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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150152 História
O mito da criação do universo e do homem, ensinado pelo mestre iniciador do Komo (que é sempre um ferreiro) aos jovens circuncidados, revela-nos que quando Maa Ngala sentiu falta de um interlocutor, criou o Primeiro Homem: Maa (...)
O Ser-Um chamou-se de Maa Ngala. Então ele criou a ‘Fan”, um ovo maravilhoso com nove divisões no qual introduziu os nove estados fundamentais da existência. Quando o ovo primordial chocou, dele nasceram vinte seres fabulosos que constituíram a totalidade do universo, a soma total das forças existentes do conhecimento possível. Mas, aí!, nenhuma dessas vinte primeiras criaturas revelou-se apta a tornar-se o interlocutor (kuma-nyon) que Maa Ngala havia desejado para si. Assim, ele tomou de uma parcela de cada uma dessas vinte criaturas existentes e misturou-as; então, insuflando na mistura uma centelha de seu próprio hálito ígneo, criou um novo Ser, o Homem, a quem, deu uma parte de seu próprio nome: Maa.

HAMPATÉ-BÂ, A. A tradição viva. In: KI-ZERBO, J. (ed.) História Geral da África I: metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO, 2011. p. 170-171 (adaptado).

Considerando-se que um professor de História da 2ª série do Ensino Médio tenha selecionado o mito de criação apresentado acima para abordar o papel da oralidade entre diversos povos africanos, é correto afirmar que, a partir desse texto, o docente poderá explicar que a tradição oral relaciona-se com
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150151 Sociologia
O gênero musical K-Pop surgiu no final dos anos 1980, quando a Coreia do Sul começou a valorizar mais sua cultura própria em meio à influência ocidental. O governo investiu na exportação de entretenimento, dando origem à “Onda Coreana” (Hallyu). O grupo Seo Taiji & Boys, surgido em 1992, foi um marco importante, inspirando uma remodelação cultural. A música passou a ser tratada como commodity, com leis de incentivo e grandes investimentos. A popularidade do K-Pop ajudou a promover uma visão positiva da cultura coreana globalmente, despertando interesse pela Coreia e sua mistura de tradição e modernidade.

O que é K-Pop: a história do gênero que mudou a indústria da música. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/entretenimento/k-pop/noticia/2022/11/o-que-e-k-pop-ahistoria-do-genero-que-mudou-a-industria-da-musica.ghtml. Acesso em: 15 maio 2024 (adaptado).

Em uma aula destinada a uma turma do Ensino Médio, para expandir e diversificar a compreensão dos estudantes sobre fenômenos relacionados à internacionalização da cultura de massa, a partir da experiência coreana mencionada no texto, é recomendável que a professora
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150150 Pedagogia
Um professor de História decidiu levar seus alunos do 6º ano do Ensino Fundamental a uma exposição sobre os Viajantes do Século XIX e seus registros sobre a Mata Atlântica. Ao iniciar seu trabalho de planejamento e motivação, o professor partiu da percepção do senso comum de que parte significativa da Mata Atlântica desapareceu ao dar lugar às atividades agropecuárias e se propôs a apresentar as categorias e os conceitos importantes sobre esse tema. O seu objetivo foi de entender as mudanças e as permanências a partir das paisagens e refletir sobre a ação do homem no meio ambiente.

Considerando a perspectiva de construção de uma abordagem de História Ambiental, que dialogue com outras disciplinas das humanidades, assinale a opção que apresenta corretamente a relação entre as categorias trabalhadas pelo professor e os objetivos e desenvolvimento de habilidades da área de História.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150148 Pedagogia
TEXTO 1

No século XIX, intelectuais se reuniram no Rio de Janeiro formando um grupo que, entre as décadas de 1830 e 1860, especializou-se na criação e disseminação de falsificações documentais. Seus principais alvos eram políticos e figuras públicas da época. As notícias falsas criadas por eles muitas vezes eram republicadas em outros jornais e revistas, sendo aceitas como verdadeiras pelo público.

VEIGA, E. A “fábrica de fake news” que funcionou no Rio no século 19. DW, 14 de out. de 2020. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/. Acesso em:15 abr. 2024 (adaptado).

TEXTO 2

Atualmente, a manipulação de informações ganhou novas ferramentas, que afetam diretamente a escola, com o advento da tecnologia de inteligência artificial (IA). Nos Estados Unidos, foi reportado o uso de aplicativos de IA por estudantes para criar imagens pornográficas falsas de suas colegas, fenômeno conhecido como “deepnudes”. No Brasil, casos semelhantes já foram registrados e preocupam autoridades. Especialistas alertam para os severos impactos dessas ações na saúde mental, reputação e segurança das vítimas.

