sabem fazer esse trabalho desde o primeiro tempo. Se não o tivessem feito, a abóbada celeste já teria despencado sobre nós há muito tempo. Mas apesar de todos esses esforços o céu continua instável e frágil, à mercê dos espíritos dos xamãs mortos que sempre querem recortá-lo.

KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu. Palavras de um xamã Yanomami. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Para que o fragmento textual acima, sobre a cosmogonia Yanomami, seja considerado sob a perspectiva decolonial, um docente do Ensino Médio deverá abordá-lo em sala de aula como uma
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148890 Pedagogia
Os componentes curriculares possuem estratégias de ensino que, se adequadamente empregadas, potencializam o aprendizado dos estudantes, fazendo com que esses compreendam conceitos discutidos e entendidos como um corpo teórico unificado ao longo do tempo. No caso do Ensino de Filosofia, observa-se que há pluralidade teórica e metodológica.

Nesse sentido, o ensino dessa disciplina requer do docente o emprego de
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148889 Português
Em uma aula sobre questões de gênero no Ensino Médio, a professora de Filosofia realizou a leitura do texto a seguir.

A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.

Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.

Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148888 Português
Em uma oficina de Ciências Humanas para estudantes do Ensino Médio e seus respectivos responsáveis, tratou-se da importância do componente curricular Filosofia e suas contribuições para o desenvolvimento cognitivo. Nesse contexto, foi apresentado o seguinte texto.

Nosso aluno não tinha, no início, senão sensações; agora tem ideias. Não fazia senão sentir, agora julga. Porque, da comparação de várias sensações sucessivas e simultâneas, e do julgamento que delas se faz, nasce uma espécie de sensação mista ou complexa a que chamo de ideia.

ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

Considerando o texto apresentado na referida oficina, é possível inferir que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148887 Português
Em 2010, em um congresso com mais de cem colegas pragmatistas norte-americanos no Texas, a maioria deles professores universitários, quando expus que René Descartes, estudante em La Flèche, em 1610, estudou o curso de lógica na ‘Lógica Mexicana’ de Antonio Rubio, que era um filósofo e professor da Universidade do México (fundada em 1533), todos se espantaram. O século XVI deve ser incluído no início da história da filosofia moderna, porque a Modernidade iniciou no Caribe, lugar onde os europeus realizaram as primeiras experiências do colonialismo, do eurocentrismo, e levantaram as primeiras perguntas que inauguram a Modernidade.

DUSSEL, E. En Búsqueda del Sentido. Buenos Aires: Editora Las Cuarenta, 2018.

Nesse sentido, sob a perspectiva da Filosofia Moderna e do pensamento crítico a respeito da hegemonia europeia, o texto acima apresenta uma concepção na qual a modernidade filosófica é
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148886 Sociologia
Orixanlá cria a Terra


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PRANDI, R. Mitologia dos orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Em uma abordagem didático-filosófica do texto, ao se interpretar o papel de figuras como Olorum, Orixanlá e dos outros Orixás, espera-se que os estudantes compreendam
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148885 Pedagogia
Um professor de Filosofia do Ensino Médio, ao abordar a temática da violência na escola e possíveis estratégias para o seu enfrentamento, apresenta o seguinte texto para a leitura e debate:

O estudo da microfísica do poder supõe que o poder nela exercido não seja concebido como uma propriedade, mas como uma estratégia, que seus efeitos de dominação não sejam atribuídos a uma “apropriação”, mas a disposições, a manobras, a táticas, a técnicas, a funcionamentos, que se desvende uma rede de relações sempre tensas, sempre em atividade, em vez de um privilégio que se pudesse deter.

FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987.