SINGER, N. Deepnudes: uso de imagens pornográficas criadas por IA vira epidemia nas escolas dos EUA. O Globo. 10 de abr. de 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/. Acesso em: 15 abr. 2024 (adaptado).

Nesse contexto, em uma aula de História que explore a manipulação da informação desde o século XIX até a era digital, para desenvolver nos estudantes uma postura crítica e investigativa sobre essas informações, é recomendável ao professor
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150147 História
A ascensão da China como potência industrial contribuiu para o deslocamento de empresas e empregos, promovendo um significativo processo de desindustrialização no Ocidente. Simultaneamente, impulsionou a demanda por bens de consumo e transformou a dinâmica econômica global, com a Ásia emergindo como uma força motriz impossível de ser ignorada. Com um expressivo contingente populacional de engenheiros, a China evoluiu de emuladora de tecnologias para rivalizar com multinacionais ocidentais em termos de inovação e lucratividade. Em março de 2024, o déficit da balança comercial dos Estados Unidos em relação à China atingiu aproximadamente 70 bilhões de dólares. Já o Brasil tem a China como seu principal parceiro comercial, porém, ao contrário do país norte-americano, a balança comercial brasileira é superavitária em relação à do país asiático.

Para ampliar o entendimento de estudantes do Ensino Médio sobre as modificações da realidade social no Ocidente e no Brasil, decorrentes dos impactos do crescimento econômico chinês, o professor de História deve destacar
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150146 Pedagogia
Um professor de História solicitou aos estudantes uma atividade de campo sobre a vida e o trabalho de venezuelanos na cidade, com o objetivo de problematizar formas de desigualdade, preconceito e xenofobia. A atividade deveria propor ações que promovessem os Direitos Humanos, a solidariedade e o respeito aos estrangeiros no Brasil. Os alunos apresentaram resultados que exploraram estilos de vida, valores, formas de trabalho, memórias, entre outros aspectos. Para avaliá-los, o professor fez uso da avaliação formativa.

Nesse caso, a avaliação formativa é significativa, pois permite ao professor 
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150145 História
TEXTO 1

O Presidente do Benin, Patrice Talon, inaugurou em 2022 a exposição “Arte do Benin ontem e hoje”, com 26 obras devolvidas pela França em 2021, quase 130 anos depois de terem sido roubadas pelas forças coloniais. A devolução de artefatos pela França surge à medida que crescem os apelos na África para que os países ocidentais devolvam os despojos coloniais dos seus museus e coleções privadas.

Disponível em: https://www.dw.com/pt-002/Benin-exibe-obras-de-arte-devolvidaspela-frança/a-60849202 . Acesso em: 28 maio 2024 (adaptado).

TEXTO 2

Com a Revolução Francesa se construirá o conceito de patrimônio histórico nacional e após se darão os primeiros acordos de devolução de bens culturais. A França revolucionária terá a perspectiva progressista de socializar ao povo o acesso aos bens culturais antes restritos, mas o expansionismo napoleônico se apropriará dos bens culturais alheios. Davam uma aparência de legalidade através de tratados de paz, ilegítimos, pois conseguidos com o uso da força e em condições de desigualdade, caso similar da relação entre ex-metrópoles e ex-colônias.

FERREIRA, C. S. Restituição dos bens culturais retirados no contexto do colonialismo: instrumento de desenvolvimento e de diálogo intercultural. Cadernos de Sociomuseologia, v. 47, n. 3, p. 109 - 129, 2014 (adaptado).

A partir das ideias apresentadas nos Textos 1 e 2, um professor de História propôs aos alunos do Ensino Médio uma pesquisa em acervos virtuais museológicos europeus sobre bens culturais provenientes de ex-colônias africanas, nas condições descritas nos textos, a fim de que os estudantes identifiquem objetos e se posicionem criticamente diante do colonialismo.
Assim, a proposta pedagógica utilizada pelo professor permitirá aos alunos a compreensão de que as reivindicações de países africanos, como Benin, são justificadas pelo argumento da
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150144 Sociologia
Em uma aula no Ensino Fundamental, a professora constatou que a turma associava a prática da escravidão apenas a pessoas negras, tendo a América Portuguesa e o Brasil Imperial como únicas referências. Diante disso, ela solicitou aos alunos que efetuassem pesquisas sobre a existência da escravidão em diferentes contextos, a partir dos registros das sociedades da Antiguidade.
Considerando a composição plural da turma como um parâmetro de pesquisa, já que nela encontram-se alunos brancos, negros, indígenas e também de ascendência asiática, a professora apresentou a seguinte questão norteadora: “Somente os negros foram escravizados?”
Nessa situação, a proposta de intervenção da professora permitirá que os estudantes reconheçam as seguintes características da escravidão: 
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150143 História
Ao ser questionada a respeito de discursos revisionistas sobre a ditadura e a violação de direitos humanos que circulam em diferentes plataformas digitais, a historiadora Heloisa Starling fez o seguinte alerta:

“O que estão tentando fazer hoje no Brasil não é revisionismo, nem a construção de novas versões. É fraude. Fraudar fatos é uma boa maneira de se investir contra a democracia. A História tem uma função estratégica para a nossa vida pública. Ela define um referencial concreto e rigoroso para averiguação dos fatos que se relatam, indica qual a relevância das evidências que tornam esse fato verificável e deixa claro que fato histórico não é invenção. Se a confiança na veracidade histórica for eliminada, as pessoas acreditam no que querem ou no mais conveniente; tudo se resume a uma questão de opinião e à melhor versão em curso – é o passado às avessas.”

STARLING, H. O Brasil republicano entre autoritarismos e democracia. Entrevista concedida a Antonio Gasparetto Júnior e Wagner Teixeira. Locus - Revista de história, Juiz de Fora, v.25, n. 2, p. 349, 2019 (adaptado).

Para enfrentar o problema apontado pela autora, professores podem ensinar os estudantes a utilizar métodos e técnicas próprios da pesquisa histórica adaptados ao meio digital, como
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150142 História
É mais importante entender do que lembrar, embora para entender também seja preciso lembrar.

SONTAG, S. apud SARLO, B. Tempo Passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Companhia das letras de Belo Horizonte/UFMG, 2007, p. 22.

Muita gente já ouviu seus pais e avós comentarem sobre como era viver em uma ditadura. Na intenção de problematizar essas memórias, uma professora de História decidiu organizar com seus alunos a realização de entrevistas com pessoas da comunidade que tenham vivido o período entre as décadas de 1960 e 1970. A dificuldade da tarefa consiste em selecionar os entrevistados, visto que os sujeitos escolhidos para participar da atividade passaram por experiências muito diferentes e têm opiniões divergentes sobre como era a vida nessa época.
Nessa situação, para enfrentar esse desafio, a professora deve orientar seus alunos a verificar
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150141 Antropologia
“Todo Dia do Índio é a mesma coisa: fazemos com as crianças um cocar de penas coloridas, elas pintam o rosto, fazem ‘uh-uh-uh’ pela escola, e também damos exercícios com o tema do índio, como, por exemplo, ‘ligue o indiozinho à sua oca’, ou ‘conte quantos indiozinhos estão na canoa’, coisas assim [risos]. Sei que essa temática deveria ser muito melhor abordada, mas a gente não tem muito tempo, né? Fica difícil, e terminamos repetindo essa fórmula falha ano após ano...”
Com esse depoimento, uma professora do primeiro segmento do Ensino Fundamental de uma escola pública do Rio de Janeiro descreveu de que maneira a temática indígena era abordada na escola onde trabalhava.

RUSSO, K.; PALADINO, M. A lei n. 11.645 e a visão dos professores do Rio de Janeiro sobre a temática indígena na escola. Rev. Bras. Educ. v. 21, n. 67, out.-dez. 2016 (adaptado).

Ao se comparar a prática descrita no depoimento com as disposições da Lei n. 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura dos Povos Indígenas na Educação Básica, verifica-se que a caracterização dos povos originários feita pela professora se confronta com um fundamento teórico-metodológico que deve pautar o ensino da temática indígena.
Nesse caso, a caracterização dos povos originários e o fundamento teórico-metodológico mencionados acima, quando confrontados, expressam, respectivamente,
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150140 Antropologia
TEXTO 1

Omama deu-nos a vida muito antes de criar os brancos, e era também ele que, antes deles, possuía o metal. As primeiras peças de ferro utilizadas por nossos ancestrais foram as que Omama deixou para trás na floresta, quando fugiu para longe. Eles não tinham machados e facões de verdade, como hoje. Amarravam pedaços de ferro usados num cabo para fazer machadinhas. Essas ferramentas eram muito poucas nas casas dos antigos. Só alguns homens mais velhos as possuíam e as deixavam bem guardadas. Trabalhavam com esses pedaços de ferro que chamavam de ferramentas de Omama, porque eram muito resistentes. Naquele tempo era assim. Os objetos dos brancos ainda não estavam por toda parte como agora! Por isso penso hoje na dificuldade do trabalho de nossos maiores e isso me leva a não querer ter muitas mercadorias.

KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu: a palavra de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 222 (adaptado).

TEXTO 2

Como justificar que somos uma humanidade se mais de 70% estão alienados do mínimo exercício de ser? A modernização jogou essa gente do campo e da floresta para viver em favelas e em periferias, para virar mão de obra em centros urbanos. Essas pessoas foram arrancadas de seus coletivos, de seus lugares de origem, e jogadas nesse liquidificador chamado humanidade. Se as pessoas não tiverem vínculos profundos com sua memória ancestral, com as referências que dão sustentação a uma identidade, vão ficar loucos neste mundo maluco que compartilhamos.

KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

Nesse contexto, para levar os estudantes a refletir sobre as produções e confrontações de saberes em diferentes sociedades, a partir da discussão dos Textos 1 e 2 em sala de aula, um professor do Ensino Médio pode destacar que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150138 Pedagogia
Os temas de História Antiga são importantes para fundamentação da relação entre a sociedade contemporânea e a Antiguidade e, a partir dessa ótica, desenvolvem-se os questionamentos/problemáticas do presente revisitando o passado e inovando nos temas e abordagens, com ampliação documental e no uso de novas linguagens. O uso dos mapas tem sido uma importante ferramenta no tratamento da categoria tempo-espaço relacionada aos estudos do mundo antigo. Eles evidenciam as dinâmicas, as ocupações territoriais, deslocamentos, o espaço natural e a formação dos impérios.

Nesse sentido, a fim de atender às demandas do presente por um ensino de História mais inclusivo, plural e decolonial, o uso de mapas em sala de aula é indicado, pois, por meio deles, é possível observar
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150137 Pedagogia
Ao desenvolver uma avaliação diagnóstica, o professor de História identificou que os estudantes da 1ª série do Ensino Médio desconheciam a história local. Aproveitando que o conteúdo do componente curricular propunha a construção do conhecimento histórico e o uso de fontes documentais, o professor criou uma atividade de campo guiada com os estudantes pelos espaços urbanos da cidade. Com o uso dos celulares, os estudantes realizaram registros de imagens e com o auxílio do professor e, em grupos, produziram textos na forma de painéis para contar a história da cidade sob o olhar deles. Os resultados foram apresentados à comunidade escolar e amplamente divulgado nas redes sociais.

Com base nessa situação, assinale a opção que apresenta o objetivo pedagógico da atividade realizada.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150135 Pedagogia
Uma professora de História, disposta a tematizar o notável aumento da presença e passagem de migrantes latino-americanos por sua cidade, um pequeno município no interior do Brasil, resolveu abordar essa discussão em sala de aula, com a turma da 3ª série do Ensino Médio, no estudo do eixo “Desafios contemporâneos relacionados aos Direitos Humanos e à cidadania global”. Ela pediu que os estudantes se dividissem em grupos e elaborassem projetos de investigação com uso da história oral sobre as origens, trajetórias e condições de vida dessas pessoas. Os projetos serão debatidos e avaliados em sala de aula pelos próprios alunos, com a mediação da professora, considerando-se princípios éticos e inclusivos para a valorização de direitos humanos.