A partir das concepções abordadas no texto, assinale a opção que indica o objetivo da aula e a abordagem adequada para alcançá-lo.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148884 Português
Primeiro, o diagnóstico, depois, o tratamento. Sob essa lógica, o pesquisador e neurocientista francês Michel Desmurget descortina as raízes da queda no desempenho intelectual e o aumento de problemas emocionais entre os mais jovens. Seu exame, baseado nas evidências científicas, oferece o remédio para evitar ou reverter os males causados pela onipresença e dependência de telas, games e redes sociais: a leitura. Ele sustenta que esse hábito — sobretudo quando cultivado por prazer, fora das obrigações escolares — tem sido corroído pela vida virtual, numa troca que faz crianças e adolescentes perderem as vantagens únicas oferecidas por livros e revistas.

Disponível em: https://veja.abril.com.br. Acesso em: 20 maio 2024.

De acordo com o texto, a redução da exposição às telas de aparelhos eletrônicos é necessária porque
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148883 Filosofia
Até aqui não conhecemos outra lei que não a da necessidade: agora atentamos ao que é útil; chegaremos em breve para o que é conveniente e bom. O mesmo instinto anima as diversas faculdades do homem. À atividade do corpo, que procura desenvolver-se, sucede a atividade do espírito que busca instruir-se. A princípio as crianças são apenas turbulentas, tornam-se curiosas depois; e essa curiosidade bem dirigida é o móvel da idade a que chegamos. O desejo inato de bem-estar e a impossibilidade de contentá-lo plenamente fazem com que procure sem cessar novos meios de alcançá-lo. Tal é o primeiro princípio da curiosidade; princípio natural ao coração humano e cujo desenvolvimento só ocorre em proporção de nossas paixões e de nossas luzes.

ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 3. ed. Tradução de Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 (adaptado).

Considerando-se a concepção de Rousseau, destacada no texto, a formação da autonomia do estudante se deve à
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148882 Filosofia
Após apresentar as transformações históricas da civilização grega com a incorporação das antigas cidades-Estados pelo poder imperial macedônico em 338 a.C. e indicar brevemente características gerais das escolas filosóficas helenísticas, o professor de Filosofia propôs aos alunos a leitura do seguinte trecho:

Se as condições históricas, objetivas, impossibilitam que a liberdade seja conquistada no plano social e político, resta todo o mundo interior a ser libertado das ilusões e crendices que atormentam e escravizam a alma. Sábio é agora não mais aquele que, como no tempo de Platão, deve comandar o leme da nau da cidade, mas o que se desliga completamente dos tumultos e das agruras da vida política, para construir a serenidade espiritual e dirigir livremente sua nau interior. “Vive ignorado”, aconselha Epicuro.

PESSANHA, J. A. M. As delícias do jardim. In: NOVAES, A. (Org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 2007 (adaptado).

Nessa situação, por meio da articulação entre as explicações introdutórias e a leitura do texto, o professor fornece aos alunos meios para a compreensão de que os filósofos das escolas helenísticas
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148881 Filosofia
O desafio de todo docente — e muito em especial de quem ensina Filosofia — é conseguir que, em suas aulas, para além da transmissão de informação, produza-se uma mudança subjetiva. Fundamentalmente de seus alunos, mas também de si mesmo. Se a aula é um espaço compartilhado de pensamento e nela há diálogos filosóficos, a dimensão criativa envolve aqueles que aprendem e aqueles que ensinam. Em outras palavras, o professor deve criar as condições para que os estudantes possam tornar própria uma forma de interrogar e uma vontade de saber.

CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.

Com base no texto apresentado, assinale a opção que indica uma proposta adequada à elaboração de um plano de aula que promova postura filosófica.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148880 Português
Os astrólogos, especialmente, diziam sempre que sua “ciência” se baseava em grande abundância de material indutivo. Havia a clara necessidade de se chegar a um critério diferente de demarcação da ciência; propus assim que se adotasse como critério a refutabilidade do sistema teórico. De acordo com essa concepção, que mantenho, um sistema só deve ser considerado científico se faz afirmativas que podem chocar-se com observações; de fato, as teorias são testadas pelas tentativas de provocar esses choques – isto é, pelos esforços para refutá-las.

POPPER, K. Conjecturas e refutações. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1980.

Em seu planejamento de ensino, um professor pretende destacar tanto as diferenças entre conhecimento científico e astrológico quanto a problematização filosófica da ciência. Para tanto, solicitou aos estudantes uma pesquisa sobre conteúdos de astrologia nas redes sociais. Posteriormente, as informações selecionadas foram analisadas e relacionadas à filosofia da ciência de Karl Popper.

Nessa situação, a proposta docente permitiu aos estudantes a percepção sobre
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148879 Filosofia
A expressão máxima da soberania reside, em grande medida, no poder e na capacidade de ditar quem pode viver e quem deve morrer. Por isso, matar ou deixar viver constituem os limites da soberania, seus atributos fundamentais. Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação de poder. Se consideramos a política uma forma de guerra, devemos perguntar: que lugar é dado à vida, à morte e ao corpo humano (em especial o corpo ferido ou massacrado)? Como eles estão inscritos na ordem do poder?

MBEMBE, A. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018 (adaptado).

Considerando-se o desafio de contextualizar o conceito de necropolítica sustentado pelo autor, um docente que pretenda analisar criticamente a temática com os estudantes poderá utilizar, como suporte didático, a
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148878 Pedagogia
Como a vida moderna é atravessada por valores eurocentrados, nos preparamos por meio de competências também modernas, comprometidas com a diferença colonial hierarquizante marcada pela exclusão de outras vozes. E não é uma preparação para que aprendamos a ouvir essas outras vozes, mas uma preparação para tolerá-las e superá-las na medida em que nos esforcemos por modernizá-las. E assim, escolarmente, modernizamos a experiência da infância, da negritude, da indigenidade, das sexualidades não-hegemônicas, das culturas não-eurocentradas. Acolhemos a todas na tentativa de gerar uma articulação moderna, que a tudo respeita, mas também a tudo assimila, se esforçando por modernizar tudo com o que entra em contato. E, nesse cenário, a receptividade da diferença é a tentativa de superá-la, de conciliá-la com o ideal moderno, que aparece como o mais interessante.

NASCIMENTO, F. W.; BOTELHO, D. Currículo de filosofia brasileiro entre discursos coloniais: a colonialidade e a educação. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação – RESAFE. n. 14, p. 80, maio-outubro de 2010 (adaptado).

A partir da problemática apresentada no texto, é possível depreender a importância do papel da escola na contemporaneidade, sendo uma das tarefas do professor no ensino de Filosofia, na perspectiva dos autores,
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4148847 Biologia
Um professor de Ciências precisou planejar uma aula sobre transformação da matéria para o 9º ano do Ensino Fundamental que seria ministrada em três escolas inseridas em diferentes contextos: uma na cidade; outra no campo; e outra em território indígena. Para isso, ele decidiu usar abordagens apropriadas ao contexto sociocultural de cada escola, utilizando a alimentação típica dos alunos para explicar o conteúdo e adotando uma linguagem apropriada que respeite as especificidades culturais e o nível de conhecimento prévio dos estudantes. Na escola indígena, considerando os conhecimentos tradicionais e culturais da população, o professor resolveu utilizar a fabricação da farinha, derivada da mandioca, para explorar o assunto.

Nesse caso, especificamente durante a fase de torrefação, compreende-se que o professor está explorando a transformação
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4148846 Biologia
A fragmentação da litosfera terrestre começou a ser estudada por Alfred Wegener, no início do século XX. Ele notou evidências de rochas de mesma composição e mesmo tipo de fósseis em diversos continentes, principalmente no americano e no africano. Wegener propôs a deriva continental, que hoje se conhece como teoria da tectônica de placas.

Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/geografia/a-teoria-tectonica-placas.htm. Acesso em: 11 jun. 2024 (adaptado).