Nesse caso, assinale a opção que apresenta o critério a ser utilizado pela professora para avaliar os projetos elaborados pelos estudantes.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150134 Pedagogia
A professora de História abordou o movimento em torno da votação do Marco Temporal (Projetos de Lei n. 490/2007 na Câmara dos Deputados e n. 2903/2023 no Senado Federal) explicando que, segundo a proposta, os povos originários só teriam direito a demarcação de terras que estivessem sob sua posse no dia da promulgação da Constituição Federal, 5 de outubro de 1988.
Para construir a relação desse problema com a questão indígena no Brasil, propôs a elaboração conjunta de um mapa mental com o tema “a luta dos indígenas por direito à terra”. A professora dividiu a turma em grupos, ficando cada um responsável por reunir e apresentar informações sobre a relação dos povos indígenas com a terra em diferentes temporalidades. Deveriam buscar informações em obras historiográficas, no livro didático e em sites confiáveis da Internet, esclarecendo os interesses dos grupos econômicos e as consequências socioambientais da eventual aprovação do Marco Temporal e trazê-las para montar o mapa mental com palavras-chaves e esquema explicativo. A culminância dessa atividade foi a construção de um mural no pátio da escola com uma exposição intitulada “O direito dos indígenas à terra é originário e atemporal”.
Nesse caso, a atividade desenvolvida, com base na articulação entre o passado e o presente, insere-se
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150133 Antropologia
A escola indígena atual projetada estratégica e intencionalmente como escola indígena própria – específica, diferenciada, autônoma – assume como missão institucional, no campo político-pedagógico, a transformação da sociedade em que está contextualmente e historicamente situada, começando pela sua própria transformação. Os sujeitos da escola indígena vivem, atualmente, em um contexto bastante hostil e ameaçador, em seus direitos de viver em seus territórios tradicionais e de acordo com suas culturas e tradições. Um contexto construído ao longo de meio milênio de violenta colonização.

BANIWA, G. Educação e povos indígenas no limiar do século XXI: debates e práticas interculturais. Antropologia & Sociedade: Revista do Laboratório de Antropologia, Arqueologia e Bem Viver da UFPE, v. 1, n. 1, 2023 (adaptado).

Nesse sentido, ao elaborar um plano de aula sobre a temática indígena a partir do texto de Gersem Baniwa, apresentado acima, o professor deverá considerar que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150132 Português
Na atuação docente em salas de aula da Educação Básica, a utilização de livros didáticos é uma das práticas mais recorrentes. Com relação ao ensino de História, as obras aprovadas pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) disponibilizam imagens capazes de potencializar a leitura de distintas linguagens e/ou representações. Contudo, as fontes imagéticas nem sempre são associadas a textos escritos ou a outras produções culturais de forma adequada, deixando-as na condição de mera ilustração.

De acordo com o texto, o planejamento e trabalho pedagógico com fontes imagéticas disponíveis no livro didático pode contribuir com o desenvolvimento das competências e das habilidades relevantes para a compreensão histórica, desde que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150130 Pedagogia
O professor de História do 7º ano do Ensino Fundamental desenvolveu uma atividade em sala de aula com a intenção de discutir as diversas formas como a escravidão foi utilizada ao longo do tempo, com destaque para o mundo greco-romano e as Américas. Nesse momento, ele afirmou enfaticamente que a escravidão, na Antiguidade Clássica, era constantemente relacionada às guerras e às dívidas. Em contraposição, no período Moderno, o docente destacou o caráter iminentemente comercial e atlântico. Após a exposição do conteúdo, um aluno interpelou: “professor, eu acho que entendi as diferenças, mas por que então quando eu penso em um escravizado, eu penso em um negro?”.

Nessa situação, o professor poderá responder adequadamente ao questionamento por meio de uma intervenção pedagógica que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150129 Pedagogia
Para combater a intolerância religiosa, uma escola em Salvador adotou uma abordagem inclusiva, abrindo suas portas para a convivência entre diferentes crenças. Levando em consideração o alerta de Bárbara Carine, escritora e professora da Universidade Federal da Bahia, para a qual a falta de conhecimento muitas vezes está associada ao desrespeito e à intolerância, a escola decidiu enfrentar essa questão dentro da dimensão dos estudos das culturas religiosas, reconhecendo que, assim como existe a mitologia grega, também existe a mitologia africana.
Dentro desse contexto integrado, os alunos têm a oportunidade de aprender a mitologia dos orixás, o que enriquece seu entendimento sobre as diferentes tradições religiosas e promove a valorização da diversidade cultural.

Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2024/01/21/brasil-tem-aumento-de-denuncias-de-intoleranciareligiosa-veja-avancos-e-desafios-no-combate-ao-crime.ghtml. Acesso em: 09 maio 2024 (adaptado).

Considerando a situação mencionada no texto acima, assinale a opção que apresenta os fundamentos teórico-metodológicos que baseiam a abordagem adotada pela escola para combater a intolerância contra as religiões de matriz africana.
Alternativas
Respostas
941: B
942: C
943: A
944: D
945: B
946: B
947: C
948: A
949: C
950: D
951: D
952: C
953: D
954: C
955: B
956: D
957: A
958: C
959: D
960: B