Com base no assunto abordado nesse texto, um professor de Biologia, interessado em avaliar a compreensão dos seus alunos sobre a teoria da tectônica de placas e sua relação com os processos de especiação, apresentou uma situação hipotética em sala de aula. Ele mostrou um fóssil de animal que vivia, muitos milhões de anos atrás, em um continente que hoje poderia ser representado pela união da América do Sul e da África. Ao investigar a situação, constatou-se que, atualmente, na América do Sul há uma espécie e que, na África, há outra espécie, mas que elas têm muitas características em comum, sendo, então, consideradas do mesmo gênero taxonômico. O professor solicitou que os alunos formulassem uma explicação plausível sobre como essas duas espécies surgiram.

Acerca dessa situação, assinale a opção que apresenta uma explicação adequada sobre o surgimento das duas espécies.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4148845 Pedagogia
Um professor de Biologia da Educação de Jovens e Adultos (EJA) sentiu dificuldades para ministrar o conteúdo de biodiversidade e conservação ambiental. Isso se deu porque alguns estudantes, influenciados por opiniões e por saberes tradicionais de suas comunidades, apresentaram resistência a alguns conhecimentos e explicações científicas relativas a causas dos impactos ambientais e a medidas de conservação da biodiversidade. Diante desse desafio, o professor buscou estratégias capazes de articular o conhecimento científico e os saberes tradicionais dos estudantes, de modo a melhorar o processo de ensino e de aprendizagem.

Acerca dessa situação, assinale a opção que apresenta uma estratégia adequada para lidar com o desafio enfrentado pelo professor.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4148844 Biologia
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MICHELAN, V.; ANDRADE, E. SuperAção: Componente Curricular Ciências. 7º ano. São Paulo: Moderna, 2022 (adaptado).

Um livro de Ciências do 7º ano do Ensino Fundamental apresentou esse texto, seguido da equação, para apresentar o fenômeno da fotossíntese. Esse trecho ilustra a adaptação do “saber sábio” para o “saber a ensinar”, processo denominado de transposição didática.

No trecho desse livro de Ciências, a transposição didática ocorreu por meio da
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4148843 Pedagogia
O debate sobre o uso do Dicloro-Difenil-Tricloroetano (DDT), desde os anos de 1960, vem provocando controvérsias devido a consequências observadas, tanto no meio ambiente, como na saúde de humanos e de outros animais. No Brasil, a tramitação do Projeto de Lei n. 6.299/2002 acirrou discussões, por exemplo, sobre a substituição do nome “agrotóxico” por “pesticida”, “defensivo agrícola” ou “defensivo fitossanitário”, nos documentos oficiais e nas embalagens dos produtos. Outro aspecto diz respeito à modernização do campo pelos defensores do agronegócio, com a produção em larga escala de produtos agrícolas. Tal política de modernização da agricultura fez do Brasil um alvo das indústrias químicas para expansão de seus mercados, com a instalação de grandes fábricas de agrotóxicos no país.

Disponível em: https://doi.org/10.56117/resbenq.2020.v1.e012003. Acesso em 19 set. 2024 (adaptado).

Esse é um fragmento de um artigo apresentado em sala de aula por uma aluna, filha de um agricultor, que viu seu pai passar mal — com ocorrências de vômitos e de insônia — após aplicar uma substância para o combate de uma praga de percevejos. Após esse episódio, a aluna contou o caso a sua professora de Biologia, a qual recomendou que os alunos realizassem uma pesquisa sobre o que a Ciência produziu, historicamente, em relação a esse assunto, a fim de realizar uma discussão em que os estudantes apresentassem explicações de base legal e científica sobre o tema.

O debate em sala de aula ajudou a contribuir para o empoderamento dos estudantes da turma em relação à situação ocorrida, promovendo a compreensão sobre a
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Respostas
2321: B
2322: D
2323: A
2324: A
2325: B
2326: D
2327: A
2328: D
2329: C
2330: A
2331: C
2332: C
2333: C
2334: D
2335: D
2336: B
2337: C
2338: A
2339: B
2340: